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Lipedema e Varizes: O Erro Que Pode Destruir Seu Tratamento | Ep. 99

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Lipedema e Varizes: O Erro Que Pode Destruir Seu Tratamento | Ep. 99

O episódio aborda um ponto crítico para quem tem lipedema e deseja tratar varizes e “vasinhos”: o erro de iniciar procedimentos vasculares sem diagnóstico adequ

Perguntas respondidas neste vídeo

Doutora, você atende em São Paulo?

Em São Paulo. Minha clínica fica na Avenida Paulista, um lugar super acessível aqui em São Paulo. Sou muito feliz, eu nasci em Santo André.

Obrigada, eu fico, eu realmente eu tô chegando bem nos 50 anos, mas eu fiz umas mudanças nos últimos anos, eu me arrependo, eu gostaria de ter cuidado muito mais da minha alimentação, e ter feito atividade física enquanto eu realizava a faculdade de medicina, porque a faculdade de medicina ela demanda muito estudo, e quando você entra na residência médica, pra você ter uma ideia, na minha época, nós tínhamos cinco residentes de cirurgia geral pra cuidar de quatro hospitais, hoje são 36 pra cuidar dos mesmos hospitais, então na época eu deixei um pouco afastado a atividade física regular por alguns anos, e deixei a alimentação, então aquele negócio, ah, acabou a cirurgia, vamos pedir pizza e tal, hoje assim se eu tivesse uma sugestão era pra todos esses residentes estagiários, estudantes de medicina, nunca deixarem de lado a atividade física e a alimentação, porque isso é um dos pilares da nossa vida que faz a gente ficar mais saudável e ser com certeza mais feliz, então muito obrigada, fico lisojiada, eu também tenho minha melhor amiga, é dermatologista, filha de uma dermatologista, tá secada né, minha cunhada enfim, meu marido, mas assim, coisas básicas, não dormir com maquiagem, limpar maquiagem, hoje eu tava brincando, que eu comprei uns limpadores de pincéis, hoje existe estudos mostrando que há muita contaminação, bactérias perigosas nos pincéis de maquiagem, então tem que lavar uma vez por semana, então assim, cuidar, lavar muito bem a pele, retirar a maquiagem, passar filtro solar hidratar a pele, alimentação saudável, dormir e fazer atividade física, muitos anos, 5, isso, aproveitou e deu uma dica aqui, de beleza, você falou que eu tenho um jeito de cirurgia plástica, então vamos falar um pouco de estética e o que a gente pode fazer pra ficar melhor, a gente pode até num próximo episódio trazer você e o seu marido também, pra tentar falar das minhas profissões, isso é legal, vou sugerir pro doutor Alexandre, meu marido é um pouco tímido, mas vamos, vamos incentivar, porque eu acho muito importante, já deixa o convite aqui, quando o limpo era assistir, aproveita e se empolga, vou falar, acho que é uma boa forma inclusive, doutora, da gente começar a falar sobre varizes e microvasos, os vazinhos em pacientes de lipedema também, você falou dessa parte de atividade física, de alimentação, o que muda no tratamento, até no diagnóstico, pra pacientes que têm lipedema, pra pacientes que não têm a condição?

Então vamos lá, primeiro lugar, eu acho muito importante esclarecer pra toda a população o que é o lipedema, existe muita gente com dúvida entre lipedema e obesidade, lipedema é um assunto que hoje parece que é uma moda, é um hype, mas ele já foi desde 1940, lá na Mayo Clinic, no Estados Unidos, descrito pelo doutor Allen, então ele viu que algumas pacientes tinham um depósito anormal de gordura nas pernas e maior porcentagem e até nos membros, as pernas pareciam que não fazia parte do mesmo corpo daquelas pacientes, a parte de cima era mais magra, era menor, mas as pernas tinha algo de errado e essa paciente que tem esse depósito anormal de gordura, ela pode ter uma inflamação crônica desse tecido gorduroso, hoje nós estamos com pesquisas no mundo inteiro tentando entender qual é a causa, o que acontece no lipedema, isso não foi totalmente esclarecido, existem várias hipóteses, várias teorias, mas o que já sabemos muito é que essa gordura ela fica num estado diferente, a paciente ela sente isso, ela sente isso ao toque, ela vai mexer nas pernas, existem regiões doloridas, às vezes tem nódulos, às vezes vai ficando roxo, espontaneamente fica roxo e ela não consegue às vezes usar uma bota, às vezes uma sandália e aquilo gera um desgaste físico e emocional, porque muitas vezes ela acha que aquilo pode ser somente uma obesidade porque ela está fora do peso e não, aquilo é uma resposta do corpo a algo que está errado e ela não descobriu ainda, porque esse é o X do lipedema, a gente descobri o que que está dando e causando essa inflamação naquela condição daquela paciente naquele momento.

E falando então sobre tratamento, tem alguma limitação para algum tipo de tratamento que não é indicado para paciente com lipedema por conta justamente dessa sensibilidade ali às vezes que é um pouco maior, né?

