# Pimenta Não Inflama — Mas Esse Alimento 'Saudável' Sim O vídeo do Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular, aborda como certos alimentos do cotidiano podem pr
Responde sim e não às vezes. Então vamos lá.
Pensa assim: suas veias são encanamentos. A inflamação crônica é como jogar areia dentro deles todos os dias. No começo, o corpo absorve, mas com o tempo vai entupindo.
E quanto pior o inchaço, um deles vai ser desclassificado. Parece vilão, mas não é. E os outros três maiores vão pro pódio.
Comenta todo dia, fim de semana ou raramente lá embaixo. Daqui pra frente o impacto sobe. Então, número seis, óleos vegetais refinados, armadilha saudável.
Comenta lá embaixo. Soja, girassol, azeite, banha ou outro. E agora o primeiro lugar.
Pernas pesadas no fim do dia, inchaço sem motivo, cansaço estranho, mesmo depois de dormir bem.
Tudo isso pode ter mais relação com a sua alimentação do que parece.
Eu sou Dr.
Alexandre Amato, cirurgião vascular e algum dos alimentos mais comuns da rotina podem estar sabotando a sua circulação [música] sem você perceber.
E no final desse vídeo, você vai saber exatamente qual desses alimentos merece sair primeiro da sua rotina.
Mês passado, uma paciente de 54 anos chegou ao consultório me perguntando: "Doutor, por que comigo eu não como fritura, não bebo refrigerante?" Quando eu olhei o cardápio dela, entendi o que estava acontecendo.
Havia três alimentos muito presentes no dia a dia, vistos como inofensivos, piorando o ambiente inflamatório e refletindo diretamente na circulação.
Quando ela cortou esses alimentos por 14 dias, o inchaço diminuiu de forma visível e a dor caiu bastante.
Hoje vamos colocar sete alimentos que estão na sua cozinha frente à frente.
Um deles é uma armadilha.
Muita gente evita achando que inflama, mas a ciência sugere outra história.
E no fim você vai descobrir qual deles mais pesa na inflamação e na circulação.
E eu já te adianto, ele provavelmente está no seu café da manhã.
Antes de começar, me conta aqui nos comentários, você come pão todo dia? Responde sim e não às vezes.
Então vamos lá.
Por que a comida muda a circulação? Pensa assim: suas veias são encanamentos.
A inflamação crônica é como jogar areia dentro deles todos os dias.
No começo, o corpo absorve, mas com o tempo vai entupindo.
A pressão sobe, aparecem varizes, o inchaço, em quadros mais graves, até mesmo a trombose.
E boa parte dessa inflamação crônica está ligada ao que entra no seu prato.
Vou analisar sete alimentos como um jurado técnico com nota de 0 a 10 em três critérios.
Quanto aparece no seu cardápio diário? Quanto agride a parede dos vasos? E quanto pior o inchaço, um deles vai ser desclassificado.
Parece vilão, mas não é.
E os outros três maiores vão pro pódio.
Então, pega papel, caneta ou usa os comentários lá embaixo.
Número um, álcool.
Todo mundo sabe que faz mal, mas esquece do efeito na circulação.
O álcool desidrata, eleva a pressão de forma transitória e o fígado libera mediadores inflamatórios por horas depois de uma taça de vinho.
Então, consumo ocasional tem um impacto limitado, mas todo dia é inflamação acumulada.
Então, nota de sete, é ruim, mas não é o pior.
Número dois, frituras.
Não é a batata frita ocasional que pesa, é o óleo reaquecido, o óleo de bar de pastel de feira, que já foi usado cinco, seis vezes.
Cada reaquecimento forma compostos oxidados que agridem a parede do vaso.
Frito em casa, com óleo novo, o impacto é menor.
Então, fritura de rua reaquecida é outra história.
Anota 7,5 de 10.
Então, número três, farinha branca.
Pão de forma, biscoito, bolacha, macarrão comum.
Farinha branca.
se comporta no corpo parecido com açúcar.
