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Dúvidas sobre Ginecomastia no Freud Explica

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Dúvidas sobre Ginecomastia no Freud Explica

O tema central é a ginecomastia, aumento da mama em homens, abordando seu impacto psicossocial e opções de tratamento. O Dr. Fernando Campos Moraes Amato explic

Perguntas respondidas neste vídeo

Mas elas são a mamam, o formato de mamam em homens, né?

Então, que traz uma aparência mais feminina, é extremamente frequente, tem três picos de incidência, tem quando a criança nasce tem um pouquinho de hormônio materno, isso pode ser um aumento da mama, mas isso logo regride, tem um pico importante na adolescência que é entre treze, quatorze, quinze anos.

A gente tá indo curtir ali, né?

Você tá na adolescência.

Então, e as crianças, elas são adolescentes, crianças, não sabem, né?

Porque começaram a ter o estímulo hormonal naquela fase, tem um certo descontrole, eles podem ter esse aumento da mama, tem trabalhos que falam que é em torno de, até mais de 50% dos adolescentes, mas eu acredito que seja mais em torno de 10%, podem, possam ter um gineco machia, mas muitos regridem.

O bullying vai acabar acontecendo, tem, né?

E vai, isso, isso... E o lado emocional é complicado. Isso ensina a formação de um futuro.

Tem uma influência de hormônios, então assim, um aumento de hormônio masculino, que, perdão, diminuição do hormônio masculino, aumento de hormônio feminino, que também é presente no homem, aumento de receptores, são as causas assim, mais que estão envolvidas, mas o que que faz isso?

Sim. O menino tá começando a ter hormônio, então tem um certo desregula um pouquinho e acaba de ter mais hormônio masculino ou mais ou menos feminino. Obesidade.