Eu enquanto cirurgia, pesquisador e cientista, tenho estudado que o tratamento minimamente invasivo com tecnologias como o laser, ele deve ser melhor para paciente com lipedema. Nós não temos esses dados, é uma impressão minha, eu realizo muito isso em consultório para tratar a insuficiência da veia essa fena da paciente com lipedema, utilizamos o endolazer que é menos traumático, o que a gente quer é não traumatizar mais esse tecido gorduroso que envolve as veias.

Essa questão estética, doutora, era a minha próxima pergunta, antes de ir para a parte de prevenção, que eu acho que é importante também a gente citar, no tratamento de quem tem a condição também do lipedema, no tratamento de varizes e vasinhos, a parte estética tem alguma expectativa que você precisa ali no consultório, trazer essa paciente, mostrar que talvez não tenha uma recuperação tão rápida por conta do lipedema, isso existe ou não, até a resposta estética, você situa agora o exemplo da paciente que veio dois anos depois, que está com a perna linda, então já é de fato uma resposta que é possível chegar até o resultado esteticamente que vai agradar aquela paciente, mas é um primeiro momento, o resultado é diferente de a condição?

Sim, a paciente que tem lipedema requer mais cuidados, tanto pré-tratamento como pós-tratamento, isso é diferente de uma paciente comum que não tem lipedema e simplesmente tem mas o que eu vejo muito hoje é medicina não tem atalho, nós vivemos no momento de redes social de que muita coisa é mostrada como se fosse instantâneo, vivemos o aqui e agora, então mostra-se resultados, mostra-se técnicas como fosse fácil executar aquilo, mas a medicina ela é muito complexa, exige muito estudo, muito conhecimento, muito treinamento e para chegar num resultado não é da noite para o dia, não é da noite para o dia para o lipedema, não é para a noite para o dia na cardiologia e nem no tratamento de varizes e vazinhos, eu sou conhecida pelo tratamento moderno de varizes porque eu sou uma paciente, uma paciente, eu sou uma médica que leva essa paciente para o tempo cirúrgico, eu tenho uma equipe que é que nem uma orquestra, são várias cirugias que trabalham há mais de 15, 20 anos juntas, a gente consegue tirar muitas varices, tratar muitos vazinhos no menor tempo cirúrgico e com a maior segurança para aquela paciente, mas esse tratamento é uma fase de sempre vai precisar um pouco depois, um retoque, um acompanhamento, porque eu disse lá na frente existem doenças que são crônicas, você vai ter para o resto da vida, se você tem o diagnóstico de diabetes você é diabético para o resto da vida, se você tem o diagnóstico de pressão alta, você tem pressão alta para o resto da vida, se você tem o diagnóstico de lipedema, você vai ter lipedema para o resto da vida, e varizes também, agora uma coisa é você conviver saudável com o entendimento da doença ou não, então vou falar de novo, não existe atalho, não dá para acreditar em tudo que se fala na rede social e no emediatismo que muitos jovens médicos estão colocando, é medicina é uma arte, é a arte de cuidar de gente, de entender o problema do paciente e de caminhar de mãos dadas com o paciente para resolver o problema dele naquele momento e a longo prazo.

E doutora varizes volta, varizes vazinhos, é um tratamento ali fez, aquilo morreu para sempre?

Assim, se você tem uma perna que você vai lá, tira, trata essa fena com laser, retire as varizes, trata os vazinhos, depois que fez o procedimento, faz fases de manutenção, faz um planejamento e aqui você entrega a perna para essa paciente, lisa, uma perna de bela, esses vazos que você não volta.

