O ressecamento vaginal, causado principalmente pela baixa de estrogênio (hipoestrogenismo), pode ocorrer em qualquer fase da vida da mulher, não apenas após a m
Ele pode dar em mulheres que estão fazendo uma quimioterapia, mulheres que por algum motivo fizeram uma cirurgia que foram retirados seus ovários e ela não tem mais aquela produção ovariana de estrogênio.
Pode propiciar o aumento de infecções bacterianas na vulva e na vagina, aumenta o número de corrimentos, as bactérias elas podem proliferar tanto a tricomonas quanto a gardinerela e vem aquele corrimento ou mais acinzentado ou mais esverdeado de odor forte em grande quantidade.
Existem hidratantes vaginais. O hidratante vaginal, ele é um gel bem específico, ele tem a mesma função de um hidratante de pele, porém ele é para a área vaginal. Eles são a base de ácido hialurônico, então eles mantêm essa hidratação por cerca de três dias e com isso diminui a incidência dessas infecções.
O tratamento delas é um pouquinho diferente.
Sim, porém elas precisam de um hormônio para essa região. O mais indicado é o uso de estradiol em gel, em creme vaginal ou em óvulo vaginal para essa área.
Olá, hoje nós vamos conversar sobre um sintoma muito comum em mulheres praticamente de todas as idades, que é o ressecamento vaginal. Muitas mulheres acham que o ressecamento vaginal só vai ocorrer após a menopausa e se enganam, o ressecamento vaginal pode acontecer em qualquer fase da vida. Ele está associado ao hipoestrogenismo, ou seja, pela baixa de estrogênio no nosso organismo.
E como ele pode dar em mulheres mais jovens? Ele pode dar em mulheres que estão fazendo uma quimioterapia, mulheres que por algum motivo fizeram uma cirurgia que foram retirados seus ovários e ela não tem mais aquela produção ovariana de estrogênio. Mulheres no pós-parto que estão amamentando também têm um hipoestrogenismo e com isso elas também têm um maior ressecamento vaginal. E qual é a consequência desse ressecamento vaginal nessa idade? Pode propiciar o aumento de infecções bacterianas na vulva e na vagina, aumenta o número de corrimentos, as bactérias elas podem proliferar tanto a tricomonas quanto a gardinerela e vem aquele corrimento ou mais acinzentado ou mais esverdeado de odor forte em grande quantidade.
Se não for tratado essas infecções, essas infecções elas podem acender pelo trato genital feminino e podem causar uma doença inflamatória crônica que a gente chama de DIP. Muitas vezes nas mulheres que estão amamentando, quando elas param de amamentar, cerca de uma semana, 15 dias, elas já começam a produção de estrogênio normalmente e esse sintoma de ressecamento vai melhorando. E como que a gente faz o tratamento dessas pacientes nessa fase de pós-amamentação ou de amamentação que estão com esse ressecamento vaginal? E mesmo nessas pacientes que fizeram essa quimioterapia e estão com esse ressecamento vaginal? Existem hidratantes vaginais.
O hidratante vaginal, ele é um gel bem específico, ele tem a mesma função de um hidratante de pele, porém ele é para a área vaginal. Eles são a base de ácido hialurônico, então eles mantêm essa hidratação por cerca de três dias e com isso diminui a incidência dessas infecções. Já em pacientes que foram oforectomizadas, ou seja, que tiveram seus ovários retirados por algum problema, ela já não tem essa produção de estrogênio que possa voltar.
Então o que que acontece? O tratamento delas é um pouquinho diferente. Pode estar associado com o hidratante vaginal? Sim, porém elas precisam de um hormônio para essa região. O mais indicado é o uso de estradiol em gel, em creme vaginal ou em óvulo vaginal para essa área.
E nas pacientes na menopausa que passam pelo processo de ressecamento vaginal? A gente sabe que na pós-menopausa as mulheres têm um sintoma muito comum, que é a secura vaginal, a ardência vaginal, às vezes tem sangramento vaginal, porque essa região está muito seca e começa a ter microfissuras que dão esse sangramento. Então fica difícil ter uma relação sexual. Ela tem mais propensão a ter infecção urinária, a ter infecção vaginal, começa a ter perda de urina pela fragilidade dessa mucosa vaginal, a bexiga pode cair um pouquinho.
O que melhora muito nessas pacientes é uma terapia de reposição hormonal baseada em estrogênio, se ela não tem útero e se ela tem útero em estrogênio e progesterona, tanto oral quanto transdérmico, em forma de gel, associado a hidratantes vaginais, estrogênios locais, via vaginal também. O que ajuda muito essas mulheres também nessa fase é associar essa terapia que a gente já faz com o uso do laser vaginal. O laser vaginal, ele vai agir no trofismo dessa musculatura e dessa mucosa e melhora muito essa sensação de ressecamento vaginal, de atrofia vaginal, de queda de bexiga, de perda de urina.
Portanto, se você tem essa queixa, procure o seu ginecologista, converse sobre o assunto e se você tiver mais dúvidas, pode mandar por aqui. Se você gostou desse vídeo, inscreva-se no nosso canal, dê o seu like e ative o sininho de notificação.
Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.