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NUNCA Faça Isso nas Festas (Pode Custar Sua Saúde) | Ep. 105

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NUNCA Faça Isso nas Festas (Pode Custar Sua Saúde) | Ep. 105

# Resumo: NUNCA Faça Isso nas Festas (Pode Custar Sua Saúde) | Ep. 105 O episódio 105 do Amatocast reúne o Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular especialista

Perguntas respondidas neste vídeo

>> Vai ser muito legal, né?

Inclusive, a gente tava tentando explicar um pouquinho no último episódio da das como as especialidades podem se unir.

Então, para quem ficou curioso, porque que a gente trouxe um cirurgião vascular e uma médica ginecologista para falar sobre o mesmo tema, é porque agora final de ano a saúde deve ser cuidada de uma forma geral, né, doutora?

Mas tem pontos específicos aí das duas especialidades que são muitos muito diferentes, mas também se unem vários pontos. >> Ah, se complementam. Com certeza.

Então aquele checkup anual deixou ali pro último 45 do segundo tempo, né?

E deixa para fazer em dezembro.

>> E a sua especialidade, doutor?

Começo do ano as pessoas querem estar mais saudáveis. Interessante. Eu lembro aí, é que agora eu tô com lipedema, eh, atuo bastante nisso.

>> Vira aquele ciclo, né?

>> É. >> Ou vem em dezembro querendo resolver tudo de uma vez.

