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Ultrassom do Lipedema: O Fim da Dúvida e o Início da Esperança | Evolution 01

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Ultrassom do Lipedema: O Fim da Dúvida e o Início da Esperança | Evolution 01

**Resumo do vídeo “Ultrassom do Lipedema: O Fim da Dúvida e o Início da Esperança | Evolution 01”** O episódio faz parte de uma série dedicada ao Congresso do

Perguntas respondidas neste vídeo

Então, como que a sua especialidade aparece aqui e faz parte desse Congresso?

Bem, na verdade, o Doutor Amato está sendo precursor nesse aspecto, onde está envolvendo a radiologia e ultrasonografia dermatológica para o diagnóstico de Lipedema. Esse diagnóstico é um diagnóstico feito por ultrassom, é um diagnóstico da inflamação, é um diagnóstico onde a gente consegue perceber alterações morfológicas na forma de como esse tecido de lipoma se apresenta para os pacientes com o Lipedema, sendo que a gente consegue diferenciar, além de diagnóstico, diferenciar de características da obesidade, do linfedema, da panículoite, que são outras doenças que comete essas mulheres, mas que têm um diagnóstico diferente, portanto, um tratamento diferente.

Então, é a sua especialidade que consegue dar essa luz, a confirmação mesmo ali, né?

É, exatamente isso. Até então, assim, nós tínhamos essa diagnóstica mudada porque...

Porque era um diagnóstico clínico, né?

O médico eleve, não, acho que você tem Lipe Dema.

Então, a gente agora, com essas alterações, a gente consegue colocar num laudo, né?

Que a paciente apresenta alterações morfológicas relacionadas à inflamação do Lipe Dema. Porque pelas características do tecido de pouso, da pele, da dermi, que são características que a gente conversa no nosso laudo, a gente consegue dizer, olha, essa paciente aqui tem, essa era uma fase, a gente, teoricamente, mais inflamatória, mais fibrótica da doença, e a gente consegue, então, realmente ter um laudo mais palpável feito pela radiologia.

Porque isso, para a radiologia, é uma inovação para a radiologia, né?

Nós, agora, estamos recebendo esses pedidos de exames para Lipe Dema. Porque essa é uma área de atuação do cirurgião vascular. Então, assim, o trabalho do Turamato, o desenvolveu com o Doutor Benítico, o Doutor Keller, fazia isso, eles fazem um diagnóstico dentro da espessura, em determinadas áreas, e fecham clinicamente.

