A sensação de queimação nos pés é um sintoma que pode indicar diversas condições médicas, sendo um alerta do corpo. O Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular, l
Sentir os pés queimando pode ser muito mais do que um incômodo temporário, pode ser um alerta do seu corpo. Nesse vídeo eu vou falar sobre as 12 principais causas de queimação nos pés e o que você precisa fazer para evitar.
Por precaução vamos buscar outros medicamentos que não tenham tanto efeito maléfico assim.
Ela vai danificar a matriz celular, vai danificar o colágeno, de forma que as estruturas acabam ficando mais frágeis, então acaba ficando mais frágil também os ligamentos, aumentando o risco de incidência de trauma, de lesão ligamentar.
Então, carne tem B12. Se a carne tem B12, os veganos, vegetarianos que não comem carne e não repõem as vitaminas necessárias estão sob esse risco. Pessoas que tenham doença celíaca, por exemplo, que não conseguem absorver adequadamente ou que fizeram uma cirurgia bariátrica, que também diminui a absorção intestinal, estão sujeitos a maiores riscos nutricionais.
Para ter essas vitaminas é necessário comer carne, comer peixes, ovos, laticínios, grãos integrais, legumes, sementes e nozes. Tudo isso vai ajudar a diminuir essas deficiências. Lembrando que é, sim, possível reverter essa deficiência e esse dano nervoso se você volta a ingerir adequadamente, pelo menos na maioria das vezes.
Você já acordou com uma sensação de queimação nos pés que te deixou preocupado, sem saber se tinha ou não o que se preocupar? Sentir os pés queimando pode ser muito mais do que um incômodo temporário, pode ser um alerta do seu corpo. Nesse vídeo eu vou falar sobre as 12 principais causas de queimação nos pés e o que você precisa fazer para evitar. Se você tem queimação nos pés, se você conhece alguém que está passando por esse problema, já encaminhe esse vídeo para ajudar.
Eu sou o Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, e eu estou aqui para ajudar aqueles com problemas circulatórios a entenderem o seu problema e melhorarem a qualidade de vida. Então, se você sentiu os pés queimando, mas não só queimando, porque a sensação é parecida, o formigamento nos pés também é a mesma coisa, é a parestesia. E se você tem isso, tenha certeza que uma dessas 12 causas que eu vou falar provavelmente é a causa principal.
Antes de falar as causas, inscreva-se no nosso canal e vamos lá. Então, apesar da queimação nos pés parecer de pronto um problema vascular, nem sempre é. Nem sempre é um problema circulatório, muito embora possa ser. Porque a queimação é secundária a algum dano, alguma coisa que está acontecendo diretamente no nervo e não na circulação.
Pode ser a circulação causando um dano no nervo, mas essa sensação da parestesia é então uma inflamação, uma compressão, alguma lesão nervosa. Qualquer doença que vai atuar na formação, na alimentação desses nervos, pode acabar causando essa queimação. Então, a primeira causa, e muito comum, é a faceíte plantar, que é uma inflamação de um tecido fibroso que fica embaixo do pé.
Essa faceíte plantar pode levar à formação de esporões ósseos, esporão do calcânio, por exemplo. É extremamente comum, mas entre extremos, é comum entre corredores de alta performance por bastante uso dos pés, mas também em gente que está na obesidade, um sobrepeso e que acaba forçando esse tendão, esse tecido fibroso na sola do pé. Normalmente ocorre entre os 40 e 60 anos e a dor é pior pela manhã.
É uma dor bem aguda quando começa a caminhar e o tratamento raramente acaba chegando em cirurgia. O que precisa mesmo é de um descanso, pode levar algumas semanas para resolver, gelo no local, o calor também é anti-inflamatório, exercícios de alongamento dos pés e fisioterapia. Existe também o calçado apropriado, às vezes o próprio calçado pode ter sido uma das causas da faceíte plantar.
