**Introdução** No episódio “Varizes, Celulite ou Lipedema? Descubra a Diferença Crucial” o Instituto Amato traz o Dr. Renan Candemil para esclarecer dúvidas s
Eu trato mulheres com o Lipedema desde 2019, quando eu tive o primeiro contato com essa patologia, com essa doença, e foi justamente num congresso parecido com esse, onde o Dr.
Porque essas mulheres muitas vezes acham que isso ainda é corrente das varizes, e essas mulheres com o Lipedema, grande parte delas realmente têm varizes junto com o Lipedema. Então esse elo perdido iria acontecer, porque muitas vezes essa mulher chegava até a gente com o Lipedema, mas grande maioria dos vasculares não tinha um contato maior com o Lipedema, então não fazia o diagnóstico, mas acabava associando o quadro dela com as varizes, mas a real causa dos sintomas era o Lipedema.
Isso, 2018, tive o primeiro contato, comecei a estudar, a partir de 2019 comecei a ter as minhas primeiras pacientes em acompanhamento e tratando o Lipedema.
Eu comecei a atuar como cirurgião vascular em 2016. Isso, e aí eu tratava outras doenças, varizes, doenças circulatórias em geral, e aí aconteceu nesse congresso, eu ter esse contato com o Dr. Alexandre Amato, com o Lipedema, e me encantei justamente por isso, porque eu notava que era como se fosse um elo perdido, mas eram pacientes que a gente sabia que tinha alguma coisa, mas não sabia muito bem o que era, sabia que quando tratávamos as varizes o resultado não era tão bom, muitas vezes as dores dela eram um pouco diferentes, algumas nem tinham varizes, então realmente ele veio esclarecer o quadro clínico de muitas pacientes que nós tínhamos já, e não conseguíamos realmente fechar um diagnóstico e muito menos instituir um tratamento que dava o resultado que elas queriam.
Eu tenho, assim, uma relação com a medicina já desde criança, porque meu irmão é médico, então ele é bem mais velho que eu, 14 anos mais velho que eu, então quando ele entrou na faculdade em 95 eu tinha 10 anos, então é aquela fase da infância de começar a pensar o que vai ser quando crescer, então não influenciou bastante e dali pra frente eu nunca pensei em alguma outra possibilidade pra minha vida profissional.
Olá, meu nome é Letícia Miyamoto, está no ar mais um AmatoCast pelo canal do Instituto Amato e agradeço mais uma vez o carinho da sua audiência e participação aqui conosco para falar sobre tudo que envolve qualidade de vida. Nós estamos agora no episódio 2 sobre o Congresso Lipedema Evolution, para quem já acompanha, citando aqui mais uma vez, para quem já acompanha há um longo tempo o nosso AmatoCast, percebeu que a gente está num cenário um pouco diferente, porque a gente está gravando agora durante o Congresso que está cheio de novidade sobre tudo que envolve Lipedema. Tem um episódio aqui, o penúltimo, que o Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular da clínica participou da gravação com a gente lá no hospital dia e contou um pouco sobre como que funciona o Congresso, quais são as próximas datas, para quem não conseguiu ver dessa vez como que vai funcionar da próxima. Então ele deu um panorama geral, vou deixar para ele explicar melhor isso então o link vai estar aqui melhor para vocês e agora vou explicar, vou contar um pouco melhor sobre o nosso convidado especial de hoje. O Dr. Renan Candemil é médico formado pela Universidade do Sul de Santa Catarina, é cirurgião vascular pelo Hospital Santa Isabel de Blumenau. Tem título de especialista endovascular e trata pacientes com Lipedema desde 2019. Bem-vindo, Dr. Obrigado, Letícia. Um prazer ter aqui com vocês. Dr. Inclusive já quero começar falando sobre o título, que a gente, para quem veio aqui para o episódio já olhou, que é a discussão de casos, quando o diagnóstico não é tão óbvio. Exatamente essa frase que a gente deixou, então quero que você explique um pouco sobre como o que funciona da sua especialidade na cirurgia vascular para essa parte do diagnóstico porque tem muita dúvida, as pessoas acham que cirurgião é só quem vai ali colocar a mão na massa no sentido de cirurgia, e às vezes não é bem isso. O Lipedema, por exemplo, depende muito dessa parte de diagnóstico. É verdade. Então, Letícia, o Lipedema, ele sempre foi um desafio, certo? Eu trato mulheres com o Lipedema desde 2019, quando eu tive o primeiro contato com essa patologia, com essa doença, e foi justamente num congresso parecido com esse, onde o Dr. Alexandre Amato estava começando a falar sobre Lipedema aqui no Brasil, então ele deu uma palestra maravilhosa explicando sobre o diagnóstico, sobre o quadro clínico, sobre o tratamento, e eu fiquei fascinado pelo Lipedema, porque para mim o Lipedema era tipo como se fosse um elo perdido para a cirurgia vascular, porque o cirurgião vascular atende muitas