A gravidez após os 40 anos é uma realidade crescente, impulsionada por avanços médicos e mudanças sociais, mas é classificada como gestação de alto risco. Os pr
Bem-vindas ao canal do Instituto Amato. Hoje vamos abordar uma questão que desperta muitas dúvidas. Gravidez, após os 40 anos, tem risco.
Vamos abordar sobre os principais cuidados que devemos ter nessa situação.
A atonia é uma disfunção na contratilidade do útero após o parto e é uma das causas mais frequentes de hemorragia pós-parto e tende a ser mais comum em gestações tardias e também pode acontecer após os 40 anos.
Olá meninas, tudo bem? Bem-vindas ao canal do Instituto Amato. Hoje vamos abordar uma questão que desperta muitas dúvidas. Gravidez, após os 40 anos, tem risco. Acredito que é um assunto de grande importância, já que ao longo de minha carreira vi mulheres no consultório buscando respostas para esse tipo de pergunta. Se você ou alguém que conhece está pensando em engravidar após os 40 anos, continue assistindo esse vídeo. Vou explicar de forma clara e detalhada os riscos, benefícios e o que você pode fazer para aumentar a chance de ter uma gestação mais saudável. Vamos explorar as realidades, desmistificar alguns mitos? Você sabia, por exemplo, que o número de mulheres engravidando após os 40 anos vem aumentando no mundo todo? Vamos abordar sobre os principais cuidados que devemos ter nessa situação. Vamos lá? Bom, o primeiro ponto que devemos considerar é que, devido a avanços médicos, assim como a própria vontade de muitas mulheres, a gravidez após os 40 anos se tornou uma realidade. Veja bem, Giselle Binte é grávida pela terceira vez. Em 2020, por exemplo, o número de mulheres entre 40 e 44 anos que engravidaram aumentou um tanto de 2% em relação à década anterior. Isso reflete mudanças sociais, mas também mudanças tecnológicas. No entanto, é importante compreender que, embora seja perfeitamente possível ter uma gestação saudável nessa fase da vida, ela é classificada como de alto risco tanto pelo Ministério da Saúde quanto pela Organização Mundial da Saúde. Segundo a OMS, por exemplo, a idade materna avançada é definida como 35 anos ou mais e pode aumentar as chances de complicações durante a gestação. Após os 40 anos, esses riscos tendem a ser mais significativos. O Ministério da Saúde reforça que mulheres acima dessa faixa etária, elas devem receber um acompanhamento pré-natal rigoroso para garantir a saúde tanto da mãe quanto do bebê. É importante ser realistas e falarmos sobre os riscos. Com a avançada idade, aumentam as chances de complicações, como, por exemplo, aborto espontâneo. Estudos mostram que as chances de aborto em mulheres acima dos 40 anos podem chegar até 50% dos casos. Além disso, ocorre um aumento do risco de diabetes gestacional e também de hipertensão e pré-eclampsia. Também pode ocorrer parto prematural e baixo peso ao nascer. Você já ouviu falar de atoniuterina? A atonia é uma disfunção na contratilidade do útero após o parto e é uma das causas mais frequentes de hemorragia pós-parto e tende a ser mais comum em gestações tardias e também pode acontecer após os 40 anos. Além disso, nessa fase, aumentam-se as chances de anomalias cromossômicas, como, por exemplo, a síndrome de Down. Embora esses riscos existam, existem muitas formas de minimizá-los. O pré-natal adequado e o acompanhamento contínuo são fundamentais para identificar e tratar precocemente qualquer complicação. Felizmente, a medicina avançou muito nos últimos anos e hoje temos a disposição métodos de monitoramento gestacional mais precisos, como testes genéticos não invasivos e acompanhamento por ultrasonografia. Esses recursos ajudam a identificar potenciais problemas desde cedo. Por conta disso, muitas mulheres com mais de 40 anos conseguem ter gestações tranquilas ao seguir em orientações médicas rigorosas. Isso inclui manter uma alimentação balanceada, praticar exercícios adequados e monitorar a pressão arterial e os níveis de glicose no sangue, entre outros cuidados realizados durante o seu acompanhamento pré-natal. Muitas pacientes me perguntam sobre as probabilidades de sucesso com tratamentos de fertilidade após os 40 anos. Embora o uso de técnicas como a fertilização in vitro seja mais comum nessa fase de vida da mulher, também é importante entender que o sucesso dessas técnicas diminui com a idade, afinal a reserva ovariana também diminui. Se você está considerando engravidar após os 40 anos, é importante consultar um especialista antes mesmo de tentar. Uma avaliação prévia pode detectar condições como miomas uterinos ou problemas hormonais que podem afetar a sua gestação. É importante destacar também que apesar dos riscos, a maternidade após os 40 anos pode trazer muitos benefícios. Estudos apontam que mulheres que engravidam mais tarde costumam estar em um estágio de vida mais estável, tanto financeiramente como emocionalmente, o que pode proporcionar um ambiente seguro e estruturado para o bebê. E também que ter filhos mais tarde pode até prolongar a expectativa de vida da mulher. Isso está relacionado à manutenção das atividades físicas e mentais intensas durante a fase mais madura da sua vida. Claro, como falamos é preciso levar em consideração todos os desafios e discutir com seu médico para garantir a melhor experiência. Agora você já sabe mais sobre os riscos e as possibilidades de engravidar após os 40 anos. E é importante lembrar, o acompanhamento médico é a chave para uma gravidez segura. Cada mulher é única e o que funciona para uma pode não funcionar para outra. Bom meninas, se vocês gostaram desse vídeo não esqueça de curtir, comentar e compartilhar, principalmente com as suas amigas que ainda têm esse medo de engravidar após os 40 anos, mas que possuem o desejo de ser mãe. Compartilhar informação de qualidade, sobretudo sobre esse tema é essencial atualmente. Vejo vocês no próximo vídeo.
Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.