Transcrição completa do vídeo

Educação solgente Boa tarde, que bom ter você aqui, novamente comigo, a gente tá começando mais um Freud Explica ao vivo na TV Geração Z. Hoje, homens e mulheres atentos porque a gente vai falar de saúde feminina e masculina, tá gente? Eu falei pra vocês que eu tô adotando a família Mato, né? Eu tenho mais um representante que é o doutor Fernando Campos Moraes a Mato, doutor Fernando, muito obrigada pela presença, tá? É um prazer. Um tema muito bacana, gente, a essa questão masculina que a gente vai abordar agora, que é a ginecomastia, né, doutor? Que é muito pouco falado, achei muito interessante essa ginecomastia é um termo usado pra mamas de mulher, né? Mas elas são a mamam, o formato de mamam em homens, né? Então, que traz uma aparência mais feminina, é extremamente frequente, tem três picos de incidência, tem quando a criança nasce tem um pouquinho de hormônio materno, isso pode ser um aumento da mama, mas isso logo regride, tem um pico importante na adolescência que é entre treze, quatorze, quinze anos. É, ficou bem complicado, né? A gente tava até comentando, gente, porque antes de entrar aqui ao vivo, a questão do bullying nessa faixa etária, porque poxa, é? É, exatamente. A gente tá indo curtir ali, né? Você tá na adolescência. Então, e as crianças, elas são adolescentes, crianças, não sabem, né? Porque começaram a ter o estímulo hormonal naquela fase, tem um certo descontrole, eles podem ter esse aumento da mama, tem trabalhos que falam que é em torno de, até mais de 50% dos adolescentes, mas eu acredito que seja mais em torno de 10%, podem, possam ter um gineco machia, mas muitos regridem. Então, desses que tem torno de 5% a 10%, continuam com gineco machia. Só que o problema é que essas crianças, elas estão numa fase que elas estão se descobrindo, elas já não querem falar com os pais, elas têm vergonha de tirar a camisa e a mamma tá lá, é um problema evidente, que eles não tiram a camisa pra jogar futebol, não tiram a camisa no vestiário. É uma fase que a criançada é realmente complicada e vai, vai fazer alguma piadinha, né? O bullying vai acabar acontecendo, tem, né? E vai, isso, isso... E o lado emocional é complicado. Isso ensina a formação de um futuro. Claro. Até quando ele vai relacionar com as pessoas, com a convivência, acho bem importante. E tem tratamento. Isso que é importante. É isso que é bom. Qual são as causas? Bom, a mamma, ela é um tecido glandular, né? Tem uma influência de hormônios, então assim, um aumento de hormônio masculino, que, perdão, diminuição do hormônio masculino, aumento de hormônio feminino, que também é presente no homem, aumento de receptores, são as causas assim, mais que estão envolvidas, mas o que que faz isso? Sim. O menino tá começando a ter hormônio, então tem um certo desregula um pouquinho e acaba de ter mais hormônio masculino ou mais ou menos feminino. Obesidade. A obesidade, eu acredito que seja uma das principais causas de ginecomastia, obesidade, que existe uma coisa de obesidade infantil. Então, obesidade tem um aumento de uma enzima chamada aromatase. Essa aromatase, ela converte androgênios e estrogênios, ou seja, hormônio masculino ou hormônio feminino. Então, ou vai ter mais hormônio feminino e menos masculino, isso pode ser uma das causas. Além disso, temos um monte de medicações que podem causar, inclusive hormônios, e que se usa descontroladamente hormônios em academias. Anabolizantes, que não sabe quem que prescreve. A gente usa até hormônio de animal, de cavalo. E vira um vício mesmo, né? Vício, para procurar uma boa forma, para ficar forte, acaba ficando com uma outra sequela, que é o aumento da mama. Além disso, uso de álcool, bebida alcoólica, uso de maconha, que também tá. Tudo isso, a criança também tá tendo esse acesso nesse momento. Então, eu acho que essa faixa etária de adolescente tem que ser bem abordada nisso, porque se tiver alguma coisa, tem que procurar um médico, ele tenta conversar com a criança, entender, porque a causa principal causa a idiopática ainda, ou seja, não tem causa definida. Tem que se estudar, né? E o legal é, quer dizer, tem cura, quer dizer? Tem cura, tem cura. Como eu falei, muitos, a maioria, mais de 90%, vai regredir. Então, tem um aumento e regride. Regride em 1 a 2 anos, pode ser preciso usar algum