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Jejum intermitente, ajuda ou atrapalha seus hormônios?

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Jejum intermitente, ajuda ou atrapalha seus hormônios?

# Jejum Intermitente e Hormônios Femininos: Aliado ou Vilão? O vídeo aborda os efeitos do jejum intermitente no sistema hormonal feminino, esclarecendo que ess

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Será que ele ajuda ou atrapalha nos hormônios femininos?

Se você já pensou em fazer jejum para perder peso, controlar a insulina ou limpar o organismo, hoje nesse vídeo eu vou falar dos benefícios, dos riscos e dos cuidados específicos com base em ciência e prática clínica.

Antes de tudo, vale lembrar, o jejum intermitente não é uma dieta, ok?

Ele é um estilo de alimentação em que você intercala períodos de jejum com períodos em que você se alimenta normalmente. Existem várias estratégias, o 16 por 8, o 18 por 6, o 5 por 2 e entre outras. Durante o jejum, o corpo entra num estado chamado de autofagia, em que ele começa a limpar células danificadas, utilizar reservas energéticas e promover uma espécie de manutenção interna.

Mas como o jejum interage com o sistema hormonal feminino, que é muito mais sensível às relações energéticas do que o masculino?

Bom, vamos lá, passo a passo para que você não se perca. Qualquer coisa, pode voltar o vídeo um pouquinho, pois esse assunto pode ser um pouquinho complexo. Nosso sistema hormonal é altamente regulado por sinais do ambiente, como o estresse, o sono, a nossa alimentação e até mesmo o jejum.

E qual é o problema?

Isso pode gerar um desequilíbrio hormonal, como irregularidade menstrual, pode dar até amenorreia, que é a falta da menstruação. Ocorre uma redução da progesterona, pode ter dificuldade para ovular, pode até impactar a libido.

Mas calma, hein, gente?

O jejum não é o vilão da história. Ele pode sim ajudar, dependendo de como é feito e do seu objetivo. Para mulheres com resistência à insulina, por exemplo, ovários folicísticos ou inflamação crônica, o jejum pode ser até um aliado.

Transcrição completa do vídeo

Você já conhece o jejum intermitente? Será que ele ajuda ou atrapalha nos hormônios femininos? Se você já pensou em fazer jejum para perder peso, controlar a insulina ou limpar o organismo, hoje nesse vídeo eu vou falar dos benefícios, dos riscos e dos cuidados específicos com base em ciência e prática clínica. Antes de tudo, vale lembrar, o jejum intermitente não é uma dieta, ok? Ele é um estilo de alimentação em que você intercala períodos de jejum com períodos em que você se alimenta normalmente. Existem várias estratégias, o 16 por 8, o 18 por 6, o 5 por 2 e entre outras.

Durante o jejum, o corpo entra num estado chamado de autofagia, em que ele começa a limpar células danificadas, utilizar reservas energéticas e promover uma espécie de manutenção interna. Em muitos estudos, isso está associado a benefícios como a melhora da sensibilidade à insulina, a perda de gordura e redução da inflamação. Mas como o jejum interage com o sistema hormonal feminino, que é muito mais sensível às relações energéticas do que o masculino? Bom, vamos lá, passo a passo para que você não se perca.

Qualquer coisa, pode voltar o vídeo um pouquinho, pois esse assunto pode ser um pouquinho complexo. Nosso sistema hormonal é altamente regulado por sinais do ambiente, como o estresse, o sono, a nossa alimentação e até mesmo o jejum. Quando você restringe calorias ou passa muitas horas sem comer, o cérebro entende isso como um sinal de escassez.

E para a mulher, biologicamente, a escassez significa que não é seguro engravidar agora. Por isso, o hipotálamo, uma região do cérebro que controla os hormônios, pode reduzir a produção de GNRH, que é o hormônio que dá o pontapé inicial no ciclo menstrual. E qual é o problema? Isso pode gerar um desequilíbrio hormonal, como irregularidade menstrual, pode dar até amenorreia, que é a falta da menstruação.

