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AMATO Cast 12˚ Episódio do Rastreamento ao diagnóstico!

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AMATO Cast 12˚ Episódio do Rastreamento ao diagnóstico!

O tema central aborda o rastreamento e diagnóstico do câncer de mama, com orientações específicas para mulheres com implantes de silicone. O principal exame de

Perguntas respondidas neste vídeo

Elas precisam passar ainda, caso tenha feito a retirada total e colocou a prótese?

Naquele exame de rotina, né, que é uma vez por ano, uma vez a cada seis meses, né, que precisa fazer uma vez por ano, né, que precisa passar anualmente. Anualmente. Então, assim, o recomendado de rastreamento pela OMS é 40 anos, acima de 40 anos, fazer a mamografia anualmente.

Mesmo com a retirada total, ainda precisa passar por esse exame de rotina anualmente?

Se ela tem o risco aumentado de câncer, ela vai ter que ter um acompanhamento. Até mesmo que vai ter demandas do próprio implante, alterações do implante, essas doenças genéticas, elas não atingem somente a glândula mamária, ela pode ter alteração, pode comprometer até ovários.

Transcrição completa do vídeo

Agora, em questão de rastreamento e diagnóstico, uma dúvida que eu vejo que é muito comum entre as mulheres que têm a prótese de silicone, costuma ser da mesma forma o exame? Elas precisam passar ainda, caso tenha feito a retirada total e colocou a prótese? Naquele exame de rotina, né, que é uma vez por ano, uma vez a cada seis meses, né, que precisa fazer uma vez por ano, né, que precisa passar anualmente. Anualmente. Então, assim, o recomendado de rastreamento pela OMS é 40 anos, acima de 40 anos, fazer a mamografia anualmente.

E no SUS, né, ele recomenda a partir dos 50. Mas isso a gente tá pensando de uma forma populacional, né. Então, às vezes, pode ser feito antes uma mamografia.

Mas também uma mama, fazer uma mamografia numa paciente de 20 anos também não vai ser muito produtivo, porque a mama é muito glandular. Então, por isso que muitas vezes se faz ultrassom. Mas o exame de rastreamento para câncer de mama, o melhor é a mamografia, porque vê as calcificações que é característico do câncer de mama.

É claro que a ciência tá indo numa direção em que a detecção precoce, em breve, vai ser por coleta de sangue. Então, tem outras alterações que isso vão aparecer precoce, mas atualmente o preconizado é fazer a mamografia a partir dos 40 anos, anualmente, se não tiver a história de ninguém familiar, né, nem mãe, nem irmã. Se tiver, aí tem que fazer mais cedo.

E o ultrassom, ele pode ser complementado principalmente para essas mamas que são mais glandulares. E a ressonância magnética é um exame que vê muitas alterações, mas é um exame caro e pode até atrapalhar e vai acabar vendo tanta alteração que às vezes os pacientes podem fazer cirurgias e procedimentos de forma desnecessária. Então, para o rastreamento não se faz mamografia, perdão, não se faz ressonância.

E a paciente que colocou prótese, sim, ela pode fazer a mamografia, tem uma posição que se faz para poder deslocar a prótese num sentido e a glândula mamária em outro para que se possa ser visto toda a glândula mamária. O ultrassom ajuda a ver a superfície até do implante, mas não consegue ver o implante. E a ressonância seria o exame mais indicado às vezes para quem tem prótese para ver alterações no implante.

E caso a pessoa tenha feito essa retirada da mama, no caso de ter uma mãe, por exemplo, que teve a doença diagnosticada, ela fez a retirada total e colocou o silicone. Mesmo com a retirada total, ainda precisa passar por esse exame de rotina anualmente? Se ela tem o risco aumentado de câncer, ela vai ter que ter um acompanhamento. Até mesmo que vai ter demandas do próprio implante, alterações do implante, essas doenças genéticas, elas não atingem somente a glândula mamária, ela pode ter alteração, pode comprometer até ovários.

Então elas são doenças sistêmicas. Então o risco aumentado pode aparecer para outras lesões. Então não vai fazer a cirurgia.

Ah, vou fazer essa cirurgia, vou me livrar livre e não vou precisar. Não precisa ter algum acompanhamento.

Consulte um especialista

Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.