Transcrição completa do vídeo

เฮ [música] >> [música] [música] >> เฮ [música] เฮ [música] เฮ [música] เฮ [música] เฮ [música] เฮ [música] เฮ [música] >> [música] [música] >> Olá, meu nome é Letícia Minha Moto, está no ar mais um Amatocast pelo canal do Instituto Amato e agradeço mais uma vez o carinho da sua audiência e participação aqui conosco para falar sobre tudo que envolve qualidade de vida.
Nos últimos episódios nós falamos da síndrome de ativação mastocitária e antes de cuidados com a tireoide.
Hoje nós recebemos o casal Dra.
Alexandre Amato e Dr.
Dra.
Juliana Amato, cirurgião vascular e também médica ginecologista, para falar sobre dicas para o fim e começo de ano.
É um tema muito interessante que vocês já tinham pedido, a gente estava ansioso para trazer aqui.
Teve gente comentando também que queria sobre essa época, né, que o pessoal tá se preparando aí pras festas, iniciando também o ano de maneira saudável.
Então, antes de dar as boas-vindas aqui pros nossos médicos especialistas de hoje, eu vou apresentar um pouquinho do currículo deles para vocês poderem conheccê-los melhor.
A Dra.
Juliana Mato tem título de especialista pela Febrasgo e pela Associação Médica Brasileira, pós-graduada em infertilidade e reprodução humana pela USP, Universidade de São Paulo, e residência médica em ginecologia e obstetrícia pela UNISA.
O professor Dr.
Alexandre Amato é médico e cirurgião vascular e endovascular do Instituto Amato.
O especialista é doutor em ciências pela Universidade de São Paulo.
Atualmente faz pesquisa científica em Lipedema e é presidente da Associação Brasileira de Lipedema.
Além disso, é autor de diversos livros sobre saúde.
Bem-vindos, doutores.
>> Obrigada.
>> Vai ser muito legal, né? Inclusive, a gente tava tentando explicar um pouquinho no último episódio da das como as especialidades podem se unir.
Então, para quem ficou curioso, porque que a gente trouxe um cirurgião vascular e uma médica ginecologista para falar sobre o mesmo tema, é porque agora final de ano a saúde deve ser cuidada de uma forma geral, né, doutora? Mas tem pontos específicos aí das duas especialidades que são muitos muito diferentes, mas também se unem vários pontos.
>> Ah, se complementam.
Com certeza.
>> Tem tudo a ver, tudo a ver.
Tem muita interface entre a ginecologia e a vascular.
É, >> no final do ano, vocês percebem, começo do ano também que as pessoas ficam mais doentes assim, de forma geral, procuram mais ou às vezes até, ah, tive um sintoma aqui.
>> Ah, eu acho que assim, final de ano é muito engraçado, pelo menos para mim, né, no consultório, as pessoas não vão no ginecologista o ano inteiro, aí chega dezembro é um desespero porque vai terminar o ano, então elas querem fazer o checkup do ano, então chove de consulta para consultas de rotina.
>> Ah, tá.
Então aquele checkup anual deixou ali pro último 45 do segundo tempo, né? E deixa para fazer em dezembro.
>> E a sua especialidade, doutor? Começo do ano as pessoas querem estar mais saudáveis.
Interessante.
Eu lembro aí, é que agora eu tô com lipedema, eh, atuo bastante nisso.
Minha agenda não é mais exatamente assim, mas é engraçado que no começo do ano zerava, ficava as moscas.
Janeiro eu tinha que fazer alguma coisa porque senão eu ia ficar louco, não tinha nada para fazer.
Hoje em dia não mais, mas é engraçado, as pessoas fogem, né, porque t medo de fazer tratamento de varizes vazinho na época do verão e aí queima.
Pessoas esquecem de fazer no inverno, aí chega no verão, não faz porque aí é quente e não quer manchar.
>> Vira aquele ciclo, né? >> É.
>> Ou vem em dezembro querendo resolver tudo de uma vez.
>> Tudo de uma vez, né? Tem muito isso, né? De final do ano dá aquela sensação que você precisa resolver a vida e começar realmente renovado, né? Precisa começar mais saudável.
Tem muito inclusive das pessoas que começam a academia, né? Fala: "Ah, vou deixar pro pro começo do ano".
E aí começa às vezes até fica ali em janeiro ou deixa para depois do carnaval, né? Que fala que o carnaval o ano começa de fato em março, né? Tem >> todo mundo vai arranjar desculpa que que lhe convém, né? A gente tem que tomar cuidado com isso.
>> É a desculpa do alcólatra, né? Que é aquela aquela frase que que fala, né? Que é desculpa quando bebe quando tá feliz, bebe quando tá triste.
[risadas] >> É isso aí.
É para comer uma hora.
>> Ou seja, bebe todo dia, né? É, exatamente.
E agora na dentro de cada especialidade, quais são os erros mais comuns assim que vocês vêm tanto no final de ano como começo do ano? Quer começar, doutor? >> Bom, do começo do ano eu acho que tem muito a ver com o verão mesmo, né? Então, com calor, ã, muitas mulheres vão pra praia, questão da candidase e tem muito nessa época de verão, eh, porque fica com o biquíni molhado, ã, fica muito tempo na praia.
E é o que eu vejo mais, sabe? E de final de ano, de final de ano acho que não tem muita coisa não, mas é mais as pessoas que querem deixar tudo em dia mesmo.
Mas começo de ano, o verão pega bastante.
Os corrimentos nem tanto a candidas é a o que mais ocorre, mas os corrimentos em geral, >> tá? >> Viagem, né? Viagem é sempre um monte de dúvida, né? Porque vai pegar avião, vai ficar de ônibus eh sentado muito tempo.
Uhum.
>> Aí vem aquela tem que usar a meia elástica, não tem que usar a meia elástica, tem que fazer alguma coisa diferente, né? Então essa é a dúvida mais frequente para pra época de de férias.
>> Sim.
E são duas especialidades também que dá para você se prevenir ali para não ter nenhum susto, né? Ah, >> principalmente nessa época de viagem realmente que vocês citaram, porque a pessoa já tá longe, né? Já tá ali sem poder às vezes passar numa consulta de de emergência ou às vezes nunca foi no hospital ali na cidade que tá, não confia, né? Enfim, vai procurar o contato do médico, né, para ir atrás de >> Isso é uma coisa legal.
Eu acho que isso, isso a gente nunca fala aqui, eh, para qualquer lugar que você vá, conheça o sistema de saúde, tem uma um um conhecimento mínimo de qual que é o hospital próximo, quem que pode ajudar, porque as pessoas viajam sem e de repente descobre que tá numa cidade de praia, que não tem nem para onde ir ou que no final de semana não tem médico.
>> É.
>> E e aí entra no desespero, >> sim, >> né? É, eu tenho uma história engraçada disso que na verdade e a gente tá falando dos hipocondríacos, né, no último episódio, que na verdade às vezes não são, né, hipocondrias, hipocondríacos.
Para quem não acompanhou, veja que vai conseguir entender porque que a gente tá falando isso.
Mas eh eu também eu tenho a minha avó que é idosa, tá sempre na minha casa, moro sozinho, mas ela fica, ela me visita demais e eu fiz uma lista de hospitais que são próximos a gente aqui, né, quando ela tá me visitando.
Fiz lá em na cidade que ela mora hoje, que é Bauru, no interior de São Paulo.
E também quando a gente viaja, eu sou a pessoa que faz que faz uma lista.
>> Olha que legal, porque isso é muito difícil, >> né? E é super importante, >> é dessas coisas de assim, ah, tem ali na emergência, sabe? Saber o que fazer ou para quem ligar e quando eu saio idoso que cuida, tem que saber os medicamentos, porque do nosso lado, né, como médico no pronto socorro, eu não trabalho mais em pronto socorro, mas já trabalhei muito.
O eh é é um problema chega um idoso eh desfalecido e aí o que que ele toma? Não sei >> que doença ele tem.
Não sei.
E são pessoas próximas, parentes próximas.
Às vezes não vive junto, não sabe esses essas pequenas coisas que mudam tudo.
>> Exatamente.
É, exatamente.
>> É.
E o idoso muitas vezes não sabe nem o que ele toma, né? Ele fala: "Ah, aquele comprimidinho pequenininho, tem o outro da noite que é o maior deses".
>> Exato.
Na hora do desespero, às vezes você pode até saber, né? Mas tem anotado ali é uma garantia, porque você esquece tudo, né? Na hora do nervoso, da hora do >> Isso se tiver acordado, né? Porque pode ter sido alguma coisa mais.
alguém acompanhando, né? Eu, se tivesse com a minha avó num susto desse, eu vou esquecer até o nome, porque você fica tão desesperado, né? Que e até contato assim, né, de alguém que possa ajudar, eu deixo no meu apartamento quando eu tô fora e ela fica lá sozinha.
O contato é uma dica legal, isso o contato de pessoas do prédio que são mais próximas a mim, que podem numa emergência levá- lá no hospital, sabe? Com certeza.
>> Nesse acho que é uma é uma coisa boa, né? >> No calor, uma coisa importante do ponto de vista eh circulatório, é cuidado com a hidratação, né? É super comum desidratação.
Pessoal vai pro praia, fica embaixo do sol, tudo, e esquece de tomar água.
E lembrando que eh eu vi alguém comentando que tem tinha uma roda de X amigos e todos os X amigos estavam usando a caneta para emagrecer, né? É uma das uma das coisas que acontece e perde o gatilho da sede também, não é só da fome.
>> Então, como tem muita gente usando, tem que lembrar que, ó, tem que tomar água.
>> Ah, isso, esse é importante.
Pedra no rin que eu digo, né? Já tiver experiência.
Você também, né? Já teve dout? Não, graças a Deus.
>> Ah, ainda bem.
A única sortuda aqui só e [risadas] nunca mais.
>> É, eu também.
Eu cada cólica que eu tenho é um medo de sentir aquilo de novo Jesus.
Quem tá acompanhando e já teve sabe do que a gente tá falando.