A segunda causa mais comum são as varízes, e aí sim um problema da circulação venosa. Então, a varízes, na maior parte das vezes, ela tem uma origem genética, acaba cometendo mais mulheres e são aquelas veias dilatadas e tortuosas em membros inferiores. Muitas vezes, veias que aparecem mais azuladas, mais esverdeadas, incomodam bastante esteticamente, mas muitas vezes não é só a estética, tem a doença também associada, pode estar junto com a insuficiência venosa crônica, que é o dano no tecido ao redor, tecido da pele.
Então, pode aparecer manchas, como a dermatite ocre, pode acontecer uma inflamação, levando a eczema, coceira, e tanto a incidência quanto os sintomas vão piorar com a idade, mas a dor é muito característica. A dor das varízes, ela ocorre mais para o final do dia, tem que ter ficado bastante tempo de pé, com a força da gravidade forçando esse sangue lá embaixo, para que apareça a sensação de peso, cansaço, que está bem correlacionado também. Além disso, os sintomas das varízes podem piorar e variar de acordo com o clima, então quando está muito quente, pode acabar sendo mais incômodo.
Ficar de pé muito tempo parado, ou ficar sentado muito tempo parado, sem contrair a musculatura da panturrilha, também pode levar aos sintomas das varízes. E para o tratamento de varízes, o cardápio é extenso, tem muitas técnicas, entre elas escleroterapia, laser, radiofrequência, não podemos esquecer da cirurgia convencional, tradicional, que também funciona, mas tudo isso é feito pelo cirurgião vascular. Existe muita tecnologia nova, existem tratamentos inovadores, tudo isso para resolver o problema das varízes, de forma rápida e em dolor.
A terceira causa de queimação nos pés, são alguns medicamentos, tem medicamentos que tipicamente causam essa parestesia, então alguns quimioterápicos, então quem está fazendo tratamento para câncer, pode acabar sentindo uma fisgada, essa queimação em nervos periféricos, isso é neuropatia periférica induzida por quimioterápicos. Agora não precisa estar fazendo tratamento para o câncer para ter isso com alguns medicamentos de uso rotineiro, de uso comum, então tem alguns antibióticos que podem causar essa parestesia, principalmente os derivados das quinolonas, então tem ciprofluxacina, levofluxacina, norfluxacina, todos esses derivados da quinolona estão relacionados com parestesias e com lesão de nervo, neuropatias, que podem até ser permanente, isso é uma complicação seríssima e todo mundo tem que lembrar disso quando vai num pronto-socorro e pede um antibiótico que muitas vezes é desnecessário, tem que ser pesado o risco-benefício, tomar um antibiótico desses, vai correr esse risco, então será que ele é extremamente necessário? Às vezes tratar uma virose não faz sentido, usar um antibiótico, somente por precaução? Por precaução vamos buscar outros medicamentos que não tenham tanto efeito maléfico assim. As quinolonas já foram correlacionadas com a formação de aneurismas, mas não só isso, como que ela forma o aneurisma? Ela vai danificar a matriz celular, vai danificar o colágeno, de forma que as estruturas acabam ficando mais frágeis, então acaba ficando mais frágil também os ligamentos, aumentando o risco de incidência de trauma, de lesão ligamentar.
A quarta causa são as deficiências de vitamina, principalmente as vitaminas do complexo B, entre elas a vitamina B12 e a vitamina B1. A vitamina B12 é essencial na formação da bainha de mielina, é uma camada gordurosa que protege os nervos. Na deficiência de B12, essa bainha de mielina começa a se degradar, expondo o nervo a várias lesões.
A deficiência da vitamina B12 não só vai causar um dano na bainha nervosa, mas também pode causar anemia. A anemia, a anemia perniciosa, também pode diminuir a quantidade de oxigênio pela formação errática de glóbulos vermelhos, que pode piorar também a lesão neurológica. A deficiência da vitamina B1, que é a tiamina, pode levar a uma doença chamada beriberi.
É uma doença que vai afetar o coração, vai afetar os nervos também, levando a dor e uma fraqueza. A vitamina B1 é essencial para o nosso metabolismo energético e para a função nervosa. Agora, quem está sob risco de diminuição das vitaminas? Então, carne tem B12.
