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Tireoide: os sinais que quase ninguém percebe | Ep. 103

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Tireoide: os sinais que quase ninguém percebe | Ep. 103

# Tireoide: Os Sinais que Quase Ninguém Percebe | Ep. 103 ## Tema Principal O episódio traz o Dr. Antônio Rahal, médico radiologista intervencionista pioneiro

Perguntas respondidas neste vídeo

Vocês já estão vendo aí no título qual que é o tema de hoje, né?

A gente vai conversar sobre tireoide, cuidados com a tireoide, várias várias questões que vocês já perguntaram aqui, mandaram sugestões pra gente. Então, a gente conseguiu trazer o Dr. Antônio Raal, médico radiologista intervencionista, para falar um pouquinho mais sobre esse tema.

E às vezes tão pouco mencionada, né?

Então é um prazer mesmo.

>> Doutora a gente até relembra, né?

Já vou deixar o link aqui para quem não acompanhou que a na sua última participação já faz bastante tempo, até mudou aqui o cenário, mudou tudo, mudou o formato um pouquinho com o Dr. Erivelto, que vocês falaram bastante sobre a ablação, né, naquele episódio.

Sou filho de segundo casamento, mas ele sempre foi atleta e ele sempre cuidou muito da saúde, então ele sempre ia muito em médicos, de modo preventivo, era saudável, né?

Assim, se cuidava, se alimentava bem, tudo bonitinho.

E eh quando eu tinha 12 anos, nem 12 anos, tinha 11 anos, quase fazendo 12, eh nós tínhamos fazer uma entrevista com com profissional, enfim, de uma área dessas profissões, talvez das mais tradicionais na época, né?

E uma a mãe de um amigo meu na época de colégio, conseguiu uma entrevista com o Dr. Adib Jatem, >> que é uma um ícone da cardiologia cirúrgica, né, >> no nosso país, né, uma grande referência. E na época ele tava no assim, tava com na mídia, tava tava bombando, né, com coração artificial, com cirurgia de safena, né, né, de ponte de safena.

