O processo de liberação de cirurgias por planos de saúde segue etapas definidas, incluindo a solicitação médica com códigos padronizados e um prazo de 21 dias ú
A liberação de cirurgia pelo convênio envolve algumas etapas. Primeiro, o médico preenche a solicitação de cirurgia com os códigos da doença e dos procedimentos a serem realizados, conforme a orientação da sociedade brasileira da sua especialidade e a nuance da Agência Nacional de Saúde, a NS.
Problemas com a liberação de cirurgia, ou com a segunda opinião médica? A liberação de cirurgia pelo convênio envolve algumas etapas. Primeiro, o médico preenche a solicitação de cirurgia com os códigos da doença e dos procedimentos a serem realizados, conforme a orientação da sociedade brasileira da sua especialidade e a nuance da Agência Nacional de Saúde, a NS. Um segundo momento, essa solicitação é encaminhada para o hospital e para o convênio. Este tem 21 dias úteis para dar a sua resposta. Nesse período, quando envolve materiais de alto custo, o convênio realiza a cotação para escolher o melhor custo-benefício. Por outro lado, o médico e o paciente sempre estão atrás de materiais bons e modernos e que nem sempre são os mais baratos. No terceiro momento, algumas operadoras solicitam uma segunda opinião e quando não há consenso, uma terceira opinião ou perícia médica podem ser necessárias, com a intenção de evitar abusos por parte dos médicos, especialmente na solicitação de cirurgias desnecessárias, códigos desnecessários ou materiais especiais em excesso ou muito caros. Deve ficar claro que a segunda opinião é um direito do paciente e não um dever. Portanto, em situação que o convênio precise de uma outra opinião, o paciente deve escolher este médico, pois sendo este escolhido pela Operadora de Saúde, há claro conflito de interesse. O Código de Ética Médica diz que é vedado ao médico, pelo artigo 52, de respeitar a prescrição ou o tratamento do paciente, determinados por outro médico, mesmo quando é em função de chefia ou de auditoria. Os usuários devem ficar atentos para algumas práticas antiéticas que podem gerar risco ao paciente, como por exemplo, passarem consulta com o médico de segunda opinião quando a cirurgia já estiver liberada antes da consulta ou poucos dias após, apenas para o médico da segunda opinião e não para o médico solicitante. Receber autorização para consultar com cirurgias nos melhores hospitais do país se este não fizer parte do seu plano. Em vigência de alguma complicação tardia, o paciente não conseguirá passar com o médico que realizou a cirurgia. Quando o convênio negar a cirurgia dentro do prazo previsto de 21 dias, essa negativa deve ser por escrito, devendo constar o motivo da negativa, o nome e o CRM do médico responsável. Caso não haja resposta dentro do prazo previsto de 21 dias ou esta seja uma negativa, o paciente pode e deve. 1. Protocolar uma reclamação na sua operadora de saúde e 2. Entrar em contato com a ANS, que é agência reguladora de planos de saúde do Brasil, já com o número de protocolo de reclamação na operadora de saúde. Para mais informações, entre em contato com o Instituto Amato.
Este conteúdo é informativo. Para diagnóstico e tratamento, consulte um médico especialista.