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Rejuvenescimento FACIAL: Procedimentos e Cirurgias: AmatoCast Ep 39

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Rejuvenescimento FACIAL: Procedimentos e Cirurgias: AmatoCast Ep 39

O episódio aborda o rejuvenescimento facial, discutindo técnicas cirúrgicas e não cirúrgicas. O tema central é a abordagem preventiva e segura, enfatizando que

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Perguntas respondidas neste vídeo

Hoje a gente vai tentar dar uma passada, técnicas cirúrgicas e não cirúrgicas, mas o que a gente pode dar de já spoiler aí para o pessoal para acompanhar?

Bom, a ideia desse episódio é a gente abordar exatamente os temas que envolvem o rejuvenescimento facial. Todo mundo quer saber como ficar mais jovem.

O que existe de opções atualmente?

Só para a gente já deixar registrado, a gente está em 2024. Então, talvez em 2025 já tenha tecnologias novas. Em 2030 já tenha bastantes outras alternativas.

Bom, então para começar, eu queria que a gente esclarecesse, o rejuvenescimento facial é para quando a pessoa já sente o envelhecimento na pele ou pode ser uma forma até de prevenção?

Exatamente, esse é o grande ponto do rejuvenescimento facial. A gente tem que começar antes de precisar. Então, a gente tem que fazer profilaxias, cuidar para envelhecer bem e envelhecer melhor.

E agora uma polêmica, né?

Porque tem muita gente que fala assim, com 25 anos já começa a prevenção, ou até antes, com 24, já ouvi falar, 23, a prevenção de rugas. E para a mulher a gente sabe que é muito importante o visual.

E aí muitas vezes a gente escuta falar, né?

A partir dos 20 e poucos anos já começa a ter a prevenção até de Botox, para você não chegar a ter ruga.

Transcrição completa do vídeo

Olá, meu nome é Letícia Miyamoto e está no ar mais um Amatocast pelo canal do Instituto Amato. Agradeço mais uma vez o carinho da sua audiência e participação aqui conosco para falar sobre tudo que envolve qualidade de vida. Nos últimos episódios, nós conversamos com a doutora Lorena Mato, endocrinologista, sobre medicamentos para obesidade, inclusive falamos sobre o famoso Ozempic.

Para quem tem curiosidade, a gente também deixa o link aqui para vocês acompanharem. E antes, estivemos com o doutor Alexandre Amato, cirurgião vascular. Falamos, inclusive, no mês de conscientização do lipedema sobre tudo que envolve a doença.

Hoje, sobre um tema bastante polêmico, nós estamos aqui com o doutor Fernando Amato, cirurgião plástico, para falar sobre rejuvenescimento facial. Bom, o doutor Fernando Amato é médico cirurgião geral, cirurgião plástico e mestre pela Escola Paulista de Medicina e Universidade Federal de São Paulo. Também é membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, membro da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica e da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica.

Além disso, é especialista em reconstrução mamária e em tratamento do lipedema. Mais uma vez, bem-vindo, doutor. Olá, Letícia.

Muito obrigado, mais uma vez. Obrigado a todos os telespectadores por estarem participando e assistindo os nossos episódios. Hoje é um tema muito esperado até por nós, porque recentemente vários casos de influenciadores, pessoas conhecidas, que se envolveram em polêmicas, assuntos que viralizaram nas redes sociais, nas mídias, sobre tudo o que envolve rejuvenescimento facial, algumas técnicas específicas.

Hoje a gente vai tentar dar uma passada, técnicas cirúrgicas e não cirúrgicas, mas o que a gente pode dar de já spoiler aí para o pessoal para acompanhar? Bom, a ideia desse episódio é a gente abordar exatamente os temas que envolvem o rejuvenescimento facial. Todo mundo quer saber como ficar mais jovem. E o que pode ser feito? E o que pode ser feito com segurança? O que existe de opções atualmente? Só para a gente já deixar registrado, a gente está em 2024.

Então, talvez em 2025 já tenha tecnologias novas. Em 2030 já tenha bastantes outras alternativas. Então, é uma ciência em movimento.

Então, hoje a gente vai abordar os temas cirúrgicos e não cirúrgicos para rejuvenescimento facial. Daqui a uns anos vai ser um arquivo confidencial esse episódio. Exatamente.

Bom, então para começar, eu queria que a gente esclarecesse, o rejuvenescimento facial é para quando a pessoa já sente o envelhecimento na pele ou pode ser uma forma até de prevenção? Exatamente, esse é o grande ponto do rejuvenescimento facial. A gente tem que começar antes de precisar. Então, a gente tem que fazer profilaxias, cuidar para envelhecer bem e envelhecer melhor.

E esse rejuvenescimento facial, ele começa com medidas preventivas. Que vai desde a alimentação, uma alimentação saudável, hidratação, tomar bastante líquido, água, hábitos de vida saudáveis. Toda gente fala tanto nos nossos episódios, de tantas formas, mas hábitos saudáveis são importantes para o rejuvenescimento facial.

Uma alimentação saudável, rica em vitamina, variada. Também exposição solar. Então, quem quer ter uma pele jovem não pode danificar a pele.

Então, tomar sol constantemente, estar sempre expondo o rosto ao sol e sem protetor solar. Então, está mais exposto a ter um envelhecimento mais rápido. E outro grande vilão do envelhecimento da pele é o tabagismo.

É fácil de reconhecer um paciente que fuma, até mesmo pelo dano que o tabagismo tem também na pele, porque fica marcado. E aí tem outros hábitos também, outras situações que podem interferir. Mas eu acho que alimentação, sol, tabagismo são bem importantes.

E agora uma polêmica, né? Porque tem muita gente que fala assim, com 25 anos já começa a prevenção, ou até antes, com 24, já ouvi falar, 23, a prevenção de rugas. E para a mulher a gente sabe que é muito importante o visual. Para a mulher? Não, para todo mundo.

Mas a mulher acaba tendo uma preocupação mais detalhista. A mulher é mais vaidosa, ela busca antes, é mais comum mesmo. No meu consultório eu tenho muito mais mulheres, mas também tenho homens que procuram melhorar.

Mas os homens vêm bem depois, as mulheres vêm cedo, elas começam desde cedo e tem uma preocupação precoce com manutenção da beleza. E aí muitas vezes a gente escuta falar, né? A partir dos 20 e poucos anos já começa a ter a prevenção até de Botox, para você não chegar a ter ruga. Isso de fato é uma realidade? Quando que a gente começa a ter esse envelhecimento? Bom, Botox é uma marca de toxina botulínica.

E o que a toxina botulínica faz? Ela mexe nos receptores do músculo para estímulo. Então ele deixa de movimentar porque ele não consegue receber estímulo. E com o tempo esses receptores vão reaparecendo e aí volta a movimentação porque eles conseguem receber esse estímulo.

Então existem outras marcas além do Botox de toxina botulínica, tem o Dispor, tem o Nabota, tem outras várias opções, o Prossigny. Então existem outras marcas no mercado. Então quando a gente fala em Botox, é aquela marca que consagrou o produto.

O Botox realmente é uma marca que se você fala, você sabe o que significa. Que nem o Bombril, né? Tem algumas marcas que conseguem se destacar. E no rejuvenescimento facial e também preventivo, a toxina botulínica tem uma importância porque ela paralisa essa musculatura.

Então realmente paralisando a musculatura a pessoa não vai movimentar tanto e vai fazer menos marca no rosto. Então muitas mulheres começam antes dos 30 anos. Não tem uma idade que você vai recomendar fazer.