Transcrição completa do vídeo

เฮ [música] [música] >> [música] [música] >> เฮ [música] เฮ [música] เฮ [música] เฮ [música] เฮ [música] เฮ [música] เฮ [música] >> [música] [música] >> Olá, meu nome é Letícia Miamoto, está no ar mais um Amatocash pelo canal do Instituto Amato e agradeço mais uma vez o carinho da sua audiência e participação aqui conosco para falar sobre tudo que envolve qualidade de vida.
Nos últimos episódios nós recebemos convidados especiais, falamos sobre cálculos renais, as famosas pedras nos rins e antes sobre câncer de mama.
Hoje, novamente, nós recebemos um convidado muito especial.
Vocês já estão vendo aí no título qual que é o tema de hoje, né? A gente vai conversar sobre tireoide, cuidados com a tireoide, várias várias questões que vocês já perguntaram aqui, mandaram sugestões pra gente.
Então, a gente conseguiu trazer o Dr.
Antônio Raal, médico radiologista intervencionista, para falar um pouquinho mais sobre esse tema.
E antes de dar as boas-vindas aqui pro nosso médico especialista, eu vou apresentar um pouquinho do currículo dele para vocês saberem mais detalhes e poderem conhecê-lo melhor.
O Dr.
Antônio Raul é médico radiologista e intervencionista com foco em doenças da tireoide.
Graduado pela Faculdade de Medicina da USP, com residência no Instituto de Radiologia do Hospital das Clínicas da USP e subespecialização no Instituto do Câncer de São Paulo.
H é pioneiro no Brasil e na América Latina na aplicação da ablação térmica de nódulos tireoidianos, tendo realizado o primeiro procedimento de ablação por radiofrequência no país em 2018.
Bem-vindo, doutora.
>> Muito obrigado, Letícia.
Obrigado, a Mato Cast receber.
É um prazer estar aqui com vocês novamente.
Faz um tempinho que eu a gente tá negociando de vida, não tava conseguindo.
Então hoje tô muito honrado de estar aqui para falar daquilo que assim eu mais gosto, que você sabe que é de tireoide, de prevenção, de diagnóstico, de tratamento, cuidar dessa glândula tão importante pro nosso corpo, né? E às vezes tão pouco mencionada, né? Então é um prazer mesmo.
>> Doutora a gente até relembra, né? Já vou deixar o link aqui para quem não acompanhou que a na sua última participação já faz bastante tempo, até mudou aqui o cenário, mudou tudo, mudou o formato um pouquinho com o Dr.
Erivelto, que vocês falaram bastante sobre a ablação, né, naquele episódio.
Então já vou deixar o link para quem quiser saber mais detalhes sobre isso.
Claro que você vai citar também, vai explicar o que é a ablação, né, como funciona.
Mas antes eu queria que te apresentar um pouco melhor aqui para quem agora um tema também que a gente vai falar sobre a campanha que vai acontecer, a grande campanha.
Então é legal a gente falar quem você é, né, para quem tá chegando agora, não chegou a a acompanhar outro episódio, né, não nunca passou em alguma consulta assim nesse tipo de especialidade também explicar um pouco sobre como que funciona o seu trabalho e depois finalmente então falar como que vai funcionar essa campanha.
Doutor, você sempre quis ser médico, desde a escola já era uma vontade, como que foi essa escolha? >> E essa é uma pergunta muito interessante que você tá falando, assim, eu desde pequenininho eu nutria pela medicina um olhar diferente, né? O meu pai já falecido, né? Sou filho de segundo casamento, mas ele sempre foi atleta e ele sempre cuidou muito da saúde, então ele sempre ia muito em médicos, de modo preventivo, era saudável, né? Assim, se cuidava, se alimentava bem, tudo bonitinho.
E eu pequenininho, eu acompanhava em tudo, era filho único, né? Então eu ia em cardiologistas, eu ia em pneumologistas, né? né? Eu ia fazer exames de rotina e eu adorava entrava em mente hospitalar assim, olhava os equipamentos, os médicos falava: "Puxa, realmente eu senti uma uma >> um negócio diferente." >> Agora, eh, o que realmente foi o divisor de água, só uma entrevista.
Eu estava no colégio Liceu Pastê, colégio eh francês, né, tradicional de São Paulo.
E eh quando eu tinha 12 anos, nem 12 anos, tinha 11 anos, quase fazendo 12, eh nós tínhamos fazer uma entrevista com com profissional, enfim, de uma área dessas profissões, talvez das mais tradicionais na época, né? E uma a mãe de um amigo meu na época de colégio, conseguiu uma entrevista com o Dr.
Adib Jatem, >> que é uma um ícone da cardiologia cirúrgica, né, >> no nosso país, né, uma grande referência.
E na época ele tava no assim, tava com na mídia, tava tava bombando, né, com coração artificial, com cirurgia de safena, né, né, de ponte de safena.
E nós conseguimos, imagina, f, fui eu e mais três meninos, três moleques.
Eu lembro até hoje que eu levei um rádio, um gravador na época que não era da sua época, isso é um gravador Sony, >> é que você tinha uma fita ali que você apertava de microfone e gravava, né, o ambiente.
Então eu levei esse meu rádio lá, tal, e nós ficamos 1 hora meia na sala com aquele homem, uma gigante, né? Ele era grandão, aquela, eu lembro até hoje umas mãos compridas assim, mão comprida, os dedos finos, né? bem para cirurgião mesmo.
E ele nos recebeu, aquele homem daquela grandeza, como com uma simplicidade enorme, nós perguntando um monte de coisa, né? >> O que que é coração artificial? Que que é cateterismo? Ponte safena, que que é infarto, o que que é não sei o quê.
Eh, perder jogo de futebol faz mal pro coração, essas coisas todas.
>> E ele respondendo tudo pra gente, tal.
E quando ele começou a falar de coração artificial, de cirurgia, tal, eu eu saí de lá, falei: "Vou ter que ser médico." Eu saí, isso eu não tinha nem 12 anos.
Então, de lá para cá, eu sempre coloquei medicina, decidido a fazer medicina.
Agora, daí o o caminho, né, aquelas especialidade é que eu iria lidar com tireoide, que eu iria lidar com essa área de pescoço de margem.
Não, isso eu não tinha na minha cabeça, até porque >> quando quem tá fora da medicina, a gente tem a ouve e fala mais das áreas mais comuns, né? É cardiologia, talvez ortopedia, né? Cirurgia plástica, né? É difí, então tem a medicina é um universo, né? Então, quando a gente entra na faculdade, é muito comum a gente entra querendo fazer uma coisa ou não sabendo o que a gente vai fazer e a gente vai entendendo todo o tamanho da medicina e aí sim a gente começa a escolher as especialidades.
E foi aí ao longo da faculdade que eu acabei me direcionando para essa área em que eu tô hoje, né? Mas o desejo de ser médico era já de criancinha.
>> Já chegou.
Tinha alguma outra especialidade que durante a faculdade você tinha certeza que ia seguir e depois acabou mudando? Olha, certeza, certeza.
Eu nunca tive por um motivo bom, como era bom, né? Porque eu sempre gostei de toda a medicina.
>> Uhum.
>> Então, quando eu passava em um estágio, eu passava em clínica médica, eu falava: "Ah, você clínico, eu passava em oftalmologia, falava: "Você oftalmo, passava em torrino, falava você torrino, passava porque eu gostava de tudo, então não tinha, né? passava em alguma área de pesquisa, você ser pesquisador.
Então não tinha nada que eu não gostasse.
>> Eu realmente eu falo que eu gosto de medicina como um todo.
>> Então eh agora o que eu sempre percebi é que eu sempre tinha muita habilidade manual.
Isso desde criança.
>> Tanto quando eu era pequenininho, né? Eu me lembro disso.
Minha mãe conta, meu pai também sempre contava que eu eu quando tinha a gente tinha equipamentos na época que quebravam, né, igual hoje celular, tal, tinha uns equipamentos, telefone de teclado, rádio, televisão.
E eu desmontava com se anos >> os equipamentos e eu pegava os fiozinhos ia lá tinha uma maquininha de solda, eu soldava.
Então eu já tinha essa habilidade manual que realmente eu eu sei que eu tenho desde pequeno, >> né? Então eu sempre fui mais tendencioso aí pra cirurgia.
>> Uhum.
E com base nessa habilidade manual que eu sabia que eu tinha e gostava, né, sempre gostei de de mexer com as mãos, né, eh, eu acabei sendo convidado ao longo da faculdade para entrar numa equipe cirúrgica de uma cirurgiã muito renomada até hoje, né, já uma senhora muito querida que é a Dra.
Angelita Gama.
Dr.
Angelita Gama é o grande nome da coloproctologia no Brasil, já hoje senhora, mas ela foi aí a quem desbravou a medicina pras mulheres, né, naquela época.
Eh, ser uma cirurgiã, ser médica já era um desafio, né? Porque ela tá com 90 anos, ela não gosta de falar que ela vai ficar brava comigo, mas ela ela já é das antigas.
E naquela época você fazer medicina sendo mulher já era um um cenário mais mais eh mais machista, mais conservador na época, né? Um negócio meio, né? E ela não só quis ser médica, como entrou na faculdade de medicina e fazia esportes.
Eu lembro dela contando as histórias e ela quis ser cirurgiã, né? Então aí você entrar pra cirurgia ainda era só ela ali de mulher, né? No meio de um monte de não tinha nem eh roupa de centro cirúrgico para ela.
Ela costurou a primeira roupa do centro cirúrgico >> para ela entrar.
E quando ela entrou o cirurgião lá da época titular olhou para ela falou: "Onde você arrumou essa roupa?" Falou: "Eu mesma fiz para poder entrar".
Porque ela fazia corte de costura, que era uma área também lá da faculdade, né, na época.
>> E enfim, e ela entrou, enfim, eu entrei pra equipe dela, né? Ela é uma lenda da da cirurgia.
E nessa equipe de gasto com esse inúmeros cirurgiões excelentes como aluno, tinha um cirurgião específicamente tinham as cirurgias eram basicamente gasto.
Então nós entrávamos como instrumentadores para assistir a cirurgia, para passar visita.
Então eu sempre falo que nós entramos meninos e saímos homens de lá, médicos, né? Porque nós éramos meninos, né? Então a gente passava visita médica, casos graves, né? Do lado de lendas da medicina, uma equipe de ponta de São Paulo, né? Nós passávamos ali nos grandes hospitais de São Paulo, então eu ficava quietinho ouvindo, falando: "Dixa ver que eu posso aprender e tal".
E nessa equipe que era basicamente de gasto, eu tinha um cirurgião que era da mesma turma dela de faculdade de 1950 e pouco, eh, que era cirurgião de cabeça de pescoço, é vivo ainda, ainda senhor já tem de bastante idade, e era um dos grandes homens de cirurgia de cabeça e pescoço na época.
E ele muito, assim, não gosto muito dele, mas ele tinha um gênião da época, né? Então, os demais alunos, eles tinham, os demais alunos que eram da equipe tinham um pouco de receio às vezes de entrar junto.
Falam: "Ah, ele é mais maçante, eles queria entrar mais em coloco, tal".
Ele era meio bravo, mais metódico, tal.
E eu falava: "Bom, eh, ah, o conso é mais tranquilo, vai entrando com ele, entra com com o doutor, né, não vou falar o nome aqui, entra com ele e tal, não sei o quê.
Falei: "Tá bom, entro".