Ela é quebrada em glicose em minutos e provoca o mesmo pico inflamatório.
O detalhe que pega todo mundo, ela é tão comum que as pessoas nem contam açúcar.
Pão no café, sanduíche no almoço, biscoito na tarde.
São três picos de glicemia num dia só.
Em pessoas com sensibilidade específica a componentes do trigo, esse impacto pode ser ainda maior.
Então vai lá.
7,5 de 10.
Número quatro, a pimenta.
E aqui vem a grande surpresa.
A lógica popular é direta.
Pimenta queima a boca, deve inflamar o corpo.
Muita gente corta totalmente achando que piora a gastrite hemorroida, refluxo, até varizes.
Mas a ciência sugere algo diferente do que muita gente imagina.
O ardor da pimenta vem de um composto chamado [música] capsaicina e estudos vem associando o consumo regular dela a efeitos anti-inflamatórios, melhora no perfil lipídico, [música] ativação metabólica e sinalização vascular favorável.
Existe até um composto primo da capsaicina, que é o capsiate, [música] que tem benefícios parecidos sem a ardência.
Então, populações que consomem pimenta com frequência tendem a mostrar marcadores cardiovasculares [música] mais favoráveis.
em alguns estudos observacionais.
Então, claro, quem tem gastrite ativa, refluxo importante ou doença gastrointestinal específica, deve obviamente conversar [música] com o seu médico antes, mas pra maioria das pessoas pimenta não é vilã e [música] pode ainda até ser uma aliada.
Então, nota três de 10, desclassificada.
Essa é a maior armadilha do ranking, o falso vilão.
E aí entra pergunta se isso pesa tanto na inflamação, porque quase ninguém presta atenção.
Então agora vai começar o pódio de verdade.
Número cinco, carnes processadas.
Aqui a evidência é sólida.
Salsicha, linguiça, presunto, mortadela, peito de peru fatiado, bacon industrializado, nuggets.
A Organização Mundial de Saúde classificou esse grupo como cancerígenao, categoria um, três problemas em uma fatia: nitritos, gordura de baixa qualidade e excesso de sódio.
Então, estudos associam consumo diário de cerca de 50 g, como duas fatias de presunto a um aumento relevante no risco cardiovascular.
E um detalhe importante aqui, eu tô falando de carne processada, não de carne fresca em Natura.
A carne fresca é saudável e eu tenho vídeo sobre isso.
Então, nota 8,5 de 10, medalha de bronze.
Come presunto ou salsicha toda semana? Comenta todo dia, fim de semana ou raramente lá embaixo.
Daqui pra frente o impacto sobe.
Então, número seis, óleos vegetais refinados, armadilha saudável.
Então, presta atenção, porque aqui 90% das pessoas escorrega óleo de soja, girassol, milho, canola, os que a embalagem chama de saudável porque não tem gordura trans.
Eles carregam uma proporção muito alta de ômega-6.
O ideal sugerido é em torno de 4 de ômega6 para 1 de ômega-3.
A média brasileira fica muito acima disso.
Pensa que ômega6 e ômega-3 são como acelerador e freio de da inflamação.
Quando a proporção desanda, você fica com o pé no acelerador o tempo todo.
E ele está em quase tudo.
Pastel, maionese, boa parte dos industrializados.
Você consome sem perceber.
Troca por azeite extra virgem no dia a dia.
Para altas temperaturas, prefira opções mais estáveis, como manteiga gui ou óleo de abacate com moderação.
Então, nota nove é a nossa medalha de prata.
Qual óleo você usa em casa? Comenta lá embaixo.
Soja, girassol, azeite, banha ou outro.
E agora o primeiro lugar.
Esse parece inocente, mas mora em quase toda a cozinha.
Oo vai para o açúcar refinado em todas as suas formas, que ele não tá só no cafezinho, ele tá no iogurte, no molho de tomate, no pão de forma, no suco de caixinha, no cereal matinal.
A maioria dos produtos industrializados tem açúcar [música] adicionado e a forma mais agressiva deles é líquida, então refrigerante, suco de caixa, chá adoçado.