pacientes com dores nas pernas, com, às vezes, manchas roxas, com sensação de peso, cansaço, por quê? Porque essas mulheres muitas vezes acham que isso ainda é corrente das varizes, e essas mulheres com o Lipedema, grande parte delas realmente têm varizes junto com o Lipedema. Então esse elo perdido iria acontecer, porque muitas vezes essa mulher chegava até a gente com o Lipedema, mas grande maioria dos vasculares não tinha um contato maior com o Lipedema, então não fazia o diagnóstico, mas acabava associando o quadro dela com as varizes, mas a real causa dos sintomas era o Lipedema. Então ficava uma confusão diagnóstica, e o tratamento era feito das varizes, mas a dor não vinha das varizes, no fim muitas vezes as dores da paciente piorava, o resultado do tratamento de varizes não era bom, então o diagnóstico do Lipedema, ele sempre foi um ponto meio sensível para o cirurgião vascular. Lá no começo, 2018, 19, 20, poucos colegas tinham intimidade com a doença, e as pacientes pouco tinham ouvido falar. O doutor Alexandre Amato ainda não tinha esse envolvimento tão grande nacionalmente com o Lipedema, ele não tinha ainda tido essa penetração nas redes sociais tão grande como é hoje, então as mulheres, elas não tinham esse conhecimento como elas têm hoje. Hoje as pacientes chegam no consultório suspeitando que tem o Lipedema, porque a minha amiga está tratando, porque eu vi que a Dra. Juliana Amato tratou, então já virou uma doença de conhecimento muito amplo, a gente tem muito mais essas pacientes chegando, mas naquela época a gente falava de Lipedema para as mulheres, elas nunca tinham ouvido falar, não sabiam, os outros colegas também não sabiam, então era um desafio também nessa parte de fazer um diagnóstico de uma coisa desconhecida, ter que explicar tudo para a mulher, então sempre foi difícil. E aí o tempo foi passando, o Lipedema foi ficando muito conhecido nas redes sociais, na televisão, em vários programas, e aí agora a gente está enfrentando uma outra situação, em que as mulheres desconfiam muito de que tem Lipedema, então chega muitas pacientes que muitas vezes nem têm o Lipedema, tem um pouquinho de celulite, um pouquinho de flacidez, um pouquinho de gordura localizada, ou até está em sobrepeso, e às vezes elas confundem um pouco com o quadro de Lipedema. Então continua ainda sendo um ponto sensível esse diagnóstico, principalmente quando a mulher está bem no início do quadro, bem no começo, e vem já com essa dúvida, já perguntando, já querendo saber, já querendo dar até um diagnóstico, já querendo um tratamento, mas hoje a gente tem muito mais pacientes procurando para iniciar um tratamento de Lipedema. E a gente vê nas pacientes, que às vezes tem muita dúvida e confusão mesmo entre Lipedema, limpedema, obesidade, só que realmente, às vezes por conta da repercussão nas redes sociais, confala até por mim, na minha facetária, entre os 20 e 30 anos, eu não escutava falar de Lipedema como eu comecei a ouvir de dois anos para cá. A gente vê trend agora nas redes sociais falando de Lipedema, falando de testes, eu faço assim na sua perna, aperte assim, se tiver a celulite, tem chance de ser, enfim, vários vídeos que até às vezes são questionáveis nesse sentido, se realmente consegue dar uma luz para a paciente ou não. Mas agora na sua visão, na visão médica, ainda existe uma nebulosidade no diagnóstico. Existe, sim, existe uma nebulosidade, ainda tem colegas que ainda não têm tanta intimidade, então acabam às vezes fazendo, eu recebo pacientes com um diagnóstico, às vezes não tão preciso, e a procura realmente está muito grande. O problema do Lipedema, entre aspas, é que não existe um exame que confirme 100%. A gente tem algumas ferramentas para ajudar a confirmar uma suspeita como ultrassom, como algumas medidas que podemos fazer, mas o diagnóstico é clínico. Através da conversa, das queixas, do histórico da mulher e também examinando, a gente chega num diagnóstico. E sempre que é assim o diagnóstico é clínico, ele deixa uma margem para erros. Não é como, por exemplo, obesidade, que vai na balança, vê que está acima do peso, está com em MC muito acima, e assim é um pouco mais simples. Mas o Lipedema, o bom, é que hoje tem muito mais médicos preparados, muito mais médicos fazendo o diagnóstico. Eu brinco que quando eu comecei a falar sobre Lipedema lá em 2019, outros colegas que não tinham conhecimento sobre Lipedema falavam que, ah, isso aí não existe, isso aí é invenção, é biotipo, então é obesidade. E aí o tempo foi passando, foram vindo os novos congressos, os novos estudos, novas publicações. E aí, esses mesmos colegas que negavam hoje já têm um conhecimento e já confirmam o diagnóstico de Lipedema, dão até palestras, vão em... E isso ajuda muito a população. Então isso foi