E eu me dei muito bem com ele.
Então, calhou que nesse período aí da da da desses 4 anos que eu fiquei, segundo ano, terceiro ano, quarto ano, quinto ano, da faculdade, além da faculdade entrando nessas cirurgias, eu acabei entrando, sei lá, em 200 ou 250 cirurgias de tiroidectomia de cabeça pescoço, sendo aluno.
>> Nunca imaginei que eu fosse lidar com o cabeça pescoço, depois não falei, vou fazer cabeça, pescoço, não.
quis ir pra radiologia porque eu sabia que ela tinha radiologia intervencionista, que era uma área que tava crescendo assim e que seria o futuro breve, né? E necessitava de habilidade manual.
Como eu gostava de de tudo na medicina, eu falei: "Radiologia eu vou ver de tudo, né? E habilidade manual vou mexer com a intervenção".
>> Então, quando eu entrei na radiologia eh eu vi também que as pessoas não gostavam muito de fazer exame de tiroide de modo geral.
>> Hum.
Porque é muito detalhado.
Você tem ali as eh as três medidas, o nódulos tem que dar as três medidas.
Um pouquinho a mais, pouquinho a menos, que você coloca dá diferença.
Um ponto que você deixa dimensionar de um nódulo X ou Y, faz diferença.
A, a maneira como você mede a tiroide, a impressão que você tem sobre a tiroide, os gangngaros linfáticos.
Então, er, exames muito detalhados, muito demorados e de modo geral os radiologistas gostavam de fazer outros procedimentos mais do que tireide.
Gostav mais de fazer abdômen, fazer emergência, tal.
Eu falei: "Bom, como eu já tenho essa vivência em cirurgia", falei: "Deixa eu ver se eu começo a fazer maisação de tireiroide, né? Eu pegava mais para mim para ver se eu consigo ver mais do que os outros, né? Porque eu tinha essa visão logo dito e feito." Eu batia o olho na imagem, falava: "Isso aqui já me vinha a imagem cirúrgica na cabeça, tal, tá, tal".
Então, foi muito mais fácil para mim.
Eu acho que por conta disso eu nem imaginava.
Daí depois, quando entrei na intervenção, fazer os procedimentos guiados por imagem, né? que é a subespecialização da radiologia, a os procedimentos de tireodide que na época hoje todo mundo fala abação tireodide tal que a gente começou t até a própria punção tireiroide naquela época eh não se gostava muito assim os termonistas não gostavam muito de tirióide eram assim ah isso é muito simples, eu quero fazer eh abalação, quero fazer drenagem, quero fazer biópsia de pulmão, tal.
Então, fazer as biópsides era meio como se fosse um, não um castigo, mas deixa meio de lado.
E eu já gostava disso.
Falei: "Bom, então tava lá todo mundo, ninguém querendo ir fazer.
Eu falei: "Então deixa que eu faço as punções da minha especialização." Então, a maioria das punções de tiroide naquele ano que eu fiquei no CESP, acabou que foi fui eu que acabei fazendo a maioria porque eu gostava de fazer mais, né? Então daí juntou a visão cirúrgica com a imagem e com aquela experiência mais que eu tinha na na nas funções.
Aí foi o caminho natural.
você começa a fazer contato aqui, lá, vi que levava jeito para coisa, e tal.
Então, por isso que eu sempre falo, né? Foi a tireoide que me escolheu.
Não fui eu que escolhi a tireoide, né, pessoal.
Hoje eu vi a tireide aí, a imagem intervenção tiroide.
Graças a Deus, a gente fica muito orgulhoso inclusive de ver isso, né? Que hoje a grande vedete ablação, o pessoal os mais novos querem falar: "Você tem hoje alas nos congressos de de intervenção e de rádio são só de tiroide".
Setores assim e séries de aulas são só de tiroide.
Isso era inimaginável um tempo atrás, né? Então a pessoa fala: "O Raul escolheu isso porque é um nicho que tem muita Não, não foi nada disso.
Na verdade foi a tiroide que me escolheu e eu fui ouvindo os caminhos que a vida me colocou e eu acho que que deu certo, né? >> Então e o que eu ia citar, né, inclusive é que você é um dos médicos que os olhos brilham, né, quando fala da especialidade, quando tá falando da tireoide.
Eu já tive explicando várias vezes sobre a tireoide.
mesmo assim, todas as vezes eu eu consigo sentir esse mesmo brilho no olhar, né, e a vontade de est ali realmente eh fazendo o que você faz e há tanto tempo.
Agora, doutor, agora eu quero saber sobre a campanha, né, que a gente tá falando em primeira mão aqui de como vai funcionar mais os olhos ainda.
>> Exatamente.
Que já é a minha próxima pergunta, justamente porque você me disse aqui nos bastidores que já tem anos que você idealiza essa campanha.
Então queria saber como que nasceu isso, como vai funcionar, enfim, começa do começo, como que surgiu essa ideia.
>> Então, eh essa essa ideia, na verdade vem tudo aconteceu meio junto, né? Quer dizer, eu tava já inserido na imagem intervenção em tiroide e daí calhou que quando começamos a ter esse advento, esse crescimento das terapias abativas que a gente acabou trazendo, fazendo os primeiros casos e e o maior número de casos hoje, graças a Deus, no país, sem pioneiros no continente americano América Latina, fazer as avaliações tió, não.
Eu sempre falo fazemos porque essa história eu tô sempre junto com o meu querido, sempre falo, amigo, parceiro, Erivelto.
Eh, Erivelto Volp, cirurgião.
Ele é cirurgião, eu sou intervencionista.
É a dupla o Batman.
>> É Batman Rob.
Ele ele fala ele fala que ele é o Batman.
Eu falo: "Olha, mas eu sou um pouco mais, mas [risadas] ele fala que eu sou mais velho." Então >> os dois querem ser o Batman.
>> É.
Entendeu? Então nós nos conhecemos indo paraa Coreia do Sul, eh, como os dois primeiros médicos médicos que estavam indo pra Coreia do Sul para eh se interar sobre essa técnica de radiofrequência que eu já fazia, eu já fazia como radiologista, né? O Erivelto sempre foi muito inovador com tudo, mas a área dele era cirurgia.
Mas ele ele já estudioso que é, ele já sabia que aquilo tava no mundo já tava, né, tava ali bombando.
E eu também porque eu lidava com isso e eu já fazia radiofrequência, balação de radiofrequência para outros órgãos como intervencionista, apesar de lidar muito com tirióide, mas fazia para tumores de fígado selecionados, tumores de rim, tumores de pulmão, que já isso já tinha no Brasil cerca de uns 10 anos antes, nós já tínhamos um equipamento para isso.
São agulhas de ablação maiores, não tão delicadas, que não serviam pra ablação em tireoide, né? E a escola asiática, especialmente Coreia do Sul, é muito forte em terapias em todas doas tiroide, né? Estuda da tiroide, especialmente em terapias aborativas da tiroide.
Então, mais ou menos uns 10, 12 anos antes de nós irmos para lá, eles já tavam começando a voar alto, desenvolvendo equipamento, uma agulha específica para tiroide.
Imagina, né? O fígado é desse tamanho, tiroide desse tamanho ou mesmo quando é grande tá no pescoço, tá do lado da carote, do lado jugular, nervo da voz, né? Quer dizer, é uma região muito mais delicada.
Então, obviamente não dava para usar a mesma técnica e o mesmo equipamento, a mesma tecnologia, sim, mas não na mesma agulha, no mesmo tipo, com a mesma potência para um órgão tão delicado quanto a tiroide, como se usava no fígado, etc.
Então lá eles desenvolveram isso e nós fomos para lá para ver se de fato na tireord, eu já tinha tido uma experiência aqui no Brasil com Laser, nosso grupo lá no Einstein, foi o primeiro da América Latina que fez a a o primeiro estudo de abalação por laser tiroide.
Já deixo aqui meu agradecimento aosertin sempre, ao centro de intervenção, a Rodrigo Gobo, que eu chamo de Gobo, que ele é diretor do Centro de Medicina Intervencionista do Einstein, sempre, sempre, sempre me estimularam a correr atrás, sempre na vanguarda da tecnologia e eles nunca me restringiram, pelo contrário, sempre me estimularam, né? Aí, ó, vai lá, veja se é sério o negócio, você traga aqui e a gente vai te estimular.
E realmente me incentivaram, né, no momento, porque hoje se falar de abação tiroide é fácil.
Naquela época em 2018 você chegar aqui no Brasil onde basicamente os cirurgiões só, né, o 70% do movimento dos cir pescoço é tiroide, né, por mais respeitado que eu fosse no meio, você chegar propondo uma técnica disruptiva como era a balação de tiroide pro para quem eh cujo ganhaapão, obviamente, melhor que fosse o Jão, mas o ganhapão ali, o básico era a tiroide, né? Então eu tive muita, não vou dizer rejeição, mas eh muita gente torceu o nariz para mim no começo, né? Então se eu não tivesse esse apoio do Einstein, do centro de intervenção, do Rodrigo Gobo, né, que era já era gerente médico neto e falar: "Não, vaiá em frente".
Eu possivelmente eu não teria aguentado a o tanto de nariz, né? Torcido e valeu a pena, né? E eu consegui por conta disso.
Enfim, fomos para lá, eu eivelto, né? E quando nós voltamos para cá, começamos a fazer as terapias aborativas.
Então eu comecei a entrar nos casos com ele, ele começou a entrar nos meus casos.
Então tanto eu quanto ele podemos fazer sozinhos abação.
Nós gostamos e queremos sempre fazer juntos porque nós entendemos que o melhor paraos nossos pacientes, que eles têm a visão de um cirurgião experimentado em n doenças cabeça, pescoço e um radiologia intervencionista modestia parte bastante experimentado em imagens e intervenções tireoide pioneiro nisso também.
Então a gente entende que é o melhor paraos nossos pacientes.
A gente faz junto comamos juntos, fomos juntos e vamos seguir juntos, né? E ao longo desse período, o que é que eu percebi, né? Eu junto com ele, eu fui compartilhando com ele essa angústia, né? Que a gente fala muito, você vai ver por uma campanha de de saúde, né? Você fala muito de polimielite, tem que falar, você fala muito de câncer de mama, você fala muito de de câncer de intestino, de câncer de estômago, câncer de próstata no homem, né? N diabetes, né? e não se fala de doenças tiroidianas.
Então o que acontece? Eu eu assim como o Erivelto, mas eu o que eu fui percebendo é que chegavam pacientes aqui às vezes com nódulos grandes, né, benignos, né, quer dizer, o nódulo é benigno, nasceu benigno, cresceu, tava grande, mas é benigno, não ia virar um câncer, né, só que grande.
E o paciente chegava na minha frente e falava: "Doutor, eu tô com isso há do anos, eu sei que eu vou morrer, eu vim aqui porque eu quero sua opinião".
não enxergava, eu chorava na minha frente e aquilo me mexia muito comigo.
Eu falar, essa pessoa tá sofrendo há 2 anos.
>> Sim, sa, >> porque acha que aquilo é um câncer.
>> Uhum.
>> E segurou esse caminho de angústia dessa pessoa, dois anos, né? E chegava lá.
E daí às vezes quando eu falava: "Não, mas muito provavelmente esse nó é benigno, vamos biopsiar, tal".
A gente biopsiciava, era benigno.
