# Resumo: Exercícios para Problemas de Circulação Este vídeo aborda como diferentes tipos de exercício físico afetam condições circulatórias como varizes, doen
Nos graus mais iniciais, onde a gente tem só esses vasinhos, essas telangiectasias, [música] os lagos venosos, o o nenhum exercício vai realmente fazer mal. >> Quando a veia é grossa e salta na pele, o risco é a pancada.
Veja, a musculação por si só ela não não causa varizes. >> Pode. No ensaio brasileiro, 16 semanas de musculação não [música] alargaram as veias de mulheres com insuficiência venosa.
Sim. Aqui, a caminhada é tratamento. >> A caminhada, ela pode ser feita, é, de três vezes na semana para mais, pelo menos 30 minutos por sessão.
Até fechar, [música] a ferida fica protegida pelo curativo, longe de pancada, areia e água parada. Piscina só com liberação [música] de quem trata. Ferida abaixo do joelho que não fecha em duas semanas é assunto de [música] consulta.
Quase nenhum exercício proibido para quem tem problema de circulação.
>> [música] >> Cada condição pede seu ajuste e o que costuma fazer mal em todas é ficar parado.
>> E é exatamente o que meus pacientes dizem: "Doutor, eu fico parada porque tenho medo de piorar".
E aqui que tá o paradoxo, ao ficar parada, a pessoa piora exatamente o que tem medo de piorar.
>> [música] >> Nas varizes, o exercício faz bem.
A panturrilha é o segundo [música] coração e cada contração empurra o sangue para cima.
>> Então varizes tem vários graus, tá? Nos graus mais iniciais, onde a gente tem só esses vasinhos, essas telangiectasias, [música] os lagos venosos, o o nenhum exercício vai realmente fazer mal.
>> Quando a veia é grossa e salta na pele, o risco é a pancada.
[música] Ela pode sangrar, às vezes por uma pancada pequena.
É a varicorragia.
>> Isso é uma emergência médica, graças a Deus [música] simples de lidar, eu já dou aqui a dica, tem que levantar a perna, fazer um curativo compressivo.
>> Simples de estancar, [música] mas pode ser grave.
Se não parar em 10 minutos apertando, vá ao pronto socorro.
[música] Se parou, procure atendimento.
A pancada também pode formar a tromboflebite, um vergão vermelho e dolorido.
Mostre [música] ao cirurgião vascular.
Nas lutas de muito chute, a [música] pancada se repete sobre a mesma veia.
>> Então o ideal é tratar as varizes antes de continuar fazendo esse tipo [música] de exercício.
>> No futebol, em que a canelada faz parte do jogo, quem tem variz grande usa caneleira.
>> Então o crossfit não é o o esporte que eu mais recomendo, exatamente [música] por causa de risco de de lesão, pelo impacto, mas não necessariamente por causa de algum dano vascular.
>> E a corrida? [música] Num estudo com quem treina em quantidade comum, o impacto da corrida não se associou a mais varizes.
>> [música] >> Agora eu cheguei naquela que todo mundo quer saber, que é a musculação.
A musculação causa ou não causa varizes? Pode ou não pode fazer? Veja, a musculação por si só ela não não causa varizes.
>> Pode.
No ensaio brasileiro, 16 semanas de musculação não [música] alargaram as veias de mulheres com insuficiência venosa.
O detalhe, [música] que vale para todos nesta aula, é a respiração.
Prender o ar na força sobe a pressão da barriga e atrapalha [música] a subida do sangue.
Solte o ar na força.
Se precisa prender e travar, o peso [música] está alto demais.
Tire carga e faça mais repetição.
>> [música] >> E quem tem varizes pélvicas pode pegar muito peso.
A regra do ar vale igual.
E a carga? Você combina com o médico que acompanha o seu caso.
[música] Na doença arterial periférica, a dor vem ao caminhar e passa ao parar.
[música] Pode se exercitar? Sim.
Aqui, a caminhada é tratamento.