Se a carne tem B12, os veganos, vegetarianos que não comem carne e não repõem as vitaminas necessárias estão sob esse risco. Pessoas que tenham doença celíaca, por exemplo, que não conseguem absorver adequadamente ou que fizeram uma cirurgia bariátrica, que também diminui a absorção intestinal, estão sujeitos a maiores riscos nutricionais. Então, você come direito? Para ter essas vitaminas é necessário comer carne, comer peixes, ovos, laticínios, grãos integrais, legumes, sementes e nozes.
Tudo isso vai ajudar a diminuir essas deficiências. Lembrando que é, sim, possível reverter essa deficiência e esse dano nervoso se você volta a ingerir adequadamente, pelo menos na maioria das vezes. A quinta causa são exposições a toxinas, a metais pesados que possam ter no nosso ambiente.
Então, o mercúrio é muito comum. O mercúrio está presente naqueles termômetros antigos, está presente também em lâmpadas fluorescentes, mas alguns peixes podem estar contaminados com o mercúrio. Principalmente os peixes que foram pegos em áreas de garimpo e alguns peixes que são altos na cadeia alimentar, por exemplo, o tubarão, que é o cação que as pessoas comem aqui, eles podem estar, sim, contaminados com o mercúrio.
Então, peixe-espada, atum, tubarão, cavala são peixes com maiores riscos. O arsênico pode estar em solos contaminados com pesticidas que contêm arsênico. E desse solo também pode vir uma água contaminada.
O chumbo pode vir de tintas antigas que continham chumbo, encanamento antigo, isso era muito frequente no passado, em solo contaminado também. Lembre que as baterias possuem chumbo, então a forma de disposição de se livrar das baterias acaba contaminando o solo, o cádmio. Como é que você pode ficar exposto a cádmio? Uma coisa que ninguém para para pensar.
Mas o fumo, o tabagismo e alguns solos também podem estar contaminados. E alguns grãos, por exemplo, semente de girassol, se for cultivado em um solo desse, vai ter um alto índice de cádmio. Então, para prevenir essas contaminações com toxinas, é importante você conhecer o ambiente em que você vive, quais são os riscos do solo, filtrar a água, ter certeza dos alimentos que você está comprando.
A sexta causa é mais uma causa vascular, são os problemas circulatórios derivados da aterosclerose, então são problemas arteriais. Ocorrem mais em pessoas de mais idade. E está extremamente relacionado também com o fumo, com o tabagismo, com a pressão arterial alta.
E como a formação da placa aterosclerótica é, na maioria das vezes, completamente assintomática, às vezes o primeiro sintoma é quando já obstruiu tudo. O sintoma é sintoma de uma doença grave. A dor da aterosclerose é muito típica, ela se chama claudicação intermitente.
São pessoas que caminham e aí tem que parar por causa da dor. Essa parada, fica um tempinho, aí melhora da dor, aí volta a caminhar. Essa é uma dor típica.
Pode ter também uma perna pesada, cansada, e é muito grave, porque pode sim levar à necessidade de amputação. Para tratar, o exercício físico ajuda bastante, então colocar uma caminhada, ciclismo, natação, tudo isso durante a vida ajuda a prevenir essa doença também. Então a dieta também tem um impacto muito grande, porque o excesso de gordura e de inflamação durante a vida, também favorece o aparecimento dessas placas ateroscleróticas.
Tratar todas as outras doenças e comorbidades que podem levar à formação da placa, como pressão arterial, diabetes, obesidade, síndrome metabólica, tudo isso tem que ser controlado, porque senão vai ser necessário tratamento cirúrgico, e aí tem as cirurgias abertas, que a gente abre, faz uma ponte levando o sangue de um lugar para o outro, ou as cirurgias endovasculares com a colocação de estentes. A sétima causa é a síndrome do túnel do tarso, é isso mesmo, ela é muito parecida com aquela síndrome do carpo, que acontece aqui, mas ela acontece lá no tornozelo, e é a compressão do nervo passando por um espaço bem estreito que acaba trazendo os sintomas. Essa compressão vai alterar toda a funcionalidade do pé, e essa compressão pode acontecer por várias causas, desde artrite, diabetes, inflamação, inchaço, ou qualquer lesão, até mesmo uma anatomia, ou seja, a pessoa nasce com uma anatomia um pouquinho diferente que está lá favorecendo a compressão desse nervo, e isso pode acabar acometendo a compressão e disparar todos esses sintomas.