Acho que quando a pessoa já começa a sentir que está marcando, que está tendo muita expressão e está sentindo que está marcando, já deveria começar a fazer o tratamento. Ou consultar um médico, de preferência um cirurgião plástico, um dermatologista, para ver qual o melhor momento para iniciar. Mas geralmente mulheres acima dos 20 anos, não faz sentido, menos que 20 anos, de 20 a 30 já é muito discutido se vale ou não a pena fazer, mas depois dos 30 já se faz de uma forma profilática.

Mas não tem uma data. Eu acho que isso é muito individual, tem gente que tem uma expressão muito forte, como também tem pessoas que tem uma expressão forte e querem uma manutenção. Então imagine um ator, para ele trazer um sentimento, uma informação para o seu público, ele precisa da expressão facial, às vezes ele não precisa falar ou somente atuar, a atuação está na expressão do rosto.

Então se você corta essa expressão do rosto, você arranca uma ferramenta que ele tem para se atuar. Então não necessariamente, às vezes a movimentação é importante para ele. Então isso tem que ser bem questionado, tem que ser bem explicado para o paciente, qual que vai ser o efeito, se realmente aquele efeito vai trazer um benefício social para aquele indivíduo.

E o rejuvenescimento facial envolve questões até clínicas ali, que podem ser tratadas não cirúrgicas, como também técnicas cirúrgicas. Só para a gente deixar bem definido o que é o rejuvenescimento facial. Exatamente, rejuvenescimento facial é tudo que você pode fazer para você tentar parecer mais jovem ou tentar atrasar esse envelhecimento.

Então, como eu disse, a alimentação já é algo que interfere, porque ele interfere de forma preventiva. Então uma alimentação é importante, uma alimentação saudável. Então não adianta fazer um monte de procedimento, buscar estar mais jovem, estar mais bela, estar mais saudável e pegar um refrigerante, fumar um cigarro, ir num fast food, não fazer atividade física.

Então tudo tem uma conexão. Então a gente precisa explicar que parecer jovem e saudável precisa ser saudável pelo menos, né? Porque o jovem a gente já vai estar brigando com as técnicas. E além dessa parte de conscientização do paciente, existem algumas vitaminas que a gente pode usar, mas não tem tanta evidência, essas vitaminas, esses complementos de vitaminas, e aí começam os procedimentos não cirúrgicos, que são eles a toxina botulínica, como a gente já mencionou antes, os preenchedores faciais, que a gente tem os preenchedores com ácido hialurônico, que são absorvíveis e também tem os preenchedores não absorvíveis.

E é importante a gente até mencionar os não absorvíveis, que é muito questionável, porque você vai colocar um produto que vai ficar ali pra sempre. Então ele pode até ter um resultado bom, bonito, restaurar um volume que a pessoa precisa, mas a longo prazo vai continuar ali e o rosto vai mudando. Então esse preenchedor definitivo, ele não vai acompanhar o envelhecimento, ele pode se tornar algo muito artificial e trazer problemas pro paciente.

Inclusive, sai muito na mídia alguém que usou o PMMA. Eu ia perguntar se é um deles. O PMMA, e o PMMA ele não só tem essa questão de não ser absorvido e ficar lá pra sempre, então ele não vai ter um resultado eterno, porque a pessoa envelhece constantemente, então o rosto muda constantemente.

Então ter algo definitivo é um risco a longo prazo. Agora, o material estranho, ele pode causar inflamação, ter calcificação, pode ter infecção por formação de biofilme e também essa calcificação pode mexer no mecanismo de cálcio no sangue e aumentar o cálcio na urina, formação de cálculo renal e isso até levar a uma insuficiência renal. Então pacientes com PMMA, às vezes a gente vê na mídia que alguém ficou internado no hospital por insuficiência renal, por uma infecção, fez cirurgia pra retirar o material, precisou fazer a cirurgia de urgência, fez uso de curativo especial porque teve uma infecção e vazou o produto.

Então o material definitivo é muito perigoso, tem que saber muito bem o que está sendo usado e qual o objetivo, então esses preenchedores são muito perigosos, porque eles se espalham e não é fácil de tirar. É diferente de uma prótese de silicone que a gente usa na face, a gente pode usar a prótese de silicone no queijo, por exemplo, e tem alguns materiais que eles, porosos, que eles também você pode fixar, eles são definitivos, mas eles têm uma interação melhor com o organismo. E quando precisa tirar é mais fácil de tirar, porque você sabe onde que está.

Então você consegue acessar o produto mais fácil. Então o rejuvenescimento facial envolve esses procedimentos, a gente pode fazer estímulo de colágeno com bioestimulador de colágeno, e aí tem a hidroxapatita de cálcio, tem o ácido polilático, então tem outros materiais que podem gerar esse estímulo. O que eles vão fazer? Trazer mais colágeno.

Como? Trabalhando na pele, melhorando a qualidade da pele também. Então eles acabam melhorando o aspecto da pele. Existem os procedimentos, por exemplo, com laser, então existem muitos tipos de laser, lasers que eles vão mudar o comprimento de onda.

Então cada um, não é um laser, tem vários, muitos, milhares talvez de aparelhos, e cada um tem um laser, um comprimento de onda diferente e uma entrega dessa luz de uma forma diferente, com uma energia diferente, com um tempo de exposição diferente e com esfriamento mais rápido, esfriamento mais devagar e tudo isso para estimular colágeno. Então tem também os lasers que fazem isso. Microagulhamento também faz um estímulo de colágeno.

A radiofrequência microagulhada, que é o Morpheus, então ele fura em várias profundidades e consegue fazer pequenas cauterizações que também vão trazer o colágeno, vai ser uma cicatrização controlada para poder melhorar a qualidade de pele. Então tem muitas coisas no mercado, muitas coisas seguras, muitos tratamentos seguros, não cirúrgicos, para melhora da pele, da qualidade de pele, até os peelings. A gente tem peelings muito seguros, peelings superficiais, peelings médios, peelings profundos, e aí acho que talvez agora a próxima pergunta vou deixar você fazer sobre o peeling.

Eu já ia entrar exatamente nisso, porque o que está sendo muito discutido até em questão de associação de medicina, em várias coisas mais de regras oficiais que eu tenho feito reportagem, que a gente tem acompanhado na internet, sobre o uso dessas substâncias por não médicos. A gente até fez um episódio, só para falar sobre isso, sobre procedimentos feitos por não médicos, o limite da estética, bem no comecinho, para quem quiser acompanhar também tem aí no Amatocast, no canal, e agora o que está sendo discutido é se esses procedimentos, principalmente os não cirúrgicos, mas até os cirúrgicos a gente já viu sendo feitos por não médicos, mas enfim, os não cirúrgicos, principalmente aqui para a gente começar, têm sido feitos por esteticistas, por outras pessoas aí que não são formadas em medicina. Então eu queria, claro, a sua opinião sobre isso, sobre, por exemplo, o peeling químico, que teve um caso recente, que uma esteticista, que na verdade no final nem esteticista ela era, a associação dos esteticistas se pronunciou dizendo que ela não tinha o certificado, e agora depois da repercussão desse caso, está sendo questionado se o produto pode ser utilizado por pessoas que não tenham de fato o CRM, na questão de medicina.

