A dor vulvar, denominada vulvodínia, é uma queixa comum frequentemente confundida com vaginismo. A vulvodínia caracteriza-se por dor na vulva, que pode ser dese
Elas são bem diferentes. A dor vulvar em si, ela é uma dor que a mulher sente na vulva, às vezes só com a pressão de uma calcinha ou uma calça mais apertada, às vezes sente uma maior sensibilidade quando vai andar de bicicleta ou mesmo quando está sentada por muito tempo em uma cadeira.
Existe tratamento para a vulvodinha. Ele está associado com um tratamento medicamentoso e também com terapia, porque muitas vezes a mulher, por ter essa dor, ela já tem uma certa dificuldade de pensar em ter relação e aí ela confunde a vaginítico ou a vulvodinha, porque sabe que vai ter dor mas depois ela consegue ter a relação, mas ela já vem com aquela preconcepção de que vai doer e ela não quer ter relação.
Olá, hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre dor vulvar. A dor vulvar, ela é chamada de vulvodínia e ela é uma queixa muito comum das mulheres e pode ser muito confundida com o vaginismo. Então, qual é a diferença entre a dor vulvar, que é a vulvodínia, de um vaginismo? Elas são bem diferentes. A dor vulvar em si, ela é uma dor que a mulher sente na vulva, às vezes só com a pressão de uma calcinha ou uma calça mais apertada, às vezes sente uma maior sensibilidade quando vai andar de bicicleta ou mesmo quando está sentada por muito tempo em uma cadeira. Ela pode vir associada a uma sensação de ardência, coceira e muitas vezes ela impacta muito na vida dessa paciente no dia a dia, dessa mulher no dia a dia. E ela não tem dificuldade, essa mulher não tem dificuldade para ter relação sexual, diferente do vaginismo. O vaginismo é aquela dor na vulva, mas uma dor na vagina também e que está associada com uma dificuldade de ter relação sexual na penetração, ou seja, a musculatura ela tem alguns espasmos que não permitem uma relação sexual e isso é muito doloroso para a mulher. Então, a vulvodínia e o vaginismo são muito confundidos. Então, para a gente ter um diagnóstico específico se é um ou se é outro, não existe um exame para se fazer esse diagnóstico. Não existe um exame como um exame hormonal ou uma tração que verifique alguma alteração anatômica e que possa nos dizer por que está acontecendo isso. Então, o ideal é que se converse muito bem com o seu médico sobre as características dessa dor. Entendo que tem muitas mulheres que têm uma certa restrição em conversar com seu médico porque tem vergonha, porque fica mais sem graça sobre falar dessa questão, mas é importante conversar porque só assim a gente vai conseguir manter, indicar um tratamento melhor para essa mulher. Essa questão, ela é muito subdiagnosticada exatamente pela falta de conversa entre médico e paciente e tem tratamento? Existe tratamento para a vulvodinha. Ele está associado com um tratamento medicamentoso e também com terapia, porque muitas vezes a mulher, por ter essa dor, ela já tem uma certa dificuldade de pensar em ter relação e aí ela confunde a vaginítico ou a vulvodinha, porque sabe que vai ter dor mas depois ela consegue ter a relação, mas ela já vem com aquela preconcepção de que vai doer e ela não quer ter relação. Então, é muito importante conversar com o seu médico, enfatizo isso várias vezes, porque é uma das doenças que é muito subdiagnosticada e que precisa de muita atenção e muita conversa. Se você gostou do nosso vídeo, inscreva-se no nosso canal e ative o sininho de notificações, dê o seu like.
Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.