>> Sabe alguma coisa que me veio na cabeça agora que eu queria perguntar para vocês? Primeiro os socorros, né? Se vocês acham que realmente é válido as pessoas eh procurarem ou um curso ou até no YouTube mesmo, saber ali o básico, é, não só para final de ano, começo do ano, mas pra vida mesmo, né? Ninguém ter muito legal.
Tem um tem um negócio chamado >> Sim.
>> Eh, basic life support.
>> Uhum.
Eh, tem os cursos profissionais médicos, que é o ATLS, o o ACLS.
>> É isso, não é isso que a gente tá falando aqui.
Eu tô falando, as entidades médicas que eh provém esse curso profissional também tem o curso pro Leg.
>> Ah, legal.
>> Que é o BLS.
Eu lembro que eh eu tava num grupo de de amigos e alguém contando a seguinte história que tava viajando de de avião, aí o o alguém começou a passar mal, ah, porque tá com a pressão baixa, não sei o quê.
Pressão baixa, pressão baixa.
E aí o que ela tava falando é um absurdo, porque o médico foi lá e nem deu um pouquinho de sal para >> É, todo mundo lembra do sal, né? É, >> aí eu tava no grupo de amigo falei: "Masor, calma aí, vamos lá.
Tem um canal bom na internet que eu vou mandar o link, só se inscrever aqui [risadas] que tem um vídeo falando de de pressão baixa, >> que o sal não é o o que tem que ser feito, >> mas eu eu percebi que é a vontade dela de querer ajudar as pessoas".
Falei: "Por que que você não vai fazer o o BLS? É muito legal.
E é presencial.
Essa curso >> é presencial e é um curso, gente, eu não tô fazendo, eu não tenho nada a ver com eles.
Eu tô falando que é legal mesmo.
Eh, que aí tem simulação.
>> Ah, que legal.
>> Então eles contratam ator, tudo emergência, né? >> E você aprende o que tem que fazer, aprende a mexer com Deia, sabe? O desfibrilador.
Todos os e eventos grandes tem que ter Deia.
Então não adianta nada ter o aparelhinho de dar choque se ninguém sabe usar.
>> Sim, >> né? E até no engasgo, né, pessoal? >> No engasgo, manobra de heinlich, todas as manobras que que tem que fazer.
>> É, uma vez ele salvou nosso filho com a manobra de Rim.
>> Eu ia perguntar isso.
Vocês como médicos já tiveram que agir numa situação assim de emergência? Pro filho, pro cachorro também.
>> Pro cachorro também.
A gente estava num restaurante japonês e o nosso filho engasgou com um pedaço do peixe.
Eu não lembro se era o sashimi, se era o sushi.
E o menino começou a ficar, ó, >> meu Deus.
Ele começou a ficar roxo.
Derrubei tudo na mesa, puxei ele, fiz a manobra de ring de duas vezes, funcionou.
>> E mesmo vocês como médicos, dá um desespero na hora da quando é filho é diferente.
>> Quando filha é diferente.
>> A questão é que você bloqueia tudo, né? Visão focada.
Tem que resolver isso.
Depois que resolveu aí você desmonta.
>> É, podia ter acontecido.
>> É.
Não.
E aconteceu com a cachorra também? >> Não, a cachorra.
>> A cachorra também gastou.
Nossa, eu ia eu ia pegar um voo para dar aula em algum lugar aí, congresso assim, eu eu tava saindo de casa >> com a mala na mão, >> a cachorra me come um pedaço de cenoura, engasga com um pedaço de cenoura e fica olhando para mim.
Aí ela cai.
>> Meu Deus.
>> Ai, meu Deus do céu.
Cachorra pequenininha.
É, quem ouviu o episódio anterior sabe que é uma Lulu da Pomerânia.
Sim, a gente falou sobre isso.
Ele fez uma analogia com >> Aí [risadas] eu peg eu falei: "Pelo amor de Deus, tenho que pegar avião, cachorro acontece isso, não sei o quê".
Não vira ela de cabeça, tenta sair.
>> Não saiu, >> tirei o dedão lá, tentei, tentei tirar, não consegui tirar, mas eu consegui empurrar para dentro.
>> Pelo menos ela conseguiu respirar, né? >> Entendi.
Senão podia ter morrido também, né? >> Eu ia morrer.
>> Certeza.
E se uma pessoa também faz algum algum primeiro socorro, primeiro socorro eh errado também pode >> ah pode prejudicar também, né? >> Ah, tem tem muita coisa que as pessoas fazem sem eu acho que até legal eu falar do dos princípios básicos do BLS, >> sim, >> né? É o o ABCD do de todo de todo o evento, né? A primeira coisa que tem que fazer é certificar que a cena está segura.
Eu tenho uma história boa disso.
Eu eu lembro, tem um amigo de de República da faculdade que sofreu um acidente, mas o acidente dele foi o seguinte: ele parou na estrada para ajudar alguém que tinha sofrido um acidente e aí ele tava ajudando essas essas pessoas.
Aí veio um caminhão, tombou e saiu arrastando todo mundo.
>> E aí ele saiu correndo, pulou, ficou tudo bem.
Mas a primeira regra de qualquer acidente, de qualquer coisa, é certificar que a cena está segura para todo mundo.
Não adianta você ir para um lugar e se colocar em risco e acabar tendo duas pessoas eh numa numa situação crítica.
A segunda coisa é chamar ajuda antes de de qualquer coisa, ah, vai enfiar a mão, vai fazer não sei o quê, vai dar salvo, vai fazer não.
Pega o telefone, chama, ajuda ou chama o vizinho, chama alguém não ficar sozinho.
>> Sim, isso era uma dúvida.
Inclusive, por exemplo, o que que é mais importante ali na hora, né? Você usar esses segundos para ligar para uma emergência ou você já começar a fazer antes de fazer qualquer coisa? habilidade da pessoa, fazer qualquer massagem, qualquer coisa, tudo errado é enorme, mas ligar, ele vai saber ligar e e e isso vai fazer a diferença de salvar ou não uma vida.
E aí depois vem o AB CD eh propriamente dita, né? O A é vias aéreas.
Primeira coisa que mata e mata rápido são as vias aéreas.
Então a manobra deh, aprender a desengasgar uma pessoa é super importante.
O B é o breathing é a respiração também.
mesma coisa.
Aí entra o C que é circulation, coração.
Aí que vai ver só aí vai ver se parou o coração, se se tem pulso ou não.
E pode pensar em fazer a massagem, porque antes disso não adianta você pensar em fazer massagem se você não chamou ajuda.
Não adianta você eh tentar tirar alguma coisa da da garganta da pessoa se a cena não está segura.
Então a gente tem que colocar tudo em ordem.
Nossa, na hora do desespero >> fica tudo ainda mais turbulento, né? Então isso tem que tá realmente bem >> estabelecido ali, né? Na cabeça de legal porque o curso vira meio que uma lavagem cerebral divertida, porque aí tem os eventos, entra gente com eh toda traumatizada, tem o cara enfartando, tem todo >> tem ator até muito legal.
>> Vou sugerir lá pra minha empresa, inclusive para levar porque eles e teve uma vez que o bombeiro foi lá e deu uma palestra, mas era distante assim, né? Acho que é legal >> essas palestras assim é é legal, mas você não sabe na prática porque se eu falar para alguém, ah, você tem que eh fazer a massagem, apertar assim, assim, assado e ainda cantando aquela música do YCA ou qualquer uma que tem um ritmo parecido.
>> Na hora, gente, >> OK? Na teoria, aí chega na hora você tem um bloqueio completo, você não sabe o que fazer.
>> Exatamente.
Ainda se alguém que não é tão pró assim, alguém que tá precisando de ajuda na rua, ainda você consegue pensar melhor, né? Mas se alguém da sua família, alguém é difícil, é difícil.
Mas no Mas no curso eles colocam não só o ator como a pessoa sofrendo o o evento, mas coloca o ator que fica e jogando coisa em você, atrapalhando.
>> Que legal, gente.
Adorei.
Quanto tempo será que tem? Vou me interessar.
>> É um final de semana.
Final de semana.
Vamos deixar o link aqui se a gente conseguir achar que aí quem tiver interessado, né? Eu eu vou procurar e e coloco e e eu lembro quando eu fiz esse curso, eu tava na faculdade ainda e já era divertido naquela época.
Agora então deve ser muito mais.
>> Eh, >> será que tem em São Paulo? Tem, tem, tem, tem, tem, tem.
né? >> Eh, o legal é que eles falaram de uma estatística, eu não lembro que país que era, eu tô falando de uma coisa de muito tempo atrás, eh, onde 98% das pessoas tinham esse curso porque eles davam na escola.
>> Uhum.
>> Então, imagina, um lugar super seguro que se você tiver qualquer evento vão saber o que o que fazer.
>> Sim.
É, a gente até tava falando isso uma vez lá no meu trabalho também, que na escola poderia ser uma matéria obrigatória, né? Deveria >> nem que fosse um semestre só porque ou na faculdade ou na escola.
>> É porque >> para saber os princípios básicos para não sair querendo dar sal porque alguém >> a gente aprende tanta coisa que na prática não vai usar, né? Se for ver, tá? Fórmula de máscara.
Eu tenho, tudo bem, faz parte ali do do contexto, mas eu tenho um problema, deixa eu pegar minha fórmula de máscara aqui.
Mas é bom ter as coisas também.
É, exatamente.
E até coisa eh controle financeiro, né? aula de finanças, essas coisas seria muito interessante, mas aí já é uma outro um outro episódio.
Só uma dúvida, vocês falaram da manobra de Heinish, né? He tem, eu vi na internet um vídeo falando que essa manobra mudou e que as orientações também mudaram.
De fato, mudou isso para para vocês? Teve alguma coisa assim ou para vocês ainda é aquele de se segurar aqui, levantar? É, você fecha a mão, bater nas costas não ajuda.
Fecha a mão, coloca a outra mão na frente e aí a manobra você abraça a pessoa, aí tem que empurrar para dentro e para cima.
>> Para dentro e para cima.
>> Sempre foi assim.
Não teve nenhum assim foi assim.
Eu vi alguma mudança em criança.
>> Ah, tá.
>> Ah, criança.
Criança tem, principalmente dependendo do tamanho, você faz até com dois dedos assim, se for bebezinho.
E aí? >> Mas aí criança também outro panorama.
Normalmente os pais de primeira de primeira viagem fazem o curso, né? Já faz alguma coisa.