Então eu queria saber da sua opinião isso, qual que é a gravidade e a consequência. Bom, em relação, acho que tem duas coisas diferentes que a gente pode discutir em relação ao peeling. Uma é em questão da indicação, se a paciente tem indicação, se ela fizer aquele tratamento, o tratamento vai trazer o resultado que ela deseja, e se tiver alguma complicação, como tratar.

Então a questão mesmo de indicação médica, não é só fazer o procedimento, passar um produto no rosto da paciente, qualquer um faz, e esse é o grande problema, porque as pessoas estão fazendo, e muitas vezes são pessoas que trabalharam em consultório de médico, o médico vai lá, vê o paciente, faz a indicação, a pessoa vai lá e aplica. Então ela sabe aplicar, ela só não sabe fazer a indicação, e não sabe ver o pós-operatório e tratar uma complicação. Então existe uma questão médica, isso é médico, são seis anos estudando para ser médico, depois quatro, cinco, seis anos de residência, agora na cirurgia plástica, são três anos de cirurgia geral, três anos de cirurgia plástica, na minha época foram cinco, e ainda serviu um ano a aeronáutica.

Então minha formação teve 12 anos de formação de período integral. Então como que alguém faz um curso de final de semana, que nem completa e sai fazendo procedimentos? Então tem muita coisa que a gente sabe, na hora de fazer uma indicação ou não, ou mesmo, de ter a insegurança de não indicar o procedimento. Falar, olha, não me sinto confortável em indicar esse procedimento para você.

Quem faz esses procedimentos não médicos, né? Esses não médicos, eles não sabem falar não. Então se você fala, não, eu quero fazer um peeling aqui, ah não, a tabela do peeling é essa, qual que você quer, entendeu? Até você escolhe a sua indicação, então é muito perigoso isso, porque talvez você não tenha uma pele adequada para aquele tratamento. Então nessa abordagem dos tratamentos estéticos, tem essa questão médica de indicação do procedimento e tratamento das complicações.

E isso não vai ser um não médico que vai falar se faz sentido ou não. Porque quem está avaliando isso, um juiz? Qual a formação do juiz para definir isso? Ou ele vai pedir um parecer técnico? Que seja um parecer técnico de um técnico médico. Então existe uma questão muito complexa isso social, que é aí que também a alegação, mas aí precisa ter mais acessibilidade dos tratamentos, e é muito caro com o médico, senão as pessoas não vão ter acesso, essas pessoas que não tem acesso não iriam no médico, tem todo um discurso para justificar pessoas não médicas fazendo esses tratamentos.

Mas no fim cobra-se quase que igual, é caro esses procedimentos com não médicos. Então a justificativa é todo mundo quer ganhar dinheiro, é financeiro a indicação, as pessoas vão indicar porque elas querem ganhar o dinheiro delas, e vão abrir clínica de estética, vão ter que sustentar a clínica de estética, tem um custo alto, vão descobrir isso depois que abrir, que vão estar alugando, que vão ter que pagar a conta de luz, vão ter que pagar funcionário e vão ter que rodar o sistema. Então vão ter vários tratamentos e vão fazer volume até que tem complicação, e vão ter complicação, porque nenhum procedimento é isento de complicação.

Todos esses procedimentos preenchedor, mesmo que o absorvível, tem complicação, tem necrose, necrose de lábio, necrose de nariz, tem até cegueira por preenchimento incorreto. Quando vai fazer um preenchimento na região próximo do olho, tem vasos que comunicam lá dentro, a pessoa pode ficar cega na hora. E se a pessoa não sabe que pode ficar cega, quem está fazendo o procedimento, não sabe nem o que fazer nessa hora.

E é isso que acontece, a pessoa se desespera e leva a pessoa num pronto-socorro, e não dá nem assistência, porque ela não sabe dar assistência. E aí entra o problema do fenol, e esse é um problema específico. Agora, no dia da gravação, ele está suspenso.

Ninguém pode utilizar o fenol, nem médicos. Por quê? Teve uma não conformidade, o negócio desandou, porque teve uma morte. Tiraram o produto, vão estudar como que pode ser liberado o produto, ou se pode.

E o fenol, ele é usado há mais de 60 anos. É um peeling muito antigo, e funciona super bem. Ele é muito agressivo, tanto é que é impactante, as pessoas ficam com aquela cara toda cheia de crosta.

As imagens são assustadoras. As imagens, assim, você fala, nossa, parece que a pessoa está num filme de terror. E o que o peeling faz, o peeling de fenol, ou o peeling geral? É uma queimadura química.

Para restaurar a pele e a pessoa ficar mais jovem. Exatamente, é uma queimadura. Só que é uma queimadura que vai fazendo com alguém que está direcionando a queimadura, está espalhando.

Então, tem algumas indicações e tem algumas contra-indicações. Tem a indicação em relação à cor da pele. Então, peles mais escuras, fazendo um peeling tão agressivo, eles podem ter mais manchas.

Então, pode ter uma discromia. Então, são peles mais claras. E tem uma questão de contra-indicação que é um produto tóxico para o coração.

Então, ele é nefrotóxico, hepatotóxico e cardiotóxico. Então, pode pegar rim, fígado e o coração. Então, você tem que fazer um pré-operatório, você tem que pedir exames para o paciente, antes para saber se ele tem condições, se ele não tem nenhum problema.

E, por ter tudo isso, ele já é, a indicação dele é fazer em centro cirúrgico, porque, às vezes, enquanto está passando o produto, pode ter uma arritmia. Então, você passa, espera um pouco, passa. Então, você tem que fazer conforme o paciente está tolerando ou não.

E dói. Então, tem que fazer também com uma certa sedação. Então, quem não sabe dessas particularidades, faz o anestésico tópico, passa o produto e reza.

Nem reza, né? Não sabe o que precisa rezar. É uma ignorância em relação à medicina, que é dar segurança para a pessoa que não sabe sair fazendo e não sabe que está passando por riscos extremamente graves. E, na hora que a pessoa tem uma parada cardíaca, fica olhando a pessoa morrer na frente e não sabe que está morrendo, porque nunca viu alguém morrer na frente.

E não sabe o que poderia ter feito. Então, cenas do vídeo, para mim, foram chocantes. A pessoa assistindo a outra pessoa pré-morte.

Sim. Eu ia citar esse caso que a gente repercutiu bastante, do Pirim de Fenol, que teve o jovem de 27 anos, porque eu acompanhei a cobertura desde o início e até o dia do depoimento. Depois ela tinha... Eu ia falar influenciadora, depois ia falar esteticista, porque ela dizia que ela era esteticista, mas ela disse em depoimento para a Polícia Civil que ela era esteticista.

Depois trocou o depoimento e disse que, na verdade, era influenciadora, porque ela não tinha feito nem o curso de estética. Então, nem esteticista ela poderia se chamar. Então, o que chamou atenção ali também é que, é isso que a gente falou, de saber lidar quando acontece alguma coisa, porque, deixar claro, era esse o ponto que eu queria chegar, que pode acontecer sendo um procedimento cirúrgico ou não.

Porque no vídeo que foi... A polícia acabou revelando ali uma parte só, quando o jovem começa a passar mal, para quem não acompanhou o caso, ela oferece um copo d'água. Quando ele começa a ter a respiração um pouco mais ofegante, avisa o noivo, acho que era marido, que estava passando mal e ela oferece um copo d'água. Ela começa a passar mal, sai da clínica e ele fica lá sozinho, com a pessoa que estava acompanhando.