medicamento, tem medicamentos para isso, mas se persistir por mais de 2 anos, é melhor fazer um tratamento cirúrgico e tirar aquela glândula, que excessa glândula, até mesmo uma gordura associada. Vamos ver aqui, doutor, que chegou da Isabela. Ela diz o seguinte, meu marido tem as mamas salientes, nunca sentiu dor física, mas sofre desde sempre com o emocional. É uma dificuldade ir a praia, ele não tira camiseta e até nossa questão sexual é afetada. Doutor Fernando Campos, afetado pelos esclarecimentos, Isabela. É Isabela, eu acho que é o momento, doutor, de realmente procurar ajuda, porque você vê que aqui está interferindo até na questão do casal, questão sexual, afetiva. E ele pode, de repente, ter um distúrbio hormonal, ter a testosterona abaixo e está também sofrendo o relacionamento deles. Quer dizer, podem ser outras coisas também. Tem que ser pedidos exames hormonais, assim como precisa pedir exames de imagem, porque se é só um lado, pode até ser câncer. Não é, é muito raro, a frequência é igual na população normal, mas a gente não pode descartar um câncer de mama. Qual que é essa frequência de câncer de mama no homem, em geral? É muito baixo, está mais relacionado mesmo a aquela parte genética, quem tem história de câncer familiar, de homem que já teve ou mulheres novas que tiveram câncer, eles têm mais chance e tem até esse genético para isso. Sim, que a gente até falou. Nesse caso da ginecomastia, quer dizer, pode ser um câncer, mas a probabilidade é baixa. É bem baixo, é menos de 0,1%. Mas existe a possibilidade de ser. Outras causas de ginecomastia são câncer de testículo, pode ser o primeiro sintoma de ginecomastia, câncer de testículo. Câncer de pulmão, tem alguns câncer de pulmão que podem ter, está envolvido com essa parte de secreção de hormônios. Se rosa, hepática também está associado, insuficiência renal, são muitas doenças, é um sintoma, a ginecomastia é um sintoma. É uma coisa, Fernanda, assim, os homens realmente têm mais vergonha de procurar o médico, e ainda hoje, se a gente fala em câncer de próstata, ainda existe aquela coisa, eu não vou fazer o toque, mas como não vai fazer o toque? Precisa, precisa. Em algum médico, não precisa ser no mastologista, porque talvez o público seja muita mulher, ele não quer, já tem essa vergonha, procura um clínico, alguém que vá ver e ele faça essa queixa, talvez endocrinologista, alguém precisa começar, pelo menos para indicar ou pelo menos para falar, fica tranquilo que não é nada. Nesse caso da ginecomastia, é o cirurgião plástico que vai fazer, mas não é? O mastologista também faz, acho que esses pacientes, os que vêm com uma mama muito grande, precisam de ajustes de pele ou o que estão associados à gordura, tem que fazer para a aspiração, eu recomendo um cirurgião plástico, mas no caso de tirar só a glândula, o mastologista já faz isso, é uma cirurgia que eles estão habituados a fazer. Quanto tempo mais ou menos a cirurgia, ou depende? Dependendo do tamanho das cirurgias, pode ser uma cirurgia de meia hora, se for só tirar uma glândula ou pode demorar umas duas horas e meia, se estiver associado ali para a aspiração, se estiver associado a recepção de pele, quando são os dois lados, se é um lado, é uma metade. A questão de saúde pública, como é que ela vê a ginecomastia, como é que está isso, doutor? A saúde pública tem procedimentos do SUS, tem dois códigos, um é tratamento cirúrgico de ginecomastia, esse está associado a pacientes com lipodistrofia, pacientes com HIV, porque antirretroviral também causa ginecomastia. Tem esse código, também tem um código de plástica mamária masculina, não estética, que é onde se enquadra e se faz, só que o nosso sistema de saúde está tão maravilhoso, é tantos pacientes que esse paciente, chega uma paciente com o câncer de mama, precisa fazer uma reconstrução de mama, ela tem que ser prioridade, ela precisa tirar o câncer dela, ela precisa reconstruir, mas também não quer dizer que o outro paciente não tenha direito, então tem hospitais, é um procedimento não complexo, então hospitais menores têm, só que hospitais vão ter cirurgia plástica, então realmente diminui mais, até cirurgião geral, eu já vi cirurgião geral que faz isso, mas o ideal seria que isso fosse cirurgia plástica. Tem algumas pessoas aqui, alguns homens com uma mesma