# Resumo: Sinais de Alerta na Circulação — Quando Ir ao Pronto-Socorro Esta aula apresenta um guia completo de sinais de alerta relacionados à circulação nas p
[música] >> Então, é, em primeiro lugar, a gente trata a trombose não por causa da trombose, mas para evitar a embolia pulmonar. >> O segundo [música] sinal já não está na perna. O coágulo da veia pode se soltar, [música] subir com o sangue e travar numa artéria do pulmão.
A primeira coisa que tem que ser feita. >> [música] >> O terceiro sinal é o contrário da trombose. Não é o sangue que não volta, [música] é o sangue que parou de chegar.
Então, você pode colocar a mão e sentir [música] que que tá frio. >> A isquemia aguda é a queda súbita do sangue que chega à perna, com risco de perder o membro e exige avaliação urgente. [música] Os sinais clássicos são dor, palidez, falta de pulso, frio, formigamento e perda de força.
Só que por [música] ter-se perpetuado por muito tempo, elas acabam eh se cronificando e viram as úlceras. >> [música] >> A úlcera não fecha sozinha porque tem uma causa embaixo dela que ninguém tratou.
Em geral, sim, com a ferida protegida por um curativo. Na úlcera venosa, caminhar até [música] ajuda a fechar. Na ferida por artéria e no pé de quem tem diabetes, a resposta é outra.
Alguns sinais na perna [música] são pronto socorro agora.
Outros pedem médico hoje ou amanhã e outros [música] pedem consulta nesta semana.
Esta aula é a lista inteira com a conduta ao lado de cada sinal [música] e ela termina num cartão para colar na geladeira.
O primeiro sinal é uma panturrilha que incha de repente, de um lado só, dolorida ao apertar, às vezes quente e avermelhada.
É o quadro clássico [música] da trombose venosa profunda, um coágulo entupindo a veia lá no fundo da perna.
Num vídeo de exercício para panturrilha, o doutor Alexandre interrompe para avisar quando o exercício não é a resposta.
>> Mas se você tiver dor súbita em uma perna só, inchaço que só apareceu de um lado, vermelhidão e calor, pode ser trombose, não faça exercício, procure o médico imediatamente.
>> O que separa essa trombose do cansaço do fim do [música] dia é o tempo e o lado.
Sintoma que apareceu em horas ou em poucos [música] dias, numa perna só, é emergência.
Sintoma lento, dos dois lados, piorando a meses, >> [música] >> é consulta.
Inchaço que apareceu em dias nas duas pernas, junto com falta de ar, também não espera.
[música] E na dúvida, trate como hoje.
A primeira pergunta diante de uma perna inchada é há quanto tempo.
Inchaço que apareceu [música] em menos de 72 horas faz pensar fortemente em trombose.
Inchaço antigo e dos dois lados aponta para causas gerais e segue investigação [música] em consulta.
A conduta é pronto socorro no mesmo dia, sem esperar para ver se melhora sozinho.
E isso [música] responde pergunta de quem já tem trombose sobre qual perna medir no diário.
As duas, sempre, anotando qual é qual, no mesmo ponto e no mesmo horário.
É a diferença [música] entre E que conta a história.
Se essa diferença aumentar de repente ou a outra perna inchar de uma hora para a outra, [música] isso não é anotação, é a coluna de hoje.
E por que tanta pressa com a perna? [música] >> Então, é, em primeiro lugar, a gente trata a trombose não por causa da trombose, mas para evitar a embolia pulmonar.
>> O segundo [música] sinal já não está na perna.
O coágulo da veia pode se soltar, [música] subir com o sangue e travar numa artéria do pulmão.
É a embolia pulmonar.
>> Então, a pessoa tem uma trombose venosa normalmente em membros inferiores e aí esse trombo se desprende [música] e vai entupir, como se fosse uma rolha, uma artéria pulmonar.
>> Com o coágulo no pulmão, os sinais aparecem no peito e na respiração [música] e cada um entra na coluna de hoje no segundo em que é dito.
>> Se começou a ter falta de ar, começou a ter dor no peito, começou a ter escarro [música] com sangue, por favor, fale com seu médico, vá direto ao pronto-socorro para fazer avaliação se é ou não é uma embolia pulmonar.
>> Coração disparado e quase desmaio [música] ou desmaio também entram na lista.
Isso não é de esperar consulta, nem de ligar para consultório, é pedir ajuda [música] e ir para emergência.
E se a falta de ar vier junto com a perna inchada de um lado só, a suspeita é ainda maior, porque na maioria das vezes o coágulo do pulmão saiu [música] de uma trombose na perna.