bom porque tem mais médicos falando, às vezes médicos que tratavam, já tinham muitas pacientes tratando outras doenças agora, estão também tratando o Lipedema. Então isso validou aquela nossa situação de falar de Lipedema já há muitos anos, e também mais mulheres, a população está sendo mais atingida por diagnósticos, tratamentos e isso tudo é muito bom e ajuda as mulheres com o Lipedema a terem resultados melhores. E você já se via trabalhando com isso, né? Essa parte do Lipedema, você falou que já, desde 2018, né? Isso, 2018, tive o primeiro contato, comecei a estudar, a partir de 2019 comecei a ter as minhas primeiras pacientes em acompanhamento e tratando o Lipedema. E antes desse tempo, porque você já é médico, quando que...? Eu comecei a atuar como cirurgião vascular em 2016. Isso, e aí eu tratava outras doenças, varizes, doenças circulatórias em geral, e aí aconteceu nesse congresso, eu ter esse contato com o Dr. Alexandre Amato, com o Lipedema, e me encantei justamente por isso, porque eu notava que era como se fosse um elo perdido, mas eram pacientes que a gente sabia que tinha alguma coisa, mas não sabia muito bem o que era, sabia que quando tratávamos as varizes o resultado não era tão bom, muitas vezes as dores dela eram um pouco diferentes, algumas nem tinham varizes, então realmente ele veio esclarecer o quadro clínico de muitas pacientes que nós tínhamos já, e não conseguíamos realmente fechar um diagnóstico e muito menos instituir um tratamento que dava o resultado que elas queriam. Sim, e medicina, você sempre faz sua primeira opção, mas, assim, desde criança? Eu tenho, assim, uma relação com a medicina já desde criança, porque meu irmão é médico, então ele é bem mais velho que eu, 14 anos mais velho que eu, então quando ele entrou na faculdade em 95 eu tinha 10 anos, então é aquela fase da infância de começar a pensar o que vai ser quando crescer, então não influenciou bastante e dali pra frente eu nunca pensei em alguma outra possibilidade pra minha vida profissional. Mas e outra especialidade, você chegou a pensar ou não? Essa é só uma curiosidade porque as pessoas gostam. Não, eu cheguei a pensar na época, eu sempre soube que eu queria ser cirurgião, eu gosto muito desse trabalho manual, dessa ideia de realmente resolver ali naquele momento da cirurgia, mas depois que eu virei cirurgião geral eu fiquei um pouco em dúvida, gostava de ter uma cirurgia plástica, que também é uma especialidade que tem muito a ver com lipedema, com estética, então eu fiquei um pouco em dúvida, mas depois acabei indo pro lado da cirurgia vascular, que por sinal é a mesma especialidade do meu irmão. E você que se estou agora aqui e gosta muito dessa parte da cirurgia que consegue resolver a ligue, visualizar e já resolver, como que é pra você quando, por exemplo, chega um caso que às vezes tem um caminho igual a gente falando, é meio nebuloso ali de como que vai seguir aquele tratamento, como que você consegue encontrar uma paz ali pra poder escolher realmente o que que vai ser pra aquela paciente. A gente fala, eu tava até conversando com alguns colegas aqui vascularis agora no corredor, o lipidema ele faz nós cirurgiões trabalharmos como clínicos, porque a grande maioria dos cirurgiões vascular não opera, não faz cirurgia de redução de lipidema, porque a gente faz às vezes operar as varízes das pacientes que tem lipidema, então isso também foi uma coisa que me motivou muito a querer entender mais, conseguir resultados no tratamento do lipidema, porque a gente recebe muitas pacientes que têm ao mesmo tempo lipidema e varízes. Então a gente faz um tratamento conservador do lipidema, melhora a condição dessa paciente, desenflama as pernas, ajuda ela a perder peso, muitas vezes já melhora muito os sintoma e prepara ela pro tratamento das varízes, que também é muito importante, porque as próprias varízes pioram também o quadro do lipidema. Então é muito interessante, mas tu tem razão, nem todo cirurgião vascular acaba tendo essa vontade e acaba tendo essa prática de cuidar da parte clínica, do tratamento conservador dos pacientes com o lipedema. Sim, e a gente sabe que a medicina também acaba sendo uma coisa ali na parte do estudo, mas a minha visão de fora, de paciente, de jornalista, é uma coisa assim, não deixa margem às vezes pra muita diferente do lipedema, outras doenças não deixa margem às vezes pra muita dúvida, ou é aquilo ou não é, tem um tratamento já específico, na parte do lipedema, você considera justamente o título do episódio da discussão do caso entre os próprios médicos, isso acaba sendo importante pra vocês definirem ali? Claro, sem dúvida, porque hoje a gente recebe muitas pacientes, às vezes com um quadro muito inicial do lipedema. Então, às vezes mulheres muito, ainda