E quando eu falava ainda que não precisava operar, que dava para fazer ablação, grande parte das vezes, pessoas assim, >> desmaiavam, né? E a mesma coisa é em casos de tumores, de cânceres, porque você tem diferentes tipos de cânceres, mas a grande parte dos cânceres de tiroides são pequeninos, tem até 1 cm de tamanho, são únicos, cada vez mais com avanço dos métodos de imagem, né? Até a classificação Thads, que primeiro Thads brasileiro foi, participei como autor também com o time do Einstein, né? É da nossa autoria.
Então a gente tem hoje o Tirads 1, Tardes 2, Ti 3, Ti 4 que ajudou a estratificar o risco dos nódros.
a gente bate o olho no nódulo, a gente fala: "Ó, grosso modo, esse nódulo tem uma suspeição grande de ser câncer, vamos biopiciar, esse tem suspeição intermediária, talvez dê para acompanhar.
Ah, isso aqui não é nada, segue o jogo, né?" Então, eh, cânceres pequeninos que às vezes paciente com a glândula perfeita sacava tiroide, né? novo, às vezes tirava tiroide, corte, às vezes com complicações, com hipoparatiroidismo, que não é sempre que acontece, mas você tem ela ser 1% de chance da tiroides sair, as paratiroides ir embora juntos, tem que fazer reposição de hormônio resto da vida, eh controlar metabolismo do cálcio, ter o o corte na no pescoço, essa questão da cicatriz, né, uma recuperação mais prolongada.
Então tudo isso, né, sendo que no mundo já se estava começando a fazer abalação desses nódulos malignos pequenos, são muito indolentes, né? eh, preservando a glândula.
Isso muda totalmente o jogo.
Por exemplo, você mata o nódulo sem corte, o paciente vai embora no mesmo dia, né? Não são todos os casos, mas boa parte desses pequeninhos.
Você matava o nódulo, preservava a glândula.
O paciente não precisava tomar hormônio, não tinha corte, ia embora duas horas depois, ficava só com o roxinho no pescoço, cinco dias tava dentro academia.
>> Nossa.
>> E pacientes às vezes que tiravam a glândula, ficavam desesperados porque chegavam para mim estavam chorando, desesperado.
Meu Deus, doutor, tô com câncer, tô com vou morrer e tal.
Porque óbvio que ninguém quer ter um câncer, mas você ter um câncer de tireoide, carcinoma papilífero pequenininho, bem localizado, é totalmente diferente você ter, por exemplo, ninguém quer ter nenhum câncer, mas por exemplo, um câncer de pâncreas.
>> Uhum.
>> Entendeu? Ou uma leucemia ou uma gente não tem um tipo de câncer, a gente tem 400 tipos de câncer, tem centenas de tipos de câncer.
E cada câncer é uma doença diferente, com comportamento diferente, com tratamento diferente, com evolução diferente, com uma disseminação diferente.
Só que pro paciente leigo, pro paciente que não é da área médica, câncer é câncer.
>> Sim.
Então falar falar que tá com câncer tirióide interessa que ah, tem gente que até acompanha hoje, você pode até acompanhar alguns casos, tem gente que a a vigilância ativa uma possibilidade terapêutica, né, que ocorre alguns casos, então, mas o paciente chegava desesperado, desesperado, família junto, tal, e aquilo causava um sofrimento grande, não só nos nódulos, né, porque a tiroide não tem só nódulo, você tem o hipotiroidismo, quer dizer, essa glândula aqui é uma glândula assim como o pâncreas, é uma glândula vital pro nosso corpo.
Quer dizer, os hormônios que essa glândula que eu sei, eu aí eu comecei a chamar, né, de borboleta do equilíbrio, sem falar pr falar, é a borboleta do equilíbrio.
Por que borboleta do equilíbrio? Porque é uma glândula em formato de borboleta.
Tem a asinha direita, que é o lobo direito, ainha esquerda que é o lobo esquerdo, e o íntimo que é o corpinho.
Então, parece uma borboletinha.
Eu falar uma borboleta do equilíbrio.
Porque esses hormônios que essa glândula produz são os hormônios que determinam o equilíbrio de absolutamente tudo no corpo, a velocidade de tudo, a velocidade de batimento cardíaco, você vai ganhar peso, vai diminuir, ah, tô ganhando peso, tá por conta tiroide.
Não, não necessariamente, né? Eu ganho um pesinho, mas meteorite tá boa, mas é um fator importante.
Eh, eh, o ciclo vigília sono, concentração, queda de cabelo, tôus muscular, tudo, né? Irritabilidade ou não, né? Então, um monte de coisa.
Então, paciente tem hipotiroidismo, por exemplo, tem uma tendência maior às vezes de ter depressão.
Quantos pacientes eu não atendia ao longo desses anos que tratavam de depressão com psiquiatra e nunca fizeram o exame funcional da tiroid? Você vai ver? Tem que ter a CH de 15.
tem um franco hipotiroidismo e tenho vontade para nada, lógico, eu não tenho vontade para nada, tá? A tiroide não tá funcionando.
>> E outros pacientes contrário, né? Pacientes tem hipertiroidismo.
Então o paciente falava: "Ah, fui tranquila, mais ainda mulher".
E daí eu comecei a ficar nervosa, comecei a ficar irritada, explosiva, né? Quando você tratar achando que tinha pânico, deu fazer exame da tiroide, tenho tshido.
Quer dizer, a glanda tá produzindo muito hormônio.
Então é óbvio que pessoa vai explodir.
Imagina uma mulher que já normalmente já mais mais digamos preocupada normalmente com o homem, né? A mulher pensa em tudo, né? O homem é muito assim, >> então mais preparado, tem ainda TPM, tem às vezes tem que cuidar de filho, tem que carregar a casa nas costas, tal, e ainda tá com hormônio estourado, né? Quer dizer, você estoura, né? E vai tratar com pânico, como ansiedade, não sei o que não fazia um exame de tiroide, entende? outras doenças, as tiroidites, né? Imagina você tem uma inflamação, por exemplo, tiroidite rachimoto você tem, eu sempre falo, ele tem rachimotinhos e rashimotões, né? Mas imagina uma tiên rashimoto bem instalada em que você tem uma inflamação franca ativa na glândula que é responsável pelo equilíbrio do seu corpo.
Quer dizer, não tem como você tá equilibrado.
>> Uhum.
>> Né? Isso causa um monte de coisa.
Então, eh, eu fui vendo as aflições desses pacientes, cada um de um tipo, não necessariamente com com câncer, com não, mas vários tipos das são várias alterações tiroidianas.
E eu ia vendo isso, poxa, se fala de tudo e não se fala de tireoide, as pessoas não sabem.
E aí, inclusive que eu comecei a aceitar mais as entrevistas para para em mídia, para para, né, para para falar sobre tiroide, justamente porque eu comecei a entender que a gente tem um papel, o médico tem papel social de informação, né? Nós não somos donos do conhecimento, né? Nós vamos compartilhar o conhecimento.
Acho que esse é um dom que a gente, que Deus deu pra gente, que eu sou agradecido de ter a gente tem que compartilhar, porque às vezes uma pessoa que ouve uma informação, >> é, >> você é jornalista, sabe disso, uma pessoa que ouve uma informação precisa, correta, não mais hoje em dia que todo mundo fala tanta coisa, mídia, internet, a gente ouve cada coisa de tiroide na mídia que você fica maluco, né? Ah, toma isso, dá três cambalhotas, não sei o quê, que você vai ficar com o nódulo, vai sumir e tal, então um monte de coisa.
Então, quando você dá uma informação de séria, de qualidade, técnica, numa linguagem acessível, porque você tem que falar também a linguagem da população, não adianta você eh falar o med case, >> é, >> você tem que falar de uma maneira que o público entenda.
Então, eu via que isso era muito bem fazer, muito bem-vindo.
Todos os programas que a gente ia, batia recorde lá de pergunta, tal, a gente tinha que embora, um monte de pergunta, eu falei: "Puxa, mas realmente isso tem bastante".
E aí eu comecei a trabalhar e falei: "Puxa, a gente podia criar uma campanha".
Uma campanha que me inspirou sempre muito foi a da mama.
Foi maravilhosa aquela campanha, né? câncer de mama no alvo da moda, né? >> Eh, era uma camiseta, né? Era basicamente é camiseta, né? Mas uma camiseta linda.
Todo mundo queria ter camiseta.
Você ia no shopping, o pessoal tá de camiseta, você ia na na balada, n? Você ia eh sair associar as pessoas às vezes de blazer com uma camiseta.
era uma caneta elegante, o pessoal queria ter e ao mesmo tempo trazia uma conscientização sobre um tema que já se falava muito, é um tema mais que causa mais impacto quando se fala câncer de mama já dá um certo negócio e mesmo assim tem um sucesso enorme.
E uma parte muito grande desse desse dessa campanha foi direcionada para causas sociais que ajudou muita gente, né, especialmente a população mais mais carente.
>> Eu falei, por que que a gente não pode ter uma coisa similar com a tireoide? Eu não sei, você tem ideia mais ou menos, Letícia, de qual porcentagem de pessoas no mundo que tem alguma, algum tipo de alteração na tiroide? >> Uma vez acho que a gente falou sobre isso, eu acho que pelo menos 10%.
>> É, você gravou, gravou bem, mais ou menos 15% mais ou menos, né? varia um pouco às vezes de de continente para continente para esse país na média mais ou menos 15% da população adulta 20 a 65 anos no Brasil, na América do Norte, América do Sul, na Europa, na África, na Ásia, no mundo tem algum tipo de alteração na tireide, seja alteração na função ipo, hipertiroidismo, seja alteração inflamatória, tiroidite, seja nódro, benigno, maligno, bócio, seja uma coisa mais a outra, seja uma coisa mais a outra, mais a outra, né? Fora os idosos, tá? Acima de 65 anos, fora alguns adolescentes, você for ver, dá quase um bilhão de pessoas no mundo que tem algum tipo de alteração tiroidiana.
E aí se você for ver, sabe qual porcentagem mais ou menos de pessoas que sabem que tem uma alteração na tiroide? >> Mínima, né? >> Menos de 40%.
Sabem? Você tem 60% aproximadamente de pessoas que não fazem menor ideia ou do que é tireoide ou do que, sabe? Então, eh, e o impacto que tem na vida da pessoa, das pessoas, na qualidade de vida, na, na sociedade, na produção, na produtividade, né, no equilíbrio do corpo.
Então, eh, nasceu daí essa campanha.
E aí isso sempre ficou na minha cabeça.
Eu compartilhava com o Erivel, falava: "Puxa, seria fantástico, né?" Mas a gente naquela correria tentando plantar balação de tireod hoje já todo mundo já aí já conhecendo, né? a gente conseguiu graçado, papel juntos fazer isso, mas a gente tinha isso no coração.
E mais ou menos há uns dois anos nós encontramos dois parceiros de na medicina que não são médicos e para um deles eu contei numa reunião de fim de ano assim, não comendo churrasco assim fim de ano à noite, um dia assim meio pré-natal, contei para ele sobre isso, a gente falando sobre o projeto de falei: "Olha, isso é uma coisa que me traía muito, muita satisfação, né?" Daí comecei falar um pouco da campanha, um deles achou muito legal que tá com a gente, o outro os olhos brilharam.
Ele falou: "Nossa, mas isso é fantástico, isso é tal, não sei o quê".
E aí, por que que eu me animei? Eu falei assim: "Foi a primeira pessoa além do Orivel que eu falei e eu senti a mesma emoção que eu tinha, porque aquele era um projeto caro para que tava prente." >> E aí eu falei: "Pô, vou botar isso em prática, vamos que que você vamos conversar mais sobre isso".