Transcrição completa do vídeo

Olá, meu nome é Letícia, está no ar mais um AmatoCache pelo canal do Instituto Amato e agradeço mais uma vez o carinho da sua audiência e participação aqui conosco para falar sobre tudo que envolve e qualidade de vida. Para quem já acompanha, um certo tempo percebeu que nós estamos em um lugar diferente. Hoje começa a nossa série de episódios especiais sobre o Congresso do Lipedema, que foi desenvolvido pelo Dr. Alexandre Amato aqui com a clínica Amato. Inclusive nós estamos aqui, olha, Lipedema Evolution. Ele trouxe detalhes aqui no nosso episódio anterior sobre como ia funcionar esse Congresso para quem não pode vir aqui pessoalmente acompanhar como vai poder saber um pouquinho mais sobre essa participação aqui, sobre esse Congresso. A gente vai deixar todos os detalhes e o link do episódio anterior, que foi com o Dr. Alexandre Amato, para ele explicar um pouquinho mais sobre como tudo funcionou e também sobre as próximas datas. Eu já vou apresentar a nossa convidada especial de hoje, contar um pouquinho sobre a carreira dela, a doutora Deysi Vargas, e antes de dar as boas-vindas, vou contar um pouco sobre essa trajetória. A doutora Deysi Vargas é radiologista formada em medicina pela Fundação Universidade Regional de Blumenau. Fez residência médica no Hospital Santa Isabel de Blumenau, é coordenadora do programa de fellowship em ultrasonografia avançada na rede e desenvolve pesquisas relacionadas ao Lipedema. Bem-vinda, doutora. Muito obrigada, muito obrigada pela reservação, obrigada por esse carinho todo, doutora Juliana Amato. E você não pode perder, porque o Lipedema Evoluto é um sucesso total, brilhando, realmente, todos os temas do dramato trouxe para a gente. Muito legal. Inclusive, a gente já falou aqui no início, doutora, que é uma série de episódios relacionados ao Congresso, o Lipedema Evoluto, porque são várias especialidades que se unem sobre essa doença do Lipedema. Então, vou começar pedindo para você explicar um pouquinho o porquê que a sua especialidade, inclusive, é um nome diferente para as pessoas radiologistas com atuação em ultrasonografia dermatológica. O episódio de hoje o pessoal está vendo aí no título, ultrassonografia da informação, o que isso interfere na saúde de cada uma das pessoas, mas mais focado em quem foi diagnosticado com o Lipedema ou tem alguém com o Lipedema, alguém próximo, enfim. Imagino que quem está acompanhando tem algum interesse, porque acabou aparecendo na vida da pessoa de alguma forma. Então, como que a sua especialidade aparece aqui e faz parte desse Congresso? Bem, na verdade, o Doutor Amato está sendo precursor nesse aspecto, onde está envolvendo a radiologia e ultrasonografia dermatológica para o diagnóstico de Lipedema. Esse diagnóstico é um diagnóstico feito por ultrassom, é um diagnóstico da inflamação, é um diagnóstico onde a gente consegue perceber alterações morfológicas na forma de como esse tecido de lipoma se apresenta para os pacientes com o Lipedema, sendo que a gente consegue diferenciar, além de diagnóstico, diferenciar de características da obesidade, do linfedema, da panículoite, que são outras doenças que comete essas mulheres, mas que têm um diagnóstico diferente, portanto, um tratamento diferente. Então, o Doutor Amato foi extremamente generoso nesse aspecto, ele permitiu que a gente, como radiologista, abriu esse espaço para que a gente consiga se desenvolver um trabalho de pesquisa e mostrar esses achados para as mulheres, para os pacientes, para os outros colegas mesmo, e agora, então, para o mundo, o Lipedema, é um evento mundial, apesar de estar no Brasil e no Mundial, temos colegas renomados de pesquisadores internacionais hoje aqui e, inclusive, Doutor Amato, um deles. Então, a gente está muito feliz por essa oportunidade e agradecemos muito mesmo, porque toda a equipe que desenvolveu o trabalho, nós temos um trabalho agora, que é publicado numa revista americana, mostrando essas características da inflamação, pela ultrassonografia, então, nós radiologistas, a instituição de gente trabalha tem um grupo de pesquisa, que pesquisa sobre essas alterações e ela se uniu junto à mentoria e à orientação do Doutor Amato, que é o nosso orientador da pesquisa, e publicamos, então, essas alterações para o mundo médico, que vai, com certeza, muito contribuir para que outros colegas médicos aprendam e comecem a desenvolver o diagnóstico por ultração, que já existia. Doutor Amato, primeiro, é escrever sobre o diagnóstico. Ele tem um protocolo já teoricamente renomado e é considerado um protocolo mundial. O primeiro diagnóstico feito por ultrassom é o Doutor Amato, e o nosso trabalho agora, que ele vem para agregar novas informações, novas evidências, contribuindo com o primeiro trabalho do Doutor Amato. Eles são trabalhos, na verdade, um braço no trabalho do Doutor