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Ácido Hialurônico, PMMA e Silicone: Quais os Perigos? Visão do Radiologista | AmatoCast Ep. 65

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Ácido Hialurônico, PMMA e Silicone: Quais os Perigos? Visão do Radiologista | AmatoCast Ep. 65

O episódio apresenta o médico radiologista Dr. Flávio Consulo para discutir procedimentos minimamente invasivos, com foco na perspectiva do radiologista diante

Capítulos

Perguntas respondidas neste vídeo

Como que foi essa escolha?

Legal, é assim, primeiro eu venho de uma família de médicos, então todos em casa são médicos, tanto meu pai, minha mãe, quanto os outros três irmãos e foi um impulsionamento familiar, então como o assunto era só medicina, não tinha muita opção ali em casa, mas a radiologia em si, durante a faculdade, eu fiz a faculdade lá na USP em Ribeirão Preto e eu fui fazer um estágio fora, eu fui fazer um estágio nos Estados Unidos e parte do estágio era em radiologia e parte do estágio é em cirurgia e meu pai é cirurgião, então é lógico que a torcida dele era para que eu fosse cirurgião e eu já desenvolvi algumas coisas dentro da cirurgia, da parte de pesquisa dentro da faculdade e então eu fiquei nesses dois estágios.

Que é a infiltração por PMMA, ácido hielurônico, o que a gente faz depois disso, porque a minha parte não está muito na parte de realização do procedimento estético, mas sim na complicação dele, quando ele dá errado Então, a gente vai avaliar isso aí depois, e também entender o que é o procedimento minimamente invasivo do ponto de vista mais técnico, que são as utilidades do minimamente invasivo para diagnóstico e para tratamento, acho que essa daí é a ideia da gente cobrir hoje Tá, fazer uma diferenciação ali pra ficar bem claro, né?

Porque pra quem não é da área da medicina, pra quem não é médico, eu imagino que grande parte do nosso público, eu imagino não, tenho certeza, quem não é da área da medicina, até tem uns médicos que acompanham, que já comentaram aqui, legal, mas normalmente as dúvidas são leigas, as minhas dúvidas também são leigas, então vamos lá Não, mas as explicações do Alexandre e as explicações do pessoal sempre são muito boas, então...

Ah, é verdade, eles conseguem desenhar ali mentalmente Eu mesmo, quando passa algum ali, eu olho e falo, nossa, que sacada legal isso daí, foi bem desenhado pra que fique o mais claro possível É verdade, a equipe aqui é super completa, né?

Então tem todas as...

Na tomo Então Para alguns diagnósticos você precisa do contraste Tá Aí vai muito de avaliar Qual o risco que esse paciente especificamente tem Aí você já entra no caso a caso Entendeu?

Aí não é questão probabilística Mas mais caso a caso Eu queria citar algumas doenças específicas Mas a gente não vai ter tempo, porque a hora que eu olhei no relógio Eu me assustei, a gente tem 5 minutos Para citar tudo isso Então assim, eu acho que o que é importante agora Depois de tudo isso, imagino que as principais dúvidas Dos mitos e verdades foram esclarecidas Vou até dar uma sugestão para quem Esse quadro que a gente faz, que a gente pega Os trend topics das perguntas mais comuns Do assunto que a gente trouxe Se você topar, eu ia falar para as pessoas mandarem para as suas redes sociais Pode ser Que aí você pode ir respondendo uma caixinha de perguntas Ou até no direct Se alguém que está acompanhando aqui ainda tiver alguma dúvida Relacionada a isso Mas para a gente finalizar, sobre os procedimentos minimamente invasivos Então eu queria um resumo sobre Em quais casos que eles são de fato Orientados em questão de doença Depois do diagnóstico Que a gente falou bastante da parte do diagnóstico E quais são os benefícios Se a pessoa tem uma recuperação mais rápida Para quem está procurando também Já tem um direcionamento aí se vale a pena procurar ou não Eu vou colocar primeiro O que é a minha prática No músculo esquelético, a gente consegue Fazer, por exemplo, infiltrações De corticoide, de anestésico E intraarticular Ou tendão E você consegue ter um resultado muito bom Para aquela lesão específica Então, por exemplo Você ia usar o corticoide Você ia tomar o corticoide para melhorar Aquela lesão que você tem no tendão Do ombro Ao invés disso, você guia a agulha Põe a agulha e injeta o contraste Injeta o contraste, desculpa Injeta o corticoide exatamente naquele lugar Tudo tem indicação correta Então você às vezes injetar Cialurônico, às vezes você vai injetar A substância que você vai injetar Depende do resultado que você quer O que é importante Você guiando bem aquilo ali Você coloca pouco material Você invade pouco organismo Então não vai girar aquele corticoide pelo corpo todo E você consegue ter um resultado Bem específico Então para lesão muscular Na questão das infiltrações Direcionadas para tendão, para músculo A gente tem resultados muito bons Já do ponto de vista Minimamente invasivo Para tratamento De lesões mais profundas Esses são mais interessantes ainda Então assim Você tem uma lesão no fígado Paciente jovem Você tem aquela lesão Você fez todas as imagens Você não tem ideia do que é aquela lesão Você precisa tirar um pedacinho daquela lesão para ver Isso a gente chama de biópsia Então essa biópsia poderia ser Antigamente aberta Hoje você não vai fazer aberta De jeito nenhum Você vai pegar, põe uma agulha Agulhona Vai até o tumor E tira um pedacinho daquele tumor E existem alguns tipos de tumores Esse daí É o tipo de lesão Que a gente vê na tireoide E alguns no fígado também Que você consegue tratar aquele tumor Ou seja, matar o tumor Sem ter que abrir o paciente Eu acho isso fantástico Então aí entra As ablações Que podem ser por radiofrequência Ou por crioterapia Então basicamente o que você faz Você vai com um caninho Até o meio daquela lesão Por radiofrequência igual micro-ondas Você forma um halo de lesão Você mata todas as células Naquela região Você consegue controlar até qual o tamanho da lesão Que você quer fazer E você matou aquele tumor Então tem indicações muito específicas Mas assim, como método É excelente Na tireoide é muito comum A gente tem utilizado cada vez mais E a crioterapia é a mesma coisa Você faz isso, mas aí ao invés de você Queimar com radiofrequência Você congela toda aquela região Então Essa é a parte do tratamento Que hoje é o mais Interessante Acho que eu respondi A sua pergunta ou não A gente não pode passar do horário Mas ainda tem muita coisa Imagino que você ainda teria muita explicação Pra falar sobre Mas acho que as principais dúvidas Dessas que a gente recebeu Foram respondidas Muito bem respondidas Esclarecidas de uma forma mais simples Que a gente estava conversando É um tema complexo Pra quem não é da área da medicina Mas foi uma explicação bem didática Antes da gente finalizar Eu só vou citar pra vocês que estão acompanhando até aqui Pra quem já estava acompanhando antes Já sabe que a gente tem um primeiro patrocínio Aqui pro Amatocache Que é do Laboratório Origem Especializado em saúde De novo Pra comentar sobre outros temas E uma continuação também Deste episódio Então eu vou pedir pra você curtir, comentar e compartilhar Que é muito importante pro nosso engajamento E faz com que a gente sempre traga novos especialistas Aqui, sobretudo que envolvem qualidade de vida Agradeço a sua participação

Transcrição completa do vídeo

Meu nome é Letícia Miyamoto e está no ar mais um Amatocast pelo canal do Instituto Amato e agradeço mais uma vez o carinho da sua audiência e participação aqui conosco para falar sobre tudo que envolve qualidade de vida. Nos últimos episódios nós recebemos convidados especiais para falar primeiro sobre lipedema, a relação com a fisioterapia, um tema que vocês já tinham pedido aqui nos nossos comentários, que inclusive é muito importante para que a gente saiba o que que vocês estão querendo que a gente traga aqui para de tema mais discutido, enfim, tudo que vocês têm interesse em saber e antes também trouxemos um especialista para falar sobre longevidade da mulher. Hoje novamente com um convidado especial, dessa vez o médico radiologista Dr. Flávio Cônsulo para falar sobre procedimentos minimamente invasivos.