E aí fomos, fomos, fomos, fomos, fomos e ao longo de dois anos trabalhamos com tudo isso, vendo a viabilidade, um tempo livre que a gente tinha que é escasso, a noite, final de semana, nada de tempo livre, >> não tem.
Então, passamos algumas madrugadas, finais de semana, eh, férias, conversando com um, com outro, porque o nosso negócio é é tiriódio, esse negócio de desenhar, tal, a gente, eu tinha toda a ideia junto com Olivel, a gente pensava, poderia ser assim, né? Então, o esquema de uma tireod, a a as asas da borboleta parecerem um ultrassom, né? Porque ultrassom é o melhor método para você avaliar tiroide.
Então a gente tinha essas ideias, mas passar isso para terceiros é difícil.
Então a gente levou dois anos para isso, para estudar como isso poderia ser feito, tal, para ter essa essa visão, até tivemos encontros bacanas esse período, até chegarmos esse ponto aí do lançamento da campanha que já tá prestes a ocorrer.
Então, eh, um momento muito feliz.
Eu tô falando por mim, falo por pelos demais eh membros, pelo Erivelto, também delizador, pelos demais eh sócios, né, eh da dessa campanha delizadores, que eu tô num momento muito feliz assim, porque eu acho que isso é um legado, né? A gente tem que ter legado na vida e esse é um legado que me deixa muito feliz pelo pela informação, porque a nossa ideia não é atingir só o Brasil, mas é atingir o mundo, porque o mundo tem problema da tiroide.
E essa questão da informação é um problema mundial.
Se você chegar na Europa lá, pessoas super bem informadas, a maioria não sabe que é o tireó, né? Aliás, é o desconhecimento é dentro da medicina mesmo.
Muita, muitos médicos não sabem exatamente, tudo que tem na tiroide.
São áreas muito específicas, os impactos que isso podem ter.
Então, a gente uniu a moda, quer dizer, a linguagem da moda, né? A beleza, né? E essa questão do equilíbrio, né? Acho que é innegável que o mundo precisa de equilíbrio hoje.
O mundo não precisa ser muito esperto para ver que o mundo tá meio tá meio desequilibrado hoje.
É guerra lá, é briga aqui, o pessoal puxa para um lado, puxa pro outro.
Então o mundo tá meio quem já viveu tempos mais equilibrados, né? Eh, com com problemas, mas a gente vê agora que mundo tá meio meio e muito desse equilíbrio passa pela tireoide, né? Então a gente, eu acho que a gente foi um uma conjunção de de ideias, de propostas, de sentimentos que culminou nisso e nós estamos aí muito animados com essa campanha e com um foco muito grande no social, né? Eh, é uma parte muito significativa disso.
A gente tem os cursos, tal, mas vai necessariamente para o social.
Isso tá no contrato.
Necessariamente para o social o quê? Tudo, né? eh campanhas específicas de de de enfim, de de diagnóstico, de tratamento, grupos de pessoas mais vulneráveis, eh eh informação em mídia aberta, informação em mídia digital, eh tudo pesquisa, né? Eh tentar envolver aí os grandes hospitais também e de modo a favorecer as pessoas.
E acho que isso é um é uma um caminho aí que a que a vida nos trouxe e que eu tô muito feliz de de tá podendo realmente tirar isso do papel.
E o nome da campanha, né, já fala bastante, inclusive o símbolo da camiseta.
Vamos tentar já colocar aqui, né, uma foto quando, já que a gente já quando a gente o episódio for ao ar, a gente já pode falar tudo da campanha.
Então é legal a gente colocar todos esses detalhes, né? >> Ó, vocês vão, eu vou falar agora público, vocês vão se apaixonar porque assim, olha, foi feito com muito carinho e assim eh a camiseta, a gente tá começando com a camiseta, né? eh, cujo parte da dessa desse lucro vai necessariamente para campanhas sociais.
Então, isso nos deixa muito felizes.
Então, a gente pede para vocês ajudem a divulgar e vocês vão se apaixonar para dizer até um presente, vai chegar aí o Natal, vai cheg vão ter as datas festivas hoje.
Até hoje a gente tá aí quantos anos? 15 anos de campanha da mama.
Até hoje a gente pega aquela camiseta da mama, né? A gente vai no shopping, é, é bonito, né? Fashion, é legal, é bacana.
E você tá vestindo uma causa, então tenho certeza que vocês vão se apaixonar.
Vejam as camisetas, vão ver o símbolo é lindo, né? e todo o nosso site, as nossas mídias, tudo que a gente preparou com muito carinho.
Então, ajudem a divulgar e eu tenho certeza que vocês vão se apaixonar também como como eu sou apaixonado pela causa aqui.
>> E fala bastante sobre o símbolo então da borboleta do equilíbrio.
Já queria aproveitar e te perguntar como, qual que é a explicação assim médica, mas na linguagem mais simples possível para que as pessoas entendam de fato a importância de cuidar da tireoide, né? Se a tireoide vai mal, o corpo inteiro daquela pessoa, aquela pessoa também vai mal, né? É, exatamente.
Então assim, eh a tireide, então vamos falar de eh do básico.
Aliás, isso daí vai tá, quem comprar a camiseta vai receber junto um livreto informativo com as doenças da tiróica, com assim de uma linguagem muito tranquila, muito e e um livreto lindo.
Vocês vão ver depois no no no vídeo, né? Vocês compram a camiseta e ganha o livreto.
Isso vai ajudar vocês a também a falarem pras pessoas, enfim, né? Eh, mas enfim, o que que a gente fala lá? Em resumo, a tireoide é uma glândula, é um órgão, assim como eh os olhos, o olho é um órgão, né? Assim como o fígado é um órgão, assim como o pâncreas produz a insulina, que quando falta com no diabetes, né? ão conhecido de todo mundo, é um órgão.
A a tireoide é um órgão.
E que tipo de órgão? É uma glândula.
O que que é uma glândula? Uma glândula é um órgão que produz, nesse caso, uma glândula endócrina, né? que produz hormônios.
Cada hormônio age numa numa seara, né? Por exemplo, testosterona age com a questão da da libro da força masculina, os hormônios sexuais femininos na gestação, nos carateres femininos, né? E a gente tem aí o nmônios, né? A insulina, né? O tipo de hormônio.
E a gente tem os hormônios que a tiroide produz, que são T3 e o T4, triodo tironina, tetraiodo tironina.
Quer dizer, daí é importante iodo.
É por isso que o iodo é tão importante para tiroide.
Sim, porque o iodo é a matéria-pra principal dos hormônios tiroidianos, o T3, triodironina até triodironina.
Ah, então se eu tomar muito ioda, a minha tiroide vai estar super bem.
Isso não é mais verdade.
Se você se faltar iodo na sua alimentação, isso vai afetar a produção dos hormônios, né? Mas hoje, né, eh, essa história tem muito por conta do papão, né, do boss.
Antigamente as pessoas do litoral salgavam a comida com o sal marinho.
As pessoas do interior salgavam a comida, não com esse sal que tinha iodo, salgavam de outras maneiras.
Então, era muito comum, a gente não tinha essa comunicação no litoral, né, com o interior.
Então, às vezes quem era do interior ter mais ali bem interiorzão mesmo, te aquele bócio ou papão, né? Por quê? tiroide, carência, com carência de odo, ela crescia de tamanho, ela ficava grande, então dava aquele nobócio, né? Isso realmente a falta de de iodo levava ao aumento da glândula.
Então, levou esse estigma, cara, eu tenho que tomar eh consumir iodo para não ter problema na tiroide por conta disso.
Não, na verdade, hoje o que nós temos de iodo no sal que é comercializado sobre o balizamento do Ministério da Saúde, né, da maioria dos países aí ocidentais e orientais, os países, enfim, civilizados, tem a quantidade de iodo mais do que suficiente paraa sua produção.
Então, você não vai ter problema na tiroide só por porque falta iodo, né? Eh, tomar muito iodo não vai não vai ajudar em nada.
Você tem que ter a quantidade ideal para você, nem mais nem menos, tá? A gente já tem essa essa essa quantidade, tá >> bom? A tiroide produz então triod tironina até triodotironina os hormônios que vão fazer o quê? Esses hormônios vão balizar, cadenciar o nosso organismo em todos os os em toda a seara, né? O o tornos muscular, mantimentos cardíacos, a velocidade da digestão, seu ciclo vigília sono.
Você reparou? Quando você tá mais ansiosa, mais nervosa, você demora mais para dormir, >> né? Às vezes você não tá tão equilibrada, tá com alguma alguma coisa não tá legal, é mais difícil você se concentrar.
Você começa a ver um filme, você não consegue se concentrar, né? Você fica mais irritada, fica mais sonolenta, né? Eh, ganha mais peso, perde mais assim, tem tudo, todo esse esse sensício que é o nosso organismo.
Tô dizendo que depende só da tireoide, mas a tireoide, digamos que é a grande maestra desse todo de tudo funcionar ali na velocidade certa, entendeu? E aí um ponto importante, bom, mas e aí se eu preciso tirar tiroide, vamos supor que eu tenho um câncer na tiroide que não é passível de tratamento de para ablação, por exemplo, não são todos que são, né? São casos bem selecionados no caso de câncer.
No caso dos nódulos benignos, a grande maioria hoje são passíveis tratamento de pro ablação, até os mais volumosos, que muda às vezes o número de sessões, o revolucionou o tratamento.
E no caso dos nódulos benignos que produzem hormônios, que são os as a doença de plummer, né, os nódulos que a gente chama nódulos tóxicos, hoje eu acho que é uma das melhores eh aplicações das terapeutas aborativas eh que se tem realmente é para esses nódulos.
até publicou o nosso grupo publicou junto com colegas latino-americanos, eu, Erivelto, né, com a maior parte dos casos e colegas da Argentina, colegas da Colômbia, colegas do Equador.
O trabalho que atualmente tem a maior casuística do mundo publicada no tratamento de nódulos tóxicos autônomos que produzem hormônios eh na tiroide, tratamento por ablação, mostrando a eficácia do tratamento, eficácia acima de 90%.
É o único artigo que nós temos hoje, nós começamos depois da Coreia, muito nos orgulho, né, que tem uma causística maior do que os outros trabalhos sul-coreanos.
Quer dizer, Coreia domina em tudo, né, os outros países aí, mesmo a Itália tem bastante tempo.
Esse esse artigo é o que tem a maior casuística publicada na principal revista de tiroidologia, de imagem de tiroidologia e tiroide tiró do mundo, que é a tiroid.
Então, é uma marca muito grande pro nosso país, né? Então, eh, falando sobre a ação dos dos hormônios.
Então, antigamente, quando precisava, você precisava tirar a tiroide ou hoje quando você precisa por algum motivo, tudo bem, você tem um hormônio, você vai pela põ tem um hormônio que você compra lá na farmácia e você vai tomar o hormônio, né? Eh, igual a gente fala, você vai tomar, levar o hormônio para casa e você vai tomar todo dia de manhã.
Se você tirar a tiroide, tem que tomar.
Você não vive sem esse hormônio.
Não vi, não vou tomar porque eu sou, não sei, eu sou natureba, não vou tomar.
Não, você entendeu.