questão, que na verdade, se é uma cirurgia cara, ou seria o preço de uma cirurgia de mama, da mulher, vai, de silicones, mais ou menos. Com certeza, é semelhante uma cirurgia de mulher, acho que os hospitais têm vários valores, eles vão oscilar muito, mas por ser um procedimento que o SUS cobra, está no rol da NS, é um procedimento que os convênios cobram, então o convênio, se tiver realmente, em exame, um tração, é ginecomastia, então é possível que o convênio acabe cobrindo essa cirurgia, só que talvez ele não vá cobrir uma lipoaspiração, porque muitos pacientes desse, vem com a glândula e vem com um monte de, vem com muito tecido adiposo, e pra ficar bonito precisa de uma lipoaspiração. E aí é só com o cirurgião plástico, mesmo que vocês tenham esse... Mas tirar a glândula, isso realmente, o convênio deveria cobrir, o convênio é o SUS. Olha, o Carlos diz o seguinte, fala boa tarde, tenho vergonha dessa condição que me afeta, principalmente no quesito, relações íntimas, de novo, olha aqui, com as mulheres, acabo evitando para não me expor, sinto que a ansiedade aumenta quando conheço uma mulher, aqui uma outra questão de ligada a fetividade, a sexualidade, quer dizer, realmente deve ser muito complicado. A autoestima tem trabalhos que mostram que melhora a autoestima. Ah, isso com certeza, né? Tem trabalhos que mostram, melhora de autoestima, melhora de imagem corporal, então faz diferença, faz diferença, acho que vale a pena procurar, melhora, só que também não é uma cirurgia e ainda de riscos, né? Tem um corte, é uma corte normalmente que é em volta da arela, tem gente que tem distúrbios de cicatrização, pode ter alguma depressão, alguma coisa, então não é uma cirurgia, não é um milagre. Anestesia geral, geralmente? Dá para fazer até com anestesia local, mas dependendo do tamanho, é preferível fazer com anestesia geral, para o conforto do paciente e do médico também, porque fazer com anestesia local, o paciente pode querer mexer, tudo mesmo fazendo uma sedação pode ser... Tá. É, que eu percebo aqui, realmente é a vergonha, né, que esses homens têm de primeiro colocar o problema para o médico. Eu acho que tem muito mais, eu acho que tem muito mais gente que tem e não vai atrás. Tem gente que tem só, pelo excesso de peso, já tem alguma evidência e isso eu acho que já incomoda e eu acho que se incomoda tem que procurar alguma solução para isso. Claro, claro, porque mexe gente, questões emocionais, como o doutor disse, eu te estimo e até, eu acho que é possível, é uma possível depressão até, né, porque... Tem paciente que tem depressão com isso. A pessoa deve mudar a vida toda, eu fico imaginando, né? Muda. Você vê aquele rapaz que... Não tira a camisa na praia. O que mais você gostou de se tirar a camisa e ficar... Exatamente, quer dizer, num relacionamento com uma mulher ele vai sentir vergonha. Evitar um relacionamento? Sentir vergonha do próprio corpo, né, doutor Fernando, eu acho que isso em geral é algo muito ruim. Com certeza. Quer dizer, por isso que eu acho que a cirurgia é bacana no sentido da... de você voltar realmente a se sentir bem, seja o que for, né? Com certeza, com certeza. Eu sou contra o excesso, né? Isso é uma opinião minha, eu não gosto desse exagero, né? Mas sempre tem paciente que opera uma coisa e depois volta de seis meses que opera outra, depois que é que opera outra. Sim, existe... Não é isso. É uma cirurgia. Exato. Que realmente é necessária, gente. Que muda, qualidade de vida. Com certeza. A gente tem... O objetivo é a qualidade de vida mesmo, acho que faz diferença. Bacana. Vamos falar, então... Bom, homens, então procurem, né? Com certeza. Podem procurar. É, eu até perguntei para o doutor, né, antes de começar, mas você já fez várias operações porque a gente acaba imaginando que assim, são dois homens que te procuraram, sabe? Não, não, eu acho que... É um assunto tão... É um assunto importante, é um assunto que acho que... como a cirurgia de mama é uma das mais comuns em mulher, a cirurgia de mama é uma das mais comuns em homem. Bacana. Bacana. Se for somar, é claro que o homem, acho que procura bem menos, acho que é um para dez comparado com mulher, mas a cirurgia é mais frequente. Pelo menos, acho que a Gina Comachia está entre esse público jovem como uma das principais. Ok. Então... E no público jovem não