Amato. Doutor, a dúvida que a gente mais recebe aqui nos comentários, inclusive, já vou adiantar, para quem tem alguma dúvida relacionada à sua especialidade, quer que a gente traga de novo você aqui para conversar com a gente lá na clínica, que a gente faz mesmo o episódio, toda semana tem episódio em da Oara aqui no Amatocast, sobre como que a pessoa pode confirmar se tem de fato o Lipedema, porque às vezes tem todos os sinais ali e acompanha o Doutor Ana Chandra e fala, olha, acho que eu tenho, mas não consegue confirmar. Então, é a sua especialidade que consegue dar essa luz, a confirmação mesmo ali, né? É, exatamente isso. Até então, assim, nós tínhamos essa diagnóstica mudada porque... Veja bem, é uma doença hoje que ela é muito subdiagnostecada, por quê? Porque era um diagnóstico clínico, né? O médico eleve, não, acho que você tem Lipe Dema. Então, a gente agora, com essas alterações, a gente consegue colocar num laudo, né? Que a paciente apresenta alterações morfológicas relacionadas à inflamação do Lipe Dema. Porque pelas características do tecido de pouso, da pele, da dermi, que são características que a gente conversa no nosso laudo, a gente consegue dizer, olha, essa paciente aqui tem, essa era uma fase, a gente, teoricamente, mais inflamatória, mais fibrótica da doença, e a gente consegue, então, realmente ter um laudo mais palpável feito pela radiologia. Porque isso, para a radiologia, é uma inovação para a radiologia, né? Nós, agora, estamos recebendo esses pedidos de exames para Lipe Dema. Porque essa é uma área de atuação do cirurgião vascular. Então, assim, o trabalho do Turamato, o desenvolveu com o Doutor Benítico, o Doutor Keller, fazia isso, eles fazem um diagnóstico dentro da espessura, em determinadas áreas, e fecham clinicamente. Mas agora, diante dessa revolução, a radiologia entra como uma especialidade e auxiliaria diagnóstica para o cirurgião vascular e as outras especialidades, afim, o cirurgião plástico, os ginecologistas, todos aqueles médicos, colegas, que acham que a paciente tem Lipe Dema, e agora, pode pedir um exame que a gente tem ferramentas qualitativas para dizer, olha, nós temos um aspecto de mangão dura inflamada. Então, a gente, lógico, o diagnóstico é clínico. Ou seja, o médico olha e fala, o paciente tem. Mas a confirmação é importante para o diagnóstico, até porque agora, teoricamente, o Lipe Dema vai entrar para o código internacional de doenças, o CID, né? Então, ter um diagnóstico radiológico vai ajudar muito essas pacientes a conseguir tratamento, a conseguir, sabe, todos os benefícios que teoricamente o Estado brasileiro vai ter que se render, que é uma doença, agora tem que ir para o CID, então, para ser considerada uma doença efetiva e receber tudo o tratamento que ela necessita. Isso que eu ia te perguntar, tem essa preocupação também com a questão do convênio, né? Então, isso é uma forma de ter a confirmação ali para que a pessoa possa receber o tratamento já com o convênio cobrindo esses gastos. É, teoricamente funciona da mesma forma de valer isso, por exemplo. Quando você suspeita, tem varizes, né? Você vai a um lugar que, ou o Cirurgião Vascular faz, ou então o radiologista faz o seu exame e a gente detecta, faz um laudo que você tem, realmente, varizes, que você tem refluxo, você tem uma assistência da sua safena. Com esse laudo, o convênio vai liberar, então, os procedimentos para que sejam feitos na paciente. Então, agora você com um laudo, né? E a radiologia expandindo para esse universo, você realmente vai ter um laudo com umas características e vai ficar mais fácil para o convênio. E para todas as pessoas que tratam, porque o Lipedema se falou muito bem, ele é tratado por uma equipe multidisciplinar. Então, hoje está unindo a radiologia, mas é a Cirurgião Vascular, é a Fisioterapeuta. Você tem também anotrucionistas por importante nesse processo, a endocrina, importantíssima. Quer dizer, então todo mundo tem. Então, agora a gente tem, eu acho que isso é um grande passo, sabe? Da atualidade dentro da pesquisa, a radiologia pisando nesse... como uma pontinha do pé nesse universo do Lipedema, e isso, eu mais uma vez quero dizer para você, é um imenso dramático que permitiu o que se acontecesse. Esse universo não existia para a gente, sabe? A gente fazia o diagnóstico, mas agora não. Agora não temos essas características que a gente conseguiu desenvolver nesse trabalho, do qual ele orientou, e eu estou muito feliz, porque isso muda uma história. Mas isso muda a história, na verdade, dessas pacientes que tanto sofrem, e a gente consegue realmente ajudar com o diagnóstico. E como que foi a sua escolha? Sempre que isso é médica, sempre que isso faz medicina, sempre já pensava nessa parte da radiologia, tinha um plano B? Não, sempre gostei muito desde criança. Eu sou uma família muito simples, minha mãe é