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Probióticos ajudam para o emagrecimento?

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Probióticos ajudam para o emagrecimento?

A relação entre probióticos e emagrecimento ainda não é conclusiva, segundo a endocrinologista. O vídeo explica que a microbiota intestinal é composta por bacté

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Perguntas respondidas neste vídeo

Probióticos podem te ajudar para o emagrecimento?

Se você quer saber a resposta para essa pergunta, segue comigo até o final do vídeo e você vai saber. Eu sou a doutora Lorena, endocrinologista do Instituto Amato e hoje a gente vai falar um pouco sobre a microbiota intestinal, probióticos, obesidade, qual a relação disso tudo.

E quais seriam os sintomas?

Nitidamente, né, os sintomas mais óbvios são os intestinais, excesso de gases, dores abdominais, cólica, né, pela retenção desses gases, estufamento da barriga, irregularidade intestinal, diarreia, oscilando com constipação e flatulência muito fétida, né, aqueles gases com odor que geram constrangimento, né, os flatos são fétidos, mas um odor muito forte que sinaliza que algo não está muito bem no intestino.

Mas e aí, como que a gente faz para manter as bactérias do intestino saudáveis, né, manter as melhores bactérias, as bactérias benéficas em maioria no nosso intestino?

Antes de continuar, eu te convido a curtir esse vídeo se está te agradando e segue comigo até o final para saber como melhorar sua flora intestinal. Um bom começo é a alimentação. Todos os alimentos ricos em corantes, conservantes, alimentos industrializados, todos os pacotinhos, né, alimentos que a gente fala que não estragam, ficam ali na prateleira do supermercado meses e não estragam.

O que que são esses pré-bióticos?

Os alimentos dessas bactérias boas, né, você tem que alimentar essas bactérias boas.

E o que que elas gostam?

Alimentação saudável, comida de verdade. Mais um motivo aqui, dentre os vários vídeos que eu já falei sobre isso, para começar a comer alimentos de qualidade, ter uma alimentação mais saudável. Outro passo para melhorar as bactérias do intestino é a ingestão do que a gente chama de pró-bióticos, que seriam as próprias bactérias que vão se proliferar, consumir essas bactérias boas que vão se proliferar no intestino.

Transcrição completa do vídeo

Probióticos podem te ajudar para o emagrecimento? Se você quer saber a resposta para essa pergunta, segue comigo até o final do vídeo e você vai saber. Eu sou a doutora Lorena, endocrinologista do Instituto Amato e hoje a gente vai falar um pouco sobre a microbiota intestinal, probióticos, obesidade, qual a relação disso tudo. Para iniciar, é importante que vocês que estão me assistindo aqui, saibam o que é essa microbiota intestinal.

A microbiota intestinal é o conjunto de microorganismos, bactérias, possivelmente fungos, outros protozoários que podem viver ali no seu intestino, não a relação que a gente chama muitas vezes de simbiose. Eles vivem ali, a gente tem uma microbiota vasta, milhares de bactérias, que muitas delas são benéficas para o nosso organismo. Existe um equilíbrio entre essas bactérias benéficas e bactérias possivelmente maléficas para o organismo e a presença dessas bactérias benéficas é importante para que a gente esteja sempre ganhando aí nesse equilíbrio em relação às bactérias que podem não nos fazer tão bem.

Quando acontece um desequilíbrio entre essas bactérias boas e más, né, benéficas e maléficas, a gente pode chamar isso de desbiose intestinal. E quais seriam os sintomas? Nitidamente, né, os sintomas mais óbvios são os intestinais, excesso de gases, dores abdominais, cólica, né, pela retenção desses gases, estufamento da barriga, irregularidade intestinal, diarreia, oscilando com constipação e flatulência muito fétida, né, aqueles gases com odor que geram constrangimento, né, os flatos são fétidos, mas um odor muito forte que sinaliza que algo não está muito bem no intestino. Agora existem sintomas não tão óbvios que podem ser consequência dessa irregularidade, esse desequilíbrio dessa flora, dessa microbiota intestinal, que podem ser até dor de cabeça, a cefaleia, cansaço excessivo, alteração na absorção de nutrientes e até mesmo existem alguns estudos tentando associar a obesidade, a resistência à insulina, a esse desequilíbrio das bactérias intestinais.