Transcrição completa do vídeo

descuzida freeze Olá, meu nome é Letícia, minha moto está no ar mais um AmatoCash pelo canal do Instituto Amato e mais uma vez agradeço o carinho da sua audiência e participação aqui conosco para falar sobre tudo que envolve qualidade de vida. Nos últimos episódios falamos sobre lipedema, fisioterapia e lipedema e também o último, que foi na verdade a parte 1 deste que a gente está falando aqui agora, foi especificamente sobre o tratamento estético de varizes, microvarizes com pacientes, em pacientes de lipedema. Nós estamos aqui com a doutora Flávia Majela, nossa convidada especial de hoje, para quem não acompanhou o primeiro episódio a gente está deixando o link aqui para vocês, mas vou apresentar novamente o currículo da nossa convidada especial de hoje. A doutora Flávia Majela é cirurgia vascular, ultrasonografista, tem formação em laser, é diretora da sociedade brasileira de cirurgia vascular e mãe de 4 filhos. Para quem ficou curioso, pega lá o primeiro episódio, a doutora que explicou um pouquinho aí da sua carreira e da sua vida também pessoal, né, dos seus filhos, como é que foi toda essa parte aí da vida. Doutora, você atende em São Paulo? Em São Paulo. Minha clínica fica na Avenida Paulista, um lugar super acessível aqui em São Paulo. Sou muito feliz, eu nasci em Santo André. Ah, que legal! É, nasci em Santo André, é que legal, existem grandes pessoas do ABC, grandes que são legais, tem muita gente legal. Eu vivo em Santo André agora, porque eu também, minha namorada de lá, então a ABC é aquela viranda ali, quem é da ABC não sai, né, fica aí em São Paulo, são Caetano e Santo André. Eu tenho um médico comigo meu que fala que morar em Santo André é melhor que morar em Nova Iorque, ele virou agitinoza, mas ele morou muitos anos, é um médico, hoje ele fica, ele atua também em Santo André e ele brinca, mas é uma região é muito legal, é muito gostoso. E vem paciente seu de todos os estados, de todos os lugares, imagino. De todos os lugares. A gente já estava falando no último episódio. E eu acabei vindo pra São Paulo, porque o meu marido, que é cirurgião plástico, ele saiu do Espírito Santo, veio pra São Paulo estudar, acabou fazendo plástica, acabou fazendo face na Faculdade de Medicina da USP e trabalhava em São Paulo. Então eu fiquei muito tempo trabalhando no ABC, trabalhei na Faculdade de Medicina do ABC, inclusive eu fiz faculdade de medicina do ABC, cirurgia geral, cirurgia vascular, fui preceptora, fui até coordenadora dos residentes da cirurgia vascular por um tempo, o meu padrinho de casamento é chefe hoje da cirurgia vascular lá da faculdade. Então eu tenho grandes amigos, existem médicos excelentes no ABC e eu fui muito feliz de ter trabalhado lá por muitos anos da minha vida, mas por conta do meu marido, que só trabalhava aqui em São Paulo, eu vim pra São Paulo e a nossa clínica fica na avenida Paulista. Legal, a gente deixa também aqui as suas redes sociais no final, que aí pra quem a gente já deixou acesso. Eu só vou fazer um comentário antes de a gente voltar aqui pro tema, que eu tinha certeza que tinha alguém na sua família até falar, você tem o perfil de cirurgia vascular, não também né, que é o seu, mas cirurgia plástica, porque eu te achei lindíssima e a gente tava falando dos primeiros, no primeiro episódio ali dos quatro filhos, não que quem tem filho não possa ser super jovem né, enfim, e ser super bem cuidada, mas assim eu falei gente, ela tem o perfil de cirurgia plástica também, porque assim eu fiquei realmente surpresa, e gente é muito linda, e aí as pessoas podem comentar também aqui né, porque eu falei ai que tá explicado. Obrigada, eu fico, eu realmente eu tô chegando bem nos 50 anos, mas eu fiz umas mudanças nos últimos anos, eu me arrependo, eu gostaria de ter cuidado muito mais da minha alimentação, e ter feito atividade física enquanto eu realizava a faculdade de medicina, porque a faculdade de medicina ela demanda muito estudo, e quando você entra na residência médica, pra você ter uma ideia, na minha época, nós tínhamos cinco residentes de cirurgia geral pra cuidar de quatro hospitais, hoje são 36 pra cuidar dos mesmos hospitais, então na época eu deixei um pouco afastado a atividade física regular por alguns anos, e deixei a alimentação, então aquele negócio, ah, acabou a cirurgia, vamos pedir pizza e tal, hoje assim se eu tivesse uma sugestão era pra todos esses residentes estagiários, estudantes de medicina, nunca deixarem de lado a atividade física e a alimentação, porque isso é um dos pilares da nossa vida que faz a gente ficar mais saudável e ser com certeza mais feliz, então muito obrigada, fico lisojiada, eu também tenho minha melhor amiga, é dermatologista, filha de uma dermatologista, tá secada né, minha cunhada enfim, meu marido, mas assim, coisas básicas, não dormir com maquiagem, limpar maquiagem, hoje eu tava brincando, que eu comprei uns limpadores de pincéis, hoje existe estudos mostrando que há muita contaminação, bactérias perigosas nos pincéis de maquiagem, então tem que lavar uma vez por semana, então assim, cuidar, lavar muito bem a pele, retirar a maquiagem, passar filtro solar hidratar a pele, alimentação saudável, dormir e fazer atividade física, muitos anos, 5, isso, aproveitou e deu uma dica aqui, de beleza, você falou que eu tenho um jeito de cirurgia