professora, meu pai era camionero. Então, eu sou primeira médica da família, então foi uma luta bem importante para chegar até aqui, e graças às vezes dos meus pais eu consegui me formar, e eu sempre pensei em diagnóstico. Eu gosto muito de tentar achar, eu acho que cada um de nós tem uma inspiração, então para mim foi muito importante escolher a radiologia. E da radiologia, a tassinaografia, é uma coisa que eu gosto muito, tanto que é um dos cargos que eu tenho dentro da Rindular, que é a coordenação de um programa de ensinamento médico continuado, e professoramento médico, e a tassinaografia, e permitiu então que através de estar nesse local e chegar, eu sempre falo que foi uma inspiração divina, achar esses achados, encontrar esses achados, e esses achados foram, vão mudar, uma coisa muito importante também de todos nós, da radiologia, e dos colegas que fazem a tassinaografia para o lipedema. Então, eu amo o que eu faço, eu amo muito a radiologia, eu amo a tassinaografia, e agora me apaixonei pelo tema lipedema, e essa caminhada por algo novo, por algo inédito, então essa descrição para você entender, não existe outra lembra feita até hoje no mundo. Nós achamos aqui, é um achado nosso, um achado brasileiro, da pesquisa brasileira, então teve muito orgulho para a gente, para o Brasil, para todas as pacientes que vão precisar, e merecem melhor tratamento, melhor diagnóstico, então estamos agora prontos para ajudar. Então, o traumato, muito obrigada, isso era gigante, isso era sensacional. É muito legal. E agora a doutora, na parte prática mesmo, na parte da radiologia, se alguém que está acompanhando quer entender de fato o que você vê, que pode confirmar esse diagnóstico, tem como explicar assim, sem de fato mostrar, o que pode aparecer na imagem que confirma essa doença? Olha só, eu vou fazer duas ganchas que você me permitiu, como você é médico e vai fazer diagnóstico, você vai encontrar cinco características que você tem que pontuar para encontrar o lipidema e os seus graus. Incluir a Dermis, a redução da Bermipodermina, a espessura da hipodermis, a ecosimilaridade da hipodermis, você vai ver como se comporta a presença de nódulos que existem dentro do tecido adiposo e o padrão de cíperos. Isso é para uma linguagem médica. Por conta disso, e é uma novidade, porque eu falei para você, é um trabalho inédito, esse achado, nós desenvolvemos e foi apresentado aqui hoje, no Congresso, a primeira calculadora de score, de alterações morfológicas, sonográficas do lipedema, então, embora os médicos receberam uma calculadora, eles vão entrar na calculadora que nós criamos, também é fruto desse trabalho. E hoje, foi publicado isso hoje, então isso é a última notícia do momento. Está trazendo a novidade aqui. E tem apenas algumas horas de liberação da calculadora na internet, então o médico vai entrar lá e vai pontuar os achados. E quando ele terminar de pontuar, ele já vai ter a classificação daquele paciente. E a gente fez uma forma que, se você não achar um creão dos achados, ela não fecha a numeração, então você vai ter certeza que você está fazendo um diagnóstico de lipedema, então a gente conseguiu criar essa calculadora, o tromato aprovou e agora já está liberado para todos os colegas mais. E o paciente não vai entender a diferença do que a gente está enxergando, mas ele vai ter a resposta disso, ou seja, ele vai ter o benefício desse melhoramento da capacidade diagnóstica do médico e fazer sua diagnóstica. Sim. E agora, como que funciona assim? O paciente vai, passa primeiro com o cirurgião vascular, por exemplo, passou com o doutor Alexandre, e aí vai chegar para você para fazer o diagnóstico da imagem. Como que vai ser para ele e como que vai ser para você esse momento? Geralmente, assim, por exemplo, o paciente vai estar trollixando, ele vai solicitar os exames. Geralmente, esse paciente faz uma autosynografia Doppler dos membros inferiores para ver a questão das varizes, que são importantes, que é feito com o vascular, geralmente. A radiologia também faz, mas a gente recebe os pedidos e a gente pode fazer também. E nisso agora vai ser solicitado a autosynografia para lipedema, em que você vai fazer o tração das pernas, dos joelhos, atrás dos joelhos e das coxas. Então a gente tem esse novo método, desenvolvido por seis pontos. Doutor Amado, a gente tem desenvolvido quatro pontos importantes, pernas e coxas, e a gente incluiu parte posterior da coxa. Então é um tração normal, não é um tração que tenha nenhuma consideração maior, mas só pedir o tração da fetora para lipedema, e a gente recebe o paciente, o paciente vai gravar o convé, ele vai gravar o seu exame. Então o exame, ele vai receber um audo, como você faz quando fazia um abdômen normal, um transvaginal, um tração de mãos, é o mesmo formato. Só que agora, focando no diagnóstico para lipedema. E aí tem algum