Você, seu corpo não vive, não, não.
É incompatível com a vida.
você ficar sem esse hormônio, tá? Você vai não vai levar, você vai afundar.
Então você tem que tomar todo dia.
Fala: "Pô, mas eu tomo todo dia." Sim, aí que tá a inteligência da tirióide, a importância era tiroide.
Tem dia, você uma jovem, tem dia que você tá ali no trabalho, você vai, pô, tem dia que eu tenho uma entrevista de manhã, entrevista à tarde, tenho que correr, tô sem dormir, eu tenho que dar aquela corrida para alcançar lá para pr para ver o fato, não dá para ficar, né? Tá naquela correria.
Que que sua tiroide interpreta, né? Juntamente com o seu corpo? Ela precisa de mais hormônios, vou produzir um pouquinho mais, vai ser a leitura.
Então você produz mais hormônios, vai dar aquele pique.
Aí hoje você tá no no domingo na sua casa assistindo TV ali, você fala: "Ah, hoje tá friozinho, vou ficar no cobertor, né? Vou ficar mais quietinha, não vou fazer nada".
Obviamente você não vai precisar da mesma quantidade de hormônios que você precisa naquele dia que você tá na academia, tá, né? Na tiroide faz esse balanço.
Tanto que quando você que tá me vendo aqui, quando você vai fazer exame da tiroide, você vai fazer lá T3, dosagem de T3, T4, TSH, né? Qual o valor normal dos hormônios da tiroide? Nunca é X.
Ah, o valor normal é X, não é? Por exemplo, a glicemia, né? Glicemia de jejum.
Você vai fazer para ver se tem diabetes, né? Se você tem ali, eh, até 99, né? Digamos assim, né? Você tá até 90, na verdade, o ideal você tá bem, você não tem risco de diabetes.
Se tá ali de 90, 99, você vai ter uma uma tendência, talvez, a uma intolerância a glicose.
Se você tiver acima de 100, já caracteriza que você tem diabetes.
Então, você tem valores precisos.
No caso dos hormônios tiroidianos, não.
Por exemplo, TSH.
O TSH, qual que é o normal do TSH? É entre 0,5 e 5.
Que que é o TSH? É o hormônio que estimula a tireoide a produzir os hormônios da tireide.
>> Uhum.
>> Os os próprios hormônios da tiroidan T3, T4 variam, tem um um intervalo grande entre eles.
Então o que isso nos diz? Que tem dia que você precisa de mais, tem dia que você precisa de menos, né? Então quando você saca a tiroide, você vai tomar uma dose fixa do remédio.
Então tem dia que você vai precisar de mais.
Às vezes você fala: "Ai, tá me faltando." Você vai falar: "Ah, hoje eu vou tomar mais hormônio.
Ah, hoje vou ficar em casa, vou tomar menos hormônio." Isso não pode.
Então, você toma uma dose que aquela dose mais adequada para você que tirou a gl.
Então, olha, pra Letícia, talvez ela vai se dar bem com a dose X, na maioria dos dias vai dar bem, mas vai ter aquele dia que você vai precisar demais.
E tem muita gente que opera, tira, tomou hormono, fala: "Olha, eu sinto que falta aquele gás, né?" E ao contrário, às vezes atendia que eu tô parado em casa, não sei por, mas eu tô irritada, não sei por, não era para est irritada, lógico, talvez é para aquele dia aquela é muito, entende? >> Então a tireoide, mesmo que ela não seja, digamos assim, uma uma glâlula que está funcionando perfeitamente, ela vai fazer esse balanço para você e vai saber produzir um pouquinho mais, um pouquinho menos, tá? Então isso ajudar em todo o seu equilíbrio, tá? Então por isso que a gente hoje mudou muito isso, né? Antigamente assim, ah, tem alguma coisa na tiroide, tira a glândula.
Hoje o que a gente tenta fazer é o seguinte, precisa tirar a glândula? Tudo bem se não precisar, mas sempre que possível preservá-la, vamos preservar, entende? Quer dizer, ah, eu preciso tomar o hormônio da tireoide.
Você precisa tomar dose pequena, é melhor manter a tiroide, senão não tem nada, né? Melhor tomar dose pequena e ela tá produzindo alguma coisa que você tem que tirar a tiroide, tomar dose plena.
Então, e e todo esses esses tudo isso que eu te falei mostra o papel e eh fundamental da tiroide no corpo.
Por não dá para sair tirando a tiroide à toa.
Então, por isso que a informação é tão importante.
É por isso que a gente se debruçou sobre essa campanha e a gente tá, estamos aí convictos que vai ser um sucesso no Brasil e no mundo, né? >> Você falou de alguns sinais e sintomas sobre o hipertiroidismo e hipotiroidismo, né? queria saber quais de fato entram aí na lista, tirando esse da irritabilidade, por exemplo, ou da dos sintomas de depressão ali que você citou também, né, esses dois principais.
Mas o que que deve servir como alerta? A gente tá então voltando a falar também mais um pouco da campanha, né? É justamente para as pessoas terem a consciência eh que precisam cuidar da tireoide, precisam estar sempre avaliando, precisam estar em alerta e saber como funciona também, que realmente às vezes não só médicos, como você citou, às vezes dentro da própria medicina, né, não é um assunto tão falado.
>> Sim.
Mas para quem é de fora, menos ainda.
Eu tenho que ser sincera, eu acabei sabendo muito sobre o tema por conta do nosso trabalho, mas antes eu não sabia detalhes.
Eu imagino que muita gente que esteja acompanhando, que não seja da área da saúde, também não saiba.
Então, doutor, quais os sinais e sintomas que entram nessa lista que servem de alerta para quem tá acompanhando aqui a gente? >> Então, é excelente sua pergunta.
Então, a primeira coisa que quem tá nos vendo que tem que entender é o seguinte, quando nós falamos de doenças da tiroide, a gente tá falando em três grupos de doenças.
Uma alterações na função da tiroide.
É aquela tiroide produz mais hormônios do que deve ou menos hormônios do que deve.
Mais hormônios hipertiroidismo, menos hormônios hipotiroidismo, tá? Segundo tipo de alterações, as alterações inflamatórias, as famosas ITS.
Você tem alteração, inflamação no estômago, gastrite, inflamação na na na faringe, faringite, inflamação tiroide, tireoidite, tá? Você tem as doenças inflamatórias também.
E o terceiro grupo são as alterações na no formato da glândula.
Que que é isso? São os bócios.
Que que é bócio? Bócio é qualquer aumento na tiroide.
A tiroide normal para você, por exemplo, uma mulher com seu tamanho, ela vai aí de 5 a 12, 15 de volume, ml cm cicos, tá? Para você, para você ter uma glândula de 22, já é um bóstilo.
É uma glândula que é aumentada, tá maior do que o normal para você.
Aí a gente pode ter uma glâlula de 22, pode ter uma glândula de 42, pode ter uma glândula de 100, pode ter uma glândula de 150.
Então a gente pode ter discretos bócios ou grandes bócios.
Qualquer aumento da glândula tiroide é um bóssilo.
Esse bócio é inflamatório? Será que a inflamação, por exemplo, uma doença de graves que tá levando esse bóil, se esse bócio é devido a nódulos? Se for nódulos, é um nódulo só, bossilo uninodular ou são vários nódulos? Bócio multinodular.
Será que algum desses nódulos é tóxico? Então seria o bócio uninodular tóxico ou multinodular tóxico, aquele produz mais hormônios, né? Eh, então você tem todo esse grupo de alterações.
Quando a gente fala em sintomas e a gente pode ter sintomas associados a alteração na função, alteração inflamatória ou alteração nos nódulos, depende, tá? Então, por exemplo, se você tem um hipotiroidismo discreto, produz menos hormônios, mas um pouquinho menos, né? Você não vai provavelmente ter grandes sintomas, não é uma coisa de uma hora para outra, é uma coisa mais paulatina.
Então você fala, por exemplo, puxa, eu tô percebendo que eu tô com menos disposição, eu tô com menos ânimo pras coisas, às vezes pode ganhar um pezinho, às vezes pode começar a cair um cabelo, às vezes pode estar mais um não depressivo, mas um humor mais depressivo, raciocínio às vezes um pouquinho mais, nossa, eu era tão ágil, eu tava tão ai, acho que eu tô estressado, não tô conseguindo pensar direito.
Pode às vezes ser por conta de um hipotiroidismo, obviamente se você tem um leve hipotiroidismo, você vai ter sintomas leves.
Mas eu tenho um super hipotiroidos, tem sintomas mais exuberantes, mas nunca de uma hora para outra, entende? É sempre paulatino, vai progredindo, mas você tem que ficar alerta a isso.
O contrário também é verdade.
Eu tenho um hipertiroidismo discreto.
O que que você pode ter? Ai, tô mais agitado um pouquinho, tô tal, tô ali.
Às vezes até acha bom, né? Vou perdi um pezinho, tô, né? Tô tô ali, tô no pique, né? Mas às vezes passa muito, não, quase explodir.
Às vezes tá do nada sente umas palpitações.
Óbvio, pode ser problema de coração, mas pode ser às vezes esteja um pouquinho de hormônio a mais.
tá mais difícil de dormir, eu vou dormir, demoro mais para pegar no sono, tô mais preocupada, não sei, né? Então tem várias coisas que podem associadas ao hipertiroidismo.
Se é um discreto hipertiroidismo, sintomas discretos.
Se é um grande hipertiroidismo, sintomas mais acentuados, tá? Então isso associado à função.
Se eu tenho uma doença inflamatória, uma tiroidite, a mesma coisa.
Pode ter uma tiroiditezinha, pode ter uma tiroiditizona, tem alguns tipos de tiroidite, né? Falando de uma maneira mais simplória.
>> Uhum.
>> Que que a tiroidite pode causar de sintomas? Pode não causar nada.
A grande parte das vezes você não sente nada.
E como faz para descobrir? >> Às vezes é o conjunto, né? Quer dizer, como é que a gente diagnostica a tiroide? Quais são os exames para avaliar tiroide? Por isso o nosso símbolo, né? O principal exame de imagem, ultrassom.
Por isso que as asas da tiroide são as ondas sonoras.
>> Tem que fazer parte da rotina, fazer ali da rotina, que eu digo assim, né? Intervalo de tempo, mas >> ex se possível.
É assim, é se possível você tem que fazer exame ultração de tiroide, que aliás um exame muito operador dependente, tem que trabalhar nesse treinamento das pessoas também, mas é com uma certa rotina, sobretudo as mulheres, porque as mulheres têm quatro vezes mais doenças na tiroide de modo geral do que os homens.
>> Uhum.
>> Tá? Então os homens têm muito também porque a muito prevalente, mas as mulheres têm mais ainda.
Então é muito comum quem acabar pedindo os exames tronção tiroide para mulheres o ginecologista.
É o mais comum, tá? Então, eh, como é que você vai avaliar uma tiroidite para uma incipiente mais leve? Com exame de ultrassom, quer dizer, um radiologista experiente consegue olhar a glândula e falar: "Essa glândula tá mais heterogênea, >> essa glândula tá com fluxo no dupler mais aumentadinho".
Às vezes são sintomas sutis, mas quem lida muito com isso, a gente consegue bater e fala: "Tem um pouquinho de tiroidite." >> E só um parênteses, operador dependente é que só para explicar para todo mundo, é que depende da avaliação daquele médico que >> é muito individual.
É muito individual, é muito individual.
Depende muito da expertiza que tá fazendo.
É diferente às vezes de uma tomografia, de uma ressonância que depende muito mais às vezes do aparelho.