>> Mas o que eu faço de matéria, eu como repórter de pais que param na emergência assim ou em delegacia, vários policiais já salvaram também, >> eles param em base da polícia militar com a criança assim já sem respirar já há muito tempo, porque imagina até sair de casa, entrar no carro, procurar uma base, demora tudo isso.
É, ou chegando numa delegacia, já aconteceu várias vezes de >> às vezes não tem nem tempo hábil, né? na base da isso é uma dica boa também.
Se de repente sei lá uma emergência tiver passando por uma base, todo mundo que fica na frente da delegacia precisa saber fazer essas >> é no mínimo básico dessa de manobra sabe desengasgar tanto criança como adulto.
Então quem fica na frente das delegacias ou base da Polícia Militar obrigatoriamente tem que saber salvar se precisar se alguém parar ali.
É isso.
Isso é importantíssimo.
É porque às vezes não dá tempo de achar um hospital, né? Ver uma delegacia para que >> Sim.
No mínimo eles têm uma viatura, coloca lá dentro, liga a sirena e chega mais rápido.
>> Chega mais rápido.
Exatamente.
Agora eu queria falar alguns pontos específicos aqui para vocês de que pode parecer um pouco básico, né? Mas acho que é importante a gente citar.
Sono, água, né? Desidratação no sentido ou excesso de álcool também, estresse final do ano e alimentação ruim, né? Muitos doces, sede de Natal, enfim, quais são as principais dicas para tentar se manter ali? a gente sabe que acho que é um ponto pra gente esclarecer, ninguém vai viver ali num, né, numa restrição muito grande a vida toda, né, não vai abrir uma exensão para uma festa de final de ano, enfim.
Mas até que ponto de é uma exceção saudável e até que ponto tá exagerando? >> Eu, a minha visão é a seguinte, nós somos humanos e humanos erram e tá tudo bem, desde que a gente saiba consertar e voltar no eixo, né? >> Uhum.
>> Eh, a questão é que a gente não pode insistir no eu, entende? tem que tentar minimizar e isso, né? Você pegou todos os pontos principais que as pessoas você, você falar: "Ah, é o básico, eu mudaria".
É o mais importante.
>> Sim.
>> Se você não tem isso funcionando, de que adianta você tentar consertar outra coisa? Você não tá dormindo direito, não tá comendo direito, não tá tomando água direito >> e tá bebendo muito.
>> E tá bebendo muito.
Nossa, o corpo não funciona.
Ah, mas aí depois tem que tratar a doença X, Y, Z com medicamento, tal.
Talvez se você fizesse tudo certo, você não tivesse chegado no ponto que que chegou, né? Então, apesar de básico, é o é o mais importante.
>> É, mas as pessoas chegam no final do ano querendo beber, >> é >> querendo comer, >> né? >> Não dorme.
Vai pra festa.
festa, né? Então acho que pelo menos tem que ter um equilíbrio aí, né? Não precisa ir em todas as festas no final do ano.
Sim.
>> Tomar bastante água, bastante hidratação, fazer bastante.
>> Estamos num país quente, a gente tem que levar isso em consideração.
Eh, verão, >> tomar mais água do que o do que o normal.
>> É, >> né? Lembrar que o álcool ele é diurético.
Então quando fala hidratar não é para tomar cerveja, é para tomar água.
E se tomar cerveja tem que lembrar de de tomar água, >> tomar água, né? >> Senão só faz xixi, xixi, xixi e depois fica desidratado.
>> Desidratado.
>> É, também se exagerar passar do ponto, eh, a parte que era para aproveitar vai acabar não, né, tendo que tratar ali, ficando ou no hospital, né, ou com alguma >> ou passando mal no dia seguinte, com aquela ressaca, né, horrível.
Não vale a pena.
Eh, aquilo que você ganha no de, sei lá, você pisa no acelerador naquele momento da da euforia, depois você perde muito mais tempo para se recuperar.
É óbvio, né? Quanto mais jovem, menos isso aparece.
Quanto mais idade, para mim já aparece mais, né? >> É, mas eu acho que uma dica legal é realmente equilibrar, né? equilibrar festas da alimentação, porque não é o fim do mundo, né? o fim do ano.
>> Eu eu qu eu queria falar uma coisa também de novo, porque esse ano teve o boom das canetas emagrecedoras, então tem muita gente tomando medicamento e chegando no final do ano e querendo eh resolução de de ano novo.
Ah, agora eu já cheguei no meu peso, então eu não preciso mais da caneta e eu vou fazer tudo e vou chegar, vou vou manter.
Gente, o que é importante é ser muito pé no chão, né? É, é saber das nossas próprias limitações.
Eh, não é o melhor momento para você abandonar um tratamento achando que tudo vai mudar.
per mudar antes de abandonar o tratamento, né? Ah, o medicamento tem o efeito rebote.
Tem efeito rebote nenhum, n? Você abandonou o tratamento, a doença continuou progredindo.
Então, cuidado quem usa as canetas emagrecedoras, tomar bastante água e não abandonar tratamento >> e comer bem, né? Porque muitas não comem e aí tem um monte de déficit de vitamina, né? >> É.
per de colágeno, >> músculos, se não tiver fazendo exercício, né? Aproveitar as férias para comer.
Uma coisa legal também, né? A gente todo mundo reclama de tempo e essas férias é um momento bom para descobrir o esporte que gosta.
>> Verdade.
Testar coisas que tem.
>> Testar coisas.
Vamos jogar algum jogo coletivo.
Vamos ver se ah, bit tênis ou sei lá, vôlei, futebol, tênis.
Tem tanta coisa hoje em dia, eh, o adulto quando cresce, né, e o chega no médico, o médico fala: "Ah, tem que fazer exercício físico".
Aí tem parece ter um bloqueio cerebral que é só academia e nem todo mundo gosta de academia, não tem, não tem, eu não gosto de academia, né? Eh, só que a gente tem que descobrir o que a gente gosta, porque se a gente fica fazendo forçado um exercício, não vai pra frente.
E as férias é o melhor momento pra gente descobrir isso.
A gente pode ir testando, né? É a >> aquela equivalente à escolinha de esportes da da criançada que cada dia faz uma coisa até descobrir o que gosta.
>> Sim.
E falando e testando, inclusive eu peguei algumas perguntas aqui aqui que são mais focadas para cada especialidade.
Falando em testando, doutora, eh, período de final do ano que as pessoas também vão para muitas festas, relações sexuais ali sem cuidado, enfim, quais as dicas a gente já sabe, né? Mas o que que acho que a gente precisa alertar no sentido do que pode acontecer caso esse cuidado não seja tomado, né? Porque cuidado todo mundo sabe, né? O que tem que fazer.
Acho que a maioria deveria saber pelo menos.
Mas o que que a gente pode dizer no sentido de quais as consequências para quem não tomar esses cuidados? >> Gravidez é uma delas, né? Então, usar preservativo, eh, não só o anticoncepcional, que tem muita mulher que só usa o anticoncepcional, ah, eu vou me prevenir de gravidez, tá bom? Você tá se prevenindo de gravidez, mas é a doença sexualmente transmissível, né? Então, usar a camisinha, usar o preservativo, tanto masculino ou feminino, dependendo >> hoje em dia, qual que é a as doenças mais prevalentes? >> Ainda tem o HIV, né? >> Mas ninguém fala mais, né? É, não fala, mas teve um aumento de uns anos para cá, mas ainda existe.
Mas tem outras doenças, tem os corrimentos, tem a gardinerela, tem a tricomoníase e tem a hepatiteum >> também, né? >> E doutora, tem as as mais comuns, né? HP.
Sim.
A candidíase, né? A vaginose bacteriana, né? Que também acaba sendo muito comum.
>> Essas podem ser, >> essas não são sexualmente transmissíveis.
candidias e vaginose.
Não >> é do próprio corpo ali da pessoa.
>> Exato.
Mas tem que lembrar o HPV.
Hã, >> até a candidase não é transmissível, >> não.
Não é transmissível.
Agora o HPV é que todo mundo tem que ficar alerta, né? Porque na mulher ele pode ficar encubado durante anos e anos e chegar ali 2, 3 anos ou daqui 10 anos e ele ativar e você ficar ali com a feridinha no colo, que se não tratada pode levar um câncer de colo >> e a candidas e essas que a gente falou que são mais comuns a vaginose nesse final de ano dá mais por conta da falta de cuidado biquíni molhado, eh, enfim, às vezes, né, algo ali do alimentação ruim, >> ou do a A gente pode relacionar também a a estresse de final de ano, que é muita coisa acontecendo.
Pode também causar também, pode também queda de imunidade, né, por estress.
Pode.
Candidias é muito comum, né, na no verão.
E é muito comum porque a alimentação é ruim.
E não tô falando de ah, não tá comendo direito, às vezes tá comendo demais.
Carboidrato, que a gente lembra da can de dias e com roupa molhada, roupa de academia ou biquíni.
Mas tem muito a ver com alimentação.
Quando você come muito carboidrato e nas férias >> cânido é fungo, ele vai comer açúcar.
Carboidrato é açúcar.
Comeu o carboidrato vai tá dando comida pro fungo.
>> Caridato.
E é e é importante lembrar que assim a cândida ela não é a vilã, né? A Cândida, ela é um fungo que faz parte da microbiota natural da vagina da mulher.
Uhum.
Então ela ela atua ali pra saúde vaginal, para manter um pH adequado.
Agora quando essa cândida ela prolifera, quando a população aumenta, aí ela causa candidíase que daí tem aquela coceira, aí tem aquele corrimento esbranquiçado, aí mora o problema.
E excesso de carboidrato é um pratinho cheio pro fungo mesmo, porque todo carboidrato vai quebrar em glicose.
E doutora, você falou agora do do corrimento, né? Acho que essa é uma dúvida também pra gente esclarecer.
Corrimento, a maioria das mulheres já viu alguma vez na vida ou tem sempre, né? Quando que é um corrimento que dá um sinal de alerta para essas doenças agora >> por conta do biquíni molhado ou enfim, qualquer uma que seja >> corrimento esbranquiçado com grumos.