muito jovens, que não tiveram filhos, que não tiveram exposições a gatilhos inflamatórios ainda muito intensos, que pudessem realmente abrir um quadro bem clássico do lipedema. Então, essas mulheres a gente acaba indo mais devagar, muitas vezes segurando um pouco a questão de fazer o diagnóstico, muitas vezes começamos a instituir partes do tratamento do lipedema nessas pacientes pra ver como é que vai ser a reação dela, pra ver se ela vai ter uma resposta. Muitas vezes ela está realmente com pouco de inflamação nas pernas, mas não quer dizer que seja do lipedema, às vezes é uma questão de estar sedentária, estar usando, começou a usar o anticoncepcional, ainda está naquela fase que ainda não teve uma adaptação, mas como hoje a informação é muito disponível, as pessoas também suspeitam muito precocemente. Então, essas pacientes chegam pra gente e eu já vi muitas pacientes que chegaram com o diagnóstico do lipedema e eu realmente não fechei o diagnóstico. Eu falei, não, vamos esperar mais um pouco, vamos mudar alguns hábitos seus pra ajudar, mas vamos devagar, porque é um diagnóstico de uma doença que não tem cura. Então, muitas vezes isso pode mais atrapalhar do que ajudar se às vezes for feito um diagnóstico errôneo. É uma responsabilidade imensa. É uma responsabilidade grande. E o que acontece? Por outro lado, muitas pacientes que hoje eu recebo, vamos dizer, na faixa dos 40 ou 50 anos, é com um quadro já bem clássico de lipedema, que são mulheres que realmente estão tendo dor, estão tendo sintomas e o aspecto das pernas é bem característico do lipedema, então a gente faz o diagnóstico e eu gosto muito de conversar, comece a perguntar mas como é que era antes? Quando você tinha 15 anos, 16, 17 e muitas vezes a mulher fala, doutor, a minha perna era totalmente diferente do que é hoje. As minhas pernas, pode ver aqui, elas trazem fotos, mostram foto antiga do Facebook e realmente era uma coisa muito sensível ainda quando ela era muito jovem. São pequenos traços que realmente tem que ter bastante experiência para fechar aquele diagnóstico, mas claro, depois ela se expôs até o próprio passar do tempo, às vezes ganhou peso, teve duas, três gestações, enfim, vários são os gatilhos inflamatórios que podem fazer o quadro de lipedema se manifestar e aí a gente realmente vê essa jovem que eu estou atendendo hoje que é muito sensível, muito pouquinho os sinais, se ela não se cuidar, talvez quando ela tiver 40 ela vai estar como aquela outra paciente. Então a gente às vezes não bate o martelo que ela tem o lipedema mas fala, está vendo essa gordurinha aqui? Pode ser um sinal já bem inicial que você um dia possa desenvolver ou não, então quem sabe vamos iniciar com algumas medidas, vamos cuidar do peso, vamos evitar algumas coisas, dormir bem, manejar o estresse, fazer atividade física, cuidar da alimentação, maneirar no álcool, então essas coisas que ajudam muito, talvez ela desenvolva um quadro de lipedema futuramente, um quadro pelo menos um quadro mais severo. Então é isso, eu tenho feito muito, como a gente recebe muitas essas pacientes com suspeita, mas ainda muito jovens, o que eu tenho feito com elas é o seguinte, vamos fazer o seguinte, vamos cuidar da sua saúde? Eu vou te dar algumas dicas que eu passo também para as pacientes que têm lipedema e você vai começando a fazer isso, vai se cuidando, evita certas coisas e vamos te acompanhando ao longo do tempo. Se o teu quadro mudar, tu volta, se ele melhorar um pouquinho e se manter estábile, tu vai se cuidando e observando. Então isso eu tenho feito muito para justamente não fazer um diagnóstico muito precoce e ainda na incerteza e às vezes achar aquela mulher que ela tem um problema, que às vezes vai trazer mais preocupações e tudo mais, então isso tem acontecido bastante. Sim, e tem muito isso, como a gente falou, principalmente por conta das redes sociais. As vezes a pessoa chega ali no consultório, imagino relato do Dr. Alexandre Amato também, que a paciente chega e olha, tenho isso, isso e aquilo, imagino que seja lipedema, só que é o seu aval ali sobre o lipedema, só que é saber mais ou menos o que caminho seguir, mas não deu o diagnóstico próprio. Então o que você quer dizer, o que eu consegui traduzir da sua explicação, também é que tem muito dessa parte do que você vai entender da vida daquela pessoa, do contexto, não só de sintomas e sinais que aparecem numa lista do Google, por exemplo. É muito importante nós avaliarmos as familiares, tanto paterna quanto materna, tem quadro parecido na família, como é que é do corpo da tua mãe, como é que ela está hoje? Você tem irmãs mais velhas, tias, avós, isso ajuda a gente um pouco, mas é uma doença que tem um caráter ereditário importante. Vamos atrás de outras coisas, dores nas