Antes de dar as boas-vindas aqui para o nosso especialista eu vou apresentar o nosso convidado de hoje. O Dr. Flávio Cônsulo é médico radiologista especialista em músculo esquelético formado pela Universidade de São Paulo, radiologista pela Santa Casa de São Paulo e também atua como coordenador de equipes médicas em grandes hospitais de São Paulo. Bem-vindo, doutor.

Obrigado, obrigada Letícia. Como que você escolheu essa especialidade, inclusive que as pessoas têm muitas dúvidas sobre o que, como que funciona o trabalho de um radiologista, né, às vezes confunde, acha que radiologista não é médico de fato, mas é e muito, né? Como que foi essa escolha? Legal, é assim, primeiro eu venho de uma família de médicos, então todos em casa são médicos, tanto meu pai, minha mãe, quanto os outros três irmãos e foi um impulsionamento familiar, então como o assunto era só medicina, não tinha muita opção ali em casa, mas a radiologia em si, durante a faculdade, eu fiz a faculdade lá na USP em Ribeirão Preto e eu fui fazer um estágio fora, eu fui fazer um estágio nos Estados Unidos e parte do estágio era em radiologia e parte do estágio é em cirurgia e meu pai é cirurgião, então é lógico que a torcida dele era para que eu fosse cirurgião e eu já desenvolvi algumas coisas dentro da cirurgia, da parte de pesquisa dentro da faculdade e então eu fiquei nesses dois estágios. Quando eu fui para fazer o estágio dentro da radiologia foi que eu gostei bastante do assunto, eu já tenho o perfil mais nerd, então assim, a radiologia encaixou muito bem com esse perfil e foi por isso que eu escolhi.

Os pontos que mais me chamaram atenção dentro da prática o aluno de medicina no geral tem pouco contato com a radiologia durante a formação, então os poucos contatos que eu tive que me chamaram muita atenção foram dois casos específicos, que foi uma reconstrução 3D de uma coluna, que era uma coluna que tinha uma lesão tuberculosa, então uma infecção de tuberculose que tinha ido até a coluna, e aí você faz um buraco na coluna e aí você reconstrói isso dentro do computador e fica muito bonito, apesar de trágico, é bonito. Na visão médica. É, exato.