Fica a recepcionista da clínica, ela foi para um hospital, que o marido até, quando a polícia chegou, ele falou que ela ficou muito nervosa com a situação de ver o paciente passando mal e foi para um hospital para receber atendimento, porque ela ficou muito nervosa com aquilo. E o que chamou a atenção também no depoimento da polícia é que ela falou que quando ela estudou, ela disse que foi um curso online de 25 dias, tinha exatamente assim a explicação dela, e que ela dizia que nunca tinha visto, na literatura ela usa exatamente essa palavra, alguém morrer ou alguém ter uma complicação fazendo pilim de fenol. Então eu falei tudo isso para a gente só tirar essa dúvida das pessoas, até o procedimento.

Eu gostaria só de fazer um comentário, nunca viu na literatura porque nunca leu. Porque se você colocar pilim de fenol nas fontes corretas, se for fazer pesquisa científica, está lá em todas o risco. Até existe a concentração, que tentam procurar concentrações mais fracas do fenol, fazem ele com mistura, com óleo de croton.

Então tem um monte de tentativas para melhorar, exatamente por conta dos riscos. Então tem alguns que são mais fracos, e provavelmente o que se usa é muito mais fraco agora, é muito mais fraco do que se usava 60 anos atrás. Mas tem o mesmo risco, é só diminuir o risco.

Então ela não sabe, porque não sabe nem onde deveria ler, não tem no gibi que ela deve ter estudado, no manual de três páginas que ela fez um curso. Então é isso que não faz sentido. Mas desculpa, eu precisava já fazer essa crítica.

É um ponto que eu ia chegar, porque normalmente as pessoas têm medo das cirurgias porque o medo da complicação. Só que também é importante destacar que qualquer um desses procedimentos aqui que a gente está citando e ainda vai citar, mesmo sendo clínico, tem esse risco de ter alguma complicação. Por isso a necessidade de ter um acompanhamento, uma indicação correta.

Sim, inclusive o fenol realmente era uma ferramenta muito boa, principalmente os dermatos que fazem. Não é um procedimento que todo mundo sai fazendo. Não, porque ele tem indicações, ele tem limitações.

Então é um procedimento que são poucos que fazem cirurgiões plásticos e dermatos. Não é algo... Não, eu faço. Não, eu não faço.

Não vou sair fazendo um procedimento que não faz parte da minha rotina. Porque tem... Se eu não me sinto seguro de fazer, por que é uma pessoa que não estudou vai se sentir à vontade? Então tem toda essa questão e existem outras alternativas. Então, por exemplo, quer fazer algo mais agressivo para a pele? Pode ser usado, por exemplo, o CO2, que é um laser de CO2.

Ele consegue ser extremamente agressivo. Inclusive o CO2 é uma alternativa para fazer até corte cirúrgico como um bisturi. Então dá para fazer blefroplastia, dá para fazer ninfoplastia.

A gente até comentou em um outro episódio de quem fez blefroplastia a laser. Então ele consegue ter resultados inclusive sem você ter que fazer o corte. Então é um equipamento que tem há mais de 30 anos.

Então a gente tem que pontuar que tem tecnologias muito boas que já são usadas e que elas são até melhoradas com o tempo. Então o que vai melhorar? Vai melhorar a maneira que é entregue a energia, o tempo de exposição, o esfriamento, a dor. Então tudo isso faz parte da evolução e a tecnologia talvez no geral é a mesma.

Então o CO2 poderia ser uma alternativa a quem estava desejando um peeling de fenol e que também consegue fazer tratamentos mais leves. Então dá para até trabalhar isso. Existem também os outros lasers como o Erbion que também ele tem essa capacidade de fazer tratamentos mais fortes na pele que também fica com um pouquinho de crosta mas com um downtime menor.

Então existem muitas alternativas ao peeling de fenol. Então não acabou os tratamentos quem quer alguma coisa agressiva tem. Tem até dermabrasão.

Sabe o que é dermabrasão? Nunca ouvi falar. Você vai raspando, vai passando um esmeril, né? Lixando a pele. Então é dermabrasão.

Isso é com anestesia local ou só? Não, geralmente o pessoal faz em cirurgia a dermabrasão e porque pode ser mais... Dá para fazer com anestesia, né? Dá para fazer com anestesia local, tudo. Mas geralmente acaba fazendo o complemento de uma face. Até o peeling não ser anestesia geral já impressiona, né? Porque o jeito que a pessoa sai ali.

Do fenol, é. Do fenol fazer uma sedação seria interessante. Tem, por exemplo, o Morpheus que é a radiofrequência microagulhada. Ela tem também algumas alternativas mais superficiais, né? Então agora tem mais superficial.

Dá para fazer o microagulhamento. Então tem com drug delivery. Então todas essas tecnologias ainda dá para fazer uma entrega de medicamentos.

Então lá tem uma mancha, você consegue usar um clareador. Você pode usar o ácido hialurônico só para hidratar a pele. Então a pessoa tem melasma.

Você consegue potencializar o tratamento do melasma. Então tem até... Agora se fala muito de exossomos, PDRN que seria um derivado do esperma do salmão. Então isso sai das influenciadores.

Ela colocou esperma de salmão. Então é mais um produto que ainda tem que ser muito estudado. Mas que dizem que tem um... Diminui um pouquinho a inflamação do pós desses tratamentos e tem uma recuperação melhor.

Então tem muitas alternativas ainda antes de uma cirurgia, né? É, então, porque até se a gente for citar de forma individual cada uma dessas técnicas como funciona a gente fica mais de um episódio só falando das técnicas não cirúrgicas, né? É, e se a gente for começar a falar de tudo a gente pega, sai da mesa, coloca o sofá, chama os meninos, abre uma cerveja aí, né? Fica o dia inteiro só para contar. E ainda não seria o suficiente para falar... Não, tem muita coisa. Dos riscos, do como funciona, quanto tempo que dura, enfim, tem muita.

Até a gente pede essa sugestão, né? Para se o pessoal quiser um episódio só sobre algum procedimento específico. Tem algumas cirurgias, alguns procedimentos que se alguém quiser um podcast especial dá para fazer. Aliás, assim, o tempo meu de consulta é uma hora e a gente faz os podcasts de uma hora.

Então, às vezes, os temas de uma pessoa só, né? Uma pessoa só já gera discussão para uma hora. Exatamente, tem muita coisa para falar de cada coisa. Um que eu também não sei se entra nesses que você já citou porque acho que você citou os principais, né? Os mais comuns.

Sim, eu com certeza estou esquecendo de vários. Depois vai começar a lembrar aqui. É, eu vou tentando lembrar.

Meu Deus, eu esqueci de falar isso, esqueci de falar daquilo. Então, eu estou falando que eu tenho mais contato. Mas mesmo assim, às vezes, pode ter uma coisa que eu uso todo dia e eu posso estar esquecendo.

Normalmente, de forma geral, todas as técnicas, mesmo que sejam diferentes, a aplicação de forma diferente, o objetivo das pessoas costuma ser parecido, né? Que é isso que a gente está falando, o rejuvenescimento. A pessoa que está fazendo parecer mais nova, né? E tem um que ficou muito famoso que é a harmonização facial. Que, inclusive, dividiu opiniões de várias pessoas que fizeram porque mudou bastante o rosto, mudou as características.

Isso entra também como rejuvenescimento? Como é que é? Para quê que serve? A gente já fez um podcast disso e a gente ficou brincando em desarmonização facial e demonização facial. Por quê? A harmonização facial, vamos pela palavra, né? Você deixar o rosto mais harmônico. Então, não é preenchedor no rosto até que exploda o rosto e fica com o rosto que nem traquinas, que é o que a gente vê, né? Pessoas com rosto redondo, de tanto volume que tem, né? Então, a pessoa tem muita flacidez no rosto.