pernas que ela não sabe explicar de onde veio, mas já teve o próprio aspecto, a textura da pele, da gordura, porque muitas delas vêm apenas por causa de uma celulitezinha que apareceu, ou realmente ela tem um pouquinho mais de volume nas pernas, mas a gente vê que não é o padrão do lipidema, como desproporção corporal, etc. Mas eu penso que isso é melhor do que ser uma doença invisível, como era antigamente. Melhor as mulheres ficarem alertas e ficar de olho, porque quanto antes for descoberto o problema e iniciado as medidas dos tratamentos, as mudanças de hábitos, melhor para ela. Ela vai sofrer menos, ela vai ter menos sequelas, menos uma evolução mais branda, provavelmente, e quanto mais ela se autoconhecer, eu tenho batido muito nisso para as minhas pacientes, para que elas estudem sobre o lipedema. Se você tem lipedema, o primeiro pilar do seu tratamento é você conhecer bem sobre o lipedema, porque o lipedema faz parte da sua vida. Então, quanto mais você conhecer sobre esse problema, sobre essa doença, mais você vai se autoconhecer. E com isso você vai descobrir quais são os gatilhos inflamatórios que pioram o seu quadro, e com isso você vai conseguir controlar bem o problema. Às vezes, as pacientes querem só a dieta que tem que fazer, o exercício que é melhor, tal. Mas essa é a questão de estudar o assunto, saber que ela quer engravidar, por exemplo, na gestação é bom tomar alguns cuidados, não ganhar muito peso, etc. Continuar fazendo exercício, talvez fazer linhagem linfática, usar meia, que são medidas que vão ajudar, que ela não tenha uma piora e importante do quadro, esse conhecimento faz a diferença na evolução e no bem-estar dessas mulheres. Sim. E eu inclusive indico muito que elas vejam os vídeos aqui do Instituto Amato, ainda boto no meu receita, ver os vídeos desde 2017, 18, que é quando o doutor Alexandre fazia aqueles vídeos bem iniciais, que ainda não era tão divulgada a doença, e indico os livros do doutor Alexandre também, para elas leirem, porque quanto mais informação de qualidade elas tiverem, melhor elas vão ter controle sobre o problema. Hoje, Letícia, a informação sobre o IPDM, embora seja muito abundante, ela é de baixíssima qualidade no geral. A gente vê na internet, nas redes sociais, muitas informações sensacionalistas, com objetivos às vezes de assustar as pacientes, de ser meio sensacionalista, e mostrar sempre o que tem de pior, aquela questão de uma tragédia que pode acontecer, de progredir, etc. Então isso acaba sendo muito ruim, preocupa muito as pacientes. Então eu vejo muito que a informação de qualidade precisa ser divulgada, e é o nosso papel também orientar onde está essa informação de qualidade. Ah, o blog do Dr. Daniel Benit, os vídeos do Dr. Alexandre Amato, os livros deles, essas são informações de qualidade que realmente fazem a diferença para a mulher. E a gente vê também relacionada ao IPDM, muitas mulheres que já receberam milhares de diagnósticos, e às vezes não melhoraram ou até pioraram os sintomas, e aí por isso ficam perdidas quando finalmente encontram o caminho. Isso é muito comum. E você percebe que essas pacientes acabam sendo mais difíceis no sentido de encontrar mesmo um caminho que possa ajudar, porque elas já vêm mais confusas, mais sensíveis mesmo de ter passado tantos diagnósticos? É assim, Letícia, é bem heterogêneo. Tem mulheres, por exemplo, às vezes com um pouquinho mais de idade, 40, 50 anos, que durante muitos anos foram diagnosticadas com outro problema, como, por exemplo, obesidade, sobrepeso, gordura localizada, linfedema, e, claro, como não tratavam a real condição que elas tinham, não tinham resultado. Então, isso faz com que se formem traumas psicológicos, às vezes distúrbios alimentares, anorexia, bulimia, às vezes compulsão alimentar, porque quando o tratamento não é instituído, não tem resultado. Por mais que a pessoa às vezes faça uma dieta superrestritiva, às vezes cirurgia bariática, se o problema dela não é obesidade e linfedema, é muito possível que ela não tenha um bom resultado. Então, essas mulheres chegam muito machucadas, muito amarguradas, muito frustradas com os tratamentos anteriores. E a forma como elas vão reagir a esse agora diagnóstico preciso e a instituição de um tratamento que vai ajudá-las, é bem variável. Algumas ficam bem felizes, chegam a chorar de alegria, dizer que, realmente, agora ela acha que tem uma esperança renovada, um alívio de se sentir melhor, de ter realmente uma qualidade de vida melhor. Algumas também ficam revoltadas, tem aquele período de negação, às vezes de luto, e aí elas demoram um pouquinho mais para realmente aceitar o problema e realmente partir para o tratamento. Mas tudo isso vai muito do nosso feeling como médico de tentar entender o quadro daquela