plástica, então vamos falar um pouco de estética e o que a gente pode fazer pra ficar melhor, a gente pode até num próximo episódio trazer você e o seu marido também, pra tentar falar das minhas profissões, isso é legal, vou sugerir pro doutor Alexandre, meu marido é um pouco tímido, mas vamos, vamos incentivar, porque eu acho muito importante, já deixa o convite aqui, quando o limpo era assistir, aproveita e se empolga, vou falar, acho que é uma boa forma inclusive, doutora, da gente começar a falar sobre varizes e microvasos, os vazinhos em pacientes de lipedema também, você falou dessa parte de atividade física, de alimentação, o que muda no tratamento, até no diagnóstico, pra pacientes que têm lipedema, pra pacientes que não têm a condição? Então vamos lá, primeiro lugar, eu acho muito importante esclarecer pra toda a população o que é o lipedema, existe muita gente com dúvida entre lipedema e obesidade, lipedema é um assunto que hoje parece que é uma moda, é um hype, mas ele já foi desde 1940, lá na Mayo Clinic, no Estados Unidos, descrito pelo doutor Allen, então ele viu que algumas pacientes tinham um depósito anormal de gordura nas pernas e maior porcentagem e até nos membros, as pernas pareciam que não fazia parte do mesmo corpo daquelas pacientes, a parte de cima era mais magra, era menor, mas as pernas tinha algo de errado e essa paciente que tem esse depósito anormal de gordura, ela pode ter uma inflamação crônica desse tecido gorduroso, hoje nós estamos com pesquisas no mundo inteiro tentando entender qual é a causa, o que acontece no lipedema, isso não foi totalmente esclarecido, existem várias hipóteses, várias teorias, mas o que já sabemos muito é que essa gordura ela fica num estado diferente, a paciente ela sente isso, ela sente isso ao toque, ela vai mexer nas pernas, existem regiões doloridas, às vezes tem nódulos, às vezes vai ficando roxo, espontaneamente fica roxo e ela não consegue às vezes usar uma bota, às vezes uma sandália e aquilo gera um desgaste físico e emocional, porque muitas vezes ela acha que aquilo pode ser somente uma obesidade porque ela está fora do peso e não, aquilo é uma resposta do corpo a algo que está errado e ela não descobriu ainda, porque esse é o X do lipedema, a gente descobri o que que está dando e causando essa inflamação naquela condição daquela paciente naquele momento. Então falando do tratamento de vazinho social, o objetivo daquela paciente, primeiro o lipedema precisa estar bem diagnosticado já em tratamento, já estabilizado. Então a paciente chega no nosso consultório e a gente entende que ela tem lipedema, lipedema está tratado ou não está tratado, se não estiver tratado nós vamos iniciar o tratamento, que é um tratamento multidisciplinar, não é só um tratamento que envolve aquele médico, envolve mudanças de hábito de vida, nutricionista, fisioterapeuta, educador físico, essa paciente ela vai ter que ter um entendimento que ela vai ter uma mudança em várias esferas, em várias partes da vida dela. Dito isso, se ela já vem com lipedema, que já foi tratado, que ela sabe o que que, qual é o gatilho, o que que inflama ela e está vendo lipedema e está com vazinhos varizes, aí a gente parte para um tratamento desses vazinhos e varices. Na paciente com lipedema é fundamental a realização de um ultrassom. Hoje nós estamos em busca dos aspectos ultrassonográficos da paciente com lipedema e da paciente com lipedema inflamado. O doutor Alexandre Amato foi o precursor, ele tem um artigo muito importante em que ele mostra o diagnóstico ultrassonográfico da paciente com lipedema em algumas partes do corpo, da perna, essa gordura ela tem determinado tamanho, ela tem determinado aspecto e determinada profundidade. Hoje o que nós estamos estudando no mundo e o que procuramos na cirurgia vascular é entender quais são as características desse tecido com ultrassons mais modernos, probes de pele e de tecido celular subcutâneo. Então hoje a ultrassonografia é fundamental para a gente fazer essa busca e avaliar se a veia essa fena está doente e não está doente e a circulação interna dessa paciente, porque ela pode ter lipedema e está compensado mas também pode ter varizes mais profundas, essa fena doente que a gente também precisa diagnosticar e tratar. Enfim, a paciente com lipedema vai ser tratada desde que saiba a sua condição clínica, ela esteja em equilíbrio com a doença e pronta para receber esse tratamento. E falando então sobre tratamento, tem alguma limitação para algum tipo de tratamento que não é indicado para paciente com lipedema por conta justamente dessa sensibilidade ali às vezes que é um pouco maior, né? Eu enquanto cirurgia, pesquisador e cientista, tenho estudado que o tratamento minimamente invasivo com tecnologias como o laser, ele deve ser melhor para paciente com lipedema. Nós não temos esses dados, é uma impressão minha, eu realizo muito isso em consultório para tratar a insuficiência da veia essa fena da paciente com lipedema, utilizamos o endolazer que é menos traumático, o que a gente quer é não traumatizar mais esse tecido gorduroso que envolve as veias. Então, para eu tirar as veias, eu tenho que atravessar as camadas de gordura dessa coxa e dessa perna. Quanto menos eu traumatizar essa região, menos eu inflamo essa perna. Então, assim, o objetivo nosso hoje é tratar essas varizes