Em 800 pessoas com embolia pulmonar, o sintoma mais comum foi a falta de ar que começa de repente [música] em cerca de oito em cada 10.
Depois a dor no peito, o desmaio [música] e a tosse com sangue.
Quase todas tinham pelo menos um desses.
>> E na numa situação de emergência, o que eu tenho para sugerir é ligue 192, né? A primeira coisa que tem que ser feita.
>> [música] >> O terceiro sinal é o contrário da trombose.
Não é o sangue que não volta, [música] é o sangue que parou de chegar.
A perna ou pé fica frio, pálido ou arroxeado, com dor forte que começou [música] de uma hora para outra, formigamento ou perda de força.
É a isquemia aguda e o sinal mais fácil de reconhecer em casa é o frio.
>> Né? Então, a diminuição da temperatura, [música] se entope o sangue e ele não chega na periferia, essa região vai ficar fria, né? Então, você pode colocar a mão e sentir [música] que que tá frio.
>> A isquemia aguda é a queda súbita do sangue que chega à perna, com risco de perder o membro e exige avaliação urgente.
[música] Os sinais clássicos são dor, palidez, falta de pulso, frio, formigamento e perda de força.
Ela tem relógio.
[música] Quanto mais tempo o tecido passa sem oxigênio, menor a chance de recuperar [música] tudo.
A conduta é emergência na hora, pelo mesmo 192.
[música] Você não espera a dor passar, nem espera amanhecer.
Pé frio que vem devagar, há meses, nos dois lados, é outra história.
É consulta nesta semana.
[música] Mas dor no pé parada ou deitado, que acorda você à noite, ou um dedo do pé ficando escuro, >> [música] >> precisa de médico hoje ou amanhã.
O quarto sinal é uma vermelhidão quente que vai [música] se espalhando pela perna, com febre, calafrio, a pessoa se sentindo doente.
Costuma ser erisipela, [música] uma infecção da pele por bactéria e ela não espera.
>> Normalmente a evolução dessa doença é muito rápida, é uma doença que é pode começar de manhã, de uma forma mais leve e à noite já tá numa situação [música] bem crítica.
>> O tratamento é antibiótico e cada episódio pode deixar marca nos vasos da linfa, a terceira [música] das três más circulações.
Um inchaço que fica e facilita a próxima erisipela.
Por isso a conduta é pronto socorro, não há vaga no consultório.
>> Mas se você for marcar uma consulta para passar sobre isso alguns dias depois, talvez já seja tarde demais, é melhor começar o tratamento antes [música] e o pronto socorro é o melhor lugar para fazer isso.
>> E depois que passar, procure a porta de entrada, o lugar por [música] onde a bactéria entrou.
Muitas vezes é uma frieira ou uma micose entre os dedos do pé.
>> É uma infecção [música] que precisa de uma porta de entrada.
Essa porta de entrada normalmente ocorre em pequenas feridas no pé e a [música] ferida mais comum é a micose.
>> [música] >> Agora a outra coluna.
O quinto sinal é a ferida que não fecha e a primeira coisa a separar duas palavras: [música] ferida e úlcera.
>> Em primeiro lugar, eu vou separar ferida de úlcera.
Ferida normalmente são mais agudas, são aquelas aqueles ferimentos que acontecem [música] e e podem resolver em torno aí de 15 dias.
Agora as úlceras não, as úlceras são crônicas, são aquelas Um dia elas podem ter sido ferida, né? Só que por [música] ter-se perpetuado por muito tempo, elas acabam eh se cronificando e viram as úlceras.
>> [música] >> A úlcera não fecha sozinha porque tem uma causa embaixo dela que ninguém tratou.
Uma veia, uma artéria, [música] o açúcar do sangue.
Não é de correr para o pronto socorro, é de marcar [música] consulta nessa semana para achar a causa.
Mas a ferida muda de faixa se aparecer [música] pus, cheiro forte, uma parte preta, vermelhidão subindo [música] pela perna ou febre.
Aí virou urgência e é pronto socorro.
E uma coisa precisa ser [música] dita, porque o medo de errar faz muita gente errar mais.
Mantenha a ferida limpa e não tenha medo de lavar.
Nos estudos, lavar com água da torneira tratada e própria para beber não aumentou o risco de infecção.
>> [música] >> É a limpeza com o chuveirinho, o o próprio chuveiro de tomar banho, coloca água corrente em cima da ferida e deixa a água corrente limpar [música] bastante essa ferida.
E se for usar algum material, [música] algum sabonete neutro para para limpeza, depois passar bastante água para retirar [música] qualquer resíduo que tenha sobrado.