tem o problema de operar, vamos supor, de fazer a cirurgia num rapaz de 12 anos, por exemplo. Sim. As crianças, elas vão crescer, elas vão mudar o formato, então você tem que procurar o melhor momento. Tem crianças que têm uma mama muito grande, então precisa operar, ela precisa, mesmo que ela vá ficar com uma cicatriz um pouquinho, vá mudar o corpo, acho que vale a pena. O que eu tenho visto também são muitas crianças obesas, então essas eu procuro tentar fazer com que elas emagreçam, melhorem, mas já fala, a gente vai operar, mas vamos... Vamos esperar mais um ano. Quer dizer, mas assim, doutor, fora a questão da cirurgia, existe algum tratamento que possa... Se for uma fase inicial, tem uso de medicações. Ok. Mas, pelo menos eu acabo vendo as que já passaram dessa fase, já tem dois anos de história e tem mama grande, então aí já, mas eu sei que ela não começou grande, ela começou pequenininha, tudo. E aí vai aumentando mesmo. E aí pode ficar realmente num tamanho grande mesmo. Exatamente. E você vê mama maior do que muitas mulheres aí. Que coisa, gente. Então tem isso e isso eu fico sensibiliza. Claro, não claro. Só os obesos, que eu acho que tem essa fata da obesidade, que a gente tenta pelo menos emagrecer um pouco e o resultado cirúrgico é melhor. Boa. Gente, a gente vai entrar no intervalinho e no próximo bloco vamos falar da mulher, então até daqui a pouquinho. Olá, gente. Voltando com o Freud Explica. Eu estou aqui com o doutor Fernando, cirurgião plástico. Agora vou me entrar na questão das mamas, a reconstrução de mama, tá gente, nas mulheres após o câncer, que é muito importante também. Doutor Fernando, sempre é necessário, quer dizer, é sempre é possível, na verdade, essa reconstrução da mama após a retirada? Acho que o mais importante no câncer de mama tem que ter um maestro. Acho que o maestro, nesse caso, é um maçologista, que é o oncologista, o cirurgião oncológico, que vai tratar o câncer. Então, acho que a doutora Priscila falou. Sim, sim. Centrinioterapia, radioterapia. Então, depende do que ela fala do câncer. Então fez uma biópsia, já sabe o que é, que tipo de câncer. Já tem uma ideia do tratamento. Certo. Então, teoricamente, daria para reconstruir todas as pacientes e sim, tem várias opções de reconstruir e conversando com quem vai tirar o tumor, a gente vê qual que é a melhor forma de reconstruir. Só que tem pacientes que não têm condições, talvez, de fazer uma reconstrução, porque está muito debilitada, fez a química, tem problemas já no coração. Então, aumenta muito o tempo cirúrgico. Então, a gente precisa otimizar, ver o que é melhor para a paciente, como a gente vai fazer aquela cirurgia ser o mais rápido possível e o melhor para o paciente. Você tem que explicar um pouquinho como é que pode ser feita essa cirurgia, se é a silicone, se é a gordura. Então, não é uma cirurgia de colocar próteses de silicone. Não é só, porque as pessoas acham que é. Eu quero tirar e vou colocar uma prótesa de silicone, não é. É uma cirurgia que tirou a glândula inteira e se coloca uma prótesa, aliás, o termo próteses é quando você substitui uma estrutura. Então, para fazer próteses de mama, não é próteses de mama, é implante de mamar. A gente fala próteses. Mas, no caso de cirurgia de mamar assim, você está tentando substituir, então, talvez uma prótesa seria mais adequada. Ok, ok. E a gente, quando tirou a glândula, fica gordura e pele, é quase nada de tecido. Então, precisa colocar atrás do músculo. Então, já começa a cirurgia pensando, a gente vai ter que colocar atrás do músculo. Por que colocar atrás do músculo? Porque tem pouco tecido, a gente precisa proteger essa prótesa de silicone para que não fique tão superficial e tenha menos complicações. E tem que ver, porque eu estou imaginando. É uma mama e você tem que ver a simetria da outra. Então, tem tudo isso que vocês... E não é só colocar. Depende do que o maçologismo é falar assim. O maçologismo fala assim, olha, eu vou tirar só a glândula e vou deixar o areola. Então, tem isso também. Então, a gente pode falar assim, opa. Então, eu vou poder aproveitar e colocar só a prótesa. Ela fala, olha, o tumor está grande, eu vou ter que tirar um pouco de pele e a areola já foi. Então, eu vou falar, olha, então, a gente vai colocar um espançor de pele, tem um espançor que você