e vazinhos na paciente com lipedema muito mais com laser do que com injeção, com picadinha e muito mais com endolazer através de cirurgia com punção e menos cortes para que não podemos somar mais uma complicação num tecido que já é delicado. Consegui explicar e hoje no Brasil há muitos cirurgiões em diversos estados que conseguem ter esse tipo de tratamento, mas eu acho que o importante aqui desse podcast é nós trazermos uma ideia de que quanto menos traumatizar esse tecido das pernas da paciente com lipedema com procedimentos cirúrgicos agressivos na cirurgia vascular é melhor. E a paciente com lip é possível unir ali o tratamento do lipedema junto com esse tratamento das varizes e dos vazinhos ao mesmo tempo. Não precisa deixar de lado, por exemplo, uma drenagem que faz parte do protocolo. Sim, tudo caminha junto, tudo é conversado. Então existe um momento ideal para essa paciente é realizar procedimentos, mas tudo anda junto, ela faz a drenagem, ela consegue fazer a plataforma vibratória, ela faz a atividade física dela e ela consegue ter uma alimentação direcionada para o lipedema dela e ela consegue tratar esses vazinhos ao mesmo tempo, o que não pode ela estar num processo de reclamação dela estar debilitada em desequilíbrio. Aí é uma condição ruim para tratar esses vazinhos, mas é facilmente, até a paciente sabe, a paciente quando ela chega para a gente, ela mesmo, eu tenho, tem um caso muito curioso de uma paciente muito querida, ela chegou no meu consultório alguns anos atrás com lipedema e varizes grandes, as afenas doentes e nós combinamos que iniciaríamos o tratamento do lipedema e ela entendeu que ela tinha lipedema, começou a tratar uma paciente de 65 anos de idade que tinha sofrido a vida inteira com lipedema, tinha feito uma gastroplastia para diminuir o peso e ela conseguiu perder muito peso, mas as pernas, aquela gordura inflamada continuava porque ela ainda não tinha descoberto o gatilho dela, o gatilho principal dela é que ela tinha uma intolerância muito importante ao glúten, o glúten ele é um grão que é derivado da farinha branca e existem muitas pacientes que têm uma certa intolerância esse elemento e ele é um dos gatilhos que altera toda a resposta intestinal da paciente e inflama mais o lipedema, então a gente descobriu através de testes de intolerância que ela não se dava bem com o glúten e tiramos o glúten e aí ela melhorou, ela desenflamou, ela começou, ela mudou a condição dela, aí nós fomos tratar as varizes, ela tinha muitas varizes e eu combinei com ela que nós faríamos uma fase de ataque, tiraríamos muitas varizes, na cirurgia eu ia conseguir tirar 80% porque eram varizes de uma vida e depois ia seguir o tratamento e eu lembro que a gente fez a cirurgia, eu fiquei feliz porque foi uma cirurgia artesanal, trabalhosa, mas quando ela chegou daí uma semana ela falou, eu não sei, poderia ter um pouquinho de vasinho, deu, não, mas tinha muito, aí depois de um mês ela foi indo dela, essa perna não está muito boa, pode confiar, vai ficar bom, essa é uma etapa e ela volta no território, agora dois anos depois com a perna linda, maravilhosa, que tinha dois vasinhos ali, eu vim tratar, mas ninguém vê, dela mais eu vejo, você não falou que eu tenho que cuidar pra gente não ter, então assim, é muito legal quando a gente consegue entregar pra paciente o entendimento da própria criança, do que é o lipedema, ela consegue lutar contra tudo que inflama ela, depois a gente cuida da parte vascular e ela fica bem do lipedema e com uma saúde da circulação e com uma parte estética, porque a perna dela está linda, tudo isso com o tratamento clínico do lipedema e com o tratamento cirúrgico e de laser para os vasinhos e as varizes, então é como eu disse, no primeiro episódio, cada paciente é o único, o seu médico tem que montar um quebra-cabeça do que é o seu lipedema, dos gatilhos que desencadeou o lipedema, o que te inflama e também entender como esses vasinhos e essas varizes estão se relacionando na sua perna, na sua circulação, é o com o lipedema, mas existe sim luz no final do túnel. É o que as pessoas querem ouvir, e realmente o que dá é fazer a pessoa ter vontade de procurar, de cuidar e fazer todo o tratamento completo, que é o que a gente sempre fala, lipedema, apesar de não ser médica, eu acabei conversando demais sobre esse problema com muitos médicos aqui e é o que todos falam, que tem que ser uma coisa conjunta ali, não adianta só focar em um problema específico. Essa questão estética, doutora, era a minha próxima pergunta, antes de ir para a parte de prevenção, que eu acho que é importante também a gente citar, no tratamento de quem tem a condição também do lipedema, no tratamento de varizes e vasinhos, a parte estética tem alguma expectativa que você precisa ali no consultório, trazer essa paciente, mostrar que talvez não tenha uma recuperação tão rápida por conta do lipedema, isso existe ou não, até a resposta estética, você situa agora o exemplo da paciente que veio dois anos depois, que está com a perna linda, então já é de fato uma resposta que é possível chegar até o resultado esteticamente que vai agradar aquela paciente, mas é um primeiro momento, o resultado é diferente de a condição? Sim, a paciente que tem lipedema requer mais cuidados, tanto pré-tratamento como pós-tratamento, isso é diferente de uma paciente