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Saiba tudo sobre Blefaroplastia

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Saiba tudo sobre Blefaroplastia

A blefaroplastia é a cirurgia das pálpebras, podendo ser superior ou inferior, e é mais complexa do que simplesmente remover pele e gordura. Na pálpebra inferio

Perguntas respondidas neste vídeo

A gente pode tratar só essa gordura e esse corte pode ser por dentro, né?

Então aqui, por dentro do olho, a gente consegue retirar essa gordura.

Quando tem excesso de pele, esse excesso de pele pode até ser tratado com laser, né?

E ter uma retração ou a gente faz um corte subsiliar. Corte subsiliar é um cortezinho que vem aqui na lateral e vai estar acompanhando os cílios, uns dois milímetros abaixo dos cílios e com isso a gente consegue retirar o excesso de pele.

E a gente chama de esclero show, né?

Uma exposição da esclera na lateral. Então não pode tirar muita pele, a gente geralmente tira até menos do que no momento parece precisar.

E também a gente trata a pálpebra, se tem uma flacidez de pálpebra, a gente tenta fixar, a gente chama de cantopexia, né?

Fixar o tapso, que é essa parte dura do olho, na parede lateral da órbita. Isso é cantopexia.

E a cantopexia ela pode ser, a gente pode até fazer em técnicas diferentes, né?

Pode ser só um pontinho ou a gente pode até soltar toda essa lateral para poder fazer essa fixação. Ou seja, a gente muda às vezes até o posicionamento do canto do olho. Também é possível soltar um pouquinho mais a musculatura e até elevar essa parte, essa lateral do olho.

Transcrição completa do vídeo

Olá, eu sou o doutor Fernando Amato e hoje eu vou falar sobre bleproplastia. Se você pensa em fazer uma cirurgia nas pálpebras, não deixe de assistir esse vídeo até o final. Olá, a cirurgia nas pálpebras a gente chama de bleproplastia.

Ela pode ser feita nas pálpebras superiores, que a gente chama de bleproplastia superior. E nas pálpebras inferiores, que a gente chama de bleproplastia inferior. Mas é só isso? Não! A bleproplastia é muito mais complexa do que superior e inferior.

Na pálpebra inferior, a gente pode tratar a gordura, que fica aquele olhar de cansaço, acorda, cheio, uma bolinha aqui embaixo, chato, melhorando conforme o dia vai evoluindo, mas sempre dá aquele ar de cansaço, de cansado de manhã ou às vezes até no final do dia dá uma piorada. A gente pode tratar só essa gordura e esse corte pode ser por dentro, né? Então aqui, por dentro do olho, a gente consegue retirar essa gordura. Quando tem excesso de pele, esse excesso de pele pode até ser tratado com laser, né? E ter uma retração ou a gente faz um corte subsiliar.

Corte subsiliar é um cortezinho que vem aqui na lateral e vai estar acompanhando os cílios, uns dois milímetros abaixo dos cílios e com isso a gente consegue retirar o excesso de pele. Mas é só retirar o excesso de pele também, né? Se a gente tira muito excesso de pele, a gente pode causar uma exposição da esclera, né? E a gente chama de esclero show, né? Uma exposição da esclera na lateral. Então não pode tirar muita pele, a gente geralmente tira até menos do que no momento parece precisar.

E também a gente trata a pálpebra, se tem uma flacidez de pálpebra, a gente tenta fixar, a gente chama de cantopexia, né? Fixar o tapso, que é essa parte dura do olho, na parede lateral da órbita. Isso é cantopexia. E a cantopexia ela pode ser, a gente pode até fazer em técnicas diferentes, né? Pode ser só um pontinho ou a gente pode até soltar toda essa lateral para poder fazer essa fixação.

Ou seja, a gente muda às vezes até o posicionamento do canto do olho. Também é possível soltar um pouquinho mais a musculatura e até elevar essa parte, essa lateral do olho. O problema é que é uma cirurgia que até deixa um pouquinho mais linchado, proliferatório, mas dá uma melhora nessa região.