nível, por exemplo, algum grau, que o doutor Alexandre, um exemplo, pode ser um outro médico, vai olhar ali no constório, que você mesmo citou, é uma doença com diagnóstico clínico, que ele vai definir. Isso aqui, ele e o paciente precisam ou não da radiologia, ou todos vão precisar? Assim, o que a gente quer, que isso se difunda, é que a radiologia agora entre, como foi uma especialidade, auxiliar nesse segmento, podendo ajudar os seus pacientes. Então a gente desenvolveu quatro graus, um, dois, três e quatro. Esses graus, eles falam do acometimento local. E aí o colega vai poder definir, olha, está mais inflamada, está mais fibrógico, a nossa classificação tende a dar prováveis informações sobre a manutenção, quanto você responde. A sua gordura modifica depois que você trata, depois dos tratamentos não cirúrgicos, então a gente vai conseguir ver se as alterações morfológicas, vão dizer, olha, a paciente ensinou o tratamento, noventa e dez, depois ela começou, fez outra alteração, olha, modificou. Então essa dieta está dando certo, esse tratamento, essa atividade física, o que o colega está fazendo, está funcionando, olha, porque ela vai melhorar os sintomas. A partir do momento que ela melhora os sintomas, porque como é clínico, tem melhorar o sintoma, a alteração da gordura morfológica acontece na mesma proporção do que está acontecendo essa desinflamação na paciente. Sim, e aí tem aquele linfedema, que a gente já conversou bastante também aqui em outros episódios, a gente tem uma playlist aqui só de linfedema, ou teve um específico na diferença de linfedema para linfedema, todas essas variações também entram nessa partida do diagnóstico. Sim, a gente tem, acho que esse é uma coisa importante do trabalho, que a gente consegue definir com bastante tranquilidade, certeza de que eu não acho que quando a gente tem uma obesidade, uma linfedema, uma linfedema e uma paniculite, que são quatro entidades que podem acometer a paciente, e o linfedema realmente é um diagnóstico inicial muito importante, porque é uma outra doença, é outro tratamento, são situações de tratamentos, digamos assim, que cada uma tem o seu caminho. Então, o que não pode acontecer, por exemplo, é que com o sin ultrassom, às vezes fica difícil, o colega só clinicamente recebe se não tem uma outra patologia associada. O sin ultrassom é esse olhar, né? É um olhar, digamos assim, através de um equipamento, o clínico que não consegue ver pela pele. Então, a gente dá esse olhar ali dentro daquele tecido. E a tranquilidade não só para o médico, não é, doutora, mas para o próprio paciente, porque a gente já conversou inclusive com o paciente, foi um episódio diferente, que foi um relato de uma mulher que falou que passou por mais de 10 médicos, fez milhares de exames, não tinha resposta e ficava naquela angústia que olhava, que aquilo estava piorando, e tentava encontrar uma resposta, sempre saía muito decepcionada, porque sempre tentava encontrar um caminho e, no final, era um balde de água fria mesmo. Então, eu imagino que dessa forma também, até na questão da sua pesquisa, por estar mais nesse contato, consiga perceber, ter alguma experiência, se achar uma atenção de alguém que conseguiu sentir esse alívio mesmo, de ter a confirmação. Muito interessante você comentou, porque a questão principal que leva o paciente a fazer outra som das pernas, o varizes, é dor. Então, dor é uma coisa muito frequente das pacientes, e é uma dor realmente, é uma dor sem o contato físico, às vezes, a perna dói, ela chega no final do dia, a perna fica enxada e ela repose no outro dia, ela acorda com dor e tem aqueles hematomas, então ela começa a ter uma questão, e é uma dor invisível, sabe? Ele faz um exame e não dá, faz outro não dá. O que acontece? Hoje, como a gente começou a ter essa percepção, então, por exemplo, hoje, quando vêm, alguém pede para mim, passando os dois nas pernas, aí eu, outra som de joelho, que às vezes, dói bem pertinho ao joelho. Aí, o que eu faço? Eu dou uma esticadinha, dou uma olhadinha, e eu falo, olha, seu joelho está tudo bem, mas eu só tenho lipidema, a sua dor eu dou lipidema, e eu já tento não ouvir uma situação para a radiologia, como eu falei, o trabalho anterior mostrou a espessura, mas, às vezes, agora, a gente consegue trazer mais informações morfológicas, por exemplo, quando a gente faz o laudo, a gente coloca primeiro o trabalho, que é o trabalho do Trulechandromato, que define lipidema com as características que a gente, teoricamente, foi o segmento. Então, eu acho que a gente tem agora, graças a Deus, uma resposta mais efetiva e mais palpável. Olha, aqui tem alterações inflamatórias. Realmente, como foi a idade da palestra, a gente falou sobre o Tritondrafenar inflamação, que a nonofolca era focar no lipidema, e como ele transforma, como ele modifica o tecido de pouso dessas pacientes. E