Uma lata de refri tem o equivalente a cerca de sete colheres de açúcar.
Então, sobre o refrigerante zero, não é equivalente à água e também merece cautela, especialmente pelo impacto metabólico e pelo efeito no padrão alimentar.
Os adoçantes podem alterar a microbiota em parte das pessoas, o que também pesa nessa conta.
Cada pico de glicose oxida as células da parede do vaso e esse efeito se estende por horas.
Quem come açúcar [música] quatro, cinco vezes por dia, quase não sai do estado inflamatório.
Então, nota 9,5 de 10 é o nosso ouro.
Agora, pega um papel ou escreve lá nos comentários cinco perguntas, sim ou não? Cada sim vale dois pontos.
Você come pelo menos três dos alimentos da lista todo dia? Sente cansaço constante, mesmo dormindo 7 a 8 horas? Inchaço [música] nas pernas que piora no fim do dia ou dor articular? Tem pressão alta, diabetes, colesterol alto ou problema vascular diagnosticado.
[música] Sua alimentação é baseada em industrializados.
Soma tudo zero a dois pontos, risco baixo.
Mantenha comida de verdade, água, movimento, tá indo tudo bem.
Três a quatro pontos.
Atenção, seu corpo tá dando sinais.
Começa cortando o ouro e a prata.
Cinco a seis pontos.
Vale investigar melhor seus hábitos e sintomas.
O protocolo de 7 dias que a gente vai falar já faz diferença.
7 a 10 pontos, consulta com vascular nos próximos 30 dias.
Então comenta lá embaixo o número que você pontuou e vão falar do protocolo de 7 dias.
Nós começamos falando das pernas pesadas no fim do dia e agora que você viu, muitas vezes o alimento que [música] mais pesa na inflamação já está no seu café da manhã.
Se você só pudesse fazer uma coisa nos próximos [música] 7 dias, seria cortar os três do pódium.
Açúcar, óleo refinado e carne processada.
Muitos pacientes relatam [música] queda importante de inchaço e de marcadores inflamatórios só com isso.
[música] E as trocas simples são: café com açúcar vai pro café puro ou com stévia.
Óleo de soja muda pro azeite extra virgem no dia a dia.
Presunto no café da manhã muda para ovo cozido ou frango desfiado.
Refrigerante muda para água com gás e limão.
E adiciona três apoios que ajudam a modular a inflamação: cúrcuma, uma colher de chá por dia, alho cru, um dente e peixe gordo três vezes na semana, que traz o ômega-3.
E lembra da pimenta? Ela pode entrar no prato sem culpa nenhuma.
Anota no dia 1 e no dia 7.
Como estão a sua energia, inchaço, sono, peso nas [música] pernas? Nota de 0 a 10.
No sétimo dia você compara.
Lembra da paciente do começo do vídeo? Foi exatamente cortando os três do pódio que ela começou a desinchar.
Em duas semanas a diferença já era clara.
Então é importante, tá? Inchaço leve, que melhora quando você leva as pernas, é comum, pode ter ligação com a alimentação, mas dor súbita em uma perna só, inchaço de um lado, vermelhidão, calor, não faz dieta.
vai pro hospital agora, pode ser trombose.
Então, bronze pras carnes processadas, prata pro óleo vegetal refinado, que aparece como o saudável, mas é uma armadilha, e o ouro pro açúcar em todas as suas formas.
A pimenta, na maioria das pessoas, não é vilã e pode até ser uma aliada.
Então, na descrição, eu deixei umas trocas práticas organizadas para você já começar nos próximos dias.
Se você quer entender a circulação de forma clara e baseada em ciência, se inscreve aqui no canal, ativa o sininho, compartilha com quem vive reclamando de perna pesada e me conta dos três do pódio, qual você mais consome: açúcar, óleo ou processado? Eu vou ler e no próximo vídeo, um ingrediente barato do supermercado que a ciência tem associado à proteção dos vasos até lá e cuida das suas veias.
Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.