Para prevenir isso, o uso de calçado adequado, a ergonomia, a forma de andar, e um suporte adequado para o arco palmar também ajuda bastante. O tratamento pode envolver desde fisioterapia, órteses, próteses, até mesmo injeção de corticoesteroide, mas se não for possível, aí pode ser necessário cirurgia. A ideia da cirurgia é descomprimir esse nervo, e quem faz é o neurocirurgião ou o ortopedista.
A oitava causa é o consumo de álcool. O álcool pode atuar nos nervos de forma direta e de forma indireta. Então como assim? De forma direta o álcool vai lá e destrói mesmo o nervo, afinal ele é tóxico, e de forma indireta ele pode abaixar a absorção e o uso da vitamina B1, da tiamina, como eu já disse antes, a tiamina também é necessária para a saúde dos nervos.
E lembrando, o álcool não vai só danificar o nervo lá na pontinha do pé, ele vai danificar também os nervos aqui dentro do nosso cérebro. A neuropatia alcoólica pode ser reversível, principalmente quando não está tão avançado assim, então a abstinência, a retirada do álcool do dia a dia pode melhorar os sintomas. O abuso crônico do álcool vai acometer 5% da população mundial.
Isso já é muita gente. Se a gente parar para pensar que desses que abusam o álcool, um em cada quatro vai ter uma neuropatia, é muita gente. Essa neuropatia alcoólica é uma das formas mais comuns de neuropatia, e isso mostra como o mundo ocidental está bebendo demais.
A nona causa é a compressão do nervo ciático, o nervo ciático é o nosso maior nervo, ele sai desde a coluna lá na região lombar, vai, percorre o glúteo, passa por trás até chegar nos pés, ele tem o tamanho de um dedo, é bastante, e a hérnia de disco é a principal causa de compressão desse nervo, mas não é a única. Qualquer estenose na coluna, ou crescimento de um tumor, ou de alguma massa que possa comprimir esse nervo, é capaz de trazer os mesmos sintomas. A dor pode incluir uma sensação de formigamento, queimação, pode ser uma dor levinha ou pode ser completamente incapacitante.
Então, pessoas que fazem um trabalho extenuante, carregando muito peso, ou pessoas completamente sedentárias, são os grupos com maior risco de formação de algo para comprimir esse nervo. E o tratamento vai envolver várias estratégias para diminuir a inflamação local, então medicamentos, exercícios apropriados, fisioterapia, posicionamento, algumas infiltrações com corticoide, e em alguns casos pode ser necessário também um procedimento cirúrgico, e o médico responsável é o neurocirurgião. A décima causa é a neuropatia diabética, então o diabetes, eu sempre digo que quem tem diabetes tem uma doença vascular, desde o início, porque logo no começo já começa a causar a obstrução dos pequenos vasos, e os vasos iniciais são o vasa nervono, são os vasos que irrigam os nervos, então quem tem diabetes vai ter um dano nos vasos que irrigam os nervos, e assim os nervos vão começar a sofrer com a falta de chegada de sangue oxigenado bonitinho lá para deixá-los bem alimentados.