muda completamente o tratamento também, porque é exatamente esse caminho. Ali, você é toda equipe, em conjunto, que é encontrar o melhor diagnóstico, o melhor tratamento para aquela pessoa, para que ela possa evoluir da melhor maneira. E o diagnóstico também ajuda muito nisso. O nosso trabalho, que é esse trabalho que foi liberado, nós tivemos feito por uma equipe, somos colegas mais, além de minha participação, tem o doutor Alexandre Amato, também temos o doutor Anderson de Echilueno, o tomaco Urbianchi, doutor Amanda Martins, e o doutor Alessandro Bezier. Foi uma junção, radiologia com o mundo davascular, que acabou encontrando esse universo novo, o diagnóstico. E doutor, é um exame definitivo, ou às vezes, por exemplo, precisa de vários exames para que possa de fato chegar numa conclusão? A pergunta muito importante é essa. Nós temos hoje, na literatura mundial, que tem ressonância magnética, você pode usar bexas, como se fosse uma densitometria, para usar, para medir o sabor dos pacientes, e também é linfocitrografia. Só que, são exames mais caros, a linfo tem algumas complicações de ficção, que pode acontecer. Então, uma coisa muito legal, ele não adora, ele faz o acesso, ele é mais barato, um acesso da paciente, muito mais rápido para a marcação de ultrassom, é diferente. Então, existem médicos, só que eu acho, eu penso, e acredito, que o ultrassom vai fazer um, vai ser uma coisa meio que bombástica, sua exposição, por conta disso, porque você facilmente vai poder diagnosticar, de uma forma muito mais rápida, que esses exames também mandam autorização do convívio mais difícil, prepare mais difícil, mas a gente estava lidando também por outros médicos, começando a ser magnética, que é uma comparação com o ultrassom, mas sem dúvida, o ultrassom tem uma facilidade de ser encontrado, de valor, e de resposta. E a conclusão, eu já escutei muitos médicos, se estiver errado, pode me corrigir, falar que isso é subjetivo, que a conclusão do ultrassom depende, é ultrassom ou ultrassom? Tem gente que também pergunta é que é a ultrassomografia, ultrassom, tá, então ultrassom acaba sendo uma conclusão subjetiva daquele especialista que está analisando aquela imagem, isso é correto? Sim, que é assim, ó, veja só, quando você avalia uma imagem, é uma imagem, o diagnóstico de qualquer doença, ele é feito por avaliação de um médico que, ele vai fazer o fechamento de um pensamento diagnóstico, né, via as queixas, vai dizer não, eu acho, pode ser isso, então vou pedir um ultrassom para confirmar, a gente vai fazer avaliação, lógico, a nossa imagem, é a imagem junto com a clínica, na medicina a gente tem uma frase, mas a clínica é soberana sempre, ou seja, o conhecimento médico, ele está acima de qualquer exame, então não pode ser mais perto de ele dizer, ó, esse exame aqui não fecha com o que eu estou, porque ele tem a clínica, então a clínica é soberana, mas a gente está tentando justamente isso, reduzir essas coisas, essa coisa é meio subjetiva do trassom para transformar o trassom em uma situação mais diagnóstica mais confiável no caso do lipidema, que até então não existia desta forma, né? Sim, e quem vai fazer focado na questão do lipedema, o lipedema, será especialista, já está sendo, né, com esse foco igual à sua especialidade ultrassonografia dermatológica. É, olha só, essa atuação do ultrassom dermatológico, eu confesso pra você que ele foi uma divisão de águas, porque ele fez com que fossem enxergadas alterações que antes, por causa do transdutor, a gente não via, só que nesse trabalho que a gente fez, a gente usou o transdutor 14, por que 14? Porque a zona dermatológica de alta frequência, 22, 24, 33, só que a gente usou um de é para que todos os colegas possam fazer. Por exemplo, onde a unidade de um trabalho, a unidade de um trabalho foi cedida a um aparelho com a sua dermatológica. Então, só que ele não existe para todos os hospitais e todos os colegas com essa situação de atuação. Então, a gente usou uma sonda que pode ser usada de norte a sul do país, todo mundo tem uma sonda dessa no consultório, no hospital e possa enxergar esses achados justamente como se fosse um refinamento do que foi achado na transunfradeira dermatológica. Imagino que tenha essa dúvida também sobre qual é o melhor especialista para fazer, as pessoas querem sempre, claro, quando tem uma dúvida um diagnóstico, às vezes até confirmado e quer encontrar melhor resposta para isso. Como eu falei, o primeiro trabalho do mundo de transunripedemos diagnóstico e turamato, e ele é o protocolo que todos nós usamos. Até hoje. Qualquer lugar que você vá é o protocolo dele. Ficou assim, acho que é universal, acho que até fora do Brasil, com certeza é o que é usado. E agora, com esses nos achados que é um braço digamos, da pesquisa, você tem uma abertura para que a radiologia entre neste mundo. Então, esse