Tem um detalhe nessa cirurgia na pálpebra inferior que eu gosto muito de fazer isso. Em vez de tirar a gordura que está em excesso, tem alguns pacientes que têm muito marcado essa transição do osso malar para a gordura, né? Que tem um ligamento aí que acaba formando o que a gente chama de tear trough, né? Que é o canal da lágrima. E deixa o aspecto bem cansado.

Então, uma cirurgia que a gente faz é a transposição da gordura. A gente solta por dentro essa gordura e joga pra frente. E o que essa cirurgia faz? Ela faz o que muitas vezes um preenchedor faz, né? A gente solta, coloca ela na frente e deixa essa transição mais suave.

Então, é uma cirurgia que acaba até suprimindo a necessidade de um preenchimento de um ácido hialurônico, por exemplo. Então, eu gosto muito de fazer essa transposição e não retirar todo esse excesso de gordura. Prefiro reutilizar essa gordura.

Também eu gosto, às vezes, quando o paciente não tem tanta gordura, às vezes eu faço um preenchimento de gordura. Pego uma gordura de outra região do corpo, por exemplo, a papada ou mesmo até do abdômen. Trabalho essa gordura para poder fazer um preenchimento nessas regiões e melhorar até a quantidade média desse preenchimento.

Já subindo para a pálpebra superior, a gente montava a sua pele, né? A gente tira aquele excesso de pele, com certeza. Os pacientes, por exemplo, orientais, eles não têm o sulco. A gente, às vezes, pode fazer o sulco, né? Ficar o sulco do olho.

Então, o paciente oriental tem até uma abordagem diferente. Mas, a grande maioria no Brasil, acaba que a gente já faz um corte no sul do paciente. A gente tira esse excesso de pele.

Sempre deixa um pouquinho de pele para baixo, né? Para fechar um pouquinho para cima. Tem que deixar, não adianta tirar tudo. E a gente também tira a gordurinha em excesso.

Principalmente aquela gordurinha que fica no canto do olho, no canto medial, próximo do nariz. Essa gordura até tem uma cor diferente quando a gente vai tratar, que a gente sabe muito bem que é ela. Às vezes, a gente pode até, tem pacientes que tem aquele olho fundo, sabe? Um pouquinho mais esqueletizado, porque não tem gordura.

Nesses casos, a gente também pode fazer um preenchimento de gordura nessa região aqui de cima, para não ficar aquele olho fundo. A gente vê isso muito em sequelas, de uma época que se retirava muito essa gordura. Então, esses pacientes agora, que já vão envelhecer, já não tem nada de gordura, também sentem muito isso, aquele olhar mais esqueletizado.

É um detalhe também, que se a gente vai fazer uma cirurgia na pálpebra inferior, se o paciente tem uma pitose da pálpebra, ou seja, ela cai, ela cobre muito o olho, a gente acaba tratando essa musculatura, que é o músculo levantador da pálpebra. Então, a gente acaba, às vezes, aplicando tudo, fazendo um tratamento nele. É importante a gente avaliar tudo, o paciente.

Não pode só falar, vou tratar isso ou aquilo. Muitas vezes, a gente precisa fazer o tratamento associado. Por exemplo, a sobrancelha, não adianta a gente puxar toda a pele e ela ficar aqui embaixo.

A gente precisa, muitas vezes, o homem, a gente aceita uma sobrancelha mais retificada. Já a mulher, ela precisa ter a calva da sobrancelha um pouquinho elevada. Então, é possível tratar essa posição da sobrancelha com Botox, com Procicne, com Xeomin, com essas toxinas botulínicas, o Dyspora, o Nabota.

Tem vários tipos de toxinas botulínicas que podem relaxar a musculatura aqui na lateral, relaxa aqui e deixa um pouquinho da ação da musculatura frontal agir, que consegue levantar essa sobrancelha. Mas, se tem excesso de pele, já não funciona tão bem. Pode ir com Botox, pode até piorar a calígrafo.

O paciente tem dificuldade até de ver, de enxergar, porque cai tudo, inclusive a pele. Então, existem cirurgias para posicionar a sobrancelha. Até mesmo por dentro da cirurgia, da vetroplastia, transcoquebral, é possível fazer pontos de fixação.

Mas também existem cirurgias que a gente faz uma ressecção direta, que se chama de Brown Lift, que é a suspensão da sobrancelha. Essa cirurgia que a gente tira aqui em cima, que a gente escreveu, foi castanhares. Ela é uma cirurgia antiga, mas ela é muito funcional.

Esse paciente já possui rugas. Às vezes, elas possuem rugas até aqui, porque estão forçando com a musculatura. Então, essa cirurgia, ela reposiciona com retirada de pele.

Existem, sim, cirurgias que a gente pode fazer a ressecção de pele no contorno do cabelo, desde uma cicatriz pequena, ou até mesmo até em cima, acompanhando toda a linha do cabelo. Essa cirurgia que faz tudo isso, a gente chama de cirurgia de vetroplastia coronal. A gente faz esse corte coronal para poder puxar.

Também existe a endoscopia, que é a cirurgia endoscópica de reposicionamento, em que a gente faz três colinhos, consegue visualizar, soltar a sobrancelha e trazemos toda essa estrutura reposicionando. Para fixar isso, a gente usa fios. O problema é que o fio, às vezes, pode ir cedendo aos poucos.

Também existem os fixadores, que são absorvidos. O nome dele é Endotime, isso é de uma marca. A gente consegue fixar ele na calota craniana e, quando traz toda essa estrutura, a pele toda fica fixada.

Também vale a pena lembrar que, além de todas essas alternativas, a gente consegue melhorar um pouquinho essa região da sobrancelha, com preenchimentos, preenchimentos nessa região. E até nessa região tem depressão temporal, a gente consegue melhorar. A gente consegue colocar um pouco de preenchimento atrás da sobrancelha.

Isso também melhora, mas é muito discreto. E também existem os fios absorvidos, que também têm essa função de levantar e, enquanto ele vai absorvendo, ele acaba estimulando o colágeno, melhora a qualidade do colágeno nessa região que tem uma retração. Também existem aqueles, a radiofrequência e outros estímulos, que podem também melhorar a pele, a textura, tendo uma certa retração de pele.

Mas lembrando que, quanto menos invasivo, menos resultado a gente vai ter. Então, muitas vezes, o paciente que já tem uma cirurgia de blefroplastia, que já está com a pálpebra bem caída, a gente precisa ser um pouquinho mais agressivo para poder levantar. Então, esses são os detalhes da blefroplastia.

E podem estar associados a alguma necessidade funcional do paciente. Então, o paciente pode ter uma exposição da esclera aqui, que a gente expôs o esclero show. A gente pode ter um ectrópio, que é quando a pálpebra está virada para fora, que a gente consegue tratar.

Um entrópio, quando a pálpebra está virada para dentro. Pode ter uma pitose palpebral. E até mesmo a blefroplastia, a pitose, o excesso de pele na pálpebra, também pode causar uma dificuldade para o paciente de enxergar o campo visual.

Por isso, muitas vezes, os médicos pedem o exame chamado campimetria visual para avaliar onde o paciente não está enxergando. E se for nos cantos, isso quer dizer que a pálpebra tem uma influência no campo visual do paciente. Nessas situações reparadoras, o paciente pode ter uma cobertura pela operadora, pelos convênios.

E isso, às vezes, viabiliza. Principalmente em pacientes idosos, que precisam dessa cirurgia. E vai ter uma diferença direta na qualidade de vida deles.

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Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.