Parece papel molhado, sabe? Jornal molhado associado com coceira, candidíase, corrimento mais amarelado, eh, que tem um cheiro um pouquinho mais forte, que é aquele que gruda na calcinha.
Também tem que prestar atenção porque tem que tratar.
Ou um corrimento mais bolhoso, mais líquido, que tem um cheiro bem característico de peixe podre.
Esse também é um corrimento é algo que precisa, >> precisa de tratamento.
São os principais tipos que que tem bastante no verão, >> tá? E agora falando um pouquinho de anticoncepcional, né? Um dos métodos contraceptivos, mas final do ano às vezes as pessoas, ah, um outro detalhe que eu lembrei, eh, se a bebida alcoólica também pode acabar afetando no no resultado ali do desse anticoncepcional e se a pessoa esquecer de tomar, enfim, qual que é a orientação para essa? Se ela esquecer de tomar, ela tem que tomar no máximo até 2 horas depois.
Se passou de 2 horas, a eficácia da pílula já diminuiu muito, >> tá? Duas a mais e duas a menos também, se precisar, vai sair ou não? >> Pode tomar duas a menos.
Mas lembrando no dia seguinte que você tomou 2 horas a menos, >> né? Então para tomar 2 horas a menos no dia seguinte >> e mudar o horário.
>> Mudar o horário de vez, né? Porque senão a a pílula ela tem lá a meia vida dela de de tantas horas.
Se passou dessas horas cai a eficácia também, >> tá? Se passar das duas horas, é melhor pular pro dia seguinte e tomar junto com a >> Você pode tomar depois de 2 horas, mas você saiba que a eficácia tá comprometida.
Aí é é cuidado dobrado, tá? >> Né? Acho que seguindo esse assunto e pílula do dia seguinte.
>> Então, a pílula do dia seguinte, eu sei que muita gente toma, mas tem que tomar muito cuidado porque ela é uma dosagem muito alta.
Se você já tá tomando uma pílula, teve uma relação desprotegida ou esqueceu da pílula.
Se você tomar uma pílula do dia seguinte que tem uma dosagem muito alta e você tem, por exemplo, uma trombofilia, você já tá propensa a ter um quadro de trombose.
É perigoso, né? Você vai mudar todo o seu ciclo menstrual.
Uhum.
Você pode sangrar antes, você tá com uma dosagem muito grande desse hormônio.
Então, o ideal é não usar a pílula do dia seguinte.
>> Eu vi uma vez um vídeo que fala que o máximo recomendado ali ou que pode usar é uma vez por ano.
Existe isso, essa regra de >> Não existe.
Mas assim, não dá para tomar todo mês, >> tá? Tem tem até aquela brincadeira, né? O mem fala, tem gente que toma tanto que não tá em 2026, tá em 202.
É, do dia já parou lá no >> Já parou lá na frente.
Eh, acho que no máximo duas vezes por ano, porque é um boom hormonal, muda muito, >> incha a perna, para quem tem vasinho já >> Uhum.
>> já não é legal.
>> Sim.
Pra mulher é muita coisa específica, né, doutor? Eu vou perguntar dos homens também se tem algo só dos homens pra gente, >> mas você sabe que as mulheres se preocupam com a saúde, os homens, pelo menos, eh, acho que no consultório de todo vascular, ele vem arrastado pela esposa, assim, ó, >> examina ele aí que ele tem varize.
Não, tá tudo bem, tá tudo bem.
E vai ver, tá avançadíssimo.
>> Nossa, >> mas é isso mesmo, né? Porque mulher, ela se preocupa em fazer o exame ginecológico todo ano, né? Por conta de várias coisas, inclusive câncer de mama.
né? Papa Nicolau não tem que fazer todo ano e vai homem.
Ele não tem um médico que ele vá todo ano para fazer os exames, né? Ele vai neurologista todo ano, não vai? >> Tem até o estigma e o medo de levar o a >> Então é aí que não vai mesmo.
>> Verdade.
Aliás, então já essa minha minha próxima pergunta.
Quais exames para ambas as especialidades precisam estar em dia, que não dá para passar, independente se tá acompanhando algo específico ou não, para vocês, tanto pro pra mulher como pro homem ou na sua especialidade, na verdade homem e mulher, né? Mas que precisa est ali em >> para ginecologista é Papa Nicolau todo ano, eh, mamografia ou ultrassom da mama, dependendo da idade da mulher, né? Ultrom e assim um checkup de todos os exames de sangue, né? hormonais, colesterol, tiroide, >> tá? >> É um chicape geral, tá? >> Na minha área é muito mais tranquilo.
Se não tiver sintoma, não precisa fazer, a não ser que tem alguma coisa mais grave, né? Mas não tem.
>> Difícil nunca ter sintoma, né, da sua, >> porque a gente falou no episódio anterior, >> pois é, alguma coisa vai ter, mas se não tiver nada de sintoma, não precisa fazer exame nenhum.
>> Agora, vamos supor, já tá na no consultório do vascular, é porque alguma coisa tem, né? Então, fazer um Doppler eh periódico assim, se tiver super estável a cada do anos, tá tá tudo bem, >> tá? Ah, é bem mais tranquilo, mas você tem falar os sintomas, né, gerais ali que a gente >> é que o ginecologista acaba sendo o clínico da mulher, né? >> É, exato.
É, pelo menos aí depois tem algo que aponta ali, a mulher costuma procurar uma outra especialidade.
>> Sim.
E dali se tem algum problema, a gente acaba encaminhando pras outras especialidades, né? >> Sim.
É, >> mas às vezes cai tudo no consultório do ginecologista.
>> Sim.
Nessa listinha que eu tava, uma lista mental aqui, na verdade, né, que eu não tô seguindo muito, mas que me veio uma outra um outro detalhe na cabeça, eh, o absorvente interno, né, nessa fase de final de ano, que às vezes as mulheres optam para poder entrar na água, né, praia, piscina, enfim.
É, pode.
>> Ah, você fez um vídeo desse recente no canal, né? Legal.
Vamos deixar o link aqui.
Mas pode usar ou tem uma um início? >> Pode usar, mas a cada duas horas você tem que trocar, dependendo do fluxo.
Se for naqueles dias de fluxo mais intenso, você tem que trocar a cada uma hora.
E se você entrar na água com ele, tem que lembrar que ele vai inchar.
Então, saiu da água, já tem que trocar, >> tá? Tá bom.
>> Então, não é prático.
>> Então, mas pra mulher que quer entrar na água.
Exato.
>> Não é prático, mas é bom.
É isso.
>> É porque imagina, eu quero entrar na piscina, mas eu tô menstruada.
Eu não vou entrar na piscina porque eu tô menstruada, mas se você coloca um absorvente interno, você consegue ficar um pouco na piscina.
>> Aquele coletor não é uma boa? >> O coletor também.
O coletor >> coletor dura um pouco mais.
>> Então depende muito do fluxo menstrual da pessoa, né? >> Mas não tem essa regra de a cada duas horas precisar, se for um fluxo menor, >> se o fluxo for intenso, sim.
Não dá para você ficar 5 horas com coletor não, porque ele vai encher e depois ele vai ficar cheio de sangue lá, né? Então sangue parado ali também, um líquido parado altera pH vaginal e muito tempo ali ela pode ter até uma infecção, >> tá? Se for um fluxo menor dá para >> for um fluxo menor dá.
O coletor é uma boa.
>> Ó gente, eu só sei do coletor que eu tô casado com ginecologista assal achar estranho, né? falou: "Ué, ele sabe ter o nome porque os homens a maioria não sabem nenhum nome".
Exato.
Tem um vídeo muito legal que acho que é, nossa, ia ser demais fazer um desse das É que vocês dois médicos aí vai ser difícil, mas duas especialidades para mostrar coisas que só a especialidade sabe o nome e aí mostra pra outra pessoa.
Vocês já viram um desse? E aí mostra pr outra pessoa, fala: "O que que é isso?" Aí a pessoa tem que adivinhar ou tentar, sei lá, explicar o que que é, mas às vezes sem saber, mas tem que ser coisa bem diferente assim, que só é especialidade, não coisas que vocês na medicina em geral que vocês tiveram básico ali vão saber, né? Então >> é bem legal esse vídeo.
Engraçado.
>> É legal.
O coletor menstrual foi uma boa, porque assim, você tem lembrado.
É, então >> eu presto atenção nela, gente.
Tudo que ela fala isor é o absorvente interno, ele vai ele vai inchar por conta da água.
O coletor não, né? né? O coletor tá acopladinho ali, então não vai incomodar tanto.
>> Nesse sentido, pode ser um pouco melhor.
>> É, nesse sentido, >> tá? >> Tem razão.
>> Eh, e também a >> você devia ter sido ginecologista, >> não? [risadas] Você lembra que eu eu ficava enchendo ela falando que eu ia prestar a prova de de ginecologia.
E eu falei a vida inteira brincando, falo até hoje pro meu namorado, falo: "Nossa, eh, eu nunca ia namorar o ginecologista, eu não ia suportar isso".
Mas é que para médico é diferente.
Eu sei que vocês enxergam de uma forma diferente, né? É diferente, >> super tranquilo.
Uma coisa que meio que >> é outra parte do cérebro, não tem olha, olha com outro olhar mesmo, né? É difícil explicar, mas agora entrevistando tantos médicos aqui, eu eu entendo o que vocês querem dizer.
Tem.
>> E roupa molhada, doutora, tem um limite ali de horas do que pode ficar na no biquíni ou na >> Então, roupa molhada é complicado.
Se tiver muito quente, o biquíni secar rápido, OK, né? Mas se se não secar rápido, o ideal é você trocar a cada umas duas, 3 horas, >> mas ninguém faz isso, né? Difícil alguém.
>> É, se tiver longe, vai tá numa ilha ali no no passeio.
>> É difícil.
Ou você troca o biquíni, vai troca, leva dois biquíis.
É, se for uma praia de nudismo, né? Não, não, mas é se for se der pr ficar com vestido longo, sei lá, que não aparece, é melhor ficar sem do que >> ficar molhado, tá? >> É, se tiver com vestidinho, tira a parte de baixo, seca o biquíni, troca, >> tá? E agora a última pergunta, voltou ali pro apartamento, enfim, onde tiver hospedado, é aquele sabonete, uma vez eu lembro que você falou, até aguardei essa dica também, do sabonete neutro, né, que é o melhor de todos.
>> E dormir também sem calcinha pode ajudar nessa melhorar ali essa esse contexto da viagem? Eh, na verdade, quando a gente tem corrimento, né, e eh o ideal é ser dormir sem calcinha, >> tá, >> para deixar a área área.