coloca atrás do músculo, vai expandindo, então ele vai, apesar de não ter pele no momento da cirurgia, você vai expandindo depois no pós-operatório, no ambulatório, vai expandindo um pouquinho, um pouquito com o soro fisiológico. E depois você faz uma cirurgia para trocar aquele espançor para uma prótese. Tem outra cirurgia que se pega o tecido das costas com o músculo, o músculo grande dorsal e faz isso no mesmo tempo e cobre a prótese para se proteger indo ela e leva um pouquinho de pele. Então, talvez não precisaria, tudo isso tem que ser... Quer dizer, é o que... Isso é de paciente para cada paciente. Eu estou pensando, quer dizer, depende, né, para você também do que o... O que o mastologista vai te falar, do quanto ele vai tirar, como... Eu vou tirar uma bolinha, não vou pegar, tipo, você vai tirar toda a glana, vou tirar aqui embaixo. Se ele vai fazer, ela vai tirar só um pouquinho, eu não preciso nem colocar próteses. Eu posso fazer uma cirurgia como se fosse redução da mama, tem umas mamas muito grandes. E eu faço como se fosse reduzir a mama e a técnica é a mesma. Aí ela vai talvez faça radioterapia, tudo, seja melhor. Aliás, a radioterapia é um dos fatores que a gente fala, vai fazer radi já terapia, será que a gente vale a pena colocar a próteses agora? Ou não, porque a radioterapia sofre um pouquinho mais a pele e aumenta complicações da cirurgia. Então tudo isso tem que ser conversado com o mastologista. O que é que o mastologista? O que você vai tirar? Então eu acho que é interessante trabalhar em juntos, é ruim um mastologista tirar o câncer e chamar o plástico que nunca conheceu. Que nunca conheceu, e você vai chegar lá e vai ter que fazer milagres, né? Esse problema é seu. Sim. Não, é, tem que ser, é equipe. Como eu também vejo, assim, tem mastologistas que reconstruem, fazer algum parte de reconstrução de mama. Eu não acho que os princípios do oncológico sejam legais, quando a pessoa tira o câncer ela reconstrui, porque na hora de, ela faz assim, poxa, mas eu vou reconstruir, então vou tirar um pouquinho menos aqui. Tem isso. Ah, tá. Eu acho que essa parte de um tira, outro reconstrui, eu acho a melhor equipe. Acho que isso tem que ser, isso você trabalhar junto. E essa equipe, aí você trabalha com o masto e o oncologista, algumas vezes também? É verdade, eu trabalho diretamente com o mastologista. Então o mastologista indica, e a gente reconstrói. Essa parte do acompanhamento, pós, eu deixo para o mastologista ver se vai precisar de radioterapia, ele encaminha, então essa parte deixa com ele. Mas isso você fala acho muito importante, né? Esse trabalho em equipe, realmente você tá sabendo, né? Não, não pode, ninguém pode, nenhum médico pode assumir todas as doenças, todos os riscos. A sua falta é, como se eu já um plástico, começar, não. Você tem uma pressão alta, toma esse remédio aqui. Claro, claro. Aí você tem diabetes, só toma esse outro remédio, não. Tem essas especialidades para dividir as responsabilidades e para você não ser melhor abordado. E falando também da questão de autoestima, que a gente falou, né, gente, para os homens no primeiro bloco, também para a mulher, eu fico imaginando, né? Sim, é importante e é lei que a mulher tem o direito de reconstruir no mesmo tempo. Já é lei, né? É claro que não é uma coisa que tem que ser conversada. Pode ter um paciente que, seja, tem um problema cardíaco, fumante, diabetes, pressão alta, já tem cirurgias prévias que enviesem alguma. Eu falo assim, olha, vamos esperar, tira, passa tudo, a gente reconstrua e depois... Não precisa ser exatamente no momento, né? Não precisa, não precisa. Vamos ver aqui, já está chegando bastante. Só um minutinho, olha. Aqui da Luísa, hola, muito bom programa. Obrigada, Luísa. Por favor, doutor, quais as chances de ocorrer uma metástase numa operação de prótesis de silicone, onde a mulher não saiba do câncer? Quer dizer, ela vai fazer uma... Um implante, né? Vai colocar um implante mamário. Vai colocar o silicone e ela não sabe que tem. Isso pode... Não, não tem nada... Eu acho que tem que pensar assim, implante mamário, ele pode ser de silicone, ele pode ser de poliuretano, ele pode ser nos Estados Unidos, eu até recentemente era de salino, era líquido que se colocava esses implantes. Hoje já são os três. Tem alguns relatos com poliuretano, de