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Tudo o que não te contaram sobre Bioindividualidade!

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Tudo o que não te contaram sobre Bioindividualidade!

O conceito de bioindividualidade, inicialmente descrito para alimentos, enfatiza que cada organismo funciona de forma única devido às diferenças genéticas. O qu

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Perguntas respondidas neste vídeo

Por que eu estou falando tudo isso?

É até curioso. Eu recebi aqui de uma farmácia de manipulação próxima, um pedido de uma fórmula que eu mandei fazer, só que feita por um veterinário para um cachorro. Eu sei que era minha fórmula porque eu sei exatamente o que eu estava prescrevendo e para que eu estava prescrevendo.

Então a gente tem que passar por essa fase de autoconhecimento, cada pessoa possui necessidades genéticamente determinadas para a sua necessidade individual, o que isso quer dizer?

Que o nosso código genético vai colocar cada pessoa como boa para absorver determinado alimento, para guardar determinado nutriente e outra pessoa com outros, então a gente tem que ficar atento a essa variação individual.

Resumindo, o que é importante para você de tudo isso que eu falei?

Em primeiro lugar, se algum medicamento não deu certo para você, pode ser que você não tenha uma genética propícia para isso. Então não desista, volte com seu médico, converse com ele, às vezes um ajuste de dose necessário para você se adaptar a ele, às vezes tem que mudar de classe de medicamento, outras vezes você precisa desistir dessa estratégia e passar para outra estratégia, mas se você desiste do seu médico você não vai dar segmento ao tratamento e ele não vai conseguir te ajudar nisso.

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Transcrição completa do vídeo

Nem tudo o que o médico prescreveu para sua amiga vai funcionar para você. Isso é o conceito de bioindividualidade. Eu sou Dr. Alexandre, cirurgião vascular do Instituto Amato, e eu estou aqui hoje para falar sobre esse conceito que é muito importante e que todo mundo tem que levar muito a sério, porque muitas vezes você está fazendo um mal para a sua saúde e você ainda não percebeu. A bioindividualidade foi descrita para alimentos, então significa que aquilo que alguém pode comer, que faz bem para essa pessoa, não necessariamente vai fazer bem para outra pessoa. Então, os organismos funcionam de formas diferentes. A nossa genética é muito diferente. Eu entendo que no mundo, numa atualidade, onde a gente está tentando falar, olha, todo mundo é igual e eu estou tentando falar exatamente o oposto, todo mundo é diferente. Cada mecanismo funciona de uma forma diferente e ninguém nasceu com um manual de instrução que funciona para todo mundo. Então, a gente tem que ter um autoconhecimento, a gente tem que conhecer o nosso corpo e entender que pequenas variações são necessárias para a gente ter um melhor resultado. Por que eu estou falando tudo isso? É até curioso. Eu recebi aqui de uma farmácia de manipulação próxima, um pedido de uma fórmula que eu mandei fazer, só que feita por um veterinário para um cachorro. Eu sei que era minha fórmula porque eu sei exatamente o que eu estava prescrevendo e para que eu estava prescrevendo. É óbvio que aquilo não faria bem para um cachorro. Se existe a bioindividualidade até entre os humanos, ou seja, algo que eu prescrevo para uma pessoa, não necessariamente vai fazer bem para outra pessoa, imagina espécies diferentes. Então, a comida que uma pessoa come e faz bem para ela pode até ser um veneno para outra. Isso é fácil de entender quando a gente fala de alergias, então imagina alguém que tenha uma alergia ao amendoim, eu posso comer amendoim e não acontecer nada comigo, se aquela pessoa comeu amendoim, ela pode morrer, pode ter um ataque anafilático por causa disso. Então, quando a gente exagera, fica um pouquinho mais fácil perceber. Só que a questão é que a alergia, o exagero, o extremo, não é o que acontece com todo mundo. Não é tudo, tem toda uma graduação entre isso, então tem pessoas que não lidam muito bem com algum alimento e que para outra pessoa pode fazer bem. Então a gente tem que passar por essa fase de autoconhecimento, cada pessoa possui necessidades genéticamente determinadas para a sua necessidade individual, o que isso quer dizer? Que o nosso código genético vai colocar cada pessoa como boa para absorver determinado alimento, para guardar determinado nutriente e outra pessoa com outros, então a gente tem que ficar atento a essa variação individual. O que a gente imagina para o futuro é que a gente vai conseguir determinar geneticamente a dieta ideal para cada um, isso já existe, pessoal, a gente já consegue pegar o código genético de uma pessoa e falar, olha, essa pessoa vai precisar mais de determinado nutriente ou essa pessoa vai se dar muito bem com uma dieta cetogênica ou com uma dieta hipocalórica ou vamos suplementar determinado nutriente, porque essa pessoa aqui não tem determinado código genético que era necessário para absorver e guardar esse nutriente, então isso já é feito e assim exponencialmente o conhecimento médico vai crescendo para a gente absorver e adotar e colocar na nossa prática diária isso. Então quando você absorve essa informação na internet tem que entender que muitas vezes algumas informações são passadas de forma generalizada para tentar atingir o máximo de público possível e que às vezes pode não servir para você, então você tem que extrair a informação da seguinte forma, você ouviu algo sobre saúde, você tem que se perguntar como que essa informação pode ser útil para mim, porque se você não fizer essa pergunta, às vezes você está tendo um trabalho enorme para fazer alguma coisa que dá muita, que é difícil, que é caro e às vezes para você não está fazendo diferença nenhuma. Um exemplo disso é uma paciente recente que eu vi que teve uma intolerância ao salmão, imagina, nunca imaginei que eu fosse ver alguém com uma intolerância ao salmão, mas o salmão é uma comida mais cara, ela fazia uma força para comer esse salmão e na verdade para ela ela estava fazendo mal porque ela tinha dor, ela tinha toda uma intolerância a esse alimento. Então esse conceito de individualidade que foi descrito para a parte alimentar ele vale também para as medicações, não só pelo tipo de medicação prescrita, uma pessoa pode se beneficiar mais com determinado antidepressivo do que com o outro e tem alguns testes que a gente pode fazer para identificar isso, mas também com a quantidade de medicamento. Então tem algumas pessoas que precisam de uma dose maior, outras pessoas que precisam de uma dose menor e toda essa sensibilidade tem que fazer parte do dia a dia, do médico, da prática diária de forma que a gente tente colocar isso de uma forma bem palatável para o paciente. Resumindo, o que é importante para você de tudo isso que eu falei? Em primeiro lugar, se algum medicamento não deu certo para você, pode ser que você não tenha uma genética propícia para isso. Então não desista, volte com seu médico, converse com ele, às vezes um ajuste de dose necessário para você se adaptar a ele, às vezes tem que mudar de classe de medicamento, outras vezes você precisa desistir dessa estratégia e passar para outra estratégia, mas se você desiste do seu médico você não vai dar segmento ao tratamento e ele não vai conseguir te ajudar nisso. Outra coisa que é importante você extrair desse meu vídeo é que algo que deu certo para o seu amigo, para sua amiga, não necessariamente vai dar certo para você. Então não saia testando o medicamento sozinho, não saia fazendo loucuras aí, busque ajuda do seu médico de confiança. Gostou do nosso vídeo? Inscreva-se no nosso canal, compartilhe com seus amigos e até o próximo!

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Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.