mulher que está na nossa frente, porque ele é um pouco heterogêneo mesmo. Muitas delas vêm muito machucadas e a gente precisa, às vezes, de uma equipe multidisciplinar. Na verdade, sempre a gente usa uma equipe multidisciplinar. Então, como psicólogos, muitas vezes, para ajudar a terapia, tudo isso, um nutricionista que vai entender a questão dela, que ela já tem, às vezes, distúrbios de compulsão alimentária, etc., ou outros que pode haver, e vai saber manejar isso. Fisioterapeuta e o tratamento bem multidisciplinário, a gente consegue resultados muito bons, mesmo nessas pacientes que já vêm com o quadro mais arrastado de anos, sem um diagnóstico e sem um tratamento. E pode acontecer, doutor, de, por exemplo, ter um diagnóstico de lipedema, lipedema e até obesidade. Juntos? Tudo junto. Pode. É bem frequente, na verdade, as pacientes com lipedema terem sobrepeso e obesidade associados, o que é bem, digamos assim, ruim, porque muitas pacientes estão dentro do peso. A gente faz o diagnóstico do lipedema, ela tem realmente o quadro característico nas pernas, mas ela não está acima do peso, ela não precisa perder muito o peso. Ela precisa controlar o lipedema, controlar a inflamação, ganhar massa muscular, etc., mas vem muitas mulheres que precisam perder peso. E quando elas realmente estão acima do peso e precisam iniciar esse tratamento, muitas vezes eu peço ajuda e em caminho ela vai para o endocrinologista, porque o tratamento da obesidade, em algumas coisas, ele é parecido com o do lipedema, mas em outras ele é bem diferente. Então, a gente faz esse tratamento ao mesmo tempo, vamos, então, desenflamar, perder peso, cuidar da alimentação dessa forma, uma dieta que vai fazer você perder peso e desenflamar, enquanto que aquela que não precisa perder peso a dieta é mais anti-inflamatória, pura. Então, a gente acaba vendo muito. E o lipedema também é uma condição associada já nos quadros mais avançados, que a gente chama de lipolimpedema, que é quando a mulher já tem o quadro bem avançado, que já tem uma deterioração tão intensa do sistema linfático, que ela acaba tendo lipedema e lipedema junto, que ainda faz o quadro ficar mais, digamos assim, difícil de a gente controlar. Mas a gente acaba vendo. Não é a maioria das pacientes, é muito mais comum eu ver paciente com sobrepeso, obesidade, lipedema, do que com o linfedema e lipedema. E era isso que eu te perguntar, se acaba sendo mais difícil quando une, pelo menos duas condições, se acaba sendo um tipo de armadilha mesmo, do diagnóstico que você existe. Agora falando só, por exemplo, claro, você disse que quando envolve os três, acaba sendo um pouco mais complicado. No tratamento. Isso, no tratamento. O diagnóstico não? Não, o diagnóstico não. Porque o diagnóstico do linfedema puro, ele é bem clássico, geralmente é uma perna só. Difícilmente ele vai ter um linfedema nas duas pernas. E a história é diferente. Ela recama muito mais de enchaço e geralmente, ou ela tem aquilo já depois de um trauma, de uma cirurgia, de um acidente, convidando no sistema linfático mesmo. Então, para quem é cirurgião vascular, é difícil confundir o linfedema com o lipedema. Mas, quando ela tem o linfedema, obesidade e lipedema, realmente o tratamento precisa ser bem acertivo, bem ajustado e vai precisar bastante foco da paciente, para que ela realmente tenha uma melhora significativa. Quanto tempo, mais ou menos, para se fizer tudo certinho? Porque as pacientes gostam dessa emergência, né? É, o quadro que eu vou apresentar, o quadro clínico que eu vou apresentar aqui logo mais na plenária, é um resultado bem legal com dois meses de tratamento. Só que uma paciente jovem, que realmente a gente fez ajustes que foram muito certeiros, no caso dela, nem sempre é assim, às vezes precisa um pouco mais de tempo. Só que o que eu gosto de deixar claro para elas, é que o lipedema é uma doença crônica, que não tem cura até o momento. Então, esse tratamento dela, ela já vai ver o resultado nos primeiros meses, nos diábitos, essa nova vida que ela vai ter, se cuidando mais, tomando alguns cuidados, às vezes usando alguns suplementos, às vezes medicamentos, e isso provavelmente vai ser para longo prazo. E agora, do lipedema especificamente, a gente tem alguma armadilha, no sentido assim de sinais, sintomas, que podem confundir na questão do diagnóstico, porque imagino que as vezes quem chegou até aqui, viu o título do episódio, já imagina, que esteja com lipedema, já tem algumas suspeitas, e a família que acabou tendo o diagnóstico, o que às vezes a pessoa se auto-diagnosticou pelos vídeos na internet. Então, tem alguma armadilha nesse sentido, algo que as pessoas devem ficar atentos? Eu vejo duas armadilhas que podem confundir tanto médicos quanto pacientes, que seriam