poder causar câncer ou outros problemas, mas na verdade eu não vejo dessa forma, eu acho que não tem muito... É muito pouca por sentar... Não tem muito a ver. Eu acho que assim, quem coloca prótesis está colocando um material que não é dele. Sim. Sim. E não é dentro de complicações, pacientes e jovens que colocaram com 20 anos... Isso é bom, todo mundo saiba, a gente não é... Vamos trocar, vamos precisar trocar, vamos precisar trocar uma causa de troca, porque forma uma cápsula em volta da prótesis, essa cápsula pode ficar endurecida e até dolorosa, e isso é um motivo de troca. Não é aquela coisa que eu comprei, é meu, né? Para o toquecer, pois vai ter uma... Mas assim, você acha que as trocas são por causa disso? Não, elas trocam porque amamentaram, e aí a mamá caiu, e que iria cair com tempo, então acabam trocando, ou colocou quer mais, acontece, isso acontece, ou colocou a areola, depois de um tempo, um pouquinho mais, eu acho que é reposicionar, então tem diversas causas. Nada é mágico, né, gente? Nada é mágico, mas pelo menos, é minha rotina pedir exames de imagem. Mesmo pacientes jovens fazem uma mamografia, ou se as mamas são muito densas, pediram outra, são pra ver se não tem nada, se não tem nenhum nódo, alguma coisa, se tem alguma coisa, eu encaminho pro mastologista, pra ele falar, olha, esse daqui, vamos fazer uma biópsia, uma punção, ou esse, deixa, não é nada, esquece. Então uma questão muito frequente, né, que é, quer dizer, se eu tenho um implante de silicone, é mais difícil, através de uma mamografia, eu detectar um possível, um câncer, um nódo, não. É que se coloca atrás do músculo, é mais tranquilo de fazer a mamografia. Se coloca na frente do músculo, tem que fazer uma posição a mais, pra tentar ver essa glândula em todas as posições, porque se não fica o implante, pode ficar bem em cima de um tecido, e não consegui ver. Mas não, na verdade, assim, a tecnologia já de mamografia tá muito mais avançada. Muito avançada, né? Os radiologistas, a dificuldade que se tem é mínima, e se existe alguma dificuldade, você pode complementar com algum outro exame como um traçou, ou até mesmo a ressonância. Tá, ok. Elaine Luz, eu sou Elaine. Boa tarde, Tati. Minha filha fez uma redução de mamas aos é 15 anos, pois usava a sutiã número 50. Além do desconforto físico, havia muito incômodo emocional por conta de roupa, sutiã e bikini, eu imagino, né? Hoje ela tem 21 e sua mamã voltou a crescer, apesar de não ter voltado ao mesmo tamanho anterior. Minha pergunta é, qual é a idade ideal para fazer uma segunda cirurgia? Após a segunda, ela corre o risco das mamas crescerem novamente, um grande abraço. Essa é Elaine Luz, que sempre participa aqui com a gente. Então, quer dizer, a filha fez a cirurgia, de redução, e volta a crescer a mama, quer dizer. Isso pode continuar aí, para o resto da... É, Elaine, eu acho que, assim, ela já tinha uma mamã muito grande. Sutiã 50 é para uma menina de 15 anos, e ela também devia ficar curvada, já ter dor nas costas. Você acha que precisa operar realmente, tentar segurar o máximo possível para operar, porque vai mudar, vai ter novos hormônios, mas tem uma hora que 50 e ela não está conseguindo conviver, e eu acho que tem que operar. Agora, se ela já está aumentando e ela ainda é nova, ela tem que ver se ela vai ter filhos, qual é a programação, se não tem programação, porque já a primeira cirurgia pode ter uma dificuldade de amamentação, pode. Então, outra cirurgia aumenta. Tem que ver o quanto que aumentou isso, e o quanto que está atrapalhando ela. Então, assim, numa retirada de uma diminuição da mama, a minha mama pode voltar, então, a crescer. Porque o fator... Isso não é garantia a... Se ela tem meninas que não têm nem o fator obesidade que também aumenta a mama. Às vezes são magrinhas e com mama grande, e ficam com vergonha. É a coluna, é a costura. Apesar de ser o sonho de algumas terem mamas grandes, tem outras que sofrem, e realmente acho que tem que... E dá para reoperar e isso dá. É realmente que ela tem que procurar o melhor momento dela, vendo quando vai ter filho, como está a situação. O planejamento dela de vida, né? Aí, aqui, a Denise diz o seguinte, bom dia, minha filha tem o problema contrário. Aos 14 anos ainda não apresenta um busto de mulher. Pode ser hormonal? Isso afeta muito