Então, para compensar essa flacidez, injeta um monte de produto e fica com o rosto todo redondo. Estranho, isso não é harmonização. Isso é outra coisa.

Mas harmonização, não. Harmonização é você olhar o rosto, ver as proporções do rosto. Então, existem medidas de proporção.

Então, o terço superior é igual ao terço médio, que é o terço inferior. Tem as medidas entre os olhos, dos olhos. Então, existem medidas e proporções.

E ninguém é igual de um lado para o outro. E, às vezes, a pessoa pode trazer um rosto, mas uma sensação de estar desarmônico. Então, às vezes, a gente pode entregar um procedimento que possa melhorar e deixar mais harmônico esse rosto e, socialmente, trazer uma satisfação para que os outros, quando enxergam ela... Então, por exemplo, alguém que trabalha na mídia, você que é repórter, você precisa ter um rosto harmônico, senão nem te contratam.

Existe isso. Então, às vezes, para conseguir um emprego, até para autoestima, a pessoa só quer se ver com ela mesma e ver um afundado, uma simetria. Então, a gente não pode falar só em preenchedor.

O nariz, por exemplo. Um nariz torto, você olha no espelho e ele está apontando para o lado direito. Então, isso já é desarmônico.

Então, fazer uma cirurgia no nariz, uma rinoplastia, faz parte de estabelecer uma harmonia no rosto. Assim como o nariz, o queixo. Então, existe até uma cirurgia que o pessoal fala de perfiloplastia, que seria uma cirurgia para a pessoa, para a visão de perfil dela.

Ou seja, olhando ela de lado, você faz só o nariz, mas e o queixo? Às vezes, você precisa fazer algo no queixo também. Então, você precisa fazer uma harmonização na vista lateral da pessoa, que chama de perfiloplastia. E de frente, que tem uma orelha proeminente, uma orelha de habano.

Você olha para a pessoa, tem um lado aparecendo. Eu fico tampando a minha o tempo inteiro. A Letícia tem as orelhas muito de habano.

E aí, olhando de frente, um lado pode estar mais do que o outro. Ou pode estar os dois e isso incomodar a pessoa ao ponto de até usar um tipo de corte de cabelo que esconda. Então, pode ser feito, por exemplo, uma otoplastia.

Ela faz parte de uma harmonização da face. Inclusive, o cabelo, o corte de cabelo. Não adianta você cortar um cabelo que não combina com o seu rosto.

O cabeleireiro não vai nem querer cortar. Ele vai falar, não, não vou cortar. Se for um que tem noção também, né? Não, mas tem cabeleireiro bom, ele olha e fala assim, de jeito nenhum.

Isso não faço, não vai ficar bonito. A maquiagem também. Tem maquiador que fala, olha, isso aqui faz sentido, isso aqui você está querendo, não faz sentido.

Então, não é só cirurgia e procedimentos. Até o óculos. O óculos tem a medida certa para o seu rosto.

Você não pode colocar um negócio muito grande num rosto, num formato que não combina. Aquilo de bisagismo, né? Cores também são importantes. Então, tudo isso influencia nas escolhas dos procedimentos.

Então, no rejuvenescimento facial, a gente acaba trabalhando isso também. Essas proporções e essas combinações. Então, cirurgias, por exemplo, o nariz, o queixo, a orelha, volumização do lábio, volumização da face.

Por exemplo, aqui no rosto. Então, antigamente, quando começou os preenchedores, se preenchia muito as dobras, né? Ah, estou com essa dobra aqui, do bigode chinês aqui. Ah, estou com essa dobra.

Então, vou colocar volume para diminuir. E o rosto ficava estranho, porque ficava muito pesado aqui na frente. Aí, começaram a entender que o problema não era na frente.

A frente era a consequência do problema. O problema é que o rosto, ele vai caindo para frente. Por isso que tem as dobras.

Se você coloca mais volume na frente, você piora o problema, porque você deixa mais pesado. Então, se ele está caindo para frente, poxa, vamos tentar dar volume aqui em cima para ver se ele dá uma subida. Então, hoje em dia, é muito mais natural se fazer um preenchedor, primeiro aqui para dar volume e sustentação, e depois você corrigir essas pequenas dobras.

Aí, faz mais sentido. E se tem muita dobra que não consegue com volumização, e quem vai fazer isso tem que saber para não prejudicar o paciente, fazer uma cirurgia. Ou fazer um pirinifenol, um CO2, que é o laser mais agressivo, que você consiga retardar o momento da cirurgia.

E aí, a cirurgia facial, a gente pode até fazer volumizações, reposicionamentos. E a gente tem que saber também que na face tem a sobrancelha. A sobrancelha tem que... Poxa, quem faz sobrancelha, quem faz micropigmentação de sobrancelha, quem desenha sobrancelha, faz muitas medidas.

Então, tem proporções nisso. Então, a gente tem que olhar o paciente com essas assimetrias, fazer a blefroplastia, às vezes o paciente pode ter um pouquinho de ectrópio, que é a exposição da pálpebra, tem que reposicionar. Então, tudo isso tem que ser visto.

E pode ser feito também, às vezes, não fazer para indicar uma cirurgia. Pode ser muito bom para o paciente, porque a cirurgia, às vezes, ela vai trazer mais resultado para o paciente que nunca fez nada. Então, isso tem que ser trabalhado.

E depois que faz a cirurgia, pode ser feito um laser durante a cirurgia, pode fazer o dermabrasão que eu mencionei, pode fazer um pinning junto, pode fazer um mórpheus junto, que é o microagulhamento. Então, tem um monte de coisa que pode ser feito junto com a cirurgia e também pode ser feito depois para a manutenção. Isso que é legal também, porque a conclusão é que as técnicas cirúrgicas ou não cirúrgicas, meio que, meio não, totalmente, elas estão ligadas de uma forma ou de outra à hormonização facial, para poder deixar tudo combinando ali com o rosto da pessoa.

Então, depois que a gente já citou algumas dessas técnicas não cirúrgicas, agora você citou até brevemente a questão cirúrgica, quando é indicado, quando essas técnicas não cirúrgicas não são suficientes, quando que tem essa passagem? Porque, às vezes, eu imagino que chegam muitos pacientes querendo algo muito assim que, nossa, a pessoa já tem uma idade avançada, que é um rosto de 18 anos ali, tem um limite também, aquilo que a gente até falou em outro episódio, o limite da estética. Então, quando que a cirurgia é indicada? Bom, essa questão de indicação de cirurgia, quando a cirurgia é indicada? Ela é indicada quando o paciente tem o desejo de uma melhora e que o médico consegue alcançar alguma melhora e o paciente dá o consentimento para aquele procedimento. Ou seja, quando ela deseja melhorar e o médico consegue entregar e ela entende que o médico vai fazer o procedimento, vai conseguir entregar o resultado.

Então, precisa ser do paciente, a vontade dela de mudança. Ela tem que procurar o médico, olha, eu quero melhorar, eu quero melhorar isso. E você fala, olha, isso não dá preenchedor, isso precisa ser uma cirurgia, a cirurgia é essa, tem um corte aqui, os riscos são esses, pode ter hematoma, pode ter seroma, pode ter infecção, pode ter, para dizer a dinheiro, pode ter perda de sensibilidade, tem que falar todas as complicações, mas o risco é em tantos por cento e o benefício que você vai ter é puxar aqui e melhorar o contorno da mandíbula, melhorar as rugas e vai ter essa melhora.