>> Juntando dois estudos [música] com mais de 3.000 pacientes, lavar a ferida com água da torneira não aumentou o risco [música] de infecção em comparação com o soro fisiológico.
>> E essa higiene ela é essencial.
Sem essa higiene, a infecção volta e a úlcera não se fecha.
>> Duas perguntas chegaram do público sobre a ferida.
[música] A primeira: pode caminhar com ferida na perna? Em geral, sim, com a ferida protegida por um curativo.
Na úlcera venosa, caminhar até [música] ajuda a fechar.
Na ferida por artéria e no pé de quem tem diabetes, a resposta é outra.
[música] E quem libera é quem viu a sua ferida.
Juntando os estudos feitos até hoje, quem fez exercício, além da compressão, teve [música] 38% mais chance de a úlcera venosa fechar do que quem só usou a compressão.
A segunda é a ferida que cicatriza, [música] afina a pele e volta a sangrar no mesmo lugar.
>> Você notou alguma mancha marrom, escurecida ou avermelhada na região do tornozelo ou da panturrilha? [música] Às vezes, essas áreas ficam endurecidas ou com a pele mais fina.
Isso pode indicar que o sangue está se acumulando nas veias e vazando componentes como ferro e proteínas para pele.
>> [música] >> Na maioria das vezes, pele fina que quebra sempre no mesmo ponto é sinal de pressão alta dentro da veia muito tempo.
É a doença de baixo pedindo tratamento.
[música] Se ela sangrar, deite, levante a perna e aperte firme com pano limpo.
Se não parar em 10 minutos, é pronto socorro.
Se já sangrou e parou, procure o cirurgião vascular [música] nesta semana, porque pode voltar a sangrar forte.
E se você usa anticoagulante, sangramento é assunto da aula [música] dos remédios.
Quem tem diabetes entra num capítulo à parte, porque o pé que perdeu a sensibilidade machuca sem doer e a dor era justamente [música] o aviso.
>> E os sintomas dessa neuropatia na diabetes, elas podem ser muito sutis [música] no início.
Então, como começa a diminuir a sensibilidade dos pés, >> [música] >> a pessoa passa a não sentir uma pequena pedrinha no sapato, um pequeno incômodo de uma meia, uma bolinha que tenha no sapato.
E isso pode ficar raspando lá o dia inteiro, a ponto de causar uma ferida.
>> A diretriz internacional do pé diabético diz que a neuropatia deixa o pé sem [música] sensibilidade, que o sapato apertado ou um machucado pequeno abre ferida sem doer e que ferida no pé [música] de quem tem diabetes deve ser avaliada e tratada de imediato.
Por isso, [música] ferida no pé de quem tem diabetes não espera semana.
É para ser visto hoje ou amanhã.
>> [música] >> E vira pronto socorro se aparecer pus, cheiro forte, uma parte preta ou vermelhidão subindo, mesmo sem febre, porque no diabetes a febre muitas vezes não aparece.
[música] O gesto que protege é olhar os pés todos os dias.
>> E para evitar as lesões progressivas, [música] o calçado apropriado, vigiar, olhar para os pés sempre, todos os dias lá no final do dia, ver se tem alguma lesãozinha pequenininha, manter os pés limpos [música] e secos.
>> Juntando tudo, este é o cartão de alerta.
Agora, pronto socorro: perna que inchou de repente, [música] de um lado só, falta de ar súbita, dor no peito, desmaio ou escarro com sangue, [música] pé ou perna que de repente fica frio, pálido, dormente ou fraco, vermelhidão quente que se espalha [música] com febre, ferida com pus, cheiro forte ou parte preta e veia que sangrou e [música] não para em 10 minutos apertando.
Hoje ou amanhã, qualquer ferida, bolha ou vermelhidão no pé [música] de quem tem diabetes, dor no pé parado ou deitado que acorda à noite e dedo do pé escurecendo.
>> [música] >> Nesta semana, inchaço nas duas pernas que vem piorando devagar, ferida na perna [música] que não fecha, dor na panturrilha ao caminhar que passa ao parar e veia que sangrou e já parou.
[música] >> A única coisa que você realmente precisa se preocupar é se é uma uma emergência ou se não é.
>> A missão da semana [música] é imprimir o cartão de alerta e colar na geladeira com telefone de quem leva você ao hospital [música] anotado nele, a segunda via vai na bolsa.
Não é para guardar no meio [música] do material do curso, é para a porta da geladeira.
Cada sinal tem a sua hora, agora, hoje ou amanhã ou nesta semana.
Na próxima aula a gente muda de assunto e vai para comida, começando pela gordura que vai [música] na sua panela.
Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.