comum que não tem lipedema e simplesmente tem mas o que eu vejo muito hoje é medicina não tem atalho, nós vivemos no momento de redes social de que muita coisa é mostrada como se fosse instantâneo, vivemos o aqui e agora, então mostra-se resultados, mostra-se técnicas como fosse fácil executar aquilo, mas a medicina ela é muito complexa, exige muito estudo, muito conhecimento, muito treinamento e para chegar num resultado não é da noite para o dia, não é da noite para o dia para o lipedema, não é para a noite para o dia na cardiologia e nem no tratamento de varizes e vazinhos, eu sou conhecida pelo tratamento moderno de varizes porque eu sou uma paciente, uma paciente, eu sou uma médica que leva essa paciente para o tempo cirúrgico, eu tenho uma equipe que é que nem uma orquestra, são várias cirugias que trabalham há mais de 15, 20 anos juntas, a gente consegue tirar muitas varices, tratar muitos vazinhos no menor tempo cirúrgico e com a maior segurança para aquela paciente, mas esse tratamento é uma fase de sempre vai precisar um pouco depois, um retoque, um acompanhamento, porque eu disse lá na frente existem doenças que são crônicas, você vai ter para o resto da vida, se você tem o diagnóstico de diabetes você é diabético para o resto da vida, se você tem o diagnóstico de pressão alta, você tem pressão alta para o resto da vida, se você tem o diagnóstico de lipedema, você vai ter lipedema para o resto da vida, e varizes também, agora uma coisa é você conviver saudável com o entendimento da doença ou não, então vou falar de novo, não existe atalho, não dá para acreditar em tudo que se fala na rede social e no emediatismo que muitos jovens médicos estão colocando, é medicina é uma arte, é a arte de cuidar de gente, de entender o problema do paciente e de caminhar de mãos dadas com o paciente para resolver o problema dele naquele momento e a longo prazo. E doutora varizes volta, varizes vazinhos, é um tratamento ali fez, aquilo morreu para sempre? Assim, se você tem uma perna que você vai lá, tira, trata essa fena com laser, retire as varizes, trata os vazinhos, depois que fez o procedimento, faz fases de manutenção, faz um planejamento e aqui você entrega a perna para essa paciente, lisa, uma perna de bela, esses vazos que você não volta. Agora vão aparecer outros, vão aparecer vazinhos que eram pequenininhos e com passar dos anos eles vão aumentando, vão ficando com a parede mais elástica e vão ocasionar possivelmente novas varizes. Óbvio, existem cirurgias que são realizadas uma vez e que só metade dos vazios e um monte ficou lá, não foi tratado, não é que voltou, é, deixou de ser tratado. Agora, a partir do momento que tratamos tudo, o que foi retirado não volta mais, agora vão aparecer outros. Aí depende da genética, se essa paciente vai ganhar peso, se essa paciente vai ter mais um filho, se essa paciente vai fazer uso de hormônio, se essa paciente vai estar na menor causa, aí existe um cuidado com as nossas pacientes em que elas vão ter um entendimento que vão ter esse acompanhamento e essa evolução ao longo de todos os anos que estão por vir. Tem como prevenir de alguma forma até meia compressiva, né, o pessoal fala, é bom ajuda mesmo ou não, a meia de compressão ela é fundamental para o alívio dos sintoma, porque a paciente ela geralmente tem dor, cansaço, peso, enche um pouquinho a perna, aí à noite ela toma um banho, aí às vezes está numa situação que costa um pouco, ela passa um creme, ela faz uma massagem, ela vai dormir, quando ela dorme ela fica deitada a uma drenagem de todo aquele líquido, de todo aquele enchaço e ela levanta bem, se naquela ocasião que ela levanta, ela colocar uma meia de compressão, ele evita que essa perna encha no decorrer do dia, então vai melhorar muito o sintoma, mas quem pode usar meia elástica, é quem tem circulação das artérias perfeitas também, então até para usar uma meia o médico cirurgião vascular angiologista ele precisa avaliar essa paciente, porque pacientes de 70, 80 anos, 60 até cima de 60, eles podem ter um entupimento das artérias, artéria é um encanamento que leva o sangue do coração até a pontinha do pé e às vezes placas de gordura, o próprio diabetes, levam a uma oclusão dessas artérias, esses pacientes eles não podem usar meia elástica, são poucos os pacientes, mas eu tenho que deixar claro que a meia elástica não é para todo mundo, é para bastante gente, quem tem varízes é fundamental, mas antes tem que consultar o médico, podendo usar a meia ela é maravilhosa, ele evita o enchaço, ela alivia o sintoma e ela chega a prevenir, não, ela chega a aliviar, a gente não tem estudos científicos mostrando que quem usa meia previne varízes a longo prazo de quem não usa meia, porque isso é uma falha da válvula, é uma falha da parede do vaso, é um processo inflamatório da própria circulação que é mais forte, a meia não consegue, agora existem coisas que eu já disse, fazer atividade física melhora muito a circulação, não ganhar peso melhora muito, quem tem fica grávidas, é um recado para as grávidas, não ganhar mais que 10, 12 quilos numa gestação, porque senão você pode ter alteração das válvulas, porque muito peso, mas o peso do bebê comprimindo as venhas de dentro da barriga pode desencadear, estourar essas válvulas e depois piorar muito, então assim, temos condições de alívio de sintomas como a meia