diagnóstico até o Dr. Keller fez uma apresentação belíssima sobre esse tema, até uma demonstração aqui no Congresso de como faz o diagnóstico, e isso vai se manter isso, isso vai se perpetuar por todas as nossas descendências ainda acadêmicas. E agora, a gente vem com a quantidade de tentar julgar esse afinamento. Então, o radiologista hoje vai poder pegar a espessura que é o trabalho já consagrado, e agregar valores de diagnóstico com essas achados que nós temos nessa paciente. Então, a gente vai ter uma certeza muito maior de olha, aqui tem LPDMA, que tem grão 1, que tem grão 2, aqui 3, aqui 4, isso, e esses graus, eles vão trazer informações importantes do ponto de vista histológico, do ponto de vista de tratamento e do que começa a poder ajudar essas pacientes. Isso já acontece da definição dos níveis. A minha próxima pergunta era o que que vem por aí, mas já tanta coisa veio aqui já? Que eu não sei se já está sendo muito adiantada. Não, é a questão. O protocolo foi liberado, o trabalho tem dois meses que está a literatura mundial, e a gente liberou a classificação hoje, então, dia 20 nasceu a classificação, a calculadora que eu falei. Dá para deixar o link aqui já, doutor? Sim, sim, com certeza. A gente vai deixar no link para quem quiser ver. Isso, e vai ter a calculadora para você. E eu quero também, em relação à calculadora, eu gostaria de agradecer todos os autores que eu falei do trabalho, só gostaria de repetir os nomes que é importante. Claro. Desde Vargas, Anderson Nadiaque Bueno, doutor Alexandre Amato, doutor Alexandre Ferreira, doutor Amanda Martí, doutor Marco Bianchi, e temos duas participações, doutor Adiós Eixeira e doutor Eduardo Suárez, Eduardo Suárez e Felo, doutor Assom, ele que desenvolveu todo o software para a gente fazer a calculadora e o ADN nos ajudou na parte também da criação dos desenhos, junto com essa coordenação de fazer esse novo formato, porque é uma coisa muito, eu acho que sim, eu tenho impressão que vai ajudar muito os colegas mesmos, vai começar a validar hoje, então eu mandei para todos os grupos, para a gente poder estar sem resposta, entendeu? Então, que vem de novo, eu acho que é um novo mundo, um novo mundo do diagnóstico, eu acredito muito que a gente está diante de uma coisa inédita no mundo. Eu estou muito feliz de estar fazendo parte disso e é que vocês podem não entender a gratidão que eu estou sentindo em relação a essa mão que o doutor Alexandre Amato entendeu para a radiologia e por dia que nós porque nós não tínhamos esse espaço entendeu? E nós encontramos e a primeira vez que foi apresentado para ele, ele falou isso é muito importante, isso vai mudar muito, isso é muito importante e se você olhar no cronograma é um gigante, maravilhoso nós estamos no cronograma quer dizer, a gente sai do anonimato da radiologia e ganha voz, e ganha olha, a gente conseguiu enxergar isso aqui o doutor e ele é gigante, generoso para que uma pesquisão tem que ser generoso ele tem que pegar os achados e mostrar para o mundo, mostrar para as pessoas então a gente está, a comunidade médica da radiologia, eu acho que ela está, ela ganhou a gente presente o diagnóstico que agora acho que a gente vai conseguir ajudar muito mais, porque o nosso intuito sempre é ajudar a paciente, é sempre melhorar a vida daquela paciente e fazer diagnóstico, para quem gosta de fazer diagnóstico, que é apaixonado para o diagnóstico, é entregar seu coração e conseguir enxergar, entende? alterações específicas daquela inflamação isso foi muito valioso, muito gratificante para que dão gigante por estar aqui nesse momento e agora doutora, a pergunta é que não quer calar, para quem chegou até o final com certeza quer saber, até eu estou curiosa é um exame que não dói, tem preparo não tem preparo, como que funciona olha, não tem preparo não tem preparo, não dói você pega o exame direitinho, você só tem que ir ao consultório e lá você vai usar uma camisola, uma roupinha específica, hospital hospital, por enquanto a gente está fazendo lá quando a gente está desenvolvendo o projeto mas agora todos vão fazendo consultórios onde os colegas, teoricamente quando as colegas desenvolver essa prática do diagnóstico, vai ser feito em todos os locais e não tem preparo, você pode comer, não precisa estar com cheia e você tem que apenas fazer um troço que você vai fazer a parte de pé, você vai fazer a parte deitada, que são as fases do exame e alguma chance de logo chegar um traço de portátil, por exemplo o dia até a casa das pessoas para quem tem uma dificuldade com certeza, com certeza já é o spoiler não, não, não, não, não, não é um certeza acho que isso é projeto, todos os exames que nós fazemos, a gente tem pacientes que não tem condições de mobilidade uma rotação de portátil, com todas essas informações inclusive, essa que pode ser feito assim concertante então ainda