realmente esses quadros mais iniciais, onde às vezes o quadro é muito inicial, muito leve ainda, e a gente tem que cuidar para não descartar, mas também às vezes não ainda bater o martelo, e sim acompanhar. E às vezes fazer um diagnóstico incorreto é ruim para a paciente também. Então, é preciso que realmente, se a mulher tenha uma suspeita, que realmente ela quer saber, ela quer ter um acompanhamento, ela tem que procurar o especialista experiente em lipedema, para que ajude ela da melhor forma. E outra armadilha que eu veio ver nas pacientes que têm lipedema, é quando elas têm varízes juntos, os sintomas podem se confundir, que são sintomas de desconforto nas pernas, sensação de peso, enchaço, dores, manchas rochas, e isso as varízes também podem causar. Então, às vezes, quando ela tem varízes e lipedema, a gente precisa também tratar as duas coisas. Na minha prática, aprendi com o doutor Alexandre, primeiro a gente vai controlar bem esse lipedema, vai deixar ela já num estado bem melhor, bem mais desinflamada, e aí sim, mas também não podemos esquecer de fazer, protelar muito o tratamento das varízes, porque as próprias varízes podem inflamar e ter um ciclo vicioso de varízes piorando o lipedema, lipedema também afetando as varízes. Então, esse quadro, quando tem varízes juntos, às vezes eu recebo até paciente que está sendo tratada não por cirurgião vascular, está sendo tratada, por exemplo, por outro especialista, que às vezes não tem experiência com varízes, e ele está tratando o lipedema, está indo, foi bem, teve melhora, mas não tem uma melhora completa, porque os sintomas agora já são das varízes. Então, é importante fazer o diagnóstico da insuficiência venosa e tratar aquelas varízes para que realmente a paciente fique melhor, porque aquela dor, cansaço, enchaço, já é por causa das varízes que ela tem ali. Então, o diagnóstico de varízes nem sempre é tão fácil, às vezes são varízes mais profundas, varízes mais internas. Então, a gente precisa realmente fazer essa investigação para poder instituir o tratamento. E teve algum caso que te surpreendeu, agora, até de surpresa, essa pergunta, mas, claro, a gente não vai falar especificamente quem, nome nem nada, mas algum caso que te surpreendeu no sentido de tinha tudo para ser e no final não era, ou até ao contrário? Então, sempre tem os casos que são... Quando ele está nos extremos, é fácil. Às vezes, a paciente acha que tem lipedema, ela não tem nada de lipedema ali. E às vezes, a paciente realmente vem com um quadro muito característico e aí é tranquilo, mas e esse meio do caminho, às vezes, ele é um pouco... um pouco complicado. Então, eu já tive quadros de mulheres que realmente eram um lipedema muito leve e a gente segurou um pouquinho e aí, quando realmente começou o tratamento, teve bastante melhor e realmente era aquilo, só que era um paciente que se cuidava, que realmente, mas não quer dizer que porque ela ainda não tem volume de gordura, porque ela não tem grandes desproporções, não quer dizer que ela não possa ter os sintomas. Então, às vezes, a gente acaba segurando um pouco esse diagnóstico mas depois acaba confirmando. Mas o importante é que a gente consegue, na maioria das vezes, oferecer uma melhora de qualidade de vida, melhora de... estética também, e que essa mulher tenha uma vida bem melhor e mais tranquila, ela fazendo o tratamento. Eu imagino que deve ajudar muito. Até quando existe essa luz nesse título, no diagnóstico, não ser tão claro e depois ser, ou até para a confirmação, ou não. O seu alívio, às vezes, para pacientes, ela só quer um alívio, de escutar de um médico que, olha, talvez seja, mas vamos por outro caminho agora, que foi o que você citou. Então, eu imagino que o lado emocional, até quando a pessoa aceita que você também citou da parte da negação, quando existe esse... porque o seu trabalho vai até um ponto. Isso depende da pessoa também. Inclusive, eu vou mencionar aqui, quando eu fiz a minha apresentação, que é comum que as pacientes entendam, porque ficam felizes com o diagnóstico, e entendem como é que é o tratamento, mas quando, às vezes, o tratamento exige muita... todo tratamento que exige mudança de hábitos, ele é um pouquinho mais difícil. Então, às vezes, a gente vê paciente que, realmente, não incorpora, às vezes, o tratamento, não... não... não segue as orientações. Então, eu vou justamente falar aqui na aula sobre coisas que eu aprendi com o tempo, estratégias que eu aprendi com o tempo, pra realmente ajudar com que essa paciente realmente cumpra as orientações, entra no tratamento, a gente monta metas, metas quantitativas, tá, quanto que a gente quer melhorar nesses dois meses? O que a gente precisa fazer realmente? Vamos... daqui a dois meses, nós vamos mesurar se realmente