E a outra coisa foi quando a gente estava fazendo alguma aula e aí eu vi a vascularização do rim no ultrassom, e aí foi que eu falei, nossa, isso daqui é muito legal mas é uma área muito específica e a maioria do pessoal não chama muita atenção para a maioria dos médicos e para a maioria dos alunos de medicina durante o curso, então foi essa razão que me fez levar para a radiologia Eu acho que o que as pessoas têm muita dificuldade de entender é o que o radiologista realmente faz, porque a gente acaba confundindo muito o radiologista com o técnico de radiologia, então assim, para ficar bem claro, o radiologista é o médico que vai ler os exames de raio-x, de ressonância magnética, de tomografia, e no Brasil, ele vai fazer e ler o exame de ultrassom É dele a responsabilidade do laudo do exame, tá? Agora, o técnico de radiologia, ele vai fazer realmente o exame, é ele que bate o raio-x é ele que controla a máquina de tomografia e é ele que controla a máquina de ressonância, então se você vai em um laboratório eventualmente você nem vai cruzar com o médico radiologista, o médico radiologista às vezes nem está ali ou ele vai só ver aquele exame em um momento posterior, então, o que ele vai fazer? O técnico vai lá, te posiciona, faz o raio-x, esse raio-x vai para o sistema antigamente a gente imprimia tudo, lembra que tinha aqueles filmes de radiologia que a gente usava até para ver eclipse, essas coisas Isso, exatamente, isso ainda tem, mas a gente não usa mais tanto, então ele vai bater essa imagem e depois isso vai para o sistema e aí a gente vai avaliar, e é a gente que vai fazer essa avaliação e publicar o álbum, tá? Então, o técnico de radiologia tem essa função existem algumas que são biomédicos, algumas pessoas são biomédicos que fazem essa mesma função do técnico de radiologia e tem o médico radiologista, no Brasil, o ultrassom é feito por médicos mesmo, então o médico radiologista faz, performa o ultrassom aqui dentro Entendeu? E sua atuação é em hospital, principalmente? A minha atuação é principalmente em hospital, eu já trabalhei em clínica, mas hoje é principalmente em hospital Legal, e hoje, inclusive, é um assunto que as pessoas têm muitas dúvidas, né? Acham que procedimentos minimamente invasivos costumam relacionar a estética, né? O que a gente vai poder falar aqui de mais, o nosso destaque, sem dar muitos spoilers ainda, Nassim? Bom, eu acho que assim, a ideia é conversar um pouco sobre o que tem em voga, o que a gente tem tido mais na mídia, que é mais relacionado à estética mesmo, né? Que é a infiltração por PMMA, ácido hielurônico, o que a gente faz depois disso, porque a minha parte não está muito na parte de realização do procedimento estético, mas sim na complicação dele, quando ele dá errado Então, a gente vai avaliar isso aí depois, e também entender o que é o procedimento minimamente invasivo do ponto de vista mais técnico, que são as utilidades do minimamente invasivo para diagnóstico e para tratamento, acho que essa daí é a ideia da gente cobrir hoje Tá, fazer uma diferenciação ali pra ficar bem claro, né? Porque pra quem não é da área da medicina, pra quem não é médico, eu imagino que grande parte do nosso público, eu imagino não, tenho certeza, quem não é da área da medicina, até tem uns médicos que acompanham, que já comentaram aqui, legal, mas normalmente as dúvidas são leigas, as minhas dúvidas também são leigas, então vamos lá Não, mas as explicações do Alexandre e as explicações do pessoal sempre são muito boas, então... Ah, é verdade, eles conseguem desenhar ali mentalmente Eu mesmo, quando passa algum ali, eu olho e falo, nossa, que sacada legal isso daí, foi bem desenhado pra que fique o mais claro possível É verdade, a equipe aqui é super completa, né? Então tem todas as... Você chega também a atender de vez em quando? Eu atendo de vez em quando, assim, o que eu faço de atendimento é mais dentro do ultrassom e aqui na clínica eu faço as esterossalpingografias Que pode ser considerado um procedimento minimamente invasivo também, mas é basicamente um exame muito específico, que é um exame pra, normalmente, a paciente que não tá conseguindo engravidar e ela quer saber como é que estão as tubas Então a gente injeta contraste dentro do útero e esse contraste passa pra dentro do útero e sai pelas trompas Se uma das trompas está obstruída ou as duas trompas estão obstruídas, essa paciente não vai conseguir ou vai ter maior dificuldade pra engravidar naturalmente Ah, que legal Então assim, tem foco específico e aqui a gente faz com sedação porque um dos maiores problemas é que injetar contraste dentro do útero dá uma cólica muito intensa Então tem lugares que a gente faz sem sedação e lugares que a gente faz com sedação Entendi, por isso que tem que ter a estrutura do hospital dia que é o caso da clínica, né? Exatamente, faz dentro do centro cirúrgico, é outra estrutura completamente diferente da clínica Legal, então antes da gente começar de fato aqui no nosso tema de hoje, eu só vou aproveitar e citar pra você que tá acompanhando Que agora o nosso Amatokast tem mais um patrocínio, que é da Sigvares, que oferece meias de compressão pra todos os momentos da sua vida A gente vai rodar um vídeo rapidinho pra vocês entenderem como funciona A Sigvares possui opções de meias de compressão graduada para todos os momentos da sua vida Transparência Elegância E elasticidade Conforto Ampla tabela de medidas Variedade de modelos e cores Diversos modelos Panturrilha, meia-coxa, meia-calça Meias femininas Meias masculinas Meias esportivas Linha especialidades para tratamento de doenças venosas e linfáticas Compressão pneumática Compressão pneumática para tratar edemas e prevenir coágulo sanguíneo Sigvares Go Bom, então doutora, a gente vai começar falando sobre os procedimentos minimamente invasivos ligados à estética Que é o que as pessoas mais costumam saber, encontrar informação na internet Eu mesmo fazendo a busca aqui pro nosso episódio, quando eu coloquei esse tema É o que encontra mais relacionado à estética e também é uma explicação mais geral do que é Um procedimento minimamente invasivo que não é feito corte de cirurgia Que não é feito ali de fato em centro cirúrgico Como que funciona, doutor? Então, basicamente o que a gente considera como procedimento minimamente invasivo São aqueles que você usa a menor invasão Então assim, como o próprio nome diz, é a menor invasão possível Então, na maioria das vezes, são agulhas que a gente usa Então entra nessas aplicações de subcutâneo Mas também entram nesses procedimentos minimamente invasivos Procedimentos bem mais complexos e bem mais profundos Mais profundos no sentido de profundidade do corpo mesmo Então, eu quero tirar um pedacinho, fazer uma biópsia do fígado, por exemplo Eu posso abrir, ir lá no centro cirúrgico, abrir, olhar e fazer um corte Isso é muito invasivo Imagina a quantidade de coisas que você precisa ter para chegar lá E a gente está sempre indo para o lado minimamente invasivo E para também tentar melhorar o resultado para o paciente Melhorar o risco do paciente Então, às vezes, o paciente tem vários riscos Um paciente muito idoso, um paciente com risco cardiológico muito importante Que você não quer que ele passe por uma cirurgia grande Então você vai lá, faz a biópsia E aí você tem o resultado e pode tratar de outras maneiras Então, às vezes, você precisa guiar uma quimioterapia Se você não tiver um pedaço daquele tumor Para você poder testar no laboratório Exatamente o que eu posso usar para matar aquele tumor Você não consegue guiar aquela quimioterapia Então, qual o caminho que você vai seguir? Você pode ir lá, fazer uma biópsia maior Ou você pode fazer uma biópsia menor Então, assim, no minimamente invasivo, inclui muita coisa Mas é basicamente infiltrações, coisas guiadas por agulha Entendeu? E a gente considera