Já >> você deu uma ideia de de programa, mas eu tive um um uma outra.
O que eu escuto dela e que eu é que ela fala tanto que eu acho importante e o que ela escuta de mim que eu falo tanto que ela acha importante.
Grudou na cabeça.
>> Porque isso que você falou do sabonete neutro é uma coisa que ela fala, repete 200, 300 vezes.
Então eu acredito que para ela ela coloca como uma importância assim extrema.
E às vezes na hora que a gente tá falando assim parece que é só uma uma dica pequena.
É isso mesmo.
Você >> Sim, não é importante neutro top um ali dos cuidados.
É, >> é pH neutro e não pode ser de barra, né? >> Líquido.
>> Como que faz para conferir se é de fato neutro? Tem que tá escrito pH neutro.
Só isso.
Puto >> tá independente da marca, porque tem uma marca que me vem na cabeça, >> que é a marca mais conhecida de sabonete neutro.
Vou citar porque é a marca, né? Mas enfim, se tiver escrito pH neutro, >> po.
>> Tá.
Agora, doutor, tem algum cuidado específico, não necessariamente da parte vascular, mas que você acha importante citar pros homens nessa época de de final de ano? Acho que é mais em questão de bebida, né? Bebida e comida.
>> É, bebida é um problema que o pessoal perde a mão, mas eu queria e esse é esse é o vilão óbvio, né? Eu queria falar de um outro porque eu passei por isso e eu acho que todo mundo tem que ficar atento.
>> Eu eu joguei futebol semana passada.
Ah, não.
Fazer uns 20 anos que eu não jogo futebol.
Ah, >> que todo mundo ficou sabendo que ele ficou afastado, né? >> É, >> 20 anos que eu não não entrava numa quadra e meu filho conseguiu me convencer a a jogar futebol.
Então, a a o que que isso eu faço ginástica quase todo dia, então é, eu tô preparado.
>> É, você faz ginástica de segunda a sexta, né? >> De segunda a sexta.
E então esse não é para ser o problema, mas mudou o o tipo de esporte, mudou a os músculos, os ados, mudou tudo, né? E aí eu fui jogar futebol às 10 horas da manhã no solino e com um monte de pai lá jogando.
E aí eu comecei a olhar a minha frequência, tava batendo 185.
>> Meu Deus, até eu sei que é alto e eu nem sou alta.
>> Pois é.
Então, eh, tomar cuidado por a minha mensagem é cuidado com o esporte de final de semana, aquele cara que não faz nada e de repente vai fazer.
É aí que só que tem os grandes eh eventos cardiovasculares e e mesmo o o se machucar, né? Então, mesmo eu fazendo exercício, sempre fui fazer um exercício que usa grupos musculares diferentes, passei uma semana todo dolorido.
Uhum.
músculo que eu não lembrava que existia, né? >> Então, tá tudo bem, dor muscular é boa, dor muscular passa.
Eh, mas o risco é foi a minha 185, >> frequência, né, cardíaca.
>> É, bateu isso, eu falei: "Hum, tenho que parar aqui, tenho que diminuir a velocidade, tenho que ficar só na brincadeira porque senão alguma coisa pode acontecer." Eu já tenho uma pergunta para isso, inclusive, porque muitas aulas de academia, eu tô passando por isso inclusive, é que o tem professores que falam que a você só tá fazendo cárdio de verdade que tá fazendo efeito, quando o batimento bate no mínimo 120.
>> OK? >> Isso existe mesmo? Já é arriscado considerar isso? >> Sim, mas mas aí você tem que ver a frequência máxima de cada um, né? para você fazer a sua conta de a minha frequência máxima é 180, se não me engano.
Eh, deixa eu fazer uma conta rápida.
Acho que é 240 menos 20 menos a sua idade.
>> Vixi, >> esse é o >> Deve ter uma calculadora digital aqui, né? Faz isso.
É.
Ah, deve ter um aplicativo que você >> é já vê na >> qualquer coisa m pergunta aqui.
Eu eu acho.
Mas mas quase quase certeza que é isso.
E essa é sua frequência máxima.
Então você não pode passar disso que você entra numa faixa de de risco.
>> Ah, entendi.
Então tem que tá bem a menos disso, >> não? naquela faixa, naquele intervalo.
>> Tá, entendi.
>> Então, quando você fala 120, 120 é tranquilo, qualquer um eh suporta, >> né? Agora quando começa a aumentar isso, aí a gente tem que perguntar a idade da pessoa, >> tá? Mas de fato, então se tiver menos que 120 é porque o cardio não tá ali fazendo tanto >> ou também tem o outro lado da moeda, a pessoa pode est tão treinada, com cárdio tão bom, que aquele exercício não é o suficiente para subir a frequência cardíaca, >> tá? É isso de fazer exercício diferente no final de semana é muito comum, né? Tanto pros jovens.
Agora tá moda, né? Esses essas empresas que você pode fazer aula diferente, que aí você vai testando aula aqui, testando.
>> Não, isso é super legal, mas mas tem que est ciente da dos.
>> É, não é super legal mesmo, mas realmente é arriscado, né? O meu da última, eu fiz uma aula de moi, último final de semana e eu tô quebrada até hoje.
Eu deveria patrocinar academias de moi, porque o que me traz o paciente, >> é, >> eu gosto de de arte marcial, hoje em dia não faço mais porque eu sou eu por ser cirurgião, tenho medo de machucar as mãos, mas eu fazia muito quando quando era mais jovem.
Então, não tô não falo mal da das lutas, mas eh especificamente muiti, acho que a pancadaria é mais forte.
>> E a pancadaria dá o quê? De problema vascular assim, >> impacto na perna, é trauma na perna, muita coisa.
>> Entendi.
Bom, ficar um alerta então.
Aí >> é, >> eu quando fala de muiti, eu lembro de um filme que era um cara chutando a bananeira até quebrar a bananeira.
>> É real.
Aí eles de cola cara tequide, não era, né? Não lembro qual que é, coloca aquela proteção, tudo, mas realmente é a graça fazer o barulho, né? Se não fizer o barulho, não tem graça.
>> Doutor, então é calor, viagem longa, que a gente tá falando essa época, né, do final do ano, acho que a gente precisa citar inchaço, até quando é um inchaço normal ali, quando que precisa de um alerta, >> qualquer um que ficar parado muito tempo sem se movimentar vai inchar.
Isso é, isso é normal.
Isso é a resposta natural do do nosso corpo.
Então, fez uma viagem muito longa.
e enchou a perna.
Se é só isso e o inchaço tá igual dos dois lados, não é para entrar em pânico.
Mas se tá com dor, se o inchaço é mais de um lado do que do outro, isso pode ser trombose.
Aí tem que procurar o médico, >> tá? >> E não tô nem falando vascular, procurar um médico já de cá, vai no pronto socorro, >> tá? Agora meia compressiva, tem muita gente que fala que usem viagem para prevenir um problema mais grave.
>> Funciona, >> funciona.
É bom, tá? Assim, qualquer um pode comprar uma de leve compressão, sem indicação médica, mas de média para alta compressão aí precisa de de um receita.
Então a de leve compressão não tem problema, pode usar.
Se não tiver uma doença arterial, tá tudo bem, ela vai ela vai ajudar, >> tá? Em viagem mais longa agora, então tem alguma coisa assim colocar dormic o pé para cima.
Isso é uma lenda? É mito ou verdade? Já adiantando aqui, dizem que melhora, né? Isso é, isso é fato.
Mas ter que levantar a perna, ou você tem um, um problema venoso para justificar isso, ou só o fato da perna ficar na altura do coração já ajudou bastante, precisa colocar mais.
Agora, se você tem insuficiência venosa, tem varizes, ah, colocar um cálcio aí de 10 a 15 cm melhora mais ainda.
>> A mais.
Então, é na cama, no pé da cama, né? >> Mas tomar cuidado, tem gente que tem refluxo e tem inscência venosa, né? Dorme assim, né? >> É, dorme em V.
É, é, tem gente que fala que melhor o cansaço também, né? Dormir com a perna para cima.
Eu já testei, eu achei que >> dá a sensação de de >> aliviar um pouquinho mais >> a gente com salto, principalmente, né? Aumenta o retorno linfático, aumenta o retorno venoso, realmente funciona, >> não? E e você lembrou de uma coisa interessante, né? Dá aí a dica das mulheres que usam salto, porque o >> salto, OK.
É, >> é final do ano, salto, festa e tudo mais, né? Eh, o excesso, os as os dois excessos são ruins.
Zero de salto é ruim e salto muito alto é é ruim.
Por quê? Porque você perde a movimentação do do tornozelo do pé, né? >> Uhum.
>> Essa movimentação é o que contrai a panturrilha e bombeia o sangue para cima.
Então, quem tem, quem não tá usando nada de salto, tá com pé plano, eh, diminuir essa movimentação.
E quem tem o o salto demais, cada um impede num num extremo.
O ideal é um salto de dois dedos.
Esse é onde você e aumenta o máximo a eficácia.
É que não fica tão bonito esteticamente, fica tão bonito.
>> É, mas é o é o melhor, >> mas também é o mais confortável, né? Eu tenho porque é aquele que você aguenta ficar realmente e salto em bloco ajuda muito, né? >> Às vezes é um pouco mais alto, mas o bloco que não é aquele floco com a parte de trás um pouquinho mais alta, pronto.
Plataforma, né? E >> isso.
E esse o salto que você diz pr pros homens, por exemplo, pode ser o tênis que já tem um saltinho natural ali, né? >> Pode pode ser um tênis.
Eh, o que mais aumenta a eficácia da bomba são os, por incrível que pareça, são os tênis que causam uma certa instabilidade.
Então, tem alguns tênis novos que você vai ver e você não consegue colocar os o a sola inteira no chão porque eles são meio meio curvos esses de corrida.
Esse aumenta um pouco a instabilidade e ainda melhora o retorno venoso.
>> Esses são os melhores, né? Porque pra mulher, para academia, dizem que o solado reto é o melhor, né, para dar estabilidade estabilidade ali no no equipamento.
Já ouviram falar academia? É, >> então porque aí aumenta a segurança e tudo mais.