>> A caminhada, ela pode ser feita, é, de três vezes na semana para mais, pelo menos 30 minutos por sessão.
E, é, o paciente deve caminhar até sentir [música] alguma dor.
Então, isso vai com o tempo aumentando essa distância caminhada, aumentando o tempo, é, de caminhada, trazendo efeitos benéficos.
>> A diretriz [música] americana descreve o mesmo ciclo, de preferência supervisionado.
Desistir de andar por causa da dor é o pior negócio.
[música] Bicicleta e caminhada leve também podem ajudar e a rotina de 10 minutos continua, combinada com o médico.
>> [música] >> Mas dor em repouso, dor que acorda à noite ou ferida no pé que não fecha, aqui não é hora de treinar.
Procure o cirurgião [música] vascular com urgência, hoje ou amanhã.
E pé que de repente fica frio, [música] pálido e dolorido é emergência.
Pronto socorro agora, sem esperar.
>> [música] >> No lipedema, o exercício é pilar do tratamento [música] e quem decide o efeito é a intensidade.
>> E o exercício físico por si só, ele pode em determinada faixa de intensidade diminuir essa inflamação, ou seja, ter um efeito anti-inflamatório, como se for intenso demais, ele pode até aumentar essa inflamação.
Qualquer exercício para fins de de ganho muscular, por exemplo, eles acabam causando microlesões na musculatura.
Só que essas microlesões também aumentam a inflamação.
Então, a gente tem que acertar essa intensidade para que o exercício tenha um efeito anti-inflamatório, principalmente numa [música] fase de alta inflamação, de altos sintomas.
>> Um estudo mediu [música] menos força na coxa no lipedema.
Parece ser da doença, não falta de esforço.
Por isso, progrida devagar.
>> [música] >> O consenso americano lista água, bicicleta, ioga e caminhada entre [música] os exercícios que ajudam.
Joelho em X e pé plano pedem exercício adaptado e não abandonado.
>> [música] >> Depois de uma trombose venosa profunda já em tratamento, a orientação é movimento, não repouso.
A diretriz sugere voltar a andar logo.
>> Os pontos principais são: o exercício físico, manter a musculatura da panturrilha ativa, funcionante, o uso da elastocompressão e é um acompanhamento médico [música] rigoroso.
>> Quem toma anticoagulante combina a volta ao esforço com o médico [música] e redobre o cuidado com pancada.
Perna que de repente incha, dói e esquenta de um lado só é sinal do cartão de alerta.
Pronto socorro agora.
Falta de ar de repente [música] ou dor no peito também.
Pronto socorro sem esperar.
>> [música] >> Na ferida venosa da perna, o movimento continua.
Somar exercício [música] com pressão fez fechar mais feridas em 12 semanas, uma estimativa ainda imprecisa.
>> [música] >> Ferida no pé de quem tem diabetes ou com pé frio segue outra regra.
Quem decide quem trata.
>> [música] >> E a hidroginástica com ferida aberta? Até fechar, [música] a ferida fica protegida pelo curativo, longe de pancada, areia e água parada.
Piscina só com liberação [música] de quem trata.
Ferida abaixo do joelho que não fecha em duas semanas é assunto de [música] consulta.
A diretriz britânica manda a avaliação vascular.
Juntando tudo, quase nenhum exercício proibido [música] e cada condição pede seu ajuste.
Solte o ar na hora da força.
>> [música] >> Proteja a veia que salta na pele.
Na artéria, caminha até a [música] dor, pare e volte a andar.
No lipedema, acerte a intensidade do exercício.
[música] Depois de uma trombose, volte a se movimentar.
E com ferida aberta, proteja a ferida.
Por baixo [música] de tudo, a rotina de 10 minutos segue todo dia.
A missão da semana [música] ganha uma linha.
Anote no diário a sua condição ou nenhuma e o ajuste [música] dela.
Na próxima aula, abrindo a semana da proteção, as meias de compressão.
[música]
Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.