também, em cirurgias minimamente invasivas hoje Aquelas que são só por uma cânula Então você põe uma cânula, a camerazinha, vai e volta Mas aí já não é tanto a minha área que é dentro da radiologia Na radiologia, muito mais agulha Eu preciso chegar com a agulha naquele lugar E como é que você vai ver se a agulha está naquele lugar ou não? É aí que entra a radiologia Então você pode guiar esse procedimento minimamente invasivo Pelo ultrassom, pela tomografia E menos utilizado pela ressonância E outro material que a gente usa bastante para fazer Outro método que a gente usa bastante para fazer os procedimentos É por escopia Que é aquele arco cirúrgico Que é um arco que a gente coloca em cima do paciente Que também é basicamente um raio-x Só que é um raio-x dinâmico Você está vendo o tempo todo Onde que você está entrando com a agulha Então a ideia é essa Por que você precisa do radiologista? Porque o radiologista é quem vai saber exatamente Onde está o ponto guiado por aquele método de imagem Entendeu? Essa que é a ideia Parece tão simples Que as pessoas também começaram a querer fazer Principalmente para a estética Que a gente estava dizendo Que parece uma coisa tão sem risco Então, o que tem mais acontecido Que tem ficado muito em voga na mídia É a questão das infiltrações mais de subcutânea Então, as três mais importantes materiais Que a gente usa é o PNMA A gente tem muita coisa na mídia já De problemas com o PNMA E aí ele se discute Quem pode injetar Quem não pode injetar Se discute se pode ou não pode injetar No geral E o Botox Que a gente usa Basicamente, o que é o Botox? A toxina botulínica Botox é um nome comercial A toxina botulínica Ela desativa a placa neuromuscular Daquele músculo Então, quando você injeta Botox naquele lugar Você desliga aquele músculo É basicamente isso Pra que a gente usa isso? Pra um monte de coisa Não é só pra estética Mas pra estética Você não quer deixar a marquinha XYZ Lá que você quer Então você coloca o Botox ali Então você não vai enrugar Aquele músculo facial Aquele músculo superficial E aí você tenta ter o resultado estético Através disso E outra coisa que a gente usa muito Como preenchedor Que enche um lugar É o ácido hialurônico Além disso, tem outros procedimentos estéticos Que você passa fios Alguns materiais dentro do subcutâneo E que também tem Chamado atenção E tem tido alguns problemas Assim como os outros Mas esses não são Tão comuns Quanto o ácido hialurônico e o PMMA Que eu acho que são os que estão mais Chamando mais atenção Eu acho assim Do PMMA O que a gente tem visto A minha experiência Como eu te disse É mais na consequência deles Então um dos maiores Ah, e tem uma coisa que eu acho que é importante Que é o silicone industrial Isso saiu um pouco de moda Mas teve uma época Que tinha muita injeção de silicone industrial Então a gente pegava O silicone industrial Qual a diferença? O silicone mesmo O silicone que a gente usa É uma prótese de silicone Você usa uma cápsula Que a gente chama de elastômero E esse elastômero Contém o silicone ali dentro Porque o silicone solto Ele não fica parado no mesmo lugar A gente usa inclusive Para lubrificar as coisas Então as pessoas Usavam Injetavam silicone industrial Para preencher alguns lugares Então para fazer a mama maior Para fazer o bumbum maior A panturrilha maior Então se usava muito isso E o silicone industrial Uma das consequências dele É que ele se mexe dentro do organismo Então pela própria gravidade Ele vai parar em outros lugares Então eu já tive Alguns casos interessantes que foram disso De pacientes que acabavam Com silicone parando lá no tornozelo Porque fica de pé E injetou silicone na bunda Injetou silicone no peito E ele vai descendo Então assim, ele flui Dentro do subcutâneo Porque o nosso subcutâneo A gordura é frouxa E aí o silicone vai pra lá E ele vai parar nos linfômodos também Então assim, tem o PMMA Ácido hialurônico, Botox E aí o silicone industrial Que era o que eu tinha esquecido E a gente tem o médico Assim, do ponto de vista estético Que tem as próteses também Que nem sempre são minimamente invasivas Várias são colocadas em cirurgias de grande porte Mas algumas você consegue Colocar via minimamente invasiva Aqui no Brasil a gente usa Muito silicone mesmo Mas nos Estados Unidos, por exemplo, você pode Colocar uma prótese de salina Eles chamam de salina, mas é soro E você primeiro passa a prótese Pra aquele lugar, através de um furinho Na barriga, e aí você coloca A prótese na mama onde você quer que ela fique E depois você vai inflando Ela, né Preenchendo ela com Com soro E aí você enche ela Então nesse caso, essa prótese especificamente Ela não é de silicone, mas é uma prótese de Salina, de Soro fisiológico Então Tem essas, dentro da área De minimamente invasiva, a gente tem essas opções O que chama muita atenção Dentro da minimamente invasiva Para a estética, é o PMMA O PMMA, o que ele tem tido De consequência, a principal consequência Dele, é que hoje A gente não tem como tirar ele do corpo Então uma vez que você colocou ele ali Você não consegue tirar Você não consegue identificar Bem aquela estrutura, saber Onde ele foi injetado E várias vezes, quando você estava falando de Injeção glútea Você injeta o PMMA, tanto Dentro das fibras do músculo glúteo Maior, quanto no Subcutâneo E aí você não tem um método para você conseguir Limpar aquilo ali depois Então se você tem uma infecção Suponhamos que você, pior das hipóteses Injetou o PMMA E entrou uma bactériazinha junto Com o material que você estava injetando Fez uma infecção, só que aquela infecção Já passou a barreira protetora Mas a parte mais importante que a gente tem Que é a pele Você mesmo injetou lá dentro Então você rompeu essa primeira barreira E aí o seu organismo vai tentar Lutar contra aquele PMMA E aí ele vai fazer Os buracos, ele vai fazer Uma cápsula em volta daquilo ali E é o que a gente chama de abscesso Então vai formar os abscessos Em volta daquele conteúdo de PMMA Mas imagina isso sendo colocado em vários Pontos ao mesmo tempo Quando você pensa, ah, eu tenho um abscessinho Aqui, você sabe, tá aquele ali Agora se foi injetado em vários Lugares ao mesmo tempo Você tem vários lugares de abscesso ao mesmo tempo E aí pra abrir Não ante-mulher, mas Não necessariamente Ela quer um resultado estético positivo E aí ela conseguiu Ganhar tamanho Nossa, ficou linda, meu bumbum ficou maravilhoso Ótimo, só que aí vem a infecção Depois Como é que ela vai tratar essa infecção Aí você faz via oral A medicação Antibacteriana ou antibiótico Ele não consegue Entrar dentro daquela Cápsula Então você Sendo via oral ou via endovenosa Você não consegue fazer com que o antibiótico Combata a bactéria ali dentro Então Você fica com aquela coleção Aí você tem que passar pra um procedimento cirúrgico Invasivo Pra conseguir tirar aquilo lá As pessoas escolhem aí O PMMA porque é mais barato Não sei, não tenho a menor Ideia Não sei se ele é mais barato Não sei se o resultado Aconsegue um preenchimento a longo prazo Mas assim É relativamente Perigoso Algo que você não consegue controlar Quando que ele vai sair do seu organismo Acho que Tem que prestar bem atenção no que você vai fazer Tem casos famosos inclusive A Andressa Urach Que quase morreu por causa do PMMA Ela falou bastante sobre isso E o que eu queria citar agora também Como acabou ficando muito comum Esses procedimentos minimamente invasivos de forma geral A gente tá falando da estética Mas daqui a pouco a gente vai falar mais das doenças Acabou que outros especialistas De outras áreas Os não médicos que a gente já citou No episódio específico sobre isso Começaram a oferecer esse tipo de tratamento em clínicas Clínicas de estética, biomédicos Isso também acaba sendo um alerta Pra você que é da área específica Que você vê muitas complicações Isso costuma ser comum? Isso aí é comum Eu