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Xixi Escapando na Menopausa? Entenda Por Que Acontece e Como Tratar

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Xixi Escapando na Menopausa? Entenda Por Que Acontece e Como Tratar

# Xixi Escapando na Menopausa? Entenda Por Que Acontece e Como Tratar A incontinência urinária — perda involuntária de urina — afeta milhões de mulheres, mas a

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Perguntas respondidas neste vídeo

Você evita rir, correr, pular ou até sair de casa com medo de perder urina?

Se isso acontece com você, saiba que não é normal, não é só coisa da idade. E tem tratamento, sim! Nesse vídeo, eu vou te explicar de forma simples, responsável e sem tabus.

Quais são os tipos de incontinência urinária e o que pode ser feito, inclusive sem cirurgia?

A perda involuntária de urina afeta milhões de mulheres em todo o mundo. Apesar de ser comum, ainda é cercada de vergonha, de silêncio e de desinformação. A incontinência acontece quando há falha no mecanismo de controle da bexiga, que envolve a própria bexiga, a uretra e, principalmente, os músculos do assoalho pélvico.

E você sabia que existem três tipos principais de incontinência urinária?

Primeiro, a gente tem a incontinência urinária de esforço, quando a perda acontece ao tossir, a rir, a levantar peso ou pular. É a mais comum. Mas a gente tem também a incontinência urinária de urgência, que é aquela vontade súbita incontrolável de fazer xixi.

Me conta aqui nos comentários, em qual situação você mais percebe esse escape de urina?

Isso pode ajudar outras mulheres a entenderem que não estão sozinhas.

E vários fatores contribuem para que isso ocorra, como a gestação e o parto vaginal, o envelhecimento natural, a queda dos hormônios de estrogênio na menopausa, o sobrepeso, a constipação crônica e a tosse persistente, sabe, aquelas infumantes?

Mas também pode ocorrer por cirurgias pélvicas, doenças neurológicas também. Na menopausa, a redução do estrogênio enfraquece os tecidos da uretra e da vagina, aumentando o risco de escapes. A incontinência urinária não afeta só o corpo, ela impacta a autoestima, a liberdade e o bem-estar emocional.

Transcrição completa do vídeo

Você evita rir, correr, pular ou até sair de casa com medo de perder urina? Se isso acontece com você, saiba que não é normal, não é só coisa da idade. E tem tratamento, sim! Nesse vídeo, eu vou te explicar de forma simples, responsável e sem tabus. Por que isso acontece? Quais são os tipos de incontinência urinária e o que pode ser feito, inclusive sem cirurgia? A perda involuntária de urina afeta milhões de mulheres em todo o mundo.

Apesar de ser comum, ainda é cercada de vergonha, de silêncio e de desinformação. A incontinência acontece quando há falha no mecanismo de controle da bexiga, que envolve a própria bexiga, a uretra e, principalmente, os músculos do assoalho pélvico. Quando essa musculatura está fraca, descoordenada ou sobrecarregada, a urina pode escapar, especialmente em momentos de pressão, como tossir ou espirrar.

E você sabia que existem três tipos principais de incontinência urinária? Primeiro, a gente tem a incontinência urinária de esforço, quando a perda acontece ao tossir, a rir, a levantar peso ou pular. É a mais comum. Mas a gente tem também a incontinência urinária de urgência, que é aquela vontade súbita incontrolável de fazer xixi.

A bexiga parece que não espera. E temos a incontinência urinária mista, que combina a de esforço e a urgência miccional. Me conta aqui nos comentários, em qual situação você mais percebe esse escape de urina? Isso pode ajudar outras mulheres a entenderem que não estão sozinhas.

E vários fatores contribuem para que isso ocorra, como a gestação e o parto vaginal, o envelhecimento natural, a queda dos hormônios de estrogênio na menopausa, o sobrepeso, a constipação crônica e a tosse persistente, sabe, aquelas infumantes? Mas também pode ocorrer por cirurgias pélvicas, doenças neurológicas também. Na menopausa, a redução do estrogênio enfraquece os tecidos da uretra e da vagina, aumentando o risco de escapes. A incontinência urinária não afeta só o corpo, ela impacta a autoestima, a liberdade e o bem-estar emocional.

Muitas mulheres evitam exercícios físicos, cancelam viagens, fogem de encontros sociais ou até deixam de ter relações íntimas, mas isso não precisa e não deve ser assim. O diagnóstico, ele começa com uma boa conversa. Eu pergunto sobre quando acontece a perda, com que frequência que ela ocorre, quando que isso interfere na rotina e às vezes peço um diário diccional, anotando as idas ao banheiro e os episódios de perda.

O exame físico, ele avalia o assoalho pélvico e, em casos mais complexos, pode-se pedir um teste urodinâmico, que vai analisar o funcionamento da bexiga e da uretra. Na maioria dos casos, o tratamento é não cirúrgico e com ótimos resultados. A base é a fisioterapia do assoalho pélvico, com uma profissional especializada.

Ela te ajuda a identificar os músculos corretos, fortalecer o perínio, melhorar a coordenação e o controle dessa área. Ah, você deve estar pensando agora, é só fazer exercício de Kegel, nem sempre. Kegel mal feito pode piorar dores ou tensão.

É por isso que o acompanhamento especializado faz toda a diferença. Hoje, contamos com tecnologias modernas, como o laser vaginal, a radiofrequência íntima e esses tratamentos vão estimular o colágeno, melhorar a sustentação dos tecidos e são especialmente úteis na pós-menopausa ou em casos de flacidez vaginal. Algumas mudanças fazem toda a diferença.

Primeiro, reduzir o peso se você estiver acima dele. Isso ajuda muito. Evitar segurar a urina por muito tempo, parar de fumar, tratar a constipação intestinal e reduzir o consumo de café e álcool.

Além disso, praticar atividades físicas e seguras. Esses cuidados, eles aumentam a eficácia do tratamento e reduzem as recaídas. Em casos selecionados, podem ser usados medicamentos para a bexiga hiperativa.

E a cirurgia só é indicada quando as abordagens conservadoras não resolvem. E hoje, isso é cada vez mais raro. O importante é lembrar, perder urina não é normal.

Você não precisa aceitar isso como parte da idade. E existe tratamento seguro, eficaz e acessível. Se você se identificou, procure um ginecologista ou um uroginecologista.

Quanto antes começar o tratamento, melhor será a sua resposta. E se você conhece alguém que passa por isso, compartilhe esse vídeo. Pode ser o alívio que ela estava esperando.

Até a próxima!

Consulte um especialista

Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.