teve essa melhora, se teve essa diminuição de medida, então, são algumas coisas que acabam ajudando que o paciente realmente faça a parte dele, porque não adianta nada ter esse alívio de descobrir o que que é, mas ele efetivamente não botar em prática as medidas necessárias. É, e às vezes, esse conforto mesmo ajuda a pessoa, pelo menos, a seguir o caminho de verdade, né, assim, receber as orientações e cumprir. Porque, acho que o Lipedema é um exemplo muito claro disso, eu falo como paciente, né, estando na posição de paciente, que... não do Lipedema, mas, assim, paciente que eu digo de qualquer outra coisa, né. Que, às vezes, você quer alguém que te escute, né, que pare pra realmente ouvir as suas reclamações, né, as coisas que realmente acontecem. E como o Lipedema não é um exame específico que mostra isso, né, pode até ajudar no episódio da outra sonografia. Como vai ajudar a partir de agora, nos avanços e tudo mais. Mas, assim, como não é um único exame que dá essa confirmação, vai muito dessa conversa, né, do diálogo. Então, acho que é a sua mensagem, né, doutor, desse episódio, que precisa estar com especialista que realmente conheça pra que possa, pelo menos, saber se realmente esse caminho, se é a hora de fazer, às vezes, aquela... aquela recomendação maluca da internet, né, alguma coisa. É, e o que eu falo pras pacientes, é o Lipedema. Você já deu uma estudada até onde que você, que vai o seu conhecimento e muitas delas realmente vem com um conhecimento muito superficial e, às vezes, até muito distorcido sobre o que é o Lipedema. E nisso, o Doutor Alexandre Amato e a equipe dele tem uma relevância muito grande. Então, é frequente eu indicar pra verem os vídeos do Doutor Alexandre, seguir o Instagram dele, que ele sempre tá postando matérias bem interessantes, vídeos, tudo mais. Porque o quadro dela não é de Lipedema, pelo menos ela vai talvez poder ajudar uma outra amiga, outra parente e esse ciclo virtuoso acaba ajudando bastante com que o Lipedema seja uma doença que é tão frequente, pra aproximadamente 8 milhões de mulheres têm Lipedema no Brasil, que a gente consiga realmente atingir um número maior e oferecer conforto e melhorar na qualidade vida delas. Você falou bastante das redes sociais, dos vídeos, agora quero saber onde que as pessoas podem te encontrar. Você tem alguma rede social que seja ativa, o site, o que você prefere passar? Eu tenho o meu Instagram, eu também posto bastante coisa sobre Lipedema e também sobre Varizes, é Doutor Renan Candemio Varizes no Instagram e lá eu também procuro trazer conteúdo pra informar, ajudar esses pacientes e amenizar e não ser sensacionalista, ou mostrar só o lado ruim, gosto de falar do lado bom do Lipedema, que tem bastante coisa, o Doutor Daniel Bente vai dar uma aula pra gente amanhã sobre isso, o lado bom do Lipedema tem bastante pontos positivos nessa condição e o que o Doutor Daniel fala é o seguinte, vamos controlar o seu quadro pra que você fique só com um lado bom, e isso é possível. Eu vejo muitas mulheres que levam uma vida normal e muito bem com alguns ajustes em hábitos e algumas coisas foi o suficiente pra que elas ficassem muito bem e estão tocando a vida feliz e saudáveis. Legal, a gente vai deixar também os links então aqui pra quem quiser acessar. Você atende só lá em Blumenau? Não, eu atendo lá em Santa Catarina, lá em Tubarão. Ah, tá. A gente tem uma equipe multidisciplinar que cuida de pacientes com Lipedema onde temos vários profissionais de várias especialidades e também profissionais como fisioterapeuta, psicólogo, nutricionista, lá a gente consegue oferecer um tratamento bem legal pra esses pacientes. Legal, então a gente vai deixar todos os acessos pra quem ficou com alguma dúvida. Vou pedir pra também quem chegou até aqui pra deixar nos comentários se ficou alguma pergunta, algum tema relacionado a esses assuntos que a gente trouxe Dr. Renan Candemil, que conversou aqui com a gente muito obrigada, Dr. Pela sua participação foi muito esclarecedor. E o que te agradeço, Letícia até uma próxima. Até. E bem-vindo, né, agora de volta pra São Paulo já é frequente ou não? Eu gosto bastante de fazer cursos, congresso de São Paulo. Então a gente aproveita, né? Se ficou alguma dúvida pra já dar sugestão pro Dr. Alexandre pra gente gravar lá no hospital a próxima vez? Com certeza. No hospital dia vai ser um prazer de receber de novo. Muito obrigada. Obrigada a você também que chegou até aqui não deixe de curtir, comentar e compartilhar que é muito importante pra que a gente continue trazendo os nossos especialistas pra falar sobre todos os sistemas que envolvem qualidade de vida. Muito obrigada e até a próxima. Tchau. Legendas pela comunidade de Amara.org
Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.