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Tenho um nódulo na tireoide, e agora?

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Tenho um nódulo na tireoide, e agora?

A identificação de um nódulo na tireoide, condição muito prevalente, especialmente entre mulheres, gera comum preocupação sobre a possibilidade de câncer e a ne

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Perguntas respondidas neste vídeo

Tenho que funcionar?

Se você tem essas dúvidas, eu vou colocar no vídeo que eu vou esclarecer. Não, nem todo nódulo tireoidiano precisa ser funcionado. Existem classificações específicas, características específicas do nódulo que o seu endocrinologista vai avaliar e vai saber se precisa ou não funcionar o nódulo.

E aí os pacientes ficam muito angustiados, nossa, mas e aí, vou ficar seis meses com esse nódulo sem saber se ele é maligno, se lá na frente resolver impulsionar e eu descobrir que é maligno, esse tempo, esse atraso no diagnóstico, vai trazer consequências negativas para a minha vida?

Não, muito pelo diagnóstico, a função de nódulos muito pequenos e sem indicação traz mais confusão no diagnóstico, aumentando o número de procedimentos desnecessários, cirurgias desnecessárias que vão trazer piora da qualidade de vida do paciente.

Aí a gente fala, por que o nódulo benigno pode virar maligno?

Não, o benigno não vira maligno, mas o que pode acontecer é o que a gente chama de falso negativo. 5% das funções podem vir esse falso negativo.

Tem o que tirar todos os nódulos?

Não, nem todos os nódulos têm que ser retirados. São retirados aqueles muito grandes que trazem repercussões, não só estéticas, mas um desconforto até eventualmente para engolir, para respirar e também os que têm maior risco de serem câncer.

Transcrição completa do vídeo

Os nódulos na tireoide são muito comuns na prática clínica. A prevalência desse problema é em torno aí de 5% da população, chegando até 5% a alguns estudos de nódulos na tireoide, sendo mais comum em mulheres. Se você avaliar a prevalência de nódulos de tireoide com a relação de ultra sonografia de tireoide, alguns estudos trazem até a prevalência de 67% de nódulos nas pessoas que são submetidas a esse exame. Então, como vocês podem ver, é muito comum a identificação de nódulos na tireoide. Mas e aí? Identifiquei um nódulo na tireoide, e agora? Pode ser câncer? Tenho que fazer uma cirurgia? Tenho que funcionar? Se você tem essas dúvidas, eu vou colocar no vídeo que eu vou esclarecer. Não, nem todo nódulo tireoidiano precisa ser funcionado. Existem classificações específicas, características específicas do nódulo que o seu endocrinologista vai avaliar e vai saber se precisa ou não funcionar o nódulo. A grande questão quando a gente identifica o nódulo na tireoide é saber se ele se trata de um câncer, se é um nódulo maligno. E a função é que vai esclarecer, mas como eu falei, não é necessária em todos os casos. Alguns pacientes ficam extremamente angustiados quando a gente fala que não precisa funcionar um nódulo, somente acompanhar, fazer um outro traçom de tireoide em um tempo determinado, três, seis meses, dependendo do que seu médico avaliar. E sim, se houver um crescimento, se houver uma característica, você pode indicar, pode ser que seja indicada a função nesse novo momento. E aí os pacientes ficam muito angustiados, nossa, mas e aí, vou ficar seis meses com esse nódulo sem saber se ele é maligno, se lá na frente resolver impulsionar e eu descobrir que é maligno, esse tempo, esse atraso no diagnóstico, vai trazer consequências negativas para a minha vida? Não, muito pelo diagnóstico, a função de nódulos muito pequenos e sem indicação traz mais confusão no diagnóstico, aumentando o número de procedimentos desnecessários, cirurgias desnecessárias que vão trazer piora da qualidade de vida do paciente. E aguardar o momento certo para funcionar não vai piorar a evolução caso trate-se de um câncer de tireoide. Outra dúvida muito frequente dos pacientes. Funcionei meu nódulo de tireoide, veio o benigno. Ah, estou livre, pronto, posso esquecer esse problema. Aí vai lá a médico e fala, não, a gente tem que acompanhar. Aí a gente fala, por que o nódulo benigno pode virar maligno? Não, o benigno não vira maligno, mas o que pode acontecer é o que a gente chama de falso negativo. 5% das funções podem vir esse falso negativo. O que é isso? É falar que vem benigno, que isso está dentro da margem de erro normal do método e na verdade ele era maligno. A amostra não foi tão adequada, enfim, várias características que fizeram que ele tenha sido erroneamente classificado como benigno. E só o segmento vai nos dizer se esse resultado benigno é de fato benigno e vamos acompanhar esse nódulo aí, por isso que é tão essencial o segmento dos nódulos. Outra dúvida também dos pacientes, preciso operar? Tem o que tirar todos os nódulos? Não, nem todos os nódulos têm que ser retirados. São retirados aqueles muito grandes que trazem repercussões, não só estéticas, mas um desconforto até eventualmente para engolir, para respirar e também os que têm maior risco de serem câncer. Esses nódulos é que precisam ser abordados. Atualmente em técnicas para os nódulos benignos, mesmo os grandes, minimamente invasivas que você pode eliminar esse nódulo sem necessidade de cortes para tiraoide. Aqui no Instituto Amato nós temos uma equipe que faz esse procedimento minimamente invasivo sem cortes, que elimina nódulos tiraoidianos, benignos, mesmo um pouco maiores. Diagnostiquei um câncer de tireoide. E aí? A notícia boa é que em seu alcance de tireoide tem uma evolução muito favorável. Traz algumas repercussões na qualidade de vida do paciente, mas se resolve muito bem e é facilmente curável. Se você tem nódulos na tireoide, tem dúvida sobre esse assunto, a melhor maneira de abordar, procure seu endocrinologista. Aqui no Instituto Amato nós temos o centro integrado de disfunções da tireoide para tiróides que vai te atender prontamente em todas as questões relacionadas a seu nódulo. Se você gostou desse vídeo, se inscreva no canal, ative as notificações para receber notícias de mais vídeos postados, curta e compartilhe e até o próximo.

Consulte um especialista

Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.