O tema central aborda os riscos do uso de hormônios, como a testosterona, por mulheres para fins estéticos, contrastando-o com a prática da cirurgia plástica. E
Porque o que ela quer, a gente consegue entregar, que a gente vai entregar. Porque pode ter intercorrências no caminho e que podem prejudicar todo o objetivo. Então, por isso que a cirurgia plástica, ela ainda é uma medicina de meios.
Que saiba que a doutora Lorena e o doutor Fernando são casados. Então, é legal que quando um passa com... Dependendo de qual que é a orientação ali, o desejo do paciente.
E atendendo no mesmo consultório, conseguem ter essa integração. Não só de vocês, mas também de várias outras especialidades. Não estou falando de marketing, mas várias outras.
Duas consequências muito graves. Primeiro, atrofia do testículo permanente. Dependência psíquica.
Todas as cirurgias de transição de gênero, elas foram desenvolvidas porque existem os pacientes que têm uma classificação chamada intersexo. Então elas têm um cromossomo de um determinado gênero. XX, XY.
A cirurgia plástica, a gente trata a demanda do paciente de uma forma mais objetiva e a gente tem que alinhar a expectativa do paciente de acordo com o que a gente consegue entregar. Se o paciente deseja algo que a gente não consegue entregar, a gente não pode fazer a cirurgia. Agora, se o que ela deseja a gente consegue entregar, a gente pode.
E a gente tem que compartilhar os riscos, por que não é? Porque o que ela quer, a gente consegue entregar, que a gente vai entregar. Porque pode ter intercorrências no caminho e que podem prejudicar todo o objetivo. Então, por isso que a cirurgia plástica, ela ainda é uma medicina de meios.
A gente entrega o caminho para tentar chegar naquele fim. Mas, a hidroquinologia, o uso de hormônios de forma estética, tem um preço muito a longo prazo. E que ninguém agora... E ninguém fala isso.
Ninguém vai falar, olha... Quem está te vendendo não está falando isso. Você usaria um remédio para você se sentir melhor, que vai te deixar com a voz rouca, vai fazer crescer pelo no corpo. Acne.
Vai perder cabelo, vai ficar com espinha. Clitóris grande. E com clitóris grande.
Mas vai aumentar seu libido, você tomaria? É, então. E é importante também para quem está chegando agora e é novo no canal, né? Que saiba que a doutora Lorena e o doutor Fernando são casados. Então, é legal que quando um passa com... Dependendo de qual que é a orientação ali, o desejo do paciente.
Um já compartilha com o outro, né? E atendendo no mesmo consultório, conseguem ter essa integração. Não só de vocês, mas também de várias outras especialidades. Não estou falando de marketing, mas várias outras.
Aqui no Instituto Amato, todo mundo trabalha, que é médico da família. Então, a gente tem uma interação muito grande entre pacientes. Muitos pacientes em comum se beneficiam, porque realmente a gente consegue dar uma atenção mais ampla.
Então, as pacientes, por exemplo, que eu tenho em conjunto com a Lorena, a gente geralmente conversa sobre os casos em casa. Então, pontualmente. Semana passada, a gente deve ter discutido uns 3, 4 pacientes.
Estudando os casos. Para tentar melhorar. Sempre a gente tenta ver outros pontos de vista, discutir algo que pode complementar.
A gente está até discutindo o resultado de exame, um índice de gordura visceral. Tem muitos pacientes que querem fazer cirurgia plástica e tem um índice de gordura visceral aumentado. Que é dentro da barriga.
A plástica não vai tirar. Não vai. Então, às vezes a paciente vem para o plástico e esse excesso de gordura que ela tem dentro... Às vezes a paciente está reclamando que o abdômen tem estômago alto.
Já fez cirurgia plástica, abdômen aplastivo e ficou com o estômago alto. Aí você vai ver a paciente tem uma gordura intra-abdominal maior do que o índice normal. Então, essa é algo que a gente estava discutindo hoje, na verdade.
Então, esse índice e como a gente tentar abordar melhor essas pacientes. Sim, é legal ter essa interação. Doutora, é importante a gente também citar a questão dos adolescentes.
Que a gente falou dos problemas que os pacientes podem ter com o uso errado desses hormônios. Mas, em alguns casos, o que a sociedade da endocrinologia diz sobre o uso para... Eu não ia falar criança, porque criança eu acredito que ainda seja muito prematuro para indicar algo. Mas e para os adolescentes? Duas consequências muito graves.
Primeiro, atrofia do testículo permanente. Dependência psíquica. Quanto mais novo, mais você tem esse potencial de dependência psíquica para os adolescentes.
E olha a gravidade agora com tantas mulheres jovens utilizando. A grande maioria não consegue se reproduzir. Não consegue engravidar quando está usando testosterona por motivos óbvios.
Está cheio de hormônio masculino. Mas, caso engravide, o bebê, se no adulto aumenta clitóris, o bebê do sexo feminino, uma mulher usando qualquer hormônio androgênico, está muito problema. Problemas muito graves de diferenciação sexual.
A criança é uma menina, mas nasce como um menino. Entendeu? Isso é muito grave. E ninguém fala, né? Todas as cirurgias de transição de gênero, elas foram desenvolvidas porque existem os pacientes que têm uma classificação chamada intersexo.
Então elas têm um cromossomo de um determinado gênero. XX, XY. Masculino, feminino, XX, XY.
E tem o desenvolvimento dos caracteres secundários do oposto. Ou intermediários. É, intermediário.
Às vezes fica com uma genitália ambígua. Ou seja, a gente falou do clítóris aumentado, mas às vezes o paciente tem um pênis com uma vagina. Isso é um pseudo hermafrodita.
Porque para ser hermafrodita, precisaria ter o gônoda dos dois sexos. Precisa ter um ovário e um testículo. Isso é extremamente raro.
Porque para ter isso, precisaria ter esse XX e XY. Que é possível, né? Existem os mosaicos. Não é isso? É, mas o bebezinho inclusive fecha a vagina, os grandes lábios.
Às vezes fica parecendo um sacro escrotal sem testículo. É como se nascesse uma criança com criptorquidismo. Testículo na barriga, que todo mundo sabe o que acontece.
E aí falar, não, é um menino com testículo na barriga. É só isso. Porque fica o clítóris aumentado com grandes lábios fechados numa menina bebê.
É menino para quem olha. Aí vai fazer ultrassom para tentar encontrar o testículo e encontra o útero. E aí? E aí já era tratado como menino.
Deu nome de menino. Todas as polêmicas da transição de gêneros existem. E eu acho que isso é muito importante.
Esses pacientes, é uma minoria muito pequena desses pacientes de intersexo. Mas que precisam de um acolhimento muito grande. Porque são pacientes que estão no meio do caminho mesmo e precisam de ajuda.
Então as cirurgias foram desenvolvidas principalmente nesses casos. A manipulação dos hormônios também acabou desenvolvendo muito por conta desses casos. E o uso de hormônio numa paciente grávida.
Até doenças que podem estar relacionadas a uma produção irregular de hormônio pode causar essas alterações. Sim, acho que vale realmente um episódio só para falar sobre isso. Porque tem muita coisa da transição de gênero que pode... E eu acho que até para quem não passa pelo processo, não tem ninguém próximo que passe, mas acho que muita gente tem curiosidade de saber como funciona isso.
Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.