elástica, mas a meia elástica ela não previna as varízes, o que previne é tratar e lá na raiz do problema, tá certo, doutora agora a gente tem um quadro, a gente fala quadro, mas é de mitos e verdades, que as pessoas mais procuram na internet sobre esse tema varízes, vasinhos e lipidema, então eu tentei unir aqui algumas perguntas, algumas a gente até respondeu durante, mas é só para deixar bem claro se é verdade ou se é mentira e uma explicação rápida, vizinhos, vazinhos são só um problema estético, é o primeiro? É, na sua maior parte é só um problema estético, mas reflete uma tendência a esse paciente a ter varízes e dilatação dos vasos, então tem que acompanhar, mas os vazinhos na sua maioria é uma queixa estética, aproveitando só esse gancho pode ser um sinal de uma doença mais grave, vascular? Pode, pacientes que têm só vazinhos podem ter insuficiência da veia safena magna associada, que a longo prazo vai levar a varízes maiores, então o paciente que tem vazinho ele precisa ser estudado a safena, circulação interna, porque se tiver algum comprometimento e às vezes pode ter, já é tratado e a gente consegue evitar que essa doença aumente com o passar dos anos. O lipedema causa varízes? Não, o lipedema não causa varízes, o lipedema é uma doença do tecido adiposo, da célula de gordura, um processo inflamatório das pernas que não leva a nenhum prejuízo da circulação, não existe nenhum estudo no mundo hoje dando essa relação. Quem tem lipedema não pode fazer escleroterapia? Quem tem lipedema pode fazer escleroterapia e deve desde que não esteja com lipedema em uma fase de inflamação, essa paciente tem que estar com lipedema controlado em tratamento clínico e pode fazer escleroterapia. Escleroterapia para quem não sabe é a ingessão de uma medicação dentro dos vazinhos para queimar esses vazinhos, o medicamento ele entra através dessa agulinha e causa uma irritação nesses vazos fechando, colando a parede desses vazos, o que a gente chama é queimar vazinhos, porque há uma irritação provocada e às vezes a paciente tem até a sensação que tem uma certa queimação pela ação da medicação no ato da escleroterapia, mas a paciente que tem lipedema sim pode fazer escleroterapia. Hoje eu preconizo na minha prática clínica a gente tratar essa paciente muito mais com laser para vazinhos do que a aplicação, porque eu quero evitar traumatizar esse tecido, mas é totalmente factível tratarmos lipedema e vazinhos junto. O laser é o melhor tratamento para esses tipos de vazinhos? Não, não é o melhor tratamento. O melhor tratamento é aquele que a paciente precisa, às vezes a paciente precisa de uma aplicação, às vezes a paciente precisa que a veia seja retirada cirurgicamente. Hoje nós temos uma condição de exceção para o laser da veia safena, é que se a veia safena for colada na pele às vezes é melhor tirar essa veia. Lógico, é um tratamento de exceção, hoje a gente trata muito mais com o endolaser que é uma fibra que a gente, uma fibra ótica com uma ponta de safira, que a gente através do ultrassom a gente vai navegando por dentro das veias e a gente consegue fazer esse tratamento, mas o tratamento clássico que é retirada da veia pode e ainda existe sim, um exarde de exceção. Vazinhos e vazinhos voltam mesmo depois do tratamento? Acabamos de falar que aparecem outros, não voltam. Se a cirurgia foi mais ou menos feita, podem ter ficado os vazinhos que não foram tratadas adequadamente, isso é uma realidade. Esse daqui até eu quero saber, cruzar as pernas causa vazinhos? Não, não causa, o que cruzar as pernas? Eu acho que tem uma coisa muito interessante que tem que ser falada. Além do coração que nós temos dentro do peito, existem dois corações que ficam na batata da perna. A gente brinca que é coração, mas a batata da perna é uma bomba muscular, tem a musculatura da panturrilha e ela é muito forte para levar o sangue da perna para cima, em direção ao coração e aos pulmões, para ser filtrado no rio. E quando você anda, você aperta essa musculatura e o sangue sobe. Então até bom musculação a gente a marcha, o andar, o caminhar, ele é fundamental para a melhora da circulação. Andar bastante previne sim a parte de cardio vascular, a gente já sabe. E o ideal são 150 minutos por semana pela Organização Mundial de Cardiologia. Vixe Maria, tem que dividir aí nos dias. Tem que dividir, 30, 30, 30, 30 e musculação também. Usar salto alto, pior as varizes? De novo, então vamos voltar. Entendendo que a bomba da perna é a panturrilha, então cruzar a perna, comprimir a batata da perna, o pessoal fala, vai dar varice, é porque diminui aquela circulação. O salto alto, ele impede a mobilidade do tornozelo e do pé, porque a mulher, ela fica com o salto bem alto. E isso impede que a batata da perna, a musculatura trabalhe adequadamente. Então assim, isso vai causar varizes? Não vai causar varices, mas usar salto alto, impede a mulher de movimentar as pernas adequadamente. Mulheres, homens, hoje tem homens também, são salto alto. Enfim, pensar que a movimentação, a liberdade das pernas, ela é muito importante. Então cruzar a perna, salto alto, cruzar a perna, fica parado, fica de joelho dobrado muito tempo, fazer algumas coisas, impede aquela circulação naquele momento. Mas até aí, gerar varices, não, é o mito. Isso é interessante, isso eu gostei também. O lipidema pode dificultar o