Você entende isso, faz sentido essa cirurgia e o paciente tem que concordar, né? Então, em face, eu gosto muito de mostrar para o paciente quando tem aquele bulldogzinho, sabe aquele volumezinho que tem aqui? A gente chama de joll, que é a perda do contorno da mandíbula. Esse, para mim, é a melhor indicação para uma cirurgia. Quando o paciente não tem esse contorno da mandíbula e você puxa aqui, tem volume e refaz o contorno da mandíbula.

Então, esse é o momento de fazer, por exemplo, uma cirurgia de face, né? Ou no pescoço, quando tem aquelas bandas platismais, né? Aquele pescoço pesado e que a gente vê que só puxando, né? A gente faz uma tração e vê que melhora. Então, não vai ter nenhum procedimento, né? Às vezes as pessoas falam, vai fazer uma lipodepapada, vai melhorar meu pescoço? Não, porque tem gordura, não só embaixo da pele, tem gordura embaixo do músculo. Então, se você não trata essa gordura embaixo do músculo e traciona o músculo, não vai melhorar.

Tem pacientes que buscam a lipodepapada, porém eles precisam fazer uma cirurgia facial, uma cirurgia de pescoço. Tem gente que chama de deep neck, né? Que até trata, às vezes resseca a glândula submandibular. Então, às vezes até faz ressecção de glândula para conseguir melhorar o contorno do pescoço.

Não tem nada pelo jeito que a pessoa queira fazer no rosto que não seja, que não dê pelo menos para tentar ali fazer, né? É quase um boneco que vai tirando de um lugar e colocando de outro. Tem muitas técnicas, né? Tem muita opção e é importante que as pessoas saibam que existem muitas opções. E quanto mais cedo se faz uma profilaxia, cuida da pele, tem uma alimentação saudável, se hidrata, não toma sol.

Faz, por exemplo, a toxina botulínica, faz bioestimuladores, estilo de vida saudável. Vai prolongando o momento de fazer uma cirurgia. E fazer a cirurgia depende da pessoa realmente se incomodar, porque às vezes ela pode estar satisfeita.

Ela pode se aceitar do jeito que ela é. Então não existe assim, você tem que fazer uma cirurgia plástica porque você passou dos 60 anos. Não, você tem que fazer uma cirurgia plástica porque você acredita que essa mudança vai trazer um benefício para você e esse benefício vale a pena correr riscos de um procedimento eletivo cirúrgico. Entre as mais comuns, quais que a gente pode citar de cirurgia? Essa aqui de puxar para colocar... Esse é o lifting facial.

Quando a gente faz o lifting facial, existem várias abordagens. A mais convencional é fazer um corte na frente da orelha que se estende por trás da orelha. E nesse corte a gente consegue tratar toda essa região do rosto, inclusive o pescoço.

Às vezes a gente tem que fazer um complemento aqui embaixo do pescoço para poder conseguir complementar o tratamento do pescoço. E com isso a gente consegue melhorar tanto o pescoço quanto o terço médio da face. No terço superior, muitas vezes a gente consegue corrigir com a toxina botulínica ou se estiver muito pesado, a gente pode fazer até ressecção de pele em cima da sobrancelha ou mesmo fazer cirurgias por vídeo, que a gente faz cortezinhos pequenos e consegue fazer a suspensão da sobrancelha e fixação com alguns fios.

Então depende de cada paciente. Cada paciente vai ter uma indicação onde precisa olhar para o paciente e explicar. Às vezes você fala com o paciente, você precisa fazer essa cirurgia.

Doutor, eu não quero fazer essa cirurgia. Eu consigo fazer até isso. Tinha um paciente que precisava fazer um rosto completo, mas ele queria fazer só o pescoço.

Então a gente fez uma cirurgia que não tratou as rugas, o bigode chinês, a volumização da face, mas eu acabei tratando todo o pescoço dele, porque ele não queria ter um corte aqui na frente. Então cada paciente tem uma demanda. A gente precisa olhar para o paciente, conversar com ele, explicar o procedimento e ele tem que dar uma resposta, se faz sentido ou não ou até onde ele quer ir.

É uma jornada que o médico tem com o paciente. Eles precisam ter juntos essa jornada, então precisam conversar bastante. Se quiser tirar o nariz e colocar em outro lugar também, eu sempre me surpreendo com a quantidade de técnicas.

Podemos fazer o nariz na testa e jogar para o nariz. Subir a boca. Existe uma cirurgia que é muito antiga, que é o retalho indiano.

Para quem teve uma perda grande do nariz, geralmente por câncer de pele. Ou mesmo pode ser por até preenchedor que complicou e teve necrosis na ponta do nariz. E que a gente pega essa região, traz para cá e reconstrói o nariz.

Então até saiu em revista tudo nos últimos anos, gente que reconstruiu o nariz na testa e jogou para frente. Isso é verdade, só que é uma cirurgia feita há muito tempo. Há muito tempo na Índia.

Então é algo que já se faz há muito tempo e continua sendo feito. Porque é uma cirurgia genial, porque o resultado fica incrível. Sabe aquela frase, nada é tão ruim que não possa ser piorado? Nesse caso é, nada é tão ruim que não possa ser resolvido.

Exatamente. Sempre dá para melhorar. E existem também os transplantes faciais.

Isso existe, tem sido feito. É que tem muitas limitações que cada cirurgia tem travado. Então às vezes são retalhos muito complexos envolvendo maxila, mandíbula, órbita.

Então não é só pele que levam, levam muitas outras estruturas. Então esses retalhos ainda vão evoluir bastante, esses transplantes faciais. Mas a cirurgia plástica avança muito em relação à parte de rejuvenescimento facial, de cirurgia facial.

Então o rejuvenescimento, ele parte de todo mundo ter bons hábitos. Eu sempre vou respeitar isso, ter bons hábitos. Não adianta querer fazer uma cirurgia e sair e ter maus hábitos, porque vai perder o resultado muito mais rápido.

Acredito também que não tem como a gente citar nesse episódio, falar de cirurgias de rejuvenescimento facial ou as técnicas não cirúrgicas, sem citar a famosa blefaroplastia. Muita gente pergunta e também acaba sendo a região dos olhos de maior preocupação. Acredito, pelo menos o que eu escuto das pessoas mais próximas assim é que ficam preocupadas com as rugas dessa região.

Ficam olhando assim no espelho, vendo como é que ficaria se tivesse mais puxado. Então como que funciona essa cirurgia, doutor? Bom, a região da órbita da blefaroplastia, a gente tem que olhar não só as pálpebras, a gente tem que olhar também a estrutura óssea. Então tem essa perda de volume na face, faz diferença e interfere.

A sobrancelha, o posicionamento da sobrancelha. Então às vezes a sobrancelha caindo, ela contribui muito para os pés de galinha. Então muita gente, ah, eu tenho ruga aqui, quero fazer uma blefaroplastia, mas o problema está na sobrancelha.

Então esse reposicionamento da sobrancelha é fundamental. Então quem olha a pálpebra e não olha a sobrancelha, não está fazendo uma avaliação completa. Então a pele aqui em cima, sim, faz diferença, mas a gente tem que ver também que a pálpebra, ela pode estar mal posicionada e a pessoa tem uma pitose da pálpebra.