Mais da metade de todas as pessoas que possuem diabetes vão ter algum grau de neuropatia, e embora os pés sejam os mais frequentemente acometidos, tanto que tem uma entidade chamada pé diabético, tenho vários vídeos aqui sobre isso, essa neuropatia pode acontecer em qualquer parte do corpo, o principal fator de risco para quem tem diabetes é a oscilação e a falta de controle da glicemia, ou seja, da glicose no sangue, então tem que ficar meio paranoico lá tentando manter a alimentação, exercício físico, tudo para ficar com a glicemia sempre certinho, e os sintomas dessa neuropatia na diabetes podem ser muito sutis no início, então como começa a diminuir a sensibilidade dos pés, a pessoa passa a não sentir uma pequena pedrinha no sapato, um pequeno incômodo de uma meia, uma bolinha que tenha no sapato, e isso pode ficar raspando lá o dia inteiro, a ponto de causar uma ferida, e como começa com uma diminuição da sensibilidade, às vezes isso não é perceptível, mas vai evoluindo também para essas sensações da parestesia, que pode ser a queimação, formigamento e outras, então todo mundo que tem diabetes tem que se preocupar bastante para prevenir essas lesões e evitar a neuropatia. Na instalação da neuropatia, você vai ter que tratar não só a neuropatia, mas também a diabetes, então como o vídeo aqui não é sobre a diabetes, eu vou falar da neuropatia, e para evitar as lesões progressivas, o calçado apropriado, vigiar, olhar para os pés sempre, todos os dias lá no final do dia, ver se tem alguma lesãozinha pequenininha, manter os pés limpos e secos, lembrar que como não tem essa sensibilidade, se for entrar numa banheira com água quente, pode acabar se queimando, é melhor sentir a temperatura com o dorso da mão antes, tomar muito cuidado com frieiras, com rachaduras, que podem ser porta de entrada para uma infecção, e lembrar que a diabetes é uma doença sistêmica, ela vai acometer o corpo todo, vai causar dano também nos rins, vai causar dano nos olhos, então às vezes você está olhando lá e pode não enxergar porque a visão já não está tão boa, então repito, controle a glicemia, faça acompanhamento com o endocrinologista e também com cirurgião vascular, não espere ter uma complicação grave de um pé diabético para chegar no cirurgião vascular, é bom você já conhecer um antes e já saber tudo o que você precisa fazer para evitar problemas. A décima primeira causa então são as doenças auto-imunes, entre elas lúpus e esclerose múltipla.
O que são as doenças auto-imunes? É quando o nosso sistema de imunidade começa a atacar o próprio corpo, ele começa a não reconhecer algumas células como sendo nossas, acha que é algo externo, e aí ele vai começar a atacar causando apoptose, morte dessas células, e se ele reconhece, por exemplo, um nervo periférico como sendo algo estranho, pode causar um dano no nervo e levar a essa queimação, esse formigamento. Então quando o lúpus acomete o sistema nervoso, é o neurolúpus, e pode causar todos os sintomas da neuropatia periférica que a gente tem falado por aqui. A esclerose múltipla vai afetar tanto o cérebro como nervos periféricos, também afetando aquela bainha de mielina protetora dos nervos.
Assim, por definição, todas as doenças auto-imunes são difíceis de ser diagnosticadas, e o tratamento vai ser o controle dos sintomas e o controle da doença que causou tudo isso. A décima segunda causa é a reação ao estresse, ao estresse agudo e crônico. A reação de fulgo, luta, essa reação aguda do estresse vai liberar adrenalina e cortisol, pode levar à tensão muscular, que também pode ocasionar essa queimação nos pés.
A hiperventilação e a alcalose, também causada por uma situação de estresse, também vai mudar a bioquímica do sangue, que pode levar à sensação de dor. A conexão mente-corpo, então a sensibilidade está diretamente relacionada com ansiedade e com estresse, que vão alterar a sua percepção de dor. O estresse também vai levar à vasoconstrição, que vai diminuir a irrigação periférica.
E o estresse crônico, principalmente, pode alterar o sono, que pode levar à insônia, e tudo isso pode aumentar a sensibilidade dolorosa. Então técnicas de relaxamento, como meditação, exercícios de respiração profunda, mindfulness, todos esses podem ajudar a gerenciar melhor esse estresse e diminuir toda essa sensação. Então é muito importante pensar também nessa parte psicológica, quando está tratando de uma queimação nos pés.
Mas para você resolver o seu problema, é preciso entender também o formigamento nos pés. Então segue com esse vídeo aqui.
Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.