Ocorre uma redução da progesterona, pode ter dificuldade para ovular, pode até impactar a libido. Ou seja, o jejum pode atrapalhar os nossos hormônios, principalmente se feito de maneira radical, sem orientação ou por longos períodos. Mas calma, hein, gente? O jejum não é o vilão da história.

Ele pode sim ajudar, dependendo de como é feito e do seu objetivo. Para mulheres com resistência à insulina, por exemplo, ovários folicísticos ou inflamação crônica, o jejum pode ser até um aliado. Isso porque ele reduz os picos de glicose e insulina, e ajudam melhorando o metabolismo da glicose, e pode até ajudar na ovulação, desde que o corpo esteja recebendo os nutrientes necessários no período de alimentação.

Além disso, há evidências recentes de que o jejum pode reduzir marcadores inflamatórios, melhorar o foco e dar uma sensação de bem-estar. Mas tudo isso só acontece quando o corpo se sente seguro, e é aí que entra a importância do equilíbrio. Por outro lado, se a mulher já tem um histórico de ansiedade, compulsão alimentar, hipotiroidismo, estresse elevado ou distúrbios menstruais, o jejum pode ser um gatilho para agravar esses quadros.

Se você pula refeições e depois sente uma fome exagerada, ou se está sempre cansada, com queda de cabelo, com o intestino preso e menstruação irregular, talvez o seu corpo esteja em alerta e não lidando bem com a restrição alimentar. Outro ponto importante é o cortisol, que é o hormônio do estresse. Em algumas mulheres, especialmente em fases de muita demanda física e emocional, o jejum pode aumentar ainda mais o cortisol.

Isso vai levar ao efeito contrário do esperado. Dificuldade para emagrecer, uma retenção abdominal, desequilíbrio hormonal. Agora, você deve estar pensando, o jejum, então, ou é bom ou é ruim? Não estou entendendo.

A resposta é depende de você. Não existe uma resposta única, porque cada mulher tem um histórico, tem um metabolismo diferente, uma fase de vida e um ritmo hormonal diferente. O jejum intermitente pode ser muito benéfico se feito de forma orientada, leve e adaptada.

Por exemplo, vamos pegar mulheres naquela fase de perimenopausa ou mesmo na menopausa. Elas podem se beneficiar mais do jejum, pois já não ovulam regularmente e têm menor sensibilidade ao estímulo de escassez. Mulheres com síndrome dos ovários policísticos e excesso de insulina também costumam responder bem, mas sempre se ela tiver uma alimentação saudável e equilibrada nesses períodos em que ela come.

Já mulheres jovens, ainda em fase reprodutiva ativa, elas precisam ter mais cautela. Jejum não deve ser usado como castigo, como compensação ou como fórmula mágica. Seu corpo, ele precisa se sentir nutrido, seguro e regulado.

Se você está curiosa para testar o jejum intermitente, aqui vão algumas dicas práticas, hein? Comece com um jejum leve, por exemplo, de 12 horas, das 8 da noite às 8 da manhã. Esse horário é fácil de se adaptar. Nunca faça jejum forçado se estiver menstruada, doente ou muito estressada.

Alimente-se bem no período em que for comer. Nada de jejum, mas dieta restritiva. Isso vai atrapalhar o seu organismo.

E ouça o seu corpo, hein? Sono, pele, humor, menstruação e energia são sinais importantes. E procure orientação profissional, principalmente se você tem diagnósticos como ovário policístico, endometriose, se você está na menopausa ou se você está tentando engravidar. O jejum intermitente é uma ferramenta poderosa, mas como toda ferramenta, precisa ser usada com inteligência e responsabilidade.

No corpo feminino, mais do que disciplina, é preciso respeito ao ritmo natural. Se você gostou desse conteúdo, compartilhe com quem também precisa entender melhor os efeitos do jejum nos hormônios femininos. E aproveita para se inscrever aqui no canal, porque no próximo vídeo vamos aprofundar ainda mais os benefícios do jejum intermitente, explicando como ele pode ser usado de forma segura para promover a saúde, o equilíbrio hormonal e também o bem-estar feminino.

Te espero lá!

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Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.