E não é um problema de pele, é um problema de musculatura. Tem um músculo que levanta a pálpebra quando a gente quer abrir o olho. E tem gente que às vezes vai abrir o olho e não consegue, fica assim, fica mais baixo.

Então tem que fazer uma refixação desse músculo. Pode ser que ele tenha se soltado, ter tido um trauma, ou pode ter sido uma fruxidão ou pode estar relacionado até a doenças sistêmicas. Então tem doenças que causam essa pitose palpebral.

Então a gente tem que olhar a posição da sobrancelha, tem que olhar se tem alguma alteração na musculatura do levantador da pálpebra, tem que olhar a pele, o excesso de pele, tem que olhar a gordura. Então o olho, ele está na órbita e tem vários travesseiros, em cima, embaixo, que são gorduras. Então não é que a gente tem que tirar a gordura, a gente tem que tirar o excesso da gordura.

Então tem gente que quer tirar toda a gordura, não, a gente tira o excesso. E se a gente puder reposicionar, melhor ainda. Tem gente que tem um olho mais fundo, tem aquele olho bem fundo, às vezes vale a pena fazer até enxerto de gordura.

Então não é tão simples quanto tirar uma pelezinha aqui de cima. E aqui embaixo, na pálpebra inferior, a gente tem que ver se não tem frouxidão da pálpebra inferior, porque se tiver frouxidão e a gente tira a pele, o olho fica tendo uma exposição. E isso, além da exposição irritar, se o olho fica mais baixo aqui, ele não consegue drenar a água para o ralo aqui, tem um canal aqui.

Então teoricamente a lágrima cai e ela vem para cá. Então quem tira demais a pálpebra fica aqui um pouquinho mais exposto e fica lacrimejando, porque não consegue drenar a água para o canal. Então isso é importante, quanto de pele a gente vai tirar e fazer uma refixação dessa estrutura da pálpebra inferior para exatamente não deixar ele ficar exposto ou perder o local, a inclinação de drenagem da lágrima.

E também tem as bolsas de gordura, tem toda a volumização nessa região. Então você viu que eu falei vários procedimentos só na pálpebra. Então a cirurgia pode ser uma cirurgia de retirada de pele, retirada de pele aqui em cima, retirada de gordura, tratamento do músculo levantador da pálpebra, pode ser uma refixação para tratamento de ectrópio ou mesmo entrópio, quando ela fica virada para dentro.

Então existe toda uma questão de abordagem, pode ser usado laser para cortar, isso é legal. Pode ser feito também laser na região, mas aí de uma forma para tratar a pele. Então às vezes a pessoa vem com uma queixa de flacidez de pele, não precisa fazer abraço para o Plastia, pode fazer um laser.

Pode fazer plasma, tem aquelas canetinhas de plasma. Existem algumas canetas que fazem, então tem gente que fica postando no Instagram cheio de pontinho, esse pontinho pode ser feito de cautelização, tanto com o plasma quanto com o laser ou mesmo com uma radiofrequência micro-agulhada, o mórfos também conseguiria fazer. Então tudo isso tem que ser olhado na região da pálpebra.

Nossa, está mais do que explicado porque precisa ser feito o procedimento com especialista, porque olha quanta coisa que tem que ser analisado, quantas opções. E agora se você vai numa pessoa que faz preenchimento na face e vai reclamar da pálpebra, o que ela vai fazer em você? Uma blepharoplastia é um preenchimento. Então às vezes a indicação fica muito viciada pelo que a pessoa tem para entregar.

Se eu tenho para oferecer um pão, você não vai conseguir comprar um vinho. Meu, eu não vendo vinho, eu vendo pão, então vou tentar vender o pão para você. Então vou tentar te convencer que você precisa do pão.

Então esse é o grande problema que eu vejo nessa onda de estética sendo oferecida em qualquer esquina. As pessoas precisam vender. Então tudo vai rodar ao redor do dinheiro e quando as pessoas trabalham com o orçamento fechado, elas ficam desesperadas e elas vão fazer de tudo para vender o que você não precisa.

E às vezes até ao contrário, a pessoa procura uma cirurgia com especialista e recebe a indicação que tem como resolver aquele problema ou que está incomodando com outra técnica. Isso que a gente falou de tantas opções aqui. Doutor, vou passar rapidinho pelos mitos e verdades, porque acho que tem bastante coisa interessante.

Nosso tempo já está acabando, mas acho que dá para a gente pelo menos esclarecer algumas dúvidas. Eu procurei pelos strange topics do Twitter, do que estava sendo mais... Do Twitter não, agora é a X que o pessoal fala. E aproveita que daqui a pouco vai sair do Brasil, ou não? É, isso daí eu não tinha nem visto.

Não é? Eu não vou comentar nesse mérito político não. Porque depois daqui a pouco muda tudo, né? Bom, é possível deter o envelhecimento da pele? Repete. É possível deter o envelhecimento da pele? É possível... Deter, parar de alguma forma o envelhecimento da pele? É impossível parar o envelhecimento, mas é possível atrasar o envelhecimento e controlar o envelhecimento, dessa forma tendo um envelhecimento saudável da pele.

Um pouco menos acelerado ali, né? Procedimentos estéticos podem garantir uma pele jovem? Com certeza os procedimentos estéticos podem entregar uma qualidade de pele melhor, dessa forma uma pele mais jovem. Açúcar provoca o envelhecimento da pele? Puts, aí você pegou... Aí você combinou com a doutora Lorena, né? Foi uma pergunta casada aqui. O açúcar, ele é mais... Ele é muito agressivo, né? Então, se a gente for pensar no açúcar, ele é mais inflamatório, ele é mais agressivo.

Não quer dizer que tomar algo com açúcar vai estragar a pele. É uma linha muito longa entre causa e efeito. Mas se você for ver que você pode viver sem o açúcar e ele causa um pouquinho de mal, e somado isso pode ter um efeito lá na frente, eu acho que evitar o açúcar pode fazer bem para a pele.

Faz parte ali daquele conjunto que a gente falou da... Estilo de vida, melhora do estilo de vida, melhora da alimentação. Pode ter um efeito interessante e talvez valha a pena, caso seja seu objetivo, ter uma pele melhor. Saiu pela tangente aí com a doutora Lorena.

Nossa, você me encurralou aqui. Fumar faz a pele perder sustentação. Olha, fumar faz mal para um monte de coisa.

Fumar faz bem para quem vende cigarro, ponto. Não faz bem para quem fuma. Não traz nenhum benefício.

Então, o fumar faz... A pele de quem fuma, se você pegar duas irmãs, uma que fuma e outra que não fuma, vocês vão ver o quanto que a pele tem uma cor mais escurecida, ela tem uma pele, talvez, com menos colágeno. Então, agora, essa relação direta da qualidade de pele, eu não vou conseguir te dar informações. Mas, assim, visualmente, ela já é mais danificada.

Vou envelhecer cedo por conta da genética? Você vai envelhecer cedo por conta da genética? A sua genética é ruim? É possível envelhecer mais cedo por conta da genética? A genética influencia muito. E a genética é ótima, tá? A genética é muito importante em várias doenças. Porém, genética não é destino.

Genética é apenas um caminho. Então, vai depender de você agir de acordo com a qualidade de vida. Então, você, baseado na sua genética, você pode ter mais chances de ter um efeito por conta da sua genética.

Mas, cabe a você definir o seu destino. Então, você pode ter melhora do estado de vida. Então, sua atuação no ambiente, sua atuação no mundo, que vai realmente definir a sua qualidade.