>> É duro, né? Porque e quando você quer uma coisa e é de um lado, você quer outra coisa e do outro, mas não vai pegar um tênis de jogar tênis e fazer jogar futebol.
Ele não vai durar >> duas semanas, né? >> Sim.
É, tem que ter um para E, por exemplo, andar correr na praia.
Eh, seria melhor tá de fato com tênis do que descalço.
>> Nossa, correr na praia eu não tenho uma boa solução, de verdade.
Eu vejo as pessoas correndo.
>> É complicado porque é muita corabilidade dependendo da área, >> é muita, para quem não tá acostumado, é garantia de que vai ficar uns três dias sem sem andar, né? Agora se tá acostumado, é outra história, >> tá? Mas aí o ideal então seria o descalço ou o de tênis? de tênis.
>> Se eu fosse correr na praia, eu não vou correr na praia porque eu eu tenho medo do dia seguinte.
Eu vou escolher outro esporte para fazer, mas se eu fosse correr, eu ia correr com tênis.
>> E aí você diz que o medo do dia seguinte é porque a areia faz fazer mais esforço.
>> Faz fazer mais esforço.
Vou usar um monte de grupo muscular que eu não tô acostumado e eu tenho certeza que vai ser tanto ácido lático que vai doer de piscar o olho.
>> E piscar o olho é bom.
E doutora, o que que é considerado mais perigoso nessa época de final do ano pra sua especialidade? Sal em excesso ou bebida alcoólica em excesso? Se você fosse colocar numa balança, >> eu não tenho tanto medo do do sal, porque o sal é é o que o que a gente tava falando no outro episódio, né? A gente tem que ver o negócio para acreditar, né? Eh, eu eu sei que o sal faz mal, que vai causar hipertensão e tudo mais, mas não é imediato, é lento e progressivo.
O álcool é imediato, a gente vê as coisas acontecendo >> ou se vê, né, >> rápido.
>> É, até até demais, né, nesse.
Então, a gente falou um pouquinho também do dos exames, né, de de final do ano e começo do ano, o que que vocês acham mais importantes? Agora acho que antes pra gente antes da gente ir pros mitos e verdades, só queria saber de cada especialidade o que que vocês queriam eh que todo mundo começasse assim, se fosse colocar um único ponto na cabeça de todos os pacientes, o que que vocês acham mais importante assim, que vocês veem faltar mais e que vocês falam: "Esse daí é o que eu escolhe um ponto assim, ah, sei lá, um exame >> já, eu já tenho aqui.
>> Já quer conversar em conta? >> Pode conversar.
Vai parecer besta, vai parecer uma coisa com >> Pode falar a mesma coisa que eu vou falar porque já >> Mas tem tudo a ver com a circulação.
Tudo, tudo tudo que é >> o que eu ia falar da hidratação também acho muito importante.
Mas então ficou a dica reforçada dos dois.
>> As pessoas >> não levam a sério.
Nosso sangue é líquido por causa da água.
Na hora que a gente desidrata, o sangue fica espesso, fica uma sopa densa e isso aumenta risco de trombose, isso isso piora todos os eventos cardiovasculares.
Então, se tem uma coisa que vale para todo mundo, sem erro, seria isso, tomar água.
35 ml por kg de peso.
>> Era a pergunta então que eu ia fazer agora para você, do >> Ah, tirei tudo.
>> Não, tirou tudo.
Tirou a resposta, pergunta.
Eu ia falar dos tem uma quantidade mínima, porque costumam, né, falar isso de, ah, eu tenho que comprir minha meta ali de tantos litros por dia.
Não sei se foi algum médico que disse isso para essa pessoa ou se foi algo de internet que é muito >> d alguma dica prática >> de como resolver isso? >> É da água assim, garrafinha, a gente tava falando de garrafinha, >> conseguir tomar água porque as pessoas reclamam que >> eu vou falar da minha experiência, hein? Eu era uma pessoa muito difícil de tomar água por água para mim, eu não gosto do gosto da água.
Ah, mas a água não tem gosto >> da inodora, em color.
Mim tem >> justamente aí, tá? Que é sem graça, >> né? Para mim tem.
[risadas] >> Eu adoro água.
>> E eu e eu tomava refrigerante, né? Por causa do gás, do refrigerante que eu achava assim, ai que delícia.
Aquela sensação de refrescância, né? Como que eu comecei a a tomar água? Andando com a garrafinha, encho de água com gás.
Água com gás, esse eu tomo até 3 L.
Eu nem percebendo.
Agora se for água assim eu não consigo.
>> E água com gás, o mesmo mesmo benefício que água normal.
Não muda nada.
O >> mesmo benefício.
Eu tenho lá um um negocinho que >> vai estufar um pouquinho mais, mas não é nenhum não faz mal, >> tá? Você tem a refrescância do gás, né? E para quem não gosta de gás, faz uma água saborizada, coloca um limãozinho, coloca um gostinho nessa água, né? Eu acho que a dica é isso, aumentar a ingesta de água.
Se você não gosta de água, água com gás ou uma água saborizada, você consegue aumentar muito essa ingesta.
>> A garrafinha também, né? >> Na garrafinha.
É, >> a gente tava até falando das marcas, né, um dia dos corredores aqui.
>> E a garrafinha também tem me ajudado bastante, que >> sim, esses dias eu esqueci a minha garrafinha dentro da mochila da da academia.
Putz, eu não lembrava onde tava.
E vim pro consultório, passei o dia inteiro sem tomar água.
Olha como a garrafinha faz a diferença, não é? >> Precisava da garrafinha, né? É.
Aí eu fiquei enchendo a a minha o meu copo de água, mas não foi a mesma coisa.
Eu não tomei a mesma quantidade, né? >> É isso.
A dica vinda de quem não gosta de água.
É, para mim é até difícil falar isso porque eu gosto de água.
Eu acho tão estranho.
>> É como que teve pedra no no Sims? Ele toma muita água, >> gente.
Então, pode, olha aí, mais um mito desvendado.
>> Mesmo tomando água, se a pessoa tiver tendência, pode acabar >> sim.
Água se faz mais importante ainda.
Não, mas aquela época eu não tomava tanto.
Eu gostava, mas eu não tomava.
É, eu nunca, eu nunca, se alguém me oferecesse água, não tinha problema nenhum.
Eu tomava quanto fosse.
Mas é que eu eu simplesmente eu não tinha garrafinha, nada.
Então eu ficava desidratada.
Não, mas no almoço você toma dois copões.
Lembra que você comprou um copo de quanto? >> Ah, enorme.
>> Enorme.
>> É copo que americano usa para colocar refrigerante, sabe? Aquelas coisas gigantesco assim.
>> E para saber se tá tomando o suficiente é a cor da urina, né? Que acho que veio, veio, acho não veio um um especialista, né? O a gente falou de de cálculos senais, ele falou que é para ver pela urina.
A gente pode deixar o link aqui, inclusive para quem quiser saber.
Só uma última dúvida que a gente estava falando de água antes de ir pros mitos e verdades, rapidinho.
Detox, uma opinião polêmica agora de vocês são a favor desses detox milagrosos que a gente vai às vezes na padaria, no restaurante, aí detox limpa a alma, limpa não sei que lá, sabe que aí tem mistura de várias coisas.
Vocês acham que você ajuda? Então, >> detox é uma palavra genérica que inclui um monte de coisa entre picaretagem e entre >> suco detox.
Então, >> suco detox, OK.
Suco detox.
suco verde com bastante coisa eh nutricionalmente saudável.
Eu não acho que vai fazer detox nenhum, mas que é saudável.
É, >> é saudável.
Eu gosto de suco verde couve com com maçã e abacaxi.
Adoro.
>> Mas não adianta então, por exemplo, ah, comer uma pizza, vai tomar o suco detox achando que bonit.
>> Não, a ideia é outra.
>> É, a ideia é outra.
É.
>> Você conhece o melhor anticoncepcional que existe? Laranja.
>> Eu ia falar não praticar.
>> Não é laranja.
>> Laranja >> é.
Você pega a laranja, coloca no meio das pernas e fica segurando.
Enquanto você segurar a laranja não engravida.
Engravidade >> a ideia do por que que eu falei isso? Porque o suco detox é a mesma coisa.
Ele vai funcionar caso você substitua a pizza pelo suco detox >> ou sei lá, né? trocar a cerveja pelo suco.
>> Agora não comer a pizza e depois tomar um suco detox, né? >> Eu já vi muita gente, é engraçado isso, né? Come um monte de doce, fala: "Ah, agora vou tomar um suco detox pr >> para dar uma equilibrada." >> Já aquele shotezinhos de manhã, eu eu acho eu acho interessante.
>> Sim, tem muita coisa boa.
Tem fibra, tem eh >> sabe que vem limão, cúrcuma.
>> Ah, sim.
>> Mas mas gente, é, não adianta.
Acho.
>> Eu vou equilibrar, vou fazer uma coisa errada e depois eu vou fazer uma coisa certa.
>> Pode somar se tiver fazendo tudo certo.
Vai.
É isso.
Tá.
Então, mitos e verdades.
Separei alguns aqui.
Alguns a gente já falou e eu vou eliminar, mas acho que tem alguns legais.
Viajar de avião curto.
Hã? Viajar de avião curto não dá risco de trombose.
Acho que a viagem curta de viagem curta.
>> Não, não tem risco nenhum.
As pessoas ficam achando que o problema tá na altitude, mas a cabine ela é >> pressurizada.
pressurizada, não, não vai mudar nada pro nosso corpo.
Hemodinamicamente falando, a mudança é mínima.
O o que realmente interfere é a movimentação, né, que é incrível quando era pequeno.
Tudo bem, eu cresci também, mas eu cabia dentro do avião.
Hoje em dia eu não caibo mais, né? O tamanho do meu fêmor é é distância da da cadeira.
Então você diminui a a movimentação e acaba tendo inchaço.
Mas tem uma outra coisa que é importante, especificamente para quem tem eh intolerâncias alimentares, é que é impossível comer saudável num avião e no entorno, eh, aeroporto e tudo mais.
>> Verdade.
>> É difícil, né? >> Muito.
E normalmente a correria também, né? >> Calor aumenta o inchaço nas pernas? Você tá um pouco dividido aqui das especialidades.
>> Sim, bastante.
Tem a o o leak vessel.
É outro assunto aí que a gente pode fazer um um episódio.
>> Legal.
Mas só dá um spoiler para entender o que que é.