o seu relacionamento com os rapazes que a chamam de mulher macho, aí o bullying, né? Sempre. Levei ao genicologista e ele me disse que nada está errado. Até que idade tem que esperar para, caso não crescer, o peito fazer uma plástica e colocar silicone. É, 14 anos, eu não falaria, coloque um silicone. Muito nova, né? Muito nova, até mesmo para ela se aceitar. O corpo dela está mudando. Pode ser que seja com 16 anos. É importante, talvez, procurar um endocrinologista, um endocrinologista pediátrico, alguém que está mais nessa parte de desenvolvimento para ver se ela não tem um distúrbio, alguma coisa. Sim. Por que ele não está crescendo? Tem que ver se ela já me instruiu, entendeu? Tem outras coisas que a gente precisa estar avaliando. Acredito que o endocrinologista já deve ter abordado isso. Mas ver se toda parte hormonal dela já iniciou, né? Porque pode ser uma puberdade tardia. Pode. Ou pode ser que ela tenha algum outro problema que precisa ser abordado. Em relação à prótese de mama, eu acho que ela deve esperar. Geralmente, qual é a idade indicada? Sempre, é 18 anos? 18, mas é uma questão legal, entendeu? Para maturidade... Até... Maturidade emocional. Você sabe que a mulher fica madura bem mais cedo. Acho que nos 16 anos já são maduras, né? Mas eu acho que essa parte legal também é melhor. Então, dificilmente algum cirurgião vai colocar prótese em uma paciente de 18 anos e vai esperar os 18 anos. Até mesmo o pai, a mãe, tudo. Eu vejo umas meninas de 18 anos e a gente fala que sem os lindos colocando silicone, você fala meu Deus pra quê, né? Exatamente. Eu tinha vontade de fazer tatuagem. Quando você faz 18 anos, você decide. Nunca fiz, entendeu? Eu acho que você muda. E essa fase, todas as minhas amigas têm mama, não têm mama. Então, eu quero ficar igual. Tem a moda, né, Fernanda? Aquela moda dos seios grandes. Agora voltou a moda dos seios menores, né? E estimula a sexualidade dela. Exato. Imagina os 14 anos colocar prótese de mamas e amigos que não... Exatamente. Aqui, vamos ver... Tá, Thiago Dantas. Boa tarde, Tati, doutor Fernando. Qual a probabilidade que ele volta à questão do homem, de um câncer de mama no homem? Thiago, o doutor falou que é muito raro. Muito raro. A chance é muito pequena, mas se tiver alguma nodulação, se tiver alguma suspeita, tem que procurar algum médico pra avaliar e solicitar algum exame. Procurou, doutor Fernando, já, pá. Com certeza. Aqui, a Cibeli. Queria muito saber, doutor Fernando, se a prótese de silicone, e aqui a gente falou isso também, já, pode atrapalhar no diagnóstico do câncer de mama. Uma mulher que quer colocar o silicone deve investigar probabilidades de câncer antes da operação? Não, precisa fazer um... Eu faço um exame de imagem, mas tem gente que nem faz e não estaria errado não fazer pacientes... Tá, não é o procedimento. Não quer dizer... Essa investigação não é? Eu faço porque... Porque se depende de paciente, três anos vai fazer um exame, doutor, tem um nódulo aqui, o senhor não viu, colocou a prótese de mama, então eu não quero que me fale, eu sou negra e gente. Eu peço, mas... Mas não é um procedimento que é... É tranquilo, é a chance de ter baixa câncer, não tem que se preocupar com isso. Que bom, né, que a gente pode trabalhar a gente, tanto na questão do homem quanto na mulher, nessa questão da estética pra autoestímulo, eu acho isso muito importante. Sim, importante. Eu tenho alguns pacientes no consultório que têm questões corporais, né, desmorfia e... Sim. Então, realmente, você percebe como isso realmente modifica a percepção da pessoa com tudo, né? Com ela mesma, com o mundo, com o outro. Como é que ela vai se relacionar com o outro, né? Exatamente. Então, e aqui a gente tá falando, gente, de coisas reais que realmente vão afetar o seu dia a dia, né? Então, o doutor Fernando muito, muito obrigada, viu, pela presença, adorei. Volte sempre, né? Com certeza, com certeza. Você e a família Mato, né? Fazer um dia todo mundo aqui. Podemos. Uma mesa redonda. Uma mesa redonda. Gente, a semana que vem eu vou trazer um psiquiatra, a gente vai falar de depressão na terceiridade. Tá, Jóia? O doutor Luiz Justos, que já esteve em alguns outros programas aqui. Então, um beijo muito grande e eu vejo vocês na quarta-feira. Até lá.

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