não é um contato de forma portátil não é assim, veja bem O exame em si, a gente desenvolveu a técnica agora, então está tudo muito novo mesmo, mesmo mesmo mesmo, é muito novo para a medicina, e com certeza, por exemplo, o colega que tem esse aparelho portátil, a unidade, e você não passa assim, com certeza, o desocamento é igual a como você faz um tração portátil na casa, como você faz um abdômbio, da mesma forma, a mesma forma, o aparelho é o mesmo e a sonda é o mesmo, por isso que a gente trabalhou com uma sonda 14, é uma sonda linear, para que todos tenham acesso a sonda, então não vai ter essas pessoas, não, não tem essa sonda, não posso fazer, não, é uma sonda, entenda, é uma sonda generalista, ela atende a todos os profissionais que gostam de fazer, para facilitar essa, não tem que ter um aparelho especial, o seu aparelho que você tem mesmo, é só a novidade que conheceu as alterações. Doutora, eu imagino que daqui, pelo menos menos de um ano, alguém já vai comentar que fez o diagnóstico dessa forma, que confirmou, melhor dizendo, e que a gente vai lembrar desse episódio aqui, que a gente está contando essa novidade, vou deixar o link até para o paciente, consegue ver a calculadora, é um pouco mais difícil, né, para o médico, tem uma calculadora médica, mas se alguém ficar curioso, quiser dar uma olhada, a gente vai deixar o link. Lógico, lógico, é importante que conheçam, para ver o que a gente altera, porque ela é uma, assim, como ela é o diagnóstico, eu aberto o público, que vai estar na internet, então as pessoas vão ter acesso, os pacientes inclusive, mas ela é um passo a passo para o diagnóstico do colega médico que faz o exame, né, o paciente vai entrar, vai conhecer, agradeço quem quiser, né, vai nos ajudar a difundir essa calculadora, mas ele não, ele é diferente, assim, é como a gente, o médico, enxerga as alterações, entende? Então não é uma calculadora, digamos, que vai mostrar a sua pele, vai mostrar o seu formato de corpo, não, ele mostra apenas, inclusive é cinza, né, é tudo porque a gente enxerga cinza, nutração, então é calculadora do ultrassom, né, mas fico feliz se o paciente quiser, é, é, é curiosa, né, é muito curiosa, muito curiosa, é muito, acho que a gente teve uma, acho que foi uma ideia do grupo assim, uma ideia muito, porque tudo hoje é muito rápido a informação, né, então o trabalho ele vem, quando você abrir o trabalho, você vai ver os pontos que nós enxergamos, e a calculadora vai pontuar esses pontos, então você, como médico, vai lá, pontua, pontua, ele classifica pra você e você consegue ter certeza, olha, a mente fica, né, tem um, a tonelinha que demagrou dois, três, quatro, entendeu, nesse sentido, muito legal, realmente, muito interessante, e deu pra entender tudo que você falou, que é o nosso objetivo aqui, transformar a linguagem pra, tanto pra médico, como também pra paciente, pra que possa entender da melhor forma possível. Agradeço a sua participação, doutora Desvargas conversando aqui com a gente, radiologista, com a atuação em ultrasonografia dermatológica, doutora passa as suas redes sociais, por favor, ou qualquer outro site que as pessoas possam te encontrar, a gente vai deixar aqui no link também. Ah, tá, olha só, eu gostei de deixar, a gente montou um grupo, é um grupo de apoio onde a gente tem os pacientes, né, chama-se Lipcore.lipedema, ali vocês podem encontrar, encontrar nosso trabalho, o que a gente tá fazendo, né, Lipcore, é L-I-P-C-O-E, ponto lipedema, ele é um grupo de apoio, um grupo de pesquisa da Redditor, o doutor Alexandre Amato ele lamentou de todo esse processo, né, ele é onde nós temos as pacientes, onde nós atendemos as pacientes, e você, ela fica na instituição chamada Vila Lobos, né, na moca, é lá que eu vou ter. Tá bom, a gente vai deixar também os acessos aqui da calculadora, do site, tudo que a gente citou aqui pra que as pessoas possam encontrar, e agradeço demais a sua participação, doutora. E você, paciente, que tiver uns pedidos de IPD, mas se você quiser estar conosco e ter tudo esse acolhimento, isso tudo foi desenvolvido por você, pra você, pra que a gente possa lhe ajudar. Então, muito obrigada também, porque é a pesquisa, ela vem de uma necessidade, né, de você tratar uma situação como prioridade, e a paciente com IPD amanhã é a nossa prioridade. Com certeza. Obrigada mais uma vez, doutora. Muito obrigada pela oportunidade, muito obrigada gente. Obrigada a você também, que acompanhou até o final aqui do nosso episódio, vai ser uma série de episódios relacionados ao IPD My Evolution, então a gente vai deixar a playlist aqui pra você, não deixe de curtir, comentar e compartilhar, que é muito importante pra que a gente continue trazendo especialistas relacionados a tudo que envolve qualidade de vida. Obrigada e até a próxima. Tchau.

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