>> O a imagem tá lá, né? Daí às vezes pode ser que você olha a imagem e não veja o que tá lá, mas quem faz a imagem no traçom, por mais que você esteja com aparelho espetacular, com a Ferrari assim, né? É quem faz o exame.
Então você que vai procurar a imagem, você que gira a mão para colocar outra.
Então depende muito de quem faz.
É o exame mais operador dependente desses três, >> ultrassom, ressonância, tomografia, é ultrassom.
Então, com exame de imagem, transom bem feitinho, você consegue ter sinais ou claros ou mais discretos e exames de sangue também.
A gente vai ver os anticorpos, os anticorpos que atacam a tiroide, que geralmente estão aumentados ou pouco ou muito em caso do tiroidite.
Então você tem uma tiroidite discreta, às vezes você não tem nada, você convive com elas, nem vai saber, vai descobriras acidentalmente.
Tem uma tiroidite mais exuberante, você pode ter aumento da glândula progressivo.
Dependendo se uma tiroidite numa fase mais aguda, você pode sentir dor quando você aperta a glândula igual quando você tem uma uma gastrite, você apóis, você tem uma dor de garganta, quando você engo engole, a mesma coisa do tiroide tá inflamada, às vezes você vai apertar, sente sente dor, às vezes dor forte.
tem um tipo de tiroidite que chama tiroidite dequervan, que é uma tiroidite viral, né? Dá uma dor terrível, dá alteração na função hormonal e dá uma dor terrível, né? Então, essas são as alterações, sintomas patassociados à tiroidite.
E no caso dos nódulos, né, geralmente o que se sente quando são nódulos maiores, começam a crescer e geralmente esses são benignos, mais como acontece isso com os benignos malignos, é você palpar, olha desse lado que tá maior, tá uma bolota aqui, não tá, ó, minha glô tá crescendo, eu palpo, parece ter uma bolinha desse lado, desse lado ou eu não tô vendo nada de estético, mas eu vou engolir e eu percebo que parece tá um alguma um uma bolota aqui, um corpo estranho, porque o lobo esquerdo da tiroide às vezes para tá na frente do esôfago, né? Então você vai engolir às vezes uma coisa mais pedaçuda que a gente fala, você percebe que tá passando até alguma coisa atrapalhando de fato tá, né? Ou às vezes um nódulo muito grande que pode empurrar a traqueia.
Tem um nodo muito grande, ele vai crescer, mas ele vai, a traqueia que que é o tubinho que leva o ar das vias aéreas superiores para os pulmões e e traz o ar.
Traqué tem mais ou menos 1,5 c, 2 cm.
Então, se você tem um nódulo ali, um espaço pequeno, tá crescendo, crescendo, crescendo, tá empurrando essa traqueia, o diâmetro dela tá diminuindo.
Então tem gente, por exemplo, fiz agora inclusive nesse sábado, tratamento de do marido de uma paciente que eu já tinha tratado.
Ela tinha um um bossil grande e ele tinha um mega bossil.
E ele falava para para dormir, olha, para dormir eu sinto desconfortável.
Às vezes para mim é melhor dormir com a cabeça mais elevada, né? Começou a roncar muito, né? Ve um mega boss.
Tô dizendo que sempre seja por isso.
No caso dele era, né? Então, porque tá comprimento da traqueia.
às vezes vai pro tórax, começa a comprimir estruturas.
Então, geralmente efeitos cosméticos por volume, né? E você pode ter alterações também associadas, por exemplo, você vai, ah, mas e o câncer de tiroide? Aí que tá na grande parte das vezes, o câncer mesmo tiroide é assintomático.
Isso aí às vezes vai, não tem sintoma nenhum.
A grande parte dos cânceres de tiroide são descobertos, grande parte são descobertos incidentalmente.
Você foi fazer um exame de rotina de ultrassom, seu ginecologista pediu, nunca fez.
A maior parte das vezes nunca fez ou fazia muito tempo que eu não fazia.
E eu fazia, achou um nódulo ali, um nódulo, às vezes um tiades quatro, tire cinco, um nódulo de moderada suspeição que não tinha, chamou atenção.
Daí às vezes vai ou acompanha ou de repente vai fazer a punção, descobre que é um câncer.
Mas eu não sentia nada.
A grande parte das vezes você não sente nada.
no caso do câncer, entende o que eu tô falando? >> Então daí a importância da prevenção, daí a importância do dessa informação que a gente quer passar e mais ainda, quer dizer, no caso da tireoide, a grande parte dos cânceres são os carcinomas papilíferos, a grande parte, a maioria, né, esmagador a maioria, eles são muito indolentes, são muito pouco agressivos, né? E quando eles cobertos pequenininhos, uns 7, 6 mm, 5 mm, 9 mm, 1 cm, né? Eh, a chance de cura, seja com cirurgia ou com a abalação, que você trata sem tirar glândula, se for possível, dependendo da situação, né? É, é quase 100%.
É diferente de você diagnosticar esse mesmo câncer assintomático com 2 cm, porque daí a chance de você já ter metástase para algum nfonodo e ter que fazer uma cirurgia mais ampla e não poder fazer abulação, né? Porque já cresceu, é maior, entende? Então, por isso que a gente se focou tanto nessa campanha, porque informação muda tudo, né? Não só no caso do câncer, quer dizer, o câncer talvez seja até menos, mas é importante também, mas tudo, né? A paciente tá com dor no pescoço, sabe o que que é? Eu tô com dor de garganta, tá com uma tiroidite, né? A paciente às vezes tá lá mais mole e tal, nunca fez o exame de de sangue para ver o hormônio tiroidiano.
Isso afeta a vida, né? Isso afeta o seu trabalho, sua produtividade no trabalho, sua relação com seus familiares, com com cônjuge, né? Com com tudo, o seu bem-estar, né? Sua autoestima.
Então a tiroide interfere, pode interferir com tudo e tem um leque muito grande de doenças, não é só uma coisa, outra por isso e e se fala muito pouco.
Aí você fala: "Mas por que que se fala tão pouco de tireoide?" Dá para entender.
Dá para entender.
Veja que nem o o transtorno de tireoide não é um exame que o Ministério da Saúde coloca obrigatório, como por exemplo lá o Papa Nicolau, mamografia.
Por quê? Porque na grande parte das vezes, tudo isso que eu te falei, >> hipotiroidismo, hipotiroidismo afetam o quê? A qualidade de vida.
Mas qual que é a mortalidade das pessoas que morrem realmente por conta da tiroide? É pouco, >> mas tem a qualidade de vida, né? >> Mas afeta a qualidade de vida.
Então, obviamente, quando você vai pensar no sistema de saúde, né? Dá para governo devia não.
Todo lugar é assim.
Porque veja, tem coisas que matam, tem coisas que são mutilantes, né? Então, obviamente, não dá para você cuidar de tudo o tempo todo.
Então, os governos, de modo geral, seja de de um tipo, ah, direita, esquerda, de outro país, tem que focar, obviamente, no que é mais eh mais letal, mais grave, mais mutilante.
Então, assim, imagina, você tem um monte de de câncer tiroide que é descoberto incidentalmente.
Você vai fazer o exame incidental, você descobrir esse exame, esse nódulo, já vai dar uma preocupação pra pessoa, né? às vezes não tem uma campanha.
Daí descobriu, ah, então vai ter que fazer uma punção.
Daí às vezes tem esse negócio que um fala uma coisa e o colega fala outra, vai funcionar, pessoa fica naquela via sacra, daí funciona, daí deu indeterminado, vamos supor, não deu nem câncer, não, daí vai fazer de novo.
Imagina o custo do sistema de saúde para uma condição que não mata, né? Ah, óbvio, o ideal seria que a gente tivesse dinheiro para tudo, mas não tem.
Então, obviamente, o sistema de saúde tem que focar no principal.
E aí que entra a atividade privada.
Então, já que não dá para nenhum governo, nem daqui, nem de fora, fazer tudo, né? Eu acho que é aí que entra o nosso papel de médicos, né? Porque o nosso papel é esse, né? Proporcionar o conforto.
Primeira coisa, o médico tem que proporcionar o conforto.
Às vezes tem paciente que tá ali morrendo, né? Isso não tem muita coisa para fazer quando ser medicamentoso, né? E aí você vai dar uma qualidade de vida.
Você não tô usando no caso da tiroide, né? Em outras doenças, mas já vivi muito isso, né? >> Às vezes você tá lá conversando com o paciente, coloca, segurando na mão do paciente, né? Eu lembro até hoje quando eu tava lá no COVID, na na época do COVID, eu fui no Pacaembu e tinham pacientes que estavam lá, vocêes nem sabiam onde estavam porque era uma foi uma loucura, né? Eles estavam entubados, tal e enfim, a gente prestando aquele baita serviço, quais tem ali coordenando tudo com a prefeitura, mas era um número muito grande de pacientes.
Então tem paciente que às vezes eu saí às vezes que ele botava a roupa ali, ia lá ia conversar com os pacientes, ali ia lá ex pai nosso, nia, né, ele ia lá para sou médico, né? ia lá e às vezes eu ia lá, conversava com o paciente e aquilo e o paciente falava assim: "Nossa, doutor, só de conversar com o senhor eu já mudou meu dia".
Porque esse é papel do médico, >> dois anos que eu fiz melhor, mas assim, eu senti aquilo, né? >> E e aquilo e e o médico é isso, né? Você tem que eh suprir as as dores como você puder, >> né? Não necessariamente você vai curar, você amenizar a dor.
Então, a gente amenizar a dor, a gente amenizar a desinformação com a com a campanha, uma campanha bonita, uma campanha de moda, uma campanha que vá falar a linguagem de todo mundo, todo mundo vai entrar nessa, né? Pô, daí de repente você não tem nada na tiróide, mas você conhece alguém que tem.
Eu vou presentear com uma camiseta, vou presentear com um livreto, amanhã vão ter outros produtos também.
Vou vou para dar aquela lembrança, né? Além de ser um item super bonito, super transado, né? Então é esse foi isso foi o que nos motivou, né? E eu tô muito animado com isso.
Tô tô contando, eu tô contando os minutos aqui.
Eu, o Erivelta, eu ligo para Erivelto.
Evel liga para mim, a gente fica ali, liga pro S.
A gente aproveita, tá sendo um spoiler, né? Porque na verdade a gente, esse episódio aqui já vai ser lançado quando já tiver toda essa ansiedade aí, já for um momento bom de sucesso.
Inclusive, doutora, eu quero aproveitar agora esses últimos minutos para encerrar com uma pergunta que eu nem cheguei a te fazer nos bastidores.
Quero fazer aqui inédita essa pergunta que é uma pergunta importante que me veio agora na cabeça, você falando sobre esse cenário, né, da tireoide e no Brasil e até no mundo, né, sobre a necessidade de falar mais sobre isso.
Como que você enxerga que a campanha vai mudar a tireoide modo geral, né? Tudo que se fala sobre a tireoide.
Como que você enxerga esse cenário daqui 5 anos, por exemplo, com o sucesso dessa campanha que a gente vai voltar a assistir, se Deus quiser, aqui esse episódio, vai lembrar de como foi o início, como que você enxerga que isso vai mudar? Tem noção do Marco assim que é capaz de ser feito por conta dessa campanha? >> Sim.
Olha, eu torço e vislumbro por um mundo mais equilibrado, porque a tiroide é a borboleta do equilíbrio, né? Então, eh, eu tenho convicção de que a população como um todo, e isso é muito interessante porque a desinformação não é por nichos sociais, a desinformação é geral.