acho que Pode ter várias razões Então pode ser uma razão financeira Pode ser uma razão de falta de conhecimento Mas o maior problema de realização Desses procedimentos é justamente Quem vai lidar com a complicação Então acho que a parte de injetar O material XYZ Que você quiser escolher em algum lugar Não é o maior problema O que a gente quer saber É como que nós vamos lidar Com a complicação disso Então quem vai lidar com essa complicação? Essa que é a discussão Se vai ser sempre o hospital Que vai lidar Vai ser o médico Qual o tamanho da gravidade Do que você está se expondo Se der tudo certo é maravilhoso Ok Mas se der tudo errado é bem complicado Então acho que É nisso que Pesa a questão de fazer com Não médicos ou fazer com médicos E o preparo que a pessoa vai ter Pra fazer aquele procedimento específico Naquele momento e pra lidar com as consequências Dele, mas o que me chama mais A atenção, pelo menos pra mim É a consequência A consequência disso depois Qual a complicação e quem vai lidar com essa complicação A infecção é só uma delas A migrar Esse material migrar de um lugar para o outro Ou o resultado estético Que não ficou bom o suficiente Ou ficou ruim Quem que vai lidar com isso? Como é que nós vamos tirar isso depois? É igual a tatuagem basicamente Como é que você tira isso? Não tira, tem que fazer aquele laser Específico Não tem como fazer Então beleza, hoje Estou com 30 anos Está ótimo, e com 60? Isso daqui vai ficar bom? A gente não sabe o que vai acontecer E hoje a gente não tem como Tirar esse material Principalmente o PMMA No caso do ácido hialurônico já é um pouquinho diferente Então A gente tem um tempo De absorção do ácido hialurônico dentro do organismo E a gente tem uma enzima Que chama hialuronidase E a hialuronidase Ela Ela quebra O ácido hialurônico Então você pode usar a hialuronidase Para quebrar o acionante dentro da pele O que a gente tem visto Muito hoje Cada vez mais O que a gente tem visto dentro da radiologia É o que a gente chama de ultrassom de mapeamento dermatológico Então A paciente foi lá e fez ácido hialurônico PMMA E injetou em vários pontos no rosto Principalmente no rosto E aí o que o Dermatologista quer saber Aonde que foi injetado Porque esse daí é outro problema Você faz com um profissional E nem sempre você vai seguir com aquele profissional Ou você vai ter contato com aquele profissional por muito tempo Ele pode ter mudado Você pode ter mudado Um monte de coisa pode ter acontecido Então como é que você vai saber onde exatamente Está o material que foi injetado Aí entra a radiologia No ultrassom Então a gente faz um ultrassom Com uma frequência muito alta A frequência do próprio transdutor Porque ele é focado em ver só A pele Só a parte mais superficial da pele E aí você vai ver Onde que foi injetado exatamente E aí normalmente O laudo que a gente faz Desse ultrassom dermatológico É um mapa de um rosto E aí você vai pintando Onde que tem o laço helorônico Onde que tem o PMMA Porque o médico quer saber Se ele já tem naquele lugar ou não Principalmente se ele vai poder Aumentar, diminuir Se ele vai usar a helorendase para tirar um pouco Num lugar específico Mas isso focando num ponto de vista estético Tá E falando de procedimentos minimamente invasivos De forma geral, estético ou não Qualquer pessoa pode fazer Ou isso tem que ser avaliado junto com o médico Como que funciona? Normalmente o que se faz Para os procedimentos minimamente invasivos Do ponto de vista de diagnóstico A grande maioria das pessoas Pode fazer E não precisa fazer uma consulta prévia Então acaba entrando como mais ou menos Um exame Agora já Então só para eu diferenciar Para você em dois grandes grupos O grupo do diagnóstico E o grupo do tratamento Tem algumas intersecções aí no meio Mas principalmente diagnóstico e tratamento O que eu quero dizer com isso? O diagnóstico o que é? É o que eu vou fazer para tentar descobrir Qual a doença que o paciente tem Então eu quero saber Qual é essa lesão Exatamente qual que é O tratamento já é outra coisa É como eu trato aquela lesão Então eventualmente Você pode usar um método minimamente invasivo Para queimar aquela lesão Para tirar aquela lesão Para Conseguir tirar o maior pedaço possível Daquela lesão Então essa é a diferença entre tratamento e diagnóstico Quando a gente fala em minimamente invasivo e diagnóstico A gente está pensando principalmente Em biópsia de próstata Biópsia de tireoide Biópsia de fígado Biópsia de lesões pulmonares Que a gente faz na tomografia E esses exames Que apesar de serem Exames radiológicos Podem ser considerados como minimamente invasivos No caso a esterossalpingografia A infusão de Contraste dentro das articulações Para fazer o diagnóstico de lesão labral Então Tem esses dois grandes grupos Num grupo de diagnóstico você não precisa de grande preparo Entendeu? Por exemplo, uma das coisas que a gente faz bastante Dentro do músculo esquelético É o procedimento de Artrorressonância ou artrotomografia O interessante é que Apesar de a gente ter uma ressonância Muito avançada A gente já tem aí quase 40 anos de ressonância magnética E você consegue Imagens muito boas do ombro, por exemplo Mas existe uma estrutura dentro do ombro Que é o lábio Que se você fizer na tomografia Com a injeção de contraste Dentro da articulação A sensibilidade e especificidade Daquele exame específico para a lesão labral É até melhor do que a da ressonância Então apesar de ser um método Bem diferente, a tomografia é muito mais focada Em osso do que em partes Molhes, quando a gente diz Músculo subcutâneo Quando você injeta contraste você consegue ver Muito bem o lábio É um método que não Tem sido mais tão utilizado Mas há muito tempo atrás ele era muito utilizado Quando a gente não tinha ressonância Era o único disponível Então assim Do ponto de vista de músculo esquelético a gente tem A injeção intraarticular da lesão E uma intersecção Que eu acho muito interessante É que em alguns casos a gente faz O procedimento minimamente invasivo A infiltração para fazer um teste Diagnóstico, então por exemplo Você chega, ah eu tenho uma dor Aqui Na articulação que eu acho Que é uma capsulite, eu acho que aquela dor É por causa da articulação Propriamente dita e não por causa dos tendões Dos músculos que estão ali E o médico está em dúvida O radiologista está em dúvida, você já fez uma ressonância E aí ninguém sabe A gente vai lá, coloca uma agulhazinha Esse caso especificamente A gente faz na escopia A escopia é aquele arco ou Máquina de raio-x E você posiciona a agulha Dentro da articulação e injeta contraste Com esse contraste Você coloca anestesia O que acontece? Se a dor é da articulação Na hora vai ter uma melhora E é na hora mesmo É bem interessante Porque é um teste diagnóstico Naquele momento, você injetou O paciente fala, doutor sumiu Você sabe que é capsular Você sabe que é articular Então você já tem certeza Que aquilo ali é a razão Da dor do paciente Você injetou aquilo ali Injetou o contraste Porque você precisa ver onde você está injetando Não é porque você precisa ter contraste Eu já tenho duas dúvidas aí Não anda a ver, tranquilo, sem estresse Então assim Você precisa do contraste para saber Eu acertei a articulação Porque se eu não acertar a articulação Posso injetar fora E aí você injetou Com o anestésico Fala, nossa, está maravilhoso E eu fazia muita ressonância Arte de ressonância de ombro Você injeta contraste Dentro da articulação do ombro E junto do contraste, você injeta anestésico Tanto para fazer o trajeto Que você está fazendo, para não doer Na hora que você está fazendo o personagemamento Quanto para fazer o teste E aí eu sempre orientava os pacientes Olha, toma cuidado Porque se você tinha uma lesão Antes, agora você vai ter Líquido dentro da articulação Mais do que você tinha antes Porque você injeta líquido dentro da articulação