Então, a genética, as pessoas falam, não, você tem a genética, você vai ter. Não, não é isso. Você pode ter, mas você pode combater.

Então, em relação à qualidade de pele, você pode melhorar muito. Mas, existem doenças que afetam a pele e que são genéticas. Então, às vezes, eu já vi criança, jovem, com múltiplos cânceres de pele e é uma doença genética.

Então, às vezes, não dá nem tempo de evitar. Mas, grande parte das doenças genéticas é, sim, possível combater e não deixar piorar só porque você tem, da genética. Pelo menos isso, eu estou bem encaminhada, que a minha mãe, todo mundo fala que parece minha irmã.

Ótimo. Para colocar a foto, né? Mas, não depende dela. Então, você, ah, minha mãe tem uma genética muito boa.

É, que aí eu conto com isso. Então, eu não posso desencanar. Pelo contrário.

Minha mãe tem uma genética muito boa, vou aproveitar que ela tem uma genética muito boa e vou tentar ter uma qualidade de vida melhor do que ela teve para ter um resultado melhor do que ela teve. A doutora Lorena falou que ia colocar uma foto dela criança, que ela ia falar que ela foi uma criança mais verdinha. E ela falou... Eu não encontro ela nas fotos.

Cadê minha esposa aqui? Onde está? Onde está? A gente ia tentar colocar no outro episódio, para quem já viu, né? Bom, tomar colágeno combate a flacidez e o envelhecimento da pele. Então, a gente produz colágeno constantemente. Então, quando a gente toma colágeno, né? A gente... O colágeno tem na alimentação.

A questão é como ele é entregue. E se realmente aquela entrega vai fazer diferença para você poder usar ele na restauração da pele. Então, o que se fala muito é do colágeno hidrolisado, que ele talvez consiga ser mais benéfico.

Mas é caro. Então, será que a pessoa vai lá e come um colágeno para a melhora da pele, sai, tomou de manhã, aí na hora do almoço não come, vai à tarde no fast food, fuma um cigarro, toma um refrigerante... Estava colocando na conta do colágeno. E fala assim... A pele não melhora, mas eu tomo o meu colágeno.

Então, eu acho que é tudo sobre como você é constantemente. Tomar o colágeno pode ser uma oferta maior para o seu organismo para conseguir fazer mais colágeno e fazer essas reposições de colágeno. Mas depende de muitos outros fatores.

E somente tomar o colágeno não vai trazer nenhum milagre. Ele pode ajudar. Para a gente finalizar, essa que vai fechar com chave de ouro.

Procedimentos estéticos, em alguns casos, custam mais caro do que uma cirurgia plástica. Olha, eu acho que é verdade. Porque as pessoas buscam tratamentos menos invasivos e mais resolutivos.

Mas não existe isso. Algo que vai ser menos invasivo, que vai resolver mais e que seja mais barato. É que nem comprar em site chinês.

As pessoas insistem em comprar bujiganga para chegar e ver que não deu certo. Então, às vezes, ficam pagando mais barato para ver que não funciona. Sem poder trocar.

Esse é o grande ponto. Então, quanto mais você foge disso, tenta procurar caminhos alternativos, mais chance de você gastar mais dinheiro. No caso de procedimentos não cirúrgicos, eles não são duradouros.

Porque se você coloca algo definitivo, o envelhecimento é constante. Então, ele não vai estar combatendo o envelhecimento. Ele está sendo só um preenchedor definitivo.

Então, se você faz algo que não é definitivo, ele vai absorver e vai precisar ser reposto. Então, exige uma manutenção. Então, procedimentos não invasivos podem até ser mais caros.

E a cirurgia, às vezes, ela traz, ela consegue, às vezes, a pessoa ficar 10 anos mais nova, 15 anos mais nova. Poxa, é verdade. Só que a pessoa que faz a cirurgia também vai precisar fazer procedimentos não invasivos, porque ela vai continuar envelhecendo.

Ela ficou 10, 15 anos mais jovem, mas ela vai precisar fazer preenchimento, cuidar da pele. Então, os procedimentos não invasivos vão estar constantes para quem quer cuidar da pele. E não é só preenchedor.

Tem gente que não quer fazer preenchedor, não quer fazer toxina botulínica. Mas quer se sentir mais jovem. Então, fazer laser, peeling, que não é nenhum produto que vai dentro e é menos invasivo, também custa.

Também precisa fazer uma manutenção. Uma manutenção, pelo menos, anual. Então, talvez passar no dermatologista.

Tem alguns locais que recomendam que passem no dermatologista a cada 6 meses. Sem ter queixo. Então, para melhora da qualidade da pele.

E não é nem no cirurgião plástico, é no dermatologista. Então, a manutenção vai ter que ser sempre exigida. Agora, se você tenta fazer um procedimento não invasivo com preenchedores para fugir de uma cirurgia, com certeza você vai gastar mais do que uma cirurgia e não vai ter o mesmo resultado que uma cirurgia entregaria.

Tá aí. A gente já estourou nosso tempo, então eu vou pegar só uma pergunta aqui. Pode retirar.

Escolhe para mim, vai. Tá bom. Vou pegar uma só para a gente falar que não fez.

Eita, que eu quase não consegui abrir a caixa aqui. Espera aí. A caixa está mais difícil de abrir.

Pergunta se eu já fiz alguma coisa, Sino. É, tem essa pergunta aqui. Uma vez saiu, acho que foi com o doutor Antônio Raal, que saiu para ele responder.

Ah, essa a gente já falou. Churrasco ou salada, não precisa nem responder de novo. Então, enquanto você está procurando a pergunta, eu vou falar se eu já fiz alguma coisa.

Eu acho que... Não fiz nada. Não fez nada? Porque acho que você estava no dia que o Antônio respondeu e você teve que... Cerveja ou vinho já saiu essa daqui também. Está viciado? É. Comida favorita? É, churrasco.

Vai ter que falar uma saudável, senão a doutora Lorena já vai dar outra bronca. Churrasco. Churrasco é saudável.

Tá, então só para não ficar na mesma, vamos ver se a gente pega um diferente. Qual o seu time de futebol? Palmeiras. Palmeiras? Você veio de verde.

É, estou de verde, ia falar isso. Homenagem aí, ó. Já tem uma pessoa da equipe aqui também. O Coringão perdeu aí, ó. Farinha.

Palmeirense. Já metade dos ouvintes já saiu. É, o pessoal já... Para conhecer mais os especialistas, tem gente que vai ficar... Mas aqui no canal, a maioria das pessoas são do Palmeiras, então já falo isso.

Faz uma enquete. Enquete. Para o pessoal interagir.

Exatamente. Comentem o time de vocês. Que time você torce? Coloca aqui embaixo.

Se você assistiu até o final. Doutor, muito obrigada pela sua participação. Vou pedir para o pessoal também comentar se algum desses temas, dos procedimentos que a gente citou, cirúrgicos ou não cirúrgicos, o pessoal quer um episódio só disso para a gente trazer e falar passo a passo como funciona, como é a recuperação, os detalhes mais específicos dos procedimentos.

Obrigada. Combinado. Muito obrigado por mais um Amato Cash e te espero no próximo.

Combinado. Eu conto também com a sua participação aqui com a gente para falar sobre tudo que envolve qualidade de vida e como a gente citou, não deixe de comentar alguma sugestão de tema também. Curta, compartilhe, manda para quem vocês acham que tem interesse nesses assuntos e eu te espero no próximo episódio.

Obrigada. Até mais. Tchau.

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