Eu atendo público de todos os os perfis sóois e todo mundo conhece a tiroide.
Assim, tem um outro, óbvio, que, né, se aprofundou mais, mas é um tema desconhecido, as pessoas não sabem o que que é exatamente, que a ti faz, né, e mesmo dentro da medicina.
Então eu acho que a gente vislumbro, realmente, tenho convicção que nós vamos migrar para um momento de muito maior informação sobre o que é a tireoide, sobre qual o papel da tireoide, sobre como eh detectar alterações na tiroide, sejam funcionais ou morfológicas de modo precoce, não ficar saindo, fazendo um monte de exame.
Ah, vou fazer uma ressonância, não.
melhor exemplo, tiroide, para triagem é ultrassom, é mais barato, é mais acessível, você vai poupar dinheiro do sistema de saúde, de repente um médico que fala: "Ah, vou pedir uma ressonância, não sei, né?" Não.
Ah, não, não é a ressonância, pedir a ressonância, a gente pede situações específicas, né? Mas não é aquele exame de triagem.
Então, quer dizer, você de repente você, as pessoas sabendo, as pessoas vão otimizar os exames, vão se examinar mais, vão estar mais atentas aos sintomas, vão estar mais conversando sobre isso, né? com com os amigos, com as amigas, né? Alguém tá meio mor já fez exame da tiroide? Você pode ser à vezes tá achando que alguma coisa, mas né tiroide alguma coisa que você vai tomar um remedinho, pode ajudar, né? Ou tá sentindo uma bolotinha, não isso daí é benigno, faz a punção.
É benigno, não precisa tirar tiroide não, né? >> Você acha que vai ser capaz de chegar assim, por exemplo, as pessoas conversarem e tá numa roda ali e falar: "Nossa, na época ninguém falava muito sobre isso, porque eu já escutei essa frase da minha avó, por exemplo, né, de outras doenças, de outras coisas.
Eu eu tenho a convicção que sim, porque o que acontece, né? Eu falo que as pessoas me conhecem do meu meio social, do Erivelto também, né? Mas eh mas ele com esse cirônic pescoço, é, ele vive isso mais tempo e ele tem outras doenças tirodas.
Mas no meu, particularmente que na intervenção eu fui quem mais começou a falar tiroide, as pessoas me vem como uma tiroide ambulante.
Então quando eu tô em algum meio, as pessoas já estão falando tireoide, não sei o quê, tal e vem perguntar.
Então, eh, no condomínio que eu que eu que eu para onde eu vou final de semana lá em Tu, né? Eu já vi ali rodas as pessoas falam sobre tióid.
Às vezes você fala alguma coisa, as pessoas ficam falando lá meia hora.
Não, minha minha irmã teve negócio tirina tal.
A outra cortou aqui, ficou, teve um negócio na na voz, a outra, nossa, a outra começou a tomar hormônio e ficou bem.
Ah, a outra fez ablação lá, Ra aula em São Paulo lá com Erivel, tá ótima, tá legal.
Então, as pessoas começam a falar já agora.
>> Sim.
sem a gente ter uma campanha, né, e sem ter a questão da moda, né? Quer dizer, imagina você tá na na tá lá na balada, sei lá, né? Vamos falar o jovem aí, né? Tá lá na balada, tal, camiseta bonita, tal, não sei o quê, né? E daí alguém fala: "Pô, que legal essa camiseta aqui, que é isso na campanha da tiroide, pô, que bacana, tal, não sei o quê".
Daí eu tenho até uma cantada, né? Como é que tá sua tiroide? [risadas] Sei lá, eu se fosse moleque hoje falar: "Como tá sua tiroide? Você fez sua exam você vai pegar, [risadas] né? É, você vai comprar sua camiseta preta".
você já comprou a camiseta branca, né? >> Vai virar tipo, ah, você veio sempre aqui, >> você veio sempre aqui, né? Con toda essa tiriide e tem um símbolo, né, da tióide, né, que a gente fala, o equilíbrio está onde está dentro de você.
Então, é assim como tem ela o as campanhas só da paz, tantas outras de sucesso, né, a gente tem esse símbolo, o equilíbrio positivo, né, positivo >> para cima.
O equilíbrio está dentro de você.
Então esse é esse é o Então pode ser até que quando você chegar ali, vez você fazer assim, você op.
Então eu vou que muita coisa legal pode acontecer e eu acho que é esse legado que a gente quer deixar realmente, né? Eu acho que isso eh vai nos deixar muito feliz porque cham hora que a coisa começa a andar sozinha, né? Então a gente pede o apoio das pessoas nesse começo.
A gente vai ter os embaixadores da campanha, né, que vão ajudar a divulgar, né, assim, a todos eles pela causa.
Isso é muito legal de se falar, porque nenhum dos embaixadores tá entrando, tá pedindo nada, né? as pessoas, a gente ofereceu as pessoas para divulgar pela causa, as pessoas entrando pela causa para divulgar para para por essa responsabilidade social, né? Então isso é muito legal, né? São pessoas estão preocupadas com outras, as pessoas estão bem, estão confortáveis, estão lá, então eu quero participar, eu to participar, aceito convite.
Então isso é muito legal.
Eu acho que isso é um legado que fica, né? >> Com certeza, doutor, parabéns pela atitude, pela iniciativa, como você falou, tem muita, muito do lado social, né, da campanha.
Sucesso, todo sucesso do mundo.
Já vou deixar aqui o espaço aberto dos pros comentários para quem ficou com alguma dúvida, né, para te seguir também nas redes sociais.
>> Vou pedir para você passar suas redes sociais e falar, porque como a campanha já vai ter sido lançada, quando esse episódio já estiver aí eh disponível para todo mundo acompanhar, para saber como que as pessoas podem também acessar ir atrás, né, participar de fato, se engajar aí para quem não é embaixador, mas quer participar da campanha.
Então vou deixar esse espaço aberto para Primeiro agradeço o espaço, né, que é sempre um prazer estar aqui falando de tiroide, falando com você, você deixe muito à vontade, né? Eh, então, primeira coisa, eu queria também, segunda coisa, eu queria agradecer eh dizer que essa campanha não é a campanha nossa.
Uma campanha, eu preciso agradecer, não teria saído essa daí, tá na nossa cabeça ao mesmo tempo, não teria saído dessa campanha se nós não tivéssemos nos unido, eu, o meu querido Erivelto, os outros dois sócios, o Thiago e o Artur, né? Ah, que entraram junto com isso, acreditaram, brilharam os olhos.
Quer dizer, cada um fez uma coisa, né? Cada um tem uma expertise e foi o conjunto disso tudo, né? Eh, o Ricardo Alonso que que nos ajudou a a chegar nesse formato, ele conseguiu ler o que tava no nosso coração, eu falo, né? E conseguir chegar no nesse símbolo tão bonito, tão belo aí, que é que é o nosso borboleta de equilíbrio, né? Então, primeiro dizer que é de todo mundo, né? Então, deixar os méritos para todos aí e agradecer a todos eles porque acreditaram nesse nesses dois malucos aqui que são Erivelta, né? e acho que vai dar certo.
Eh, então isso é uma outro ponto.
Ah, em relação às mídias, né? Eu deixo a minha mídia, o meu meu Instagram é @antôioal antôio r a h a l que não se nome tudo junto, né? >> A gente vai deixar o link aqui também.
>> Então lá eu falo muito, eu falo muito de tireoide, tem meu site também www.dotorraid.com.br e das mídias a gente vai vai ter a página do Instagram que já tá para para sair também no Instagram, vai ter o X, vai ter o LinkedIn, né? vai ter o Facebook e tem um site, né, que a campanha é a borboleta do equilíbrio em foco, a moda é cuidar da tireide, né? E o site vai ser eh borboletequilíbrio.com.br.
Então, nesse site você vai saber um pouco disso, da história da campanha, como isso nasceu, você vai ver as camisetas dos produtos que a gente vai ter lá nesse começo também.
A gente vai ter outros produtos, né? Assim que mais pessoas quiserem também participar disso, empresas, coisas tal.
A gente vai ter esses produtos também lá disponíveis para comprar também, quem quiser, né? A gente vai ter o livretos, livretos informativos, né? Com tudo isso que a gente falou aqui de uma maneira muito transparente, né? Vai ter os nossos vídeos, vão ter e coisas muito bacanas sobre tudo da tiod.
Então é um site vai ser bacana de navegar, você vai ter informações legais, um site gostoso, bonito, tudo feito com muito capricho, assim, agradável aos olhos, né? Gostoso, né? E como é que você ajuda? Você ajuda falando de deniroide? Você ajuda divulgando a campanha, você ajuda, obviamente, quiser comprar alguns dos itens que eh eh obrigatoriamente parte desse dinheiro vai para causa social, isso é tá no contrato.
Isso é uma coisa que a gente colocou como todos nós como mandatório, né? >> Eh, você pode ajudar eh sugerindo pautas sociais, por exemplo.
Poderia ajudar para isso, podia ajudar porque o social é nosso, né? De repente, olha aqui no na minha comunidade tá ninguém faz trção tiroide, não sei.
De repente pode pensar alguma coisa para isso, né? Eu tá usando os hospitais.
Então assim, >> é um legado social, pode ajudar de todas as maneiras, presenteando alguém de repente, olha, você não tá cuidando da tiroide, vai lá para uma camiseta pra pessoa, dar um livreto, a pessoa vai ler lá e e vai se informar, né? Então acho que é dessa maneira, entendendo que a campanha é um social, é uma campanha que a gente fala de amor, né? De amor ao próximo, de amor a a pessoas, né? De amor à vida.
Então, e é isso.
E vestindo a camiseta, né? Então, vamos lá vestir a camiseta que vocês vão estar muito bonitos aí.
Eh, mulherada, os homens, os mais novos, mais velhos, vai ter para criançada daqui a pouco também.
>> Eu vou, já eu vou comprar para meus três pequenos, pequeninhos aí de 1 ano a se anos vai ter para criançada também.
>> Vai ser um negócio bem bacana.
Daqui a pouco a gente vai ter bola, vai ter, >> vai ter boneca, tá tudo patenteado, vai ter óculos, vai ter um monte de coisa.
Então é a porque a moda agora é cuidar do tiroide, [risadas] né? >> E a no próximo episódio a gente já vem vestindo aqui a camiseta, né? Para falar agora sobre mais detalhes depois da campanha, né? É, exatamente.
A gente traz Dr.
Erivel também para participar aqui com a gente.
Doutor, muito obrigada pela participação, sempre disponível aqui pra gente, por toda a sua explicação também mais uma vez aqui sobre a tiroide.
A gente tá deixando o link então do acesso direto pra campanha das suas redes sociais e o espaço aberto para todo mundo comentar sobre isso.
Obrigada.
Ob.
Obrigado a todos.
Obrigado a todos pela atenção.
Obrigado.
>> Obrigada a você que acompanhou até aqui o final.
Também só vou destacar, fazer um agradecimento aqui do nosso parceiro do Amatocast, que é do laboratório Origem, especializado em saúde intestinal, que é onde tudo começa.
O foco de origem é qualidade de vida e prevenção.
[música] Não deixe de curtir, comentar e compartilhar, que é muito importante para que a gente continue trazendo os nossos especialistas.
Obrigada.

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