De propósito e tem anestésico Ou seja, você vai fazer os movimentos E não vai doer Então é um momento perigoso Para você não aumentar a sua lesão Então toma cuidado Então Essa questão do teste diagnóstico Também é bem interessante Para essa questão articular Para a injeção de contraste intraarticular E tem muita coisa, inclusive Uma das minhas primeiras dúvidas Era a diferença, para ficar bem claro Tomografia, ressonância e raio-x Porque parece a mesma coisa Na prática, quem nunca Passou no hospital e estava lá Ah, a gente vai tentar o raio-x primeiro Para depois ir para outro mais específico E a pessoa ficar com medo da frequência Se fizer um exame específico Doutor, qual é a diferença dos três? Isso aí, para nós É algo muito, muito, muito Básico, mas realmente Gera dúvida na maioria da população Basicamente o que é? Raio-x é um emissor De raio-x Então você gera uma corrente elétrica E nessa corrente elétrica Você emite raio-x Na hora que você gera a corrente elétrica naquele ponto Você emite raio-x para todos os lados Que é aquele aparelhinho Que fica pendurado lá em cima Aquele aparelhinho é o que emite o raio-x E aí você vai ver que ele tem um monte de proteção Em volta, porque você quer Direcionar aquele raio-x exatamente Naquele lugar, e aí lembra Que normalmente você vai fazer um raio-x de qualquer coisa Ele aperta um botãozinho e aparece uma luz Uma luz com x Porque esse daí é a área que vai ser exposta Ao raio-x Aí atrás dessa área Então você coloca o paciente aqui O emissor de raio-x aqui E a placa receptor aqui A placa receptor antes era De prata, você tinha Era físico e hoje Na maioria das vezes é uma placa digital Você emite E aí captura aquilo ali e já manda para o sistema Então o raio-x É esse aparelho Inventaram depois disso A tomografia Que raio-x é para osso, desculpa Não, só não Mas principalmente para osso Mas no tórax ele tem uma utilidade Bem importante Para a gente ver pneumonia, por exemplo Para ver parêntese no pulmonar, ele funciona muito bem Mas no resto É principalmente para osso No abdômen para a gente ver distribuição de alça Mas hoje como a tomografia e a ressonância Já são muito mais disponíveis do que eram antes A gente acaba usando mais a tomografia Do que o Raio-x Então a tomografia basicamente o que que é Você pega esse mesmo Aparelhinho de raio-x Que eu te falei, o receptor e o emissor De raio-x E aí você coloca ele dentro de um negócio que gira Entendeu? E o nome inteiro é tomografia computadorizada De qualquer coisa Por que que é computadorizada? Porque na verdade o emissor de raio-x E o receptor Da tomografia é basicamente Uma fitinha Que fica de um lado Que está rodando e o outro é só um pontinho Que fica do outro lado E esse ponto é que vai girando Por isso que o aparelho de tomografia parece um anel Então você olha assim O anel curto é o aparelho de tomografia E na hora que você está dentro do aparelho Você vai ver que fica um negócio em transi Porque na verdade ele está rodando E ele tem que rodar bem rápido E quando a imagem sai Ela é basicamente um monte de linhas E aí o computador É que vai montar essas linhas E vai formar a imagem propriamente dita E aí ao invés de você fazer Uma imagem plana Você vai fazer uma imagem no corte axial Tá? Então ao invés de você fazer uma foto Você foi lá e pegou Esse objeto e fez um espiral Em volta dele E esse espiral soltou uma imagem E aí com a montagem da imagem Você consegue tirar daqui pra cima Eu vejo por dentro O que tem naquilo ali Entendeu? Essa é a ideia da tomografia E a tomografia É útil pra um monte de coisa Pro crânio ela é super importante Então pra V.C Anjo T.C pra avaliação De vasos, de aneurisma Então a tomografia serve pra Muita coisa, não é só pra osso Apesar de ser de raio X E a gente usa Muito, principalmente na medicina de emergência E em outros diagnósticos Acompanhamento de câncer, a gente usa pra tudo isso A ressonância magnética É outra coisa, é outro bicho, não tem nada a ver Com os anteriores Então basicamente o que que eles Descobriram Eles descobriram que assim como você coloca no micro-ondas Você esquenta as partículas De água dentro daquela estrutura Daquele material que você colocou lá dentro Quando você Tira a excitação daquelas Moléculas de água, elas emitem Um sinal de radiofrequência Tá simples? Tá difícil? Não, dá pra entender Tô acompanhando E através dessa mudança Dessa emissão de radiofrequência Que você determina o quanto Que tem de água E aí a partir dessa imagem Então você usa ímãs Muito grandes Então pra você ter ideia A gente tá falando de A gente considera em teslas A unidade De magnetismo É o Tesla E a gente tem Máquinas de 3 Tesla Que é uma quantidade de magnetismo muito alta Essa daí é a máquina Que você realmente precisa Pensar muito antes de entrar Não do ponto de vista de risco A saúde, mas pra tirar metal Porque essa daí é aquela que Se tiver o celular junto Queima a bateria Se tiver o relógio junto, desregula ele inteiro Faz pra tirar brinco, faz pra tirar... Exatamente, aí você vai ver na porta Que tem lá aquele símbolozinho do magnetismo E tem até a marca no chão Onde você pode entrar Sem ter nenhum comprometimento Então essa máquina Ela é perigosa do ponto de vista de segurança Por causa do magnetismo Mas pra formação de imagem Pro paciente entender O que acontece ali Basicamente você submete o corpo A uma Corrente magnética É um campo magnético muito intenso Que é dividido de diversas maneiras E aí com o resultado Do que o seu corpo mandou de volta De radiação, de radiofrequência Você consegue formar a imagem Isso é a ressonância magnética A ressonância magnética é o método mais Novo É o método mais moderno Mas cada método tem uma função E a ressonância serve pra que? Olha, dentro da minha área Do músculo esquelético Ela é a mais utilizada Porque pra fazer O diagnóstico de lesão de coluna Coluna é o nosso maior volume Joelho A única maneira de você Tirando o método clínico Pra você ter uma imagem boa de joelho Por exemplo, e ver a lesão daqueles jogadores De futebol, lesão de ligamento cruzado Lesão de ligamento colateral É na ressonância que a gente vai ver Entendeu? Então pra músculo, pra lesão articular A ressonância é excelente Mas ela também serve pra Ressonância de mama, ressonância do cérebro A gente consegue ver algumas lesões Que a gente não consegue ver Na tomografia Então cada método vai ter sua utilidade Específica Mas no músculo a gente tem A ressonância muito mais utilizada do que os outros E essa preocupação dos pacientes Olha, fiz um exame já uma vez O médico pediu outro, vou ter câncer Se eu fizer Isso é super importante Existe e existe de verdade Não é brincadeira O raio-x tem uma dose Então imagina o seguinte Hoje você vivendo Você tem uma radiação do ambiente E Essa radiação já acontece Então você nunca não está exposto à radiação Radiação tem radiação da luz Tem radiação da TV, tem radiação de um monte de coisa Mas a própria radiação Do nível da radiação ionizante Então aí a palavra chave Do negócio é Ionizante Ionizante o que ela quer dizer? Quer dizer que ela tem energia o suficiente para jogar Um elétron de uma camada para outra Tecnicamente é isso Então isso é radiação ionizante O raio-x E a tomografia utilizam radiação ionizante A ressonância não utiliza radiação ionizante Ela utiliza radiofrequência O raio-x A gente faz só um flash Então bateu lá Por milissegundos Bateu Aquilo lá é uma quantidade de radiação muito pequenininha Então é muito raro que um raio-x Cause Tenha quantidade de radiação suficiente Para causar um problema A tomografia não A tomografia o ideal é sim tomar cuidado Por que? Porque quando a gente faz uma tomografia de abdômen A gente faz 3 sequências E aí você vai ouvir Cada vez que você está fazendo Você está Com o emissor de radiação ligado Isso daí conta por Vários mil raios-x Milhares de raios-x Entendeu? Então Cada