A cólica menstrual é fisiológica e comum na adolescência. No entanto, torna-se motivo de preocupação em mulheres mais velhas quando é intensa, ocorre antes ou a
Sim e não. Lá na nossa adolescência, quando nós menstruamos pela primeira vez, a gente começa a ter dores no período menstrual, que são dores associadas ao ciclo, às alterações hormonais do ciclo menstrual, nessa fase de adolescência, amadurecimento do sistema reprodutor, então na maioria das vezes 90% da população de adolescentes tem essas dores menstruais e é normal, faz parte da fisiologia de toda a mulher.
Nos preocupa a cólica menstrual quando ela é um pouquinho antes da menstruação, quando ela fica muito frequente e quando ela não passa usando-se remédios para aliviar essa dor, ou seja, por exemplo, mulheres mais velhas que têm cólica, por exemplo, 30 a 32 anos, têm cólica durante o período menstrual, a menstruação passa e ela ainda sente cólicas, aí nós precisamos fazer uma intervenção, porque nessa idade é frequente o aparecimento de miomas, esses miomas podem crescer de uma maneira exagerada, causando sangramento intenso e algumas vezes cólica.
Sim, podem. Se ela for uma dor relacionada com a endometriose e essa dor for crônica, esse processo inflamatório da doença pode causar obstrução das trompas, pode causar uma diminuição da fixação do embrião quando tem a fertilização, pode causar até alterações de bexiga, de intestino e causar essas aderências em região abdominal.
Olá, hoje nós vamos conversar sobre cólicas menstruais. Todas as cólicas são normais? Sim e não. Lá na nossa adolescência, quando nós menstruamos pela primeira vez, a gente começa a ter dores no período menstrual, que são dores associadas ao ciclo, às alterações hormonais do ciclo menstrual, nessa fase de adolescência, amadurecimento do sistema reprodutor, então na maioria das vezes 90% da população de adolescentes tem essas dores menstruais e é normal, faz parte da fisiologia de toda a mulher. Quando que a gente tem que se preocupar com uma cólica menstrual? Nos preocupa a cólica menstrual quando ela é um pouquinho antes da menstruação, quando ela fica muito frequente e quando ela não passa usando-se remédios para aliviar essa dor, ou seja, por exemplo, mulheres mais velhas que têm cólica, por exemplo, 30 a 32 anos, têm cólica durante o período menstrual, a menstruação passa e ela ainda sente cólicas, aí nós precisamos fazer uma intervenção, porque nessa idade é frequente o aparecimento de miomas, esses miomas podem crescer de uma maneira exagerada, causando sangramento intenso e algumas vezes cólica. Também devemos investigar uma endometriose que é muito comum nessa fase de idade também, que é uma doença imaturo da pélvi que cursa muito com dor pélvica. E quando a mulher já está na menopausa e apresenta dores anômalas ou pélvicas, muito semelhantes à cólica menstrual, também devemos fazer uma investigação. Se tiver associado a um sangramento, a uma secreção vaginal alterada, podemos avaliar, podemos investigar alguns tumores benignos ou alguns tumores malignos também comuns nessa fase etária com essa sintomatologia. Em resumo, toda cólica é normal, depende da idade, depende da paciente. Cada mulher tem que ser avaliada individualmente em relação a sua dor. Nem toda dor também tem que causar temores por parte da mulher, vá ao seu ginecologista anualmente, faça alguns exames de rotina, um raio-X pélvico, o Papanicolau, visite seu ginecologista com regularidade. E as dores de cólica, as dores pélvicas, elas podem causar infertilidade? Sim, podem. Se ela for uma dor relacionada com a endometriose e essa dor for crônica, esse processo inflamatório da doença pode causar obstrução das trompas, pode causar uma diminuição da fixação do embrião quando tem a fertilização, pode causar até alterações de bexiga, de intestino e causar essas aderências em região abdominal. Então ela pode ao longo do tempo, dependendo da sua causa, levar à infertilidade. Se você gostou do nosso vídeo, inscreva-se no nosso canal, dê o seu like e ative o sininho de notificações para receber mais vídeos.
Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.