resultado estético das pernas? Pode, pode, porque nós temos uma condição de um tecido celular subcutâneo de células de gordura alteradas. Então, nós não sabemos a resposta que esse tecido possa vir a ter, porque quando a gente vai tratar esses vasinhos, a gente inflama esses vasinhos e eventualmente esse processo inflamatório pode interagir até com essas células de gordura. Então nós temos que ter cuidado na paciente com o lipidema. Mas a paciente com o lipidema compensada, tratada clínicamente, que está bonitinha, sem problema, tratar vasinhos e varizes pode tranquilamente. Agora, se ela estiver inflamada, a gente pode naquela ocasião piorar toda essa condição, não recomendo. Para encerrar, isso é bem legal para quem chegou até aqui, está pensando em fazer, já fez ele o próprio, entre aspas diagnósticas, já vai estar pensando em procurar o médico. O tratamento de vasinhos, pode ser feito no verão? Pode, desde que a paciente não tome sol nos primeiros dias. O que que acontece? Quando a gente faz um tratamento, se esse tratamento tiver uma lesão de um vaso e esse extravasamento de sangue, esse extravasamento que a gente chama de equimose, tecnicamente, que é aquele roxo que fica ao redor, ou do vazinho, ou da cirurgia, ele tem o que nesse sangue? Ferro. Quando a gente derrama, bate, faz ematoma, aquele roxo sangue espalhado tem ferro. E o que que o ferro faz? Ele caminha e deposita na pele, tatua a pele. Então, se você tomar sol no momento em que tiver um derramamento de sangue, de ferro, esse ferro pode ser quelado por essa inflamação do sol e pode tornar, sim, algumas manchas. Isso é uma condição. Então, o que que a gente, eu, Dra. Flávia, sugere? A partir do momento que a paciente está quase sem roxo, ela está liberada para tomar sol. Se ela for, tiver no verão, não for tomar sol, ela pode sim tratar as varizes, operar as varizes, sabendo que ela pode tomar o sol nos primeiros 10, 15, 20 dias da cirurgia. Depois ela pode. Assim que sumiu roxo, os imatomas, ela está liberada. Óbvio que com protetor solar. Hoje ninguém toma sol, se não usar protetor solar. Independente, né? Se fez a loja. Independente, porque há uma incidência de câncer de pele muito grande e os colegas dermatologistas, eles lutam muito por isso nessa prevenção, que é fundamental para o humano, para as crianças, para os adolescentes. Deu somente quatro filhos de pré-adolescentes. Eles são refratários ao uso de protetor solar. Eu fico caçando eles para passar o bastão amarro, assim. Passa o bastão. Mas o pode no verão. Outra coisa no verão, que é interessante, é o uso da meia elástica. Se você estiver no lugar em que tiver um ventilador, um ar-condicionado, usar a meia elástica na semana do procedimento traz muito benefício. E se tiver no ambiente que tiver climatizado, é muito tranquilo também. Eu faço bastante cirurgia no verão. Janeiro, 2 de Janeiro, 26 de dezembro. Não gosto muito. Geralmente são médicas que vêm de outros países. Legal. Doutora, muito obrigada por esses dois episódios. Foi muito esclarecedor de verdade. Tenho certeza que o pessoal adorou também. Vou deixar aqui um espaço para eles tirar dúvidas também. A gente traz de volta, como a gente comentou, quem sabe, traz o seu marido também cirurgião plástico, para unir as duas no Papa e sobre medicina. E eu vou aproveitar, deixar um espaço aberto para você passar também, se prefere passar um site ou uma rede social. O que for melhor para quem está com algo que queira te procurar ou tirar uma dúvida? Então é uma honra. Eu gostaria de agradecer muito ao Instituto Amato, à Dra. Alexandre Amato pelo convite, a você pela bela entrevista, a você que está cuidando de todo o som, todas essas luzes. Muito obrigada. Hoje existe muita informação na internet que às vezes traz um monte de dúvidas. Então minha sugestão para você que está aí nos assistindo é sempre procurar essa informação de qualidade. Na medicina não existe atalho, não existem promessas milagrosas de uma hora para outra, mas existe muita medicina boa e muita tecnologia e muitas doenças já têm soluções e tem muitas pesquisas em andamento, o que pode trazer para você uma pessoa de vida melhor e um maior bem-estar. Então nosso compromisso aqui é com informação de qualidade. Muito obrigada por nos ouvir. Já deixe então um site alguma rede social. Doutora Flávia Magela M-A-G-E-L-A ponto vascular. Vocês podem me encontrar no Instagram e lá tem todos os links de acesso para consultório, dúvidas e consultas. Estou à disposição. M-E-Vai deixar o link aqui direto então para quem já quiser ser direcionada, já consegue te procurar e tirar mais alguma dúvida mas também pode comentar aqui que a gente está sempre de olha, a gente traz de novo a Doutora Flávia foi difícil na agenda mas a gente consegue. A gente consegue, a gente não consegue encaixar exatamente. Obrigada, mais uma vez. Obrigada. E você também que acompanhou até aqui. O final não deixe de curtir, comentar e compartilhar que é muito importante para que a gente continue trazendo os nossos especialistas em qualidade de vida. Antes de finalizar só quero fazer um agradecimento aqui ao nosso patrocinador que é o laboratório Origem, especializado em saúde intestinal que é onde tudo começa. O foco de Origem é qualidade de vida e prevenção. Muito obrigada e até a próxima.

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