exame vai ter uma relação específica Então não é uma O crânio vai ter menos radiação O abdômen vai ter mais radiação Depende de um monte de coisa Hoje em dia a maioria dos equipamentos Usam a mínima dosagem Então em alguns lugares Eles até colocam um laudo Mas é bem mais comum hoje Você utilizar o mínimo de radiação Possível Mas isso não quer dizer que é pouca Então aquele paciente que vai fazer Tomografia e está Fazer o exame Sem ter nenhuma razão para fazer o exame É bobagem Fazer o exame Com radiação ionizante é pior ainda Então É um exame que você só tem que pensar antes de fazer Não é um grande problema Mas não pode se fazer demais Isso daí é muito importante Para a vida toda do paciente Então não é a radiação ionizante Ah eu fiz hoje Daqui a 10 dias não conta mais Não, ele é acumulativo Para a vida inteira Então por isso que você vai ver que os médicos Eles tem muita preocupação Para radiação ionizante principalmente no começo Da vida Então criança Bebê intraútero A gente evita muito a radiação ionizante Porque equivale A muito mais exposição Do que quando você é adulto Entendeu, quando você é mais Velhinho porque Você aumenta muito a chance Daquilo ali ter uma Consequência A consequência Pior É virar um tumorzinho Então assim A radiação ionizante em grande Quantidade tem a chance De fazer com que A célula se reproduza sem parar E isso daí é o cancerzinho A gente já está esclarecendo um mito aqui então Mito e verdade, que na verdade é uma verdade né Aquele que entra nos mitos e verdades A gente costuma fazer aqui, acho que não vai dar tempo de chegar Mas já está adiantando Vamos falar dos mitos e verdades O que as pessoas mais Perguntam Quantas tomografias ao longo da vida Um limite mais ou menos Não existe Se você fizer uma tomografia num bebê muito Muito pequeno, ele equivale a muitas Tomografias de um paciente mais velho Então assim É uma questão de risco Não é uma questão de quantidade De radiação Então não existe isso aí propriamente dito Essa pergunta eu já tive de vários médicos E eu já fui procurar e não consegui um número exato Eu já vi Principalmente o paciente Que está tratando o linfoma Que você faz a cada seis meses uma tomografia Para acompanhamento Aí você faz crânio, tórax Abdômen, faz tudo junto O médico me falou Cara, quantas tomografias eu posso fazer Que eu não estou causando mais Problema Não estou aumentando o risco dele De fazer uma nova lesão Entendeu? E essa questão da radiação ionizante Entra inclusive Num questionamento bem interessante Que está na mídia hoje Que é a questão da mamografia Se Quantas mamografias Aumenta a chance da própria lesão Ser causada pela mamografia Então assim Tudo isso daí Tem que ser muito bem investigado Para não Para ter certeza Do que está sendo falado Mas por enquanto você acredita Na nossa opinião de radiologista Uma vez por ano a mamografia é de fato indicada Ou você acha que depende de paciente Para paciente a partir da idade Que é de fato orientada O que eu acho Eu acho que Eu não tenho capacidade suficiente Para julgar, é isso que eu acho Mas com base no que Os estudiosos sobre o assunto Dizem, é que a partir dos 40 anos É indicado a fazer Uma mamografia por ano Em vários países Se utiliza uma mamografia cada 2 anos Em alguns outros Países a partir dos 50 anos Então precisa ser Muito bem avaliado Quanto que a gente Perde de tumor Nesse período E para poder dizer Se vale a pena na nossa população Fazer a partir dos 40 anos Ou a partir dos 50 anos De ano em ano ou a cada 2 anos Aí é coisa assim Ministério, ultra especialista E aí debater sobre o assunto Por muito tempo E eu acho que uma das coisas que também é importante É que o pessoal tem que usar Como base a nossa população Porque a gente tem que saber Como é a nossa população Então se o dado está baseado na população dos Estados Unidos E aí a nossa população precisa De um exame a cada um ano Então acho que nisso daí A estatística seria bem importante Para fazer esse Para avaliar o que é o melhor O que é o mais significativo Tanto do ponto de vista de custo Quanto do ponto de vista de detecção De tumor precoce A utilização da mamografia A função da mamografia é Detecção de lesão precoce Mas a minha prática Que a gente tem visto Que tem me chamado a atenção É só quantidade de lesões Em pacientes jovens Não sei se essas pacientes Não faziam diagnóstico antes Mas eu estou falando jovem Abaixo dos 40 anos E o jovem abaixo dos 40 anos A mamografia Por ter uma mama muito densa Ela acaba tendo menos sensibilidade Ela começa a não pegar tanto As micro calcificações Que é um indicativo da mamografia Então O ultrassom que pega mais essas lesões E o que a gente tem visto Na prática É um aumento no número De lesões em pacientes mais jovens Pode ser que isso daí Seja só uma amostra viciada minha Que direcionam Mas essa é a impressão Que a gente tem na minha prática Pelo menos Eu não posso deixar de perguntar Quem está acompanhando vai brigar comigo Deve ter vindo para saber disso Contraste, doutor Tem gente que tem medo de fazer exame Desde criança eu escuto falar Não vai fazer com contraste Quando eu ia no hospital Ela falava minha filha não vai fazer Inclusive vem uma autorização Quando você é maior de idade Ou quando é para um filho É um mito O contraste de fato tem risco Vou pedir uma explicação rápida A gente ainda tem que falar Das doenças de fato Bom, basicamente Contraste não é uma coisa só Contraste são várias substâncias Então existe o contraste para Ressonância, existe o contraste para tomografia Existem vários tipos de contraste Dentro dessas De cada um dos métodos Então não é uma coisa só O contraste que mais Causou medo na população Era um contraste da década De 80, década de 90 Que ele realmente dava Muita reação e é o contraste iodado Então quando a gente Fala, você teve reação Ao camarão, você tem Alergia a camarão, alergia a isso, alergia aquilo Você estava Tentando descobrir se você Já teve ou não Alergia ao iodo A gente tem iodo no organismo Então você não tem alergia completa ao iodo Mas alguma substância Tem que ser que está junto ao iodo E antes a gente usava Um contraste que Ele tinha um alto peso molecular Um peso osmolar E hoje a gente já Usa um com Um peso muito mais compatível Com o sangue Essa é a ideia, tá? Tô tentando ser o mais Menos técnico possível Então hoje As reações que a gente tem de contraste iodado São muito menores do que a gente tinha Há 30 anos atrás Então o contraste hoje é muito mais Seguro do que a gente Usava antes, mas isso eu estou me referindo Ao contraste iodado Que é o que a gente usa principalmente na Tomografia Quando você ouve isso daí Ah, eu tive lá e queria fazer um contraste E teve um problema É a tomografia Só que hoje Se eu não me engano é um para cada 10 mil Um para cada 100 mil a quantidade De alergias Graves que a gente tem ao contraste iodado Já diminuiu muito Esse número Então hoje é muito mais seguro A gente treinava muito a alergia ao contraste Quando eu estava na residência, por exemplo Mas hoje A gente já não é mais Não é algo tão Tão frequente quanto era antes Entendeu? Então assim, foco, contraste iodado Agora no raio-x Você tem um contraste de bario Que é uma outra substância Que é o que você toma, parece um leitinho E você faz um exame de esôfago Esse daí não tem consequência nenhuma Do ponto de vista de alergia É muito raro você ter alergia a isso Mas se você aspirar ele Entrar pelo lugar errado Pela traqueia Ele causa um problema Ele não consegue ser absorvido pelo organismo Então cada contraste vai ter Seu risco Entendeu? Mas o que vocês querem saber é Iodado, tem risco? Tem Você nunca fez contraste na vida Você pode ter uma reação grave ao contraste? Pode A gente não tem como prever isso Não tem teste para fazer Então a gente não tem como prever É reversível se tiver uma reação grave? O que a gente precisa fazer é tratar esse