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Você tem dispareunia, vaginismo ou os dois? Descubra agora

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Você tem dispareunia, vaginismo ou os dois? Descubra agora

# Resumo: Dispareunia e Vaginismo — Entenda a Diferença e as Possibilidades de Tratamento O vídeo aborda um tema íntimo e frequentemente silenciado: a dor dura

Capítulos

Perguntas respondidas neste vídeo

Que era a coisa da sua cabeça ou algo com o qual você precisava se acostumar?

Se isso acontece com você, saiba que não é frescura. Não é exagero e muito menos culpa sua. Essa dor tem nome e tem tratamento.

Você já ouviu falar sobre vaginismo?

Comenta aqui embaixo. Muitas mulheres convivem com isso e nem sabem o nome do problema. Existem dois tipos principais.

E sabia que até as questões intestinais e urinárias podem causar a dor na relação?

No caso do vaginismo, o corpo aprende a se defender da penetração com dor, como se fosse uma reação de proteção. E isso pode estar relacionado ao próprio medo da dor, a experiências traumáticas, abusos, educação sexual, repressora ou até mesmo culpa ou vergonha.

Tem alguma dúvida?

Estou aqui para te ajudar. Nos vemos no próximo vídeo.

Transcrição completa do vídeo

Você sente dor na relação sexual e já pensou que isso era normal? Que era a coisa da sua cabeça ou algo com o qual você precisava se acostumar? Se isso acontece com você, saiba que não é frescura. Não é exagero e muito menos culpa sua. Essa dor tem nome e tem tratamento. A relação sexual não deveria ser uma experiência dolorosa. Ela deveria ser prazerosa, segura e confortável. Infelizmente, muitas mulheres convivem com dor íntima em silêncio, com vergonha, medo de serem julgadas ou acreditando que é assim mesmo que acontece. Mas eu estou aqui hoje pra te explicar com respeito e clareza por que isso acontece e o que pode ser feito pra mudar essa realidade. O vaginismo é uma condição em que os músculos ao redor da entrada da vagina se contraem involuntariamente no momento da penetração. Essa contração é automática, a mulher não faz por querer. E isso pode tornar a penetração difícil, dolorosa ou até impossível. Você já ouviu falar sobre vaginismo? Comenta aqui embaixo. Muitas mulheres convivem com isso e nem sabem o nome do problema. Existem dois tipos principais. O vaginismo primário acontece desde as primeiras tentativas de relação. A mulher nunca conseguiu ter uma relação sem dor ou bloqueio. Já existe o vaginismo secundário que surge depois de um tempo com relações normais. Pode aparecer após o parto, uma cirurgia, um trauma, infecção, estresse intenso ou até a menopausa. É importante saber, nem toda dor na relação é vaginismo. Existe a dispareunia que é o termo médico pra dor durante o sexo causada por endometriose, miomas, ressecamento vaginal, infecções de repetição, até cicatrices nessa região e alterações hormonais. E sabia que até as questões intestinais e urinárias podem causar a dor na relação? No caso do vaginismo, o corpo aprende a se defender da penetração com dor, como se fosse uma reação de proteção. E isso pode estar relacionado ao próprio medo da dor, a experiências traumáticas, abusos, educação sexual, repressora ou até mesmo culpa ou vergonha. Além disso, pode ser causado por relacionamentos abusivos, ansiedade também. Mas é essencial entender, gente, não é tudo psicológico, o corpo realmente reage. Mas como ele também reage, ele pode aprender a reagir de outra forma. Por exemplo, uma paciente minha de 39 anos chegou até mim dizendo que evitava até pensar intimidade. Ela dizia, meu corpo trava, parece que ele quer me proteger de alguma coisa. Com tratamento, apoio e paciência, hoje ela vive uma sete falidade mais livre e sem dor. A vida dela mudou e pode mudar a sua também. O diagnóstico começa com conversa e acolhimento. Um ambiente seguro onde a mulher possa falar sobre a sua história, seus sintomas e seus medos. O exame físico, quando necessário, deve ser feito com todo cuidado e todo respeito. Em muitos casos, nem é preciso examinar logo no primeiro momento. O relato, ele já pode orientar o caminho do tratamento. E a boa notícia é que o tratamento do vaginismo é possível, eficaz e traz ótimos resultados. A fisioterapia do assoalho pélvico, ela ajuda a relaxar, coordenar e reeducar a musculatura vaginal. Os dilatadores vaginais, usados de forma progressiva e guiada, ensinam o corpo que é possível permitir a penetração, o conforto e segurança. Além disso, o acompanhamento psicológico ou terapia também são indicados para trabalhar as emoções, os traumas e as crenças que associaram a dor é essencial para liberar o corpo. E também os tratamentos para ressecamento vaginal, como estrogênio tópico, hidratantes ou até o laser íntimo. Principalmente nas mulheres com menopausa ajudam muito nesses casos. E sabia que quando existe um parceiro ou uma parceira, incluir essa pessoa no processo pode ser muito positivo. Compreensão, paciência e acolhimento fazem toda a diferença na recuperação da mulher e na reconstrução da sua intimidade. E o mais importante é lembrar, sentir dor na relação não é normal, você não está sozinha e isso tem tratamento. Buscar ajuda é um ato de amor próprio e de respeito com seu corpo. Tem um vídeo aqui no canal onde eu explico como funciona a fisioterapia pélvica e os primeiros passos que você pode dar hoje mesmo. Não perca esse vídeo. E se esse vídeo aqui te ajudou, compartilhe com outras mulheres. Muitas passam por isso em silêncio, achando que são as únicas e não são. Me conta aqui nos comentários, você já tinha ouvido falar de vaginismo? Tem alguma dúvida? Estou aqui para te ajudar. Nos vemos no próximo vídeo.

Consulte um especialista

Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.