>> É, é o leak.
É vazamento.
Vel é vaso, vazamento de vaso.
Ele fica poroso e começa, >> é, >> ele começa a >> transbordar, sair líquido por ele, >> tá? Meia compressiva só serve para quem já tem varizes.
>> OK.
Eh, a questão a gente tem que pensar em que objetivo que a gente quer.
Se for só para aliviar sintoma ou uma viagem que vai ficar muito tempo sentado, serve para todo mundo, >> tá? >> Agora, para evitar alguma coisa, é para quem tem a propensão às varizes.
>> Ficar muito tempo sentado na ceia pode piorar a circulação? >> Ah, não só na ceia, em qualquer lugar.
Ah, mas aí dá uma voltinha ali na ceia, né? >> É colocar o o alarme, né? Deu 40 minutos, levanta caminha, né? Esse é ideal comprar aquele tomate da cozinha.
Coloca lá uma hora ovo, tomate, a galinha, né? >> Tem a o pinguim também, né? >> Pinguim é bem famoso.
>> Comeral demais no fim do ano, só causa sede.
>> Não vai.
Então ele ele danifica a parede, o endotélio da do dos vasos, né? Mas não vai ser uma vez, por exemplo, eu fiz um jantar esses dias que eu virei o saleiro, caiu o sal inteiro, aí eu fui tirar o o sal e depois meu filho falou: "Ó, tá salgado, pai".
É isso foi que eu consegui salvar.
Eu achei ótimo porque eu adoro sal, apesar de que eu não >> não pode comer, mas eventualmente >> mas é mas foi uma vez, então não vai acontecer nenhuma nenhuma catástrofe.
Agora quem faz isso de rotina vai danificando a parede uma endotélio.
>> Doutora, na praia ficar com roupa molhada causa candidase? >> Pode causar.
Se você ficar muito tempo com ela, pode.
>> Absorvente interno não pode ser usado no calor? Pode, pode ser usado mudada inverno >> não, não muda nada.
>> Sexo nas férias sem preservativo.
É seguro se a pessoa parece saudável? >> Não, esse daí é o mais, né? >> É, quem vê cara não vê doença, né? >> É, acho que esse daí eu >> é >> nossa, tem cada história bizarra que a gente é fica sabendo, né? >> É.
O quê? Tem até festa de de >> Ah, não, essas festas de fim de ano >> é que a pessoa faz de propósito querendo passar doença.
Tem tem umas coisas.
>> Ah, sim, sim.
É, já fiz até reportagem disso, >> mas a pessoa é presa, viu? >> Só descobrir.
>> Tem que ser, né? Foi propostade.
Não sabia.
>> Tem que ser.
>> Tinha até uma época das seringas, né, que tava tava colocando em festa.
Eu não sei onde foi, acho que não foi em São Paulo, mas era festa eletrônica, né? Pessoal tava >> É, >> credo.
>> E teve uma uma história na Paulista também, né? Um cara com >> Teve verdade.
Teve faz um tempo já, né? Uns anos.
>> Faz, faz uns anos.
>> Mas mesmo relação sexual, se a polícia descobrir que foi intencional, que teve o planejamento para isso, não é crime.
>> É, tem que ser e tem que ser mesmo.
>> É esquecer a pílula no fim do fim do ano, no fim do ano.
É comum, mas não tem problema.
Tem problema? >> Não tem problema sim, pelo amor de Deus.
>> Engravidar, né? Nesse caso, >> é >> lubrificante ajuda a prevenir microfissuras e infecções após o sexo.
>> Hum.
Não.
O eh o lubrificante, o que talvez a a o que eu posso falar aqui é em mulheres menopausadas que t uma atrofia vulvo vaginal, uso de lubrificantes à base de ácido hialurônico previne fissuras.
Tá, mas em geral das pessoas que não tm nenhum tipo de não vai >> não.
>> Para quem sente dor também, acho que isso é >> é para quem sente dor e não tem uma boa lubrificação na relação sexual é indicado, >> tá? >> Acho que é uma coisa para experimentar antes de ir no ginecologista em pânico, achando que é alguma outra coisa.
>> Sim.
Desinchou é porque o corpo eliminou gordura.
>> Não, não.
>> Inchaço é água, né? >> Inchaço é água.
Mas eu falo ainda mais, a maior parte das pessoas que acham que tão inchadas não tão tão inflamadas.
Eh, nossa, é um erro conceitual em cima do outro.
E até muitos médicos confundem isso, né? Eu trabalho com lipema e eu vejo isso todo dia.
Pessoas que chegam falando que estão inchadas e a gente vai ver e não tem nada de inchaço, tem inflamação.
>> Sim.
Beber água antes de cada festa.
Isso é interessante.
Ajuda a reduzir ressaca e inchaço.
>> Eu acho que não antes, mas durante, né? >> Tá tomando ali alguma bebida alcoólica, intercala com água.
É, >> você se mantém hidratada.
>> Porque antes eu nunca ouvi falar antes da festa.
>> É, >> meu avô falado, nunca misture a bebida.
Você vai tomar uma bebida e depois toma outra.
Ah, e tá falando da água e da Masisturar bebida de fato, tipo whisky, sei lá, whisky, cerveja, whisky, sei lá, outra coisa, isso é perigoso, né? >> Muito.
>> É isso que causa, >> é, você perde o controle, né, do do quanto você bebeu.
>> Tá.
Dormir pouco no fim do ano bagunça hormônios e pode afetar o ciclo menstrual? >> Sim.
>> Não só isso, afeta tudo.
Afeta tudo.
>> O qual o mínimo ali de de fato são 8 horas ou depende de pessoa para pessoa? Depende de pessoa para pessoa, mas assim, acho que 8 umas 8 horas é o mínimo, né, pra maioria da população.
Napoleão dormia 3 horas, mas ele tava tentando conquistar a Europa e perdeu.
Então, >> talvez a dica, >> a maior parte das pessoas que dorme pouco eh não sai falando, bate no peito, fala: "Eu consigo dormir pouco e não sei o quê".
Na verdade, elas estão eh eh sofrendo com isso e não sabem, né? O o metabolismo não tá adaptado para isso.
Não adianta você lutar contra sua genética.
Você vai acabar >> eh perdendo alguns pontinhos aí na >> E às vezes também é a longo prazo, né? que agora eu voltei a dormir um pouco mais, saí do horário da madrugada, doutora, acho que eu não tinha te contado ainda.
É, contar depois aqui.
>> Bom, da Agora para finalizar, uma pergunta ótima que dá para manter saúde mesmo no meio das festas para vocês que a gente falou certeza >> até agora, né? >> Com certeza d >> alimentação, hidratação, >> dá para melhorar, dá para fazer, dá para fazer mais, né? >> Sim.
Eu acho também que fica uma boa dica também para não só ficar nesse ânimo de começo do ano, mas pensar em novos hábitos, hábitos para levar pra vida, né? Não só naquela animação que depois fica nem um mês e passa, né? Tem que fazer o que realmente a pessoa vai conseguir manter, né? Nem que seja aos poucos, né? >> Aumentar a água, nem que seja, sei lá, um copo por dia, mas pé no chão, né? Saber o que vai conseguir ali manter e aumentando.
>> É porque uma pessoa não vai tomar zero a 3 L no dia seguinte, né? vai aumentar gradual mesmo.
>> É de resolução de ano novo, né? Todo mundo gosta de fazer de resolução de ano novo.
Eh, não colocar 20 coisas impossíveis de fazer.
Escolha três que realmente vai vai mudar e que você consegue >> que vai fazer toda a diferença, né? >> E são coisas simples.
A gente falou várias, deu várias ideias aqui para escolher.
Todas elas são boas.
>> Sim.
E agora para finalizar, eu queria só, a gente nem combinou nada disso, mas vocês querem mandar uma mensagem agora de final de ano, né, para quem tá acompanhando.
Acho que a gente programou esse episódio justamente para agora no último dia, né, pra virada aí do >> para ser o último episódio de 2025.
Não sei se vocês querem mandar uma mensagem para quem acompanha sempre.
>> Vamos lá, pessoal.
Eh, se você não tá inscrito no canal, inscreva-se.
Eh, a gente quer um começar o o ano que vem com muita novidade, muita, eh, informação de saúde para vocês.
Então, não percam essa oportunidade.
A gente tá comemorando.
Eu perdi o número, mas eu acho que são 105 episódios, alguma ou 104, 105 episódios.
Sim, sim.
>> Eh, mas a gente só existe se vocês curtirem, compartilharem.
O YouTube não ajuda a gente, né? vídeos longos não são facilitados aqui.
Então, se você chegou até aqui desse desse episódio, tenho certeza que gostou da conversa, vai tirar alguma coisa, vai melhorar a sua saúde.
Então, clica ali embaixo no inscrever-se, que isso faz toda a diferença pra gente.
E a gente se vê ano que vem.
>> Amém.
Sim, >> e que vocês tenham um final de ano com a família muito gostoso e preparem-se que o ano que vem vem muita coisa nova.
>> Amém.
Eu quero fazer um agradecimento aqui antes de finalizar também quero agradecer a participação de vocês aqui nesse episódio e já deixar as sugestões, né, o espaço aberto para quem gosta da de cada uma das especialidades, tem alguma dúvida, enfim, pode passar a rede social cada um de vocês para a gente vai deixar o link também.
Instagram @dajjulianamato >> e o meu é Instagram @dbr.
Amato.
Então a gente vai deixar os links aqui e o espaço, né, para quem quiser comentar ou nas redes sociais de vocês ou aqui nos comentários que a gente sempre vê.
A gente às vezes não tem tempo de responder tudo, né, doutor, mas a gente tá sempre acompanhando e a gente traz a sugestão, né, o tema que eles sugerirem aqui das especialidades de vocês.
Muito obrigada.
>> Tiem ideias de outros assuntos, né? Exato.
Que aí sempre mandam boas sugestões aqui, a gente vai deixando na nossa listinha.
Pode comentar que a gente tá sempre de olho.
Obrigada, doutora.
>> Obrigada.
>> Obrigada.
Obrigado.
>> Até a próxima.
Eu quero fazer também um último agradecimento aqui pro laboratório origem, especializado em saúde intestinal, que é onde tudo começa.
O foco de origem é qualidade de vida e prevenção.
[música] [música] Também já vai a minha mensagem.
Meu, muito obrigada a você que acompanhou o nosso Amatocast, cada episódio, não deixou de curtir, comentar e compartilhar, que como eu sempre falo, é muito importante para que a gente continue trazendo os nossos

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