paciente Entendeu? Então reação grave é muito rara E os hospitais estão preparados para fazer isso Os hospitais, as clínicas A gente tá sempre com Se você vai ver dentro da tomografia Tem sempre um carrinho ali Naquele carrinho tem várias medicações Que a gente tem que utilizar caso o paciente Tenha uma reação grave Então essa é a ideia A reação grave ela existe Ela é rara, muito rara E a gente não tem como saber Se você vai fazer essa reação mais grave ou não Agora o paciente que já fez uma reação leve Uma urticária A urticaria é o coceirinha Fez uma lesão na pele Fez alguma lesão Alguma reação bem leve Ele tem um risco um pouco maior De fazer uma reação mais grave Nas próximas vezes que ele for injetar o contraste E aí algumas vezes A gente vai pedir para você fazer um negócio Que chama protocolo de sensibilização Então você usa Medicações antialérgicas Para diminuir a sua reação àquele contraste Entendeu? Mas é sempre custo-benefício Ah, vou fazer Putz, é um exame que eu tenho certeza Que não tem problema nenhum Pra que eu vou injetar contraste Então assim, tudo isso é discutível Mas é discutível ali na hora E com o médico que solicitou o exame Entendeu? Se ele pediu com contraste, alguma razão tem Essa que é a ideia E a ressonância também tem contraste E aí este aí também não tem nada A ver com o contraste da tomografia E não tem nada a ver com o contraste Do raio-x O nome é o mesmo Mas o contraste da ressonância Ele é chamado de gadolinio Esse daí, o risco dele É mais para os pacientes renais Então o problema do gadolinio É fazer uma lesão Que só vai aparecer no paciente Anos e anos depois Então ele circula no organismo Depois ele é expelido E uma parte dele pode fazer uma lesão No rim que só vai ser descoberta depois Então, existe a reação alérgica Os componentes da fórmula Do contraste da ressonância? Sim, existe Só que ela é muito menor do que da tomografia Então na ressonância o contraste É muito mais seguro do ponto de vista De alergia E o que a gente se preocupa mais É se a função renal do paciente está boa Mas é lógico A gente quer saber se ele já teve reação alérgica Vai fazer o questionário De segurança normal Mas do ponto de vista De probabilidade A probabilidade de uma reação alérgica grave É muito menor na ressonância Do que na tomografia Mas ela é baixa hoje Na modernidade ela é baixa em todos esses itens Ela é rara de qualquer maneira E você como radiologista imagino Que seja para quem nega fazer com contraste Tem medo Alguns diagnósticos para que eles sejam confirmados É essencial o uso do contraste Exato, aí tem algumas coisas Que você precisa do contraste Por exemplo, angiotomografia Qual a ideia da angiotomografia? Você injeta o contraste na veia E aí esse contraste circula E você faz o exame enquanto aquele contraste Está circulando Então você vai ver, anjo quer dizer vaso Então você quer ver os vasos Dentro do organismo Se você não injeta o contraste Não dá para fazer uma angiotomografia Entendeu? Na tomo Então Para alguns diagnósticos você precisa do contraste Tá Aí vai muito de avaliar Qual o risco que esse paciente especificamente tem Aí você já entra no caso a caso Entendeu? Aí não é questão probabilística Mas mais caso a caso Eu queria citar algumas doenças específicas Mas a gente não vai ter tempo, porque a hora que eu olhei no relógio Eu me assustei, a gente tem 5 minutos Para citar tudo isso Então assim, eu acho que o que é importante agora Depois de tudo isso, imagino que as principais dúvidas Dos mitos e verdades foram esclarecidas Vou até dar uma sugestão para quem Esse quadro que a gente faz, que a gente pega Os trend topics das perguntas mais comuns Do assunto que a gente trouxe Se você topar, eu ia falar para as pessoas mandarem para as suas redes sociais Pode ser Que aí você pode ir respondendo uma caixinha de perguntas Ou até no direct Se alguém que está acompanhando aqui ainda tiver alguma dúvida Relacionada a isso Mas para a gente finalizar, sobre os procedimentos minimamente invasivos Então eu queria um resumo sobre Em quais casos que eles são de fato Orientados em questão de doença Depois do diagnóstico Que a gente falou bastante da parte do diagnóstico E quais são os benefícios Se a pessoa tem uma recuperação mais rápida Para quem está procurando também Já tem um direcionamento aí se vale a pena procurar ou não Eu vou colocar primeiro O que é a minha prática No músculo esquelético, a gente consegue Fazer, por exemplo, infiltrações De corticoide, de anestésico E intraarticular Ou tendão E você consegue ter um resultado muito bom Para aquela lesão específica Então, por exemplo Você ia usar o corticoide Você ia tomar o corticoide para melhorar Aquela lesão que você tem no tendão Do ombro Ao invés disso, você guia a agulha Põe a agulha e injeta o contraste Injeta o contraste, desculpa Injeta o corticoide exatamente naquele lugar Tudo tem indicação correta Então você às vezes injetar Cialurônico, às vezes você vai injetar A substância que você vai injetar Depende do resultado que você quer O que é importante Você guiando bem aquilo ali Você coloca pouco material Você invade pouco organismo Então não vai girar aquele corticoide pelo corpo todo E você consegue ter um resultado Bem específico Então para lesão muscular Na questão das infiltrações Direcionadas para tendão, para músculo A gente tem resultados muito bons Já do ponto de vista Minimamente invasivo Para tratamento De lesões mais profundas Esses são mais interessantes ainda Então assim Você tem uma lesão no fígado Paciente jovem Você tem aquela lesão Você fez todas as imagens Você não tem ideia do que é aquela lesão Você precisa tirar um pedacinho daquela lesão para ver Isso a gente chama de biópsia Então essa biópsia poderia ser Antigamente aberta Hoje você não vai fazer aberta De jeito nenhum Você vai pegar, põe uma agulha Agulhona Vai até o tumor E tira um pedacinho daquele tumor E existem alguns tipos de tumores Esse daí É o tipo de lesão Que a gente vê na tireoide E alguns no fígado também Que você consegue tratar aquele tumor Ou seja, matar o tumor Sem ter que abrir o paciente Eu acho isso fantástico Então aí entra As ablações Que podem ser por radiofrequência Ou por crioterapia Então basicamente o que você faz Você vai com um caninho Até o meio daquela lesão Por radiofrequência igual micro-ondas Você forma um halo de lesão Você mata todas as células Naquela região Você consegue controlar até qual o tamanho da lesão Que você quer fazer E você matou aquele tumor Então tem indicações muito específicas Mas assim, como método É excelente Na tireoide é muito comum A gente tem utilizado cada vez mais E a crioterapia é a mesma coisa Você faz isso, mas aí ao invés de você Queimar com radiofrequência Você congela toda aquela região Então Essa é a parte do tratamento Que hoje é o mais Interessante Acho que eu respondi A sua pergunta ou não A gente não pode passar do horário Mas ainda tem muita coisa Imagino que você ainda teria muita explicação Pra falar sobre Mas acho que as principais dúvidas Dessas que a gente recebeu Foram respondidas Muito bem respondidas Esclarecidas de uma forma mais simples Que a gente estava conversando É um tema complexo Pra quem não é da área da medicina Mas foi uma explicação bem didática Antes da gente finalizar Eu só vou citar pra vocês que estão acompanhando até aqui Pra quem já estava acompanhando antes Já sabe que a gente tem um primeiro patrocínio Aqui pro Amatocache Que é do Laboratório Origem Especializado em saúde De novo Pra comentar sobre outros temas E uma continuação também Deste episódio Então eu vou pedir pra você curtir, comentar e compartilhar Que é muito importante pro nosso engajamento E faz com que a gente sempre traga novos especialistas Aqui, sobretudo que envolvem qualidade de vida Agradeço a sua participação

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