A reposição hormonal é uma intervenção médica crucial para melhorar a qualidade de vida da mulher durante o climatério e após a menopausa. O processo natural de
Não, isso quer dizer que as chances elas vão diminuindo depois dessa idade. Por volta dos 45 anos, as mulheres também sofrem algumas alterações no seu corpo, os hormônios sexuais eles passam por uma alteração na sua produção, que é a fase do climatério, aonde a mulher começa a ter alterações menstruais, então ela pode ficar duas vezes a um mês menstruada, ou pode ficar três meses sem menstruar, fica bem regular essa parte da menstruação.
Porque ela tem a diminuição de um hormônio muito importante, que é o estrogênio. O funcionamento normal dos nossos hormônios é o seguinte, a gente tem lá a produção de um hormônio pela hipófise, esse hormônnio chamado folículo estimulante ele age no óvulo e neste óvulo ele estimula a produção de estrogênio e progesterona.
Não, mas quer dizer que você tem grandes chances de desenvolvê-los. Além disso, a gente tem uma diminuição da densidade mineral óssea, o osso ele começa a ficar mais poroso. Quando a mulher ela tiver por volta de seus 60, 65 anos, ela pode ter maior propensão a ter fraturas ósseas, quando ela cai ou quando ela torce um tornozelo.
A reposição ela deve ser bem individualizada, por isso que é muito importante o acompanhamento médico. Alguns anos a gente teve uma onda hormonofóbica, ou seja, muitas mulheres vinham ao consultório, entravam na menopausa, vinham ao consultório olha estou bem, mas eu não quero fazer uso de hormônio porque eu tenho medo de que o hormônio possa me causar um câncer.
Existem algumas contraindicações para o uso de reposição hormonal. Entre elas estão mulheres que já tiveram câncer de mama, mulheres que tiveram câncer de endometro, mulheres com problema no fígado, doenças hepáticas como cirrose, também contraindicadas, mulheres que têm trombofilia, ou seja, alguma alteração na coagulação do sangue, alguma doença relacionada com a coagulação no sangue, tem contraindicação para esse uso de hormônios.
Olá, meu nome é Juliana Amato, eu sou angiologista, e hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre reposição hormonal impactos na vida da mulher. As mulheres, elas passam por um processo de amadurecimento do seu corpo, ou seja, lá pelos 11 e 12 anos, a mulher menstrua pela primeira vez na vida dela, e a isso a gente chama de menarca, que é a primeira menstruação. O corpo ele vai amadurecendo, os ovários eles vão amadurecendo, todo mês a gente tem alvulação direitinha, a menina menstrua, nos dois primeiros anos de vida essas menstruações, elas são irregulares, faz parte do amadurecimento dos órgãos sexuais. Por volta de uns 35 anos, a mulher, ela passa por uma diminuição na sua reserva ovariana, ou seja, aqueles óvulos que ela nasceu junto com eles, que ela produziu lá na sua vida intrauterina, quando ela começa a menstruar, ela vai gastando esses óvulos ao longo da sua vida, e quando chega por volta dos 35 anos, ela já tem uma quantidade menor desses óvulos, por que a gente diz que mulheres com 35 anos, elas têm uma queda fisiológica da sua fertilidade. Ah, então isso quer dizer que eu tenho 35 anos e não vou em gravidade? Não, isso quer dizer que as chances elas vão diminuindo depois dessa idade. Por volta dos 45 anos, as mulheres também sofrem algumas alterações no seu corpo, os hormônios sexuais eles passam por uma alteração na sua produção, que é a fase do climatério, aonde a mulher começa a ter alterações menstruais, então ela pode ficar duas vezes a um mês menstruada, ou pode ficar três meses sem menstruar, fica bem regular essa parte da menstruação. Isso tem a ver com o processo de envelhecimento natural de toda mulher, que vai combinar com o término das suas funções reprodutivas lá por volta dos 50 anos, que é a chamada menopausa. E por que a menopausa impacta tanto na vida da mulher? Porque ela tem a diminuição de um hormônio muito importante, que é o estrogênio. O funcionamento normal dos nossos hormônios é o seguinte, a gente tem lá a produção de um hormônio pela hipófise, esse hormônnio chamado folículo estimulante ele age no óvulo e neste óvulo ele estimula a produção de estrogênio e progesterona. O estrogênio é esse hormônio que na menopausa ele vai cair muito a sua produção. A mulher mantém uma produção basal desse estrogênio, porém ele não é suficiente para a manutenção de algumas atividades da sua vida, como por exemplo, quando você tem uma queda desse estrogênio, a gente tem uma diminuição da proteção cardíaca, ou seja, estrogênio ele é um ótimo protetor cardíaco. Quando a gente entra na menopausa, a gente pode ficar mais propensa de desenvolver doenças cardiovasculares, porque o estrogênio é cardiprotetor. Quer dizer que eu vou ter algum problema cardíaco? Não, mas quer dizer que você tem grandes chances de desenvolvê-los. Além disso, a gente tem uma diminuição da densidade mineral óssea, o osso ele começa a ficar mais poroso. Quando a mulher ela tiver por volta de seus 60, 65 anos, ela pode ter maior propensão a ter fraturas ósseas, quando ela cai ou quando ela torce um tornozelo. O estrogênio também é muito importante para a manutenção da nossa pele, do nosso cabelo, por isso que a gente percebe que o cabelo vai ficando mais fino, ele vai ficando com uma densidade menor, a gente tem um volume também que diminui, a pele fica mais ressecada com perda de colágeno. Então nessa fase é muito importante que você consulte seu ginecologista e daqui para frente que essas consultas sejam bem importantes mesmo a cada ano para ele orientar o que é melhor nessa fase. É muito importante que a mulher tenha em mente que fazer uma reposição hormonal por todas essas características que a gente falou até agora vão melhorar muito, impactar muito na sua qualidade de vida. Então a reposição hormonal ela é feita através do estrogênio e da progesterona. O estrogênio ele é muito importante para a manutenção cardioprotetora, da densidade mineral óssea para evitar doenças no futuro. E todas as mulheres elas podem fazer a reposição hormonal? A reposição ela deve ser bem individualizada, por isso que é muito importante o acompanhamento médico. Alguns anos a gente teve uma onda hormonofóbica, ou seja, muitas mulheres vinham ao consultório, entravam na menopausa, vinham ao consultório olha estou bem, mas eu não quero fazer uso de hormônio porque eu tenho medo de que o hormônio possa me causar um câncer. E isso é verdade? Existem algumas contraindicações para o uso de reposição hormonal. Entre elas estão mulheres que já tiveram câncer de mama, mulheres que tiveram câncer de endometro, mulheres com problema no fígado, doenças hepáticas como cirrose, também contraindicadas, mulheres que têm trombofilia, ou seja, alguma alteração na coagulação do sangue, alguma doença relacionada com a coagulação no sangue, tem contraindicação para esse uso de hormônios. Porém, a grande maioria das mulheres tem indicação hormonal sim e isso vai ser muito importante na qualidade do seu envelhecimento. E quando eu tenho que me preocupar em começar a tomar o meu vídeo, na verdade é seu médico que vai te orientar. Se você já tem alguns sintomas como fogaixos, irritabilidade, queda de cabelo, é muito importante que você seja avaliada, faça seus exames para avaliar se já está entrando nesse período ou não. E as mulheres que não têm sintomas e que já entraram na menopausa vão reparar isso pela sua regularidade menstrual ou mesmo a ausência de menstruação. Se você gostou do nosso vídeo, inscreva-se no nosso canal, dê o seu like e ative o sininho de notificação.
Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.