Então até agora você já viu quanto é importante, né, a saúde das bactérias do intestino, quais os sintomas que pode causar e como é importante a gente cuidar dessas bactérias. Mas e aí, como que a gente faz para manter as bactérias do intestino saudáveis, né, manter as melhores bactérias, as bactérias benéficas em maioria no nosso intestino? Antes de continuar, eu te convido a curtir esse vídeo se está te agradando e segue comigo até o final para saber como melhorar sua flora intestinal. Um bom começo é a alimentação.

Todos os alimentos ricos em corantes, conservantes, alimentos industrializados, todos os pacotinhos, né, alimentos que a gente fala que não estragam, ficam ali na prateleira do supermercado meses e não estragam. Tudo isso, conservantes, corantes, produtos artificiais matam as bactérias boas do nosso intestino e acabam favorecendo a proliferação das bactérias ruins. Então alimentação rico em fibras, alimentos que a gente chama de pré-bióticos.

O que que são esses pré-bióticos? Os alimentos dessas bactérias boas, né, você tem que alimentar essas bactérias boas. E o que que elas gostam? Alimentação saudável, comida de verdade. Mais um motivo aqui, dentre os vários vídeos que eu já falei sobre isso, para começar a comer alimentos de qualidade, ter uma alimentação mais saudável.

Outro passo para melhorar as bactérias do intestino é a ingestão do que a gente chama de pró-bióticos, que seriam as próprias bactérias que vão se proliferar, consumir essas bactérias boas que vão se proliferar no intestino. Que seriam presentes nos iogurtes, em alguns alimentos como o kefir, que é muito importante para quem tem intolerância à lactose, que o kefir tem as bactérias boas, sem ter a lactose. Então vários alimentos, esses pró-bióticos, ou até mesmo outros alimentos, é cápsulas, sachês, que a gente consuma com esses pró-bióticos, com essas bactérias boas, vão nos ajudar a melhorar esse equilíbrio intestinal, melhorar esses sintomas diretos em relação ao intestino, quanto os indiretos também.

Como eu falei, dor de cabeça, cansaço, desabsorção intestinal. Mas além disso, a ingerir pré-bióticos, pró-bióticos, ter alimentação saudável. Um outro fator que é muito importante para a manutenção das bactérias boas no intestino é a atividade física.

Sim, mais um benefício da atividade física, ela é capaz de melhorar as bactérias do seu intestino. Então a gente vê aqui que hábitos de vida saudáveis, alimentares e combate ao sedentarismo, mais uma vez, vai nos ajudar a melhorar esses sintomas intestinais e outros sintomas do intestino, que extrapolam o intestino, que podem ser consequência dessa desbiose intestinal. Há ainda quem estude a possibilidade dessas bactérias boas tratarem a obesidade.

Esse desbalanço ser um fator de risco de bactérias boas e ruins, é um fator de risco para a obesidade. A gente ainda precisa de muito estudo para conseguir provar isso, mas existe aí com certeza uma relação, os pacientes que têm obesidade, eles têm um predomínio de bactérias ruins no intestino, em detrimento daqueles que não têm obesidade. Então aí a pergunta do vídeo, se a ingestão dos pró-bióticos ou pré-bióticos poderiam levar ao emagrecimento, a resposta é ainda não sabemos.

Ainda não sabemos, possivelmente estamos estudando, então a gente não pode falar que sim, mas com certeza você ter uma alimentação saudável e melhorar essas bactérias do seu intestino, vai te levar a melhoria de saúde como um todo, que vai te trazer mais bem estar global e o tratamento de outras doenças, como eu falei aqui. Eu vou deixar aqui um vídeo sobre modificação do estilo de vida, a medicina do estilo de vida, que também está aqui no canal para você saber sobre esse tema, melhorar hábitos e consequentemente melhorar a sua flora intestinal. E se você gostou desse vídeo, foi importante para você, comenta aqui, fala como te ajudou, compartilhe, curta e se inscreva no canal.

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Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.