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Pare de Usar ISSO! O Impacto Real no Seu Equilíbrio Íntimo

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**Pare de Usar ISSO! O Impacto Real no Seu Equilíbrio Íntimo** A Dra. Juliana Matos alerta que atitudes aparentemente inocentes podem desequilibrar a flora vag

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Perguntas respondidas neste vídeo

Você sabia que algumas atitudes que parecem inofensivas podem na verdade estar prejudicando a sua saúde íntima todos os dias?

E o pior, sem você perceber. Eu sou a doutora Juliana Matos, ginecologista, e nesse vídeo eu vou revelar três hábitos comuns que podem estar desequilibrando a sua flora íntima. E o que você vai fazer para proteger essa parte tão importante do seu corpo.

Quando usamos sabonetes com perfumes fortes ou fazemos duchas vaginais constantemente, estamos eliminando essas bactérias boas e o que acontece?

Infecção. O resultado é uma maior vulnerabilidade a fungos e bactérias nocivas, como os que causam a candidíase ou a vaginose. E aqui vai o meu conselho pra você.

Já ouviu falar da candidíase?

Esse fungo ele adora um quentinho e um ambiente bem úmido.

Livre-se dele, hein?

E a pele da vulva é muito sensível e precisa respirar. Quando cobrimos constantemente essa região com tecidos sintéticos ou absorventes diários, dificultamos essa ventilação. Além disso, o atrito constante pode causar irritações.

Você já ouviu falar em alimentos específicos que ajudam a proteger a flora vaginal e a prevenir infecções de forma natural?

Existe um grupo específico de nutrientes que podem fortalecer essa barreira natural e eu explico tudo em outro vídeo aqui no canal. Não deixe de procurá-lo e assistir. Até a próxima!

Transcrição completa do vídeo

Você sabia que algumas atitudes que parecem inofensivas podem na verdade estar prejudicando a sua saúde íntima todos os dias? E o pior, sem você perceber. Eu sou a doutora Juliana Matos, ginecologista, e nesse vídeo eu vou revelar três hábitos comuns que podem estar desequilibrando a sua flora íntima. E o que você vai fazer para proteger essa parte tão importante do seu corpo.

Se você já sentiu coceira, ardência, desconforto ou teve infecções recorrentes como a candidíase ou vaginose bacteriana, este vídeo é pra você. Continue comigo até o final porque o terceiro hábito é o mais ignorado e também é o mais fácil de corrigir. Vamos lá! O hábito 1, uso excessivo de sabonetes e duchas íntimas.

Muita gente acha que quanto mais limpa a nossa vagina, melhor. E sim, a higiene é fundamental, mas o excesso dela pode ser um grande inimigo da sua flora vaginal. A nossa flora é composta por bactérias benéficas, principalmente os lactobacilos, que mantêm o pH vaginal equilibrado e protegem contra infecções.

Quando usamos sabonetes com perfumes fortes ou fazemos duchas vaginais constantemente, estamos eliminando essas bactérias boas e o que acontece? Infecção. O resultado é uma maior vulnerabilidade a fungos e bactérias nocivas, como os que causam a candidíase ou a vaginose. E aqui vai o meu conselho pra você.

Lave a sua vulva, que é a parte externa, com água e se desejar um sabonete específico para a região íntima, neutro, sem fragrância, ou seja, sem perfume e com o pH próximo ao vaginal e evite ao máximo a ducha interna. A região íntima ideal é a que protege, não a que elimina as defesas naturais. O segundo hábito que pode estar te prejudicando é o uso diário de protetores íntimos.

Eles parecem inofensivos e até salvadores em certos dias do mês, mas o uso contínuo de protetores diários pode criar um ambiente abafado, úmido e ideal para a proliferação de microorganismos. Já ouviu falar da candidíase? Esse fungo ele adora um quentinho e um ambiente bem úmido. Livre-se dele, hein? E a pele da vulva é muito sensível e precisa respirar.

Quando cobrimos constantemente essa região com tecidos sintéticos ou absorventes diários, dificultamos essa ventilação. Além disso, o atrito constante pode causar irritações. Se você não consegue abrir mão deles, tente usar apenas em situações pontuais, como por exemplo na fase final da menstruação.

E prefira os modelos respiráveis, sem perfume, e troque com frequência. Mas o ideal mesmo é deixar a sua pele respirar sempre que possível. E aqui vai uma dica, trocar o protetor diário por calcinha de algodão pode ser um pequeno gesto com grande impacto na sua saúde íntima.

E o terceiro hábito é sabotador. Dormir com roupa íntima sintética ou roupas muito apertadas. Este hábito é um dos mais subestimados e que vejo com frequência no consultório.

Dormir com roupas apertadas ou com a calcinha muito apertada, por exemplo, e sintética, pode causar um verdadeiro caos na sua flora íntima. Durante o sono, nosso corpo transpira e precisa respirar. A região íntima abafada por tecidos que não permitem ventilação, cria um propício para fungos e bactérias.

Se você tem infecções frequentes ou percebe que acorda com irritações ou até odores desagradáveis, experimente dormir sem calcinha. Isso mesmo, deixa sua pele respirar. E durante o dia, prefira roupas leves, calcinha de algodão e evite calças muito apertadas.

E aqui reforço com mais uma dica, noites livres e arejadas são aliadas silenciosas da sua flora íntima. Além desses três hábitos, existem outros pontos importantes que merecem atenção. Por exemplo, uma alimentação rica em açúcar, ela pode favorecer o crescimento de fungos e dar a famosa candidíase.

Cuidado com sua alimentação. O uso de antibióticos em excesso destrói também as bactérias boas e o vilão invisível, o estresse. O estresse, ele altera o sistema imunológico e pode desregular o equilíbrio vaginal.

Por isso, cuidar da flora íntima é um conjunto de escolhas diárias e a boa notícia é que você pode começar hoje mesmo. Lembre-se, o corpo dá sinais, a gente só precisa aprender a ouvir. Agora que você já sabe quais hábitos podem estar sabotando sua saúde íntima, quero te deixar uma pergunta.

Você já ouviu falar em alimentos específicos que ajudam a proteger a flora vaginal e a prevenir infecções de forma natural? Existe um grupo específico de nutrientes que podem fortalecer essa barreira natural e eu explico tudo em outro vídeo aqui no